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COLUNA VERTICAL



Segunda-feira, 30.09.13

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Segunda-feira, 30.09.13

A nossa mansidão

Vasco Pulido Valente - Público de 29-9-2013 

(...) O sr. Costa acusado da fantástica fraude do Banco Português de Negócios é hoje a única personagem dessa santa façanha, de que a lei, a televisão e os jornais se continuam a ocupar. Ao princípio, uma dúzia de notabilidades pareciam implicadas no assunto. Mas, depois, pouco a pouco, acabaram por se esquecer e conseguiram voltar ao doce conforto do anonimato, com o nosso dinheiro. De qualquer maneira, custa a acreditar que o sr. Costa fizesse pessoalmente e sob sua única responsabilidade afundar o BPN e roubar a quantidade de contribuintes que o banco roubou. Com certeza que o ajudou um considerável número de colegas, com influência financeira e política. E, no entanto, ninguém abre a boca sobre esses beneméritos, que já foram semi-reabilitados e aparecem, como quem não quer a coisa, nos restaurantes de Lisboa e até na sede de um partido.

O Estado tem hoje 12.000 processos contra os devedores do BPN e anda em negociações (suponho que amigáveis) com mais 6000. No meio disto, o sr. Costa é um colaborador ou simplesmente um bode expiatório, destinado a proteger os seus cúmplices e a esgravatar por aqui e por ali uns tostