Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

COLUNA VERTICAL



Domingo, 31.05.09

A MUDANÇA SEGURA

 

Meus amigos
 
Abrantes reúne três qualidades que fazem inveja a qualquer concelho: o castelo, o rio e a localização. Nos últimos dezasseis anos, fruto dos milhões e milhões de euros de fundos comunitários, a câmara de Abrantes, à semelhança do que aconteceu por todo o país, levou a cabo um grande número de obras de vulto, sobretudo na cidade. O dinheiro está gasto e a obra está aí à vista de todos.
 
Analisemos agora o retorno para o concelho e para a cidade dos milhões de euros despendidos, grande parte dos quais irá continuar a ser pago pelos nossos filhos e netos.
 
Quantos jovens licenciados aqui conseguiram encontrar trabalho? Quantas pessoas vêm a Abrantes atraídas pelo seu castelo, pelos seus monumentos e pela sua gastronomia? Sentiu-se no pequeno comércio um aumento substancial de clientes? Quantos jovens têm a oportunidade de treinar diariamente num campo relvado? O concelho de Abrantes ganhou ou perdeu importância relativa, em relação a Tomar, Torres Novas e Entroncamento? E o Hospital ganhou ou perdeu valências? E o Tribunal vai continuar a ser ou deixar de ser sede de circunscrição?
 
Pois é, fazer obras qualquer um faz. Basta ter dinheiro, que é o que não tem faltado. Mas, quando Deus criou o mundo, o difícil não foi fazer o homem de barro, mas dar-lhe o sopro da vida.
 
O que é difícil não é construir os equipamentos, mas dar-lhes vida, para que sejam uma mais-valia para o concelho e para todos os que nele vivem.
 
Outro dos grandes erros cometidos foi apostar no crescimento da cidade, à custa, exclusivamente, do esvaziamento das freguesias. Ora, sem um crescimento harmonioso de todas as partes do corpo, a própria cabeça fica em risco de vida, que é, aliás, o que está a suceder com Abrantes, onde a concentração de investimento na cidade apenas tem conseguido provocar o definhamento do corpo, sem conseguir inverter a perda de importância regional, quer da cidade, quer do concelho.
 
A eleição do presidente da Câmara, pelo impacto positivo ou negativo que tem, inevitavelmente, na vida do concelho e de cada um de nós, devia merecer de cada eleitor uma preocupação especial, privilegiando a competência e a seriedade.
 
É o vosso presente e o futuro dos vossos filhos que está em causa.
 
Cinquenta anos, as licenciaturas em Direito e em Línguas e Literaturas Modernas, o exercício da advocacia e do ensino, para além de outros tantos cargos de intervenção cívica e política, são o testemunho de que posso merecer a vossa confiança. Além disso, nada me inibirá de agir, sempre e em qualquer circunstância, com justiça, isenção e imparcialidade.
 
Fechou-se um ciclo. Mas mais do que um novo ciclo, Abrantes precisa mesmo é de um novo rumo. É certo que somos um povo de navegadores, mas o nosso destino não é ir para o fundo com o barco. Pelo contrário, o nosso destino é lançar as mãos ao leme e dar um novo rumo à nossa autarquia.
 
Se queres um BOM CONCELHO, junta-te a nós e … MÃOS AO LEME, enquanto é tempo!
                                                                                                         

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sábado, 30.05.09

DESORIENTAÇÃO

por António Belém Coelho

 
Normalmente, um Governo, sobretudo quando o País que pretende governar se encontra em crise profunda, deve falar a uma só voz e medir muito bem todas as intervenções dos seus membros. Mas até nisso, pelos vistos, somos originais! Por cá, cada um (elemento do Governo ou seu apoiante no partido do poder) dispara na sua direcção!
 
O governo anunciou recentemente que as chamadas indemnizações milionárias, sobretudo ligadas a gestores de empresas públicas que delas têm que ser afastados por indecente e má figura, vão passar a pagar IRS. Muito bem, só não se percebe porque é que só agora, tantos anos depois de serem poder, o fazem. Até deveriam pagar um imposto especial sobre indemnizações milionárias (IEIM).
 
Mas ainda menos se percebe que sobre os prémios de desempenho, o Governo tenha recuado nessa matéria. Ainda por cima quando toda a gente sabe que esses prémios estão longe de estar ligados a bons desempenhos e a melhores resultados. Pelo contrário, quer haja lucro, quer existam prejuízos mirabolantes, lá caem os prémios no bolso dos afortunados administradores.
 
Também na questão da limitação do tecto salarial dos gestores de empresas públicas ou participadas pelo Estado, o Partido Socialista deu o dito por não dito e, depois de ter votado a favor na generalidade, aproveita o segredo da votação na especialidade, par,a no recato de uma qualquer Comissão especializada, deixar tudo como está! A pressão dos boys deve ter sido tremenda!
 
Enquanto o Primeiro Ministro anuncia o apoio à recandidatura do actual Presidente da Comissão Europeia, o seu cabeça de lista para as eleições europeias e muitos notáveis e históricos do seu partido, desdizem-no e não escondem a vontade de escorraçar o único português que até agora desempenhou o cargo e a contento, pelos apoios e comentários gerais!
 
O Governo acaba de baixar as coimas relativas aos crimes ambientais em cerca de 84%, sob o pretexto de as mesmas serem muito elevadas! Já se esqueceu o actual primeiro-ministro que recentemente foi secretário de Estado do Ambiente e defendia princípios contrários? Ou agora estabelecem-se preços razoáveis para a destruição da nossa já não muito famosa qualidade de vida?
 
Ou pretende-se tornar mais fácil política e economicamente a vida de muitos organismos públicos que prevaricam neste aspecto, com destaque para as autarquias, onde a nossa se inclui, face às recentes notícias (e velha realidade) dos esgotos para o Tejo?
 
Pois é! Parece não termos um Governo, mas sim um desgoverno! Que se revela a várias vozes, cada uma dizendo e fazendo o oposto da outra! Já nem se trata de bicefalia governamental que, no meio disto, seria ainda um mal menor. Já é contradição sistemática, medidas contraditórias, ministérios de costas uns para os outros, cada um cuidando da sua capelinha.
 
Já cheira a mudança! Segura! Doutra maneira a única explicação seria pura e simplesmente autismo político.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sexta-feira, 29.05.09

SOCIEDADE ARTÍSTICA TRAMAGALENSE

 

No passado dia 23 de Maio, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado de Gonçalo Oliveira, presidente da comissão política concelhia do PSD, Elsa Cardoso, Anabela Crispim, Ana Dias e Cláudio Machado, visitou as instalações do Sociedade Artística Tramagalense, tendo a visita sido guiada por Carlos Filipe, tesoureiro da direcção.
 
A Sociedade Artística Tramagalense é um colectividade com cerca de mil associados e que teve em Eduardo Duarte Ferreira um dos seus grandes impulsionadores. A cerimónia do lançamento da primeira pedra da sua actual sede ocorreu no dia 31 de Julho de 1955, tendo sido presidida pelo Eng Manuel Duarte Ferreira, presidente honorário da colectividade. As suas principais actividades são de índole cultural e recreativa. Tem um Grupo Coral, um Grupo de Cantares Populares denominado «Rouxinol», um Grupo de Teatro, um Grupo Musical denominado «Renascer» e uma Banda Filarmónica.
 
A direcção fez recentemente um grande esforço financeiro para remodelação da sala de espectáculos, com a substituição do soalho e da iluminação, dotando a sala de excelentes condições para as diferentes actividades artísticas que patrocina. Esta sala de espectáculos tem servido também de apoio às diferentes actividades levadas a cabo pelas escolas, Universidade da Terceira Idade, Fórum Tramagalense, associação CISTUS, etc.
 
A colectividade vive, no entanto, algumas dificuldades que se prendem, essencialmente, com os elevados custos de manutenção para uma associação deste tipo e que ascendem a valor superior a mil euros mensais.
 
Mais uma vez, é patente a falta de apoio a que estas associações estão votadas pela autarquia. Esta candidatura não esquece, no entanto, o esforço tremendo de todos os dirigentes que militam, diariamente, nestas instituições, a título voluntarioso, e que nunca desistem, lutando contra todas as adversidades, que são muitas, a começar pelo abandono a que são votados pelo município. Estas pessoas enchem-nos de orgulho e fazem-nos ter esperança num futuro melhor, sendo certo que solidariedade social é uma dádiva fundamental na construção de uma sociedade equilibrada, harmoniosa e justa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quinta-feira, 28.05.09

DIRECTORES E COMISSÁRIOS

Santana Maia - in Nova Aliança

  

Começaram as eleições dos directores dos agrupamentos de escolas, segundo o novo modelo proposto por este Governo. Os directores deixaram, agora, de ser eleitos pelos professores e passaram a ser eleitos por um colégio eleitoral onde os professores estão em minoria. Assim, à primeira vista, parece que estamos perante um modelo mais justo e democrático.
 
No entanto, como no agrupamento de escolas Dr Manuel Fernandes já foi eleito o director, proponho que o leitor faça o seguinte exercício: consulte os currículos dos três candidatos ao cargo de director; em seguida, verifique qual dos três candidatos é apoiante da candidatura socialista à Câmara de Abrantes. Tente agora adivinhar quem foi o vencedor: se o candidato com melhor currículo ou o apoiante socialista.
 
É por estas e por outras que as «Comissões de Honra» neste país à beira-mar plantado, por uma questão de pudor e rigor terminológico, deviam passar-se a chamar apenas “Comissões”, porque é isso que elas efectivamente são. Não quero com isto dizer, obviamente, que este é um mal exclusivo dos socialistas. Infelizmente não é. Aliás, já (quase) todos damos por adquirido que todos fazem o mesmo. Mas é precisamente por (praticamente) todos agirmos assim que hoje estamos como estamos.
 
A corrupção, o favorecimento pessoal, o compadrio, as cunhas e a troca de favores são a principal causa do nosso empobrecimento, da nossa miséria, do nosso atraso, do peso esmagador da nossa burocracia, das enormes desigualdades sociais e do enriquecimento ilícito. É preciso que todos tenhamos consciência disto. Se o critério for mérito, todos ganhamos: o serviço ou a obra são mais baratos, mais eficientes, mais justos e mais céleres. Além disso, o mérito, em regra, casa mal com a arrogância e a prepotência. Esta é a minha grande luta há mais de trinta anos. Mas, às vezes, confesso, chego a descrer da natureza humana. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quinta-feira, 28.05.09

TRAMAGAL SPORT UNIÃO

  

No dia 15 de Novembro de 2008, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado de Gonçalo Oliveira, presidente da comissão política concelhia do PSD, visitou o campo de futebol e as instalações do Tramagal Sport União, tendo a visita sido guiada por Fernando Agostinho, presidente da direcção.
 
Tramagal Sport União foi fundado em 1 de Maio de 1922, por iniciativa de empregados da Metalúrgica Duarte Ferreira, e nasceu da fusão de dois clubes: o Tramagal Futebol Clube e Desportivo de Tramagal. Esta colectividade disputou, durante muitos anos, o campeonato nacional da 2ª divisão de futebol, chegando a estar a um passo de subir à 1ª Divisão Nacional. Por lá passaram grandes jogadores e treinadores como é o caso de Emídio Graça, Marco Aurélio, Vítor Manuel, Pedra e José Brito.
 
O TSU passa, neste momento, por algumas dificuldades, mas continua a ser uma colectividade fundamental para a juventude tramagalense, mantendo em actividade uma grande quantidade de atletas, quer no futebol, quer no basquetebol. Apesar das dificuldades por que passa a colectividade, a Direcção levou a cabo, com grande esforço financeiro e sacrifício pessoal dos dirigentes, a ampliação e remodelação das instalações dos balneários e gabinetes adjacentes.
 
Pelo seu passado desportivo, que garante a continuidade de um projecto e o entusiasmo pelo futebol, e, sobretudo, pela quantidade de jovens que mantém em actividade, torna-se incompreensível que o campo de jogos não tenha ainda sido dotado de um tapete de relva sintética.
 
Mais uma vez, é patente a falta de apoio a que estas associações estão votadas pela autarquia. Esta candidatura não esquece, no entanto, o esforço tremendo de todos os dirigentes que militam, diariamente, nestas instituições, a título voluntarioso, e que nunca desistem, lutando contra todas as adversidades, que são muitas, a começar pelo abandono a que são votados pelo município. Estas pessoas enchem-nos de orgulho e fazem-nos ter esperança num futuro melhor, sendo certo que solidariedade social é uma dádiva fundamental na construção de uma sociedade equilibrada, harmoniosa e justa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 27.05.09

OS PARTIDOS E OS INDEPENDENTES

Santana Maia - in Nova Aliança

 
Os partidos políticos são, hoje, responsabilizados pela maioria dos portugueses pelo descrédito da política. E, para muitos, a solução estaria na criação de um novo partido ou nas listas de independentes. Nada mais errado. Porque o problema não são os partidos (peça chave e fundamental das democracias liberais), mas as pessoas que constituem os partidos. E lá voltamos ao tema da minha crónica «A TRAVE MESTRA».
 
Não adianta, por isso, fazer um novo partido porque ele iria ser constituído pelo mesmo género de pessoas que fazem parte dos já existentes e da sociedade portuguesa. Aliás, a experiência do PRD do general Ramalho Eanes já nos deveria ter vacinado para este tipo de experiências.
 
Da mesma forma, as listas de independentes, como está à vista de todos, são quase sempre formadas por pessoas rejeitadas pelo seu próprio partido e pelas piores razões. Basta pensar nas listas de independentes encabeçadas por Valentim Loureiro, Fátima Felgueiras, Isaltino de Morais…
 
Ao contrário do que nos querem impingir, a verdadeira independência não tem nada a ver com filiação partidária, mas apenas com o estatuto moral e ético de cada um. A independência não é, pois, um fato que se veste e despe consoante as conveniências. Muitos independentes só fazem lembrar aqueles nossos amigos que deixaram de fumar. Mas deixaste de fumar há quanto tempo? Desde ontem.
 
Para já não falar daqueles indivíduos que pensam que ser independente é estar disponível para se candidatar pelo partido que melhor oferta lhe fizer. Ora, isto não tem nada a ver com independência. Pelo contrário, é a forma mais abjecta de prostituição.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Terça-feira, 26.05.09

VISITA À E.P.D.R.A. (MOURISCAS)

 

No dia 16 de Maio, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado por Manuel Catarino, candidato à Junta de Freguesia de Mouriscas, e Amadeu Lopes, visitou a EPDRA, Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes, mais conhecida por Escola Agrícola e situada na Herdade da Murteira, em Mouriscas.
 
Ali foram recebidos com uma amabilidade e profissionalismo inexcedíveis pelo Exmo. Senhor Engenheiro Simão Pita que deu uma panorâmica desta unidade de ensino com uma visão formativa profissionalizante e dirigida à preparação de técnicos aptos a entrar no mercado de trabalho.
 
Foi criada em 1989, sendo a primeira escola agrícola de natureza pública, com o nome de Escola Profissional de Agricultura de Abrantes (EPAA), iniciando ainda, nesse ano, a sua actividade com um Curso Técnico de gestão Agrícola e uma turma de 20 alunos. Daí e até aos nossos dias foi um evoluir constante, tendo actualmente cerca de 170 alunos e um variado leque de cursos, que podem ser consultados em http://www.epdra.pt/. Destes alunos, somente cerca de 20% são oriundos do concelho.
 
Relevam-se também algumas acções de Formação Modulares Certificadas, de curta duração dirigidas a adultos que pretendam uma certificação profissional. Em 2000 passou a ter a actual denominação e a integrar a rede de estabelecimentos de ensino oficial do Ministério da Educação.
 
Implantada na Herdade da Murteira, onde a maioria dos edifícios apresenta uma arquitectura tradicional, merecem realce o picadeiro, o maior do Ribatejo, e a pista de obstáculos que, com as cavalariças, compõem o núcleo pecuário. Para uma aprendizagem, em que a prática reveste especial importância, foram criadas estufas e uma unidade de criação de cogumelos, dividida em patamares de desenvolvimento deste fungo. No exterior podem ver-se plantações de oliveiras, amendoeiras, produtos hortícolas e vinha.
 
Além dos núcleos ligados à formação e administração há que salientar a Pousada Rural, com 10 quartos, e onde se pretende apostar na criação de um curso de cozinha, dando seguimento a apostas formativas para um mercado de trabalho turístico mais exigente.
 
Esta escola, um modelo de pioneirismo e de qualidade, já formou, desde o início da sua actividade, alunos de todo o território nacional, de países de expressão portuguesa (Guiné, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Timor) e também do espaço europeu (Alemanha, França, Itália e Finlândia), sendo uma referência que qualquer concelho se orgulharia de ter.
 
Numa extrema abertura ao exterior, a EPDRA encontra-se disponível para encontrar soluções para o desenvolvimento da região, podendo apoiar as cooperativas locais a criar Zonas Demarcadas de produção, produtos derivados da azeitona ou da figueira, e estudar fórmulas de os PAP (Projectos da Aptidão Profissionais) que são da escolha dos alunos, podendo estes ser estudos potenciadores de iniciativas ao desenvolvimento. Urge reconhecer o valor das instituições e esta escola, pela sua transnacionalidade, saber fazer e vida que traz para a freguesia de Mouriscas, é merecedora de gratidão.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Terça-feira, 26.05.09

A TRAVE MESTRA

Santana Maia - in Nova Aliança

 
No ano passado, entrei na Sport Zone, no Colombo, agarrei nuns chinelos para a natação e, só quando cheguei casa, constatei que me tinha esquecido de os pagar. No entanto, apesar de não os ter pago, não fiquei com qualquer problema de consciência e dormi descansado.
 
A pergunta que coloco ao leitor é a seguinte: se eu trouxe de uma loja um artigo que não era meu e que não paguei, por razão não fiquei com problemas de consciência?
 
A resposta é óbvia: não fiquei com problemas de consciência, porque sabia que, da próxima vez que fosse a Lisboa, ia lá pagá-los.
 
A honra é a trave mestra do edifício dos valores. E o nosso problema é precisamente este: termos deixado de ser um país de gente honrada. Quantos de nós ensinam os filhos a ser honrados? Pois é, meus queridos amigos, esse é que é o problema. Porque um país sem uma maioria de gente honrada não tem solução, nem saída. Não adianta fazer leis, nem aumentar o número de polícias, nem criar mais tribunais, porque, sem uma maioria de gente honrada, tudo fica viciado e inquinado logo à partida.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Segunda-feira, 25.05.09

DIA NACIONAL DAS UNIVERSIDADES SENIORES

 

Com a organização da UTIA - Universidade da Terceira Idade de Abrantes, comemorou-se, no dia 21 de Maio no Cine-teatro de Abrantes, o Dia Nacional das Universidades Seniores.
 
Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado de Elsa Cardoso e Rui André, esteve presente e pôde sentir o empenho e a alegria transmitidas pelos participantes deste grande evento cultural.
 
A todos aqueles que não puderam estar presentes e em homenagem a todos os participantes do evento, editámos um vídeo do acontecimento que poderá ver clicando em:
 
Dia nacional das universidades seniores
 
Para mais informação sobre a Universidade da Terceira Idade de Abrantes, poderá ler o nosso post, clicando em:
 
Visita à Universidade da Terceira Idade

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo, 24.05.09

MANTER O RUMO

por António Belém Coelho

 
Há perto de duas décadas que sou militante do Partido Social Democrata. Antes disso, fui simpatizante e participei nas diversas campanhas eleitorais, que me lembre desde os tempos da AD, em 1980. Não é que isso me dê qualquer estatuto, mas mostra que me tenho mantido no rumo dos ideais do Partido Social Democrata, que não dependem das pessoas que o dirigem em determinada altura.
 
As pessoas passam, os partidos e os seus ideais continuam. Posso não estar completamente de acordo com quem dirige o partido, mas, desde que os seus princípios e ideais não estejam em causa, continuo a segui-los.
 
Dito isto, façamos o contraponto: que credibilidade têm aqueles que mudam de partido conforme as suas conveniências, sejam elas pessoais ou profissionais? Que dizer daqueles que hoje dão a cara por um partido e amanhã se apresentam por outro? Serão os partidos que mudam ou, pelo contrário, são as pessoas que mudam em função dos seus interesses pessoais e profissionais que, muitas vezes, se confundem?
 
Pois é, manter o rumo tem, por vezes, demasiados custos, em ambas as esferas, sobretudo na profissional, mormente quando se vive e exerce a profissão em concelhos de pequena e média dimensão. É que tal facto acarreta dependências de ordem diversa, muitas vezes de mera sobrevivência profissional, e que definem (ou obrigam a definir) a posição de cada um. E os exemplos não são poucos. Basta comparar nomes que transitam de umas listas para as outras, de eleição para eleição.
 
E aí não há engano: aí estão todos aqueles e aquelas que preferem acautelar a sua vida, a começar pela profissional, do que manter o rumo que um dia escolheram e ninguém certamente lhes impôs. É justamente aí que podemos ver a diferença entre quem corre por ideais e convicções e quem simplesmente corre por lugares, mordomias e outras prebendas.
 
Mas não nos iludamos. A política sempre foi e sempre será assim! Ainda bem que a diferença existe e é visível! Mesmo que pouca diferença faça!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo, 24.05.09

ASSOCIAÇÃO BANDA FILARMÓNICA MOURISQUENSE

por Amadeu Bento Lopes (músico e vogal da assembleia da ABFM)

 
Esta Filarmónica como o nome indica é uma Sociedade de amigos da harmonia de Mouriscas e de quem Gosta de fazer pela Musica em Mouriscas. Temos de vida 14 anos com esta designação, há 14 anos atrás já foi Banda da casa do povo de Mouriscas, com outras direcções, outros Músicos e outros estatutos.
 
No presente ano de 2009, decidimos comemorar os 28 anos de Música em Mouriscas, para não cair no esquecimento o que se fez no passado nesta aldeia em termos de música, com instrumentos de sopro (metais e madeiras) e percussão, numa organização desta envergadura. Gostaria de salientar com este texto, os dirigentes das associações e os espaços onde a Banda já teve os seus ensaios e onde já foi debatida e discutida. Inicialmente, foi no salão da igreja Paroquial (no inicio em 1981). Em seguida, numa das salas do 1º piso da antiga Escola Primária, tendo a Banda da Casa do Povo de Mouriscas sido dirigida por Castro Marcelino. Depois, com a nova formação e designação, começou por se fazer ensaios na casa do António M. Leitão, dirigente da Filarmónica Mourisquense. Agora, com a doação de um edifício para sede da Associação por um benemérito casal da terra, temos um espaço para fazer pequenas festas e uma sala de ensaios, assim como o bar da Associação, onde servimos os associados e quem por lá passa para ajudar. Neste momento, é Armando Alves que dirige os destinos da nossa Banda.
 
Em termos de directores musicais, já por cá passaram três em vinte e oito anos de música e que deram muito de si em prol da Banda, nomeadamente: o maestro Francelino L. Pereira do Sardoal, o maestro Antunes de Tomar e o regente Diamantino Godinho de Tomar. Em meados de 2008, deu entrada um novo maestro, José Miguel, com apenas 30 anos mas já com curriculum musical invejável e uma vertente profissional de ensino com que pretendemos continuar uma escola de música, como já houve em tempos. Para além disso, temos ainda, desde 2007, uma professora de música, Lúcia Mendes, também a dar aulas de música a alunos desde a idade dos 3 até aos 6 anos e dar a formação musical (teoria).
 
Esta filarmónica pretende vir a criar melhores condições para os músicos e para todos os associados, para que se sintam bem num espaço que é deles, enquanto espaço lúdico/musical. Pretendemos ainda criar novas valências, em termos de equipamento imóvel e em termos de instrumentação e fardamentos e de formação pessoal dos próprios músicos. Trata-se de um projecto de várias vidas. Já lá vão várias gerações de músicos que passaram por estas musicalidades, onde houve momentos de grande furor, mas também de bastantes dificuldades. Continuamos, assim, empenhados em valorizar o que é da terra. Mas, para que isso se venha a concretizar, temos de contar com o apoio dos associados e das entidades concelhias que, esperemos, continuem a melhorar as formas de valorizar o que é do concelho.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sábado, 23.05.09

ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA AMOREIRA

 

No dia 2 de Maio, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado do Rui André, presidente da Junta de Freguesias de Rio de Moinhos, João Paulo Rosado, actual tesoureiro e candidato a presidente da Junta, Nuno Lopes, presidente da Assembleia Geral da Associação de Moradores de Amoreira e Manuel Rosa Dias, presidente da Assembleia de Freguesia de Rio de Moinhos, visitou as instalações da Associação de Moradores da Amoreira para se inteirar do trabalho desenvolvido e das suas principais dificuldades.
 
A Associação de Moradores de Amoreira foi fundada no ano de 1979 e teve como fundadores Manuel Clemente, Joaquim Lopes Mendes, Arsénio de Oliveira Cristóvão, Rogério da Silva Gaspar e José António Pires Bexiga que constituíram também a primeira direcção, tendo sido Manuel Clemente o seu primeiro presidente.
 
A Associação de Moradores de Amoreira é uma associação local de utilidade pública, sem fins lucrativos, e tem como objectivo servir o interesse geral de todos os habitantes da aldeia, proporcionando o seu bem-estar. A Associação desenvolve várias actividades culturais, desportivas e recreativas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sábado, 23.05.09

VISITA AO CENTRO. C. D. DA AMOREIRA

 

No dia 11 de Janeiro, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado dos vice-presidentes da comissão política concelhia do PSD Emídio Direito e Luís Ablú, assistiu ao jogo de futebol do campeonato do Inatel disputado pelo Centro Cultural e Desporto da Amoreira, visitou as instalações do clube e confraternizou com os jogadores, associados e dirigentes do clube.
 
Esta associação foi fundada em 20/11/1980, por Arsénio Cristóvão, João Afonso, Jorge Barra e Costa, sendo o futebol de 11 a sua principal actividade. Teve a sua génese no Centro Popular de Trabalhadores de Amoreira fundado em 1979 e que teve dois motivos determinantes para a sua criação: o advento do 25 de Abril que proporcionou o aparecimento de uma grande número de associações tanto culturais como desportivas; o elevado número de jovens que residiam em Amoreira e desenvolviam a sua actividade desportiva preferida, ou seja, o futebol, noutras equipas principalmente na Casa do Povo de Rio de Moinhos.
 
Por determinação do INATEL, ao fim de alguns anos, o Centro Popular de Trabalhadores de Amoreira, deu lugar ao actual Centro de Cultura e Desporto de Amoreira. Consta no seu palmarés dois títulos de campeão distrital, nas épocas de 1987/88 e 2001/02, tendo sido diversas vezes campeão de série e duas vezes vice-campeão distrital.
 
Esta candidatura não esquece o esforço tremendo de todos os dirigentes que dedicam os seus tempos livres à causa pública, militando nas diferentes associações do nosso concelho, lutando contra todas as adversidades, que são muitas, a começar pelo abandono a que são votados pelo município. Estas pessoas enchem-nos de orgulho e fazem-nos ter esperança num futuro melhor, sendo certo que solidariedade social é uma dádiva fundamental na construção de uma sociedade equilibrada, harmoniosa e justa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sexta-feira, 22.05.09

O CAIXOTE DA PRAXE

 por António Castelbranco

 

Tive notícia de que o projecto para o Museu Ibérico está em fase de aprovação final. Não vamos falar de custos de projecto, nem de custos de construção, nem de custos de manutenção do museu, nem de quem os vai pagar… nem tão pouco vamos falar da crise! Vamos falar de informação, e vamos falar de democracia participativa, de participação cívica, em suma de cidadania!
 
Será que os abrantinos estão informados do que se prepara para ser construído no centro histórico da nossa cidade?... E se estão será que é esta a solução que querem? Penso, por isso, que é altura de incentivar a discussão pública, o debate e o reforço de uma atitude de verdadeira cidadania.
 
Em termos gerais, trata-se de um projecto – cuja maqueta esteve exposta na biblioteca – que tem a forma de um paralelepípedo e que, na sua base quadrada, terá cerca de 20 a 25 metros de lado, tendo uma altura aproximada de 30 metros, ou seja, correspondente a um edifício de 10 pisos. As fachadas não apresentam quaisquer janelas, varandas ou aberturas para o exterior, mas a cobertura, em terraço, parece indicar a existência de uma clarabóia.
 
Neste espaço vão ser colocadas as colecções de João Estrada, Maria Lucília Moita e João Charters de Almeida. São peças de grande valor e interesse artístico. Também servirá para albergar uma série de actividades museológicas que aqui se irão desenvolver.
 
Em conclusão, quero referir que este museu é de grande interesse para Abrantes, mas que os abrantinos não podem ficar alienados de um processo de decisão tão importante como este, que a sua opinião conta, é importante que se manifestem sobre os aspectos positivos e negativos que este edifício (um paralelepípedo com a altura de um prédio de 10 andares) irá ter na skyline, na silhueta da sua cidade, uma vez que o seu impacto visual irá para sempre alterar a vista da nossa cidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quinta-feira, 21.05.09

TAXAS DE PUBLICIDADE

Carta enviada por e-mail para amarabrantes@live.com.pt

 
Exmo Senhor Presidente da Câmara
 
Venho por este meio reclamar e pedir a V. Exa. que nos esclareça sobre os limites do “centro histórico” desta cidade. Pois soube que os comerciantes do mesmo, este ano não pagaram taxas sobre publicidade dos seus estabelecimentos. O que pedimos, para já, é a suspensão das mesmas até esclarecimento aceitável para todos os comerciantes, sem excepção.
 
 Nós, também somos comerciantes desta terra, alguns há mais de vinte anos, neste caso na Praceta do Chafariz, e não só. O que se pretende saber é o porquê desta discriminação entre comerciantes dentro da cidade, não pretende, V. Exa. como já disse várias vezes dinamizar e incentivar o comércio no centro da cidade? Acha que é desta maneira beneficiando alguns em detrimento de outros, que dinamizamos alguma coisa? Será que escassos “metros” serão justificação para esta discriminação?
 
Até porque além de pagarmos as taxas, estas aumentaram. Estaremos nós a pagar para os outros? Qual é o critério deste não incentivo nas outras zonas centrais da cidade? Onde fica o direito democrático no meio de tudo isto? Serão uns filhos da cidade e outros “bastardos”? Não contribuímos todos com os nossos impostos para o mesmo? Ou seja, para a dinamização de toda a cidade.
 
Neste caso, concreto, na Praceta do Chafariz existe um grande potencial de comércio e serviços que sofre, como todos, a crise, e é desta forma que V. Exa. pretende combatê-la? Com discriminação? Não somos todos comerciantes da mesma cidade? (volto a insistir)
 
Com a chamada requalificação da área central de Abrantes dizem os Srs. que veio reforçar os aspectos de lógica funcional no centro histórico. Esta requalificação, a nosso ver, só teve algum benefício nos edifícios históricos. (igrejas, monumentos). Porque a revitalização e dinamização continuam na mesma. Gostaria de saber se a iniciativa do Projecto Procom, no qual se baseiam, e ao qual quarenta e duas empresas aderiram para requalificar e revitalizar o centro, fizeram na realidade o quê?
 
Se o objectivo era dinamizar os espaços comerciais (a Praceta do Chafariz oferece desde sempre comércio e serviços) não vejo o porquê desta discriminação. Serão apenas três largos e suas ruas paralelas o centro histórico requalificado a dinamizar? Então a todos os outros só nos resta fechar, alguns, as portas ou subsistirmos sozinhos como sempre fizemos, ou seja “morrermos” asfixiados pela ditadura imposta nesta cidade. E com este nosso discurso não estamos contra os comerciantes que não pagam mas sim, com os que pagam.
 
Apesar de nos poder dizer que se orientou pelos limites geográficos do centro histórico, a requalificação, o que está em causa, e volto a afirmar, é a discriminação, pois estamos todos no mesmo “barco”, se me permite a expressão, ou seja incentivar o comércio, combater a crise e dinamizar a nossa cidade.
 
O local em questão, como já referimos, tem comércio e serviços e poderia ter mais, especificamente, no Centro Comercial da mesma zona, se a Câmara ajudasse nesse sentido, incentivando a abertura de lojas que estão fechadas, em vez da expansão que se tem verificado para a periferia da cidade, talvez estivéssemos todos do mesmo lado. Querendo com isto dizer que tudo é necessário, mas com conta peso e medida.
 
Mudando ligeiramente de assunto, porque um problema leva ao outro, uma das grandes agonias deste centro foi o trânsito que se retirou de maneira inqualificável do mesmo, assim como as obras “rocambulescas” que se arrastaram anos e que se continuam a efectuar sem consulta, sem consideração, sem ouvirem a quem de direito. Como é que V. Exa. quer modernizar, promover, desenvolver e melhorar condições habitacionais no centro, se começa, logo, com discriminação do espaço público e comercial? Como é que quer mobilidade urbana, com a geografia da nossa cidade, se não cria acessibilidades para tal?
 
Pelo contrário, destruiu-as. E todas as que tente implantar são conforme a sua vontade e não as necessidades do cidadão. Em vez de museus, paços do concelho, utilizasse esse dinheiro para incentivos concretos de maneira a chamar ao centro/histórico/urbano, serviços e ajudasse com o mesmo as pequenas empresas, talvez a “massa humana” não fosse afugentada deste centro.
 
Não sei porque ainda me espanta a falta de consideração do poder local pelos seus comerciantes. Mas com uma atitude destas da vossa parte, leva mais uma vez a que os comerciantes se revoltem e protestem com a falta do vosso apoio.
 
Sem outro assunto de momento,
Atentamente,
 
Segue-se um abaixo assinado dos comerciantes da Praceta do Chafariz e não só…..

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pág. 1/3



Perfil

3.jpg



Visitantes


Pesquisar

Pesquisar no Blog  

Quimeras


Alma, Eléctrico!


Livros

Capa - 3ª Edição.jpg

Capa - Frente.jpg

Capa Bocage.jpg 

Capa.jpg 

Eléctrico - Um Clube com Alma.jpg

Mistério Sant Quat (I).jpg


Livros-vídeo


eBooks




calendário

Maio 2009

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D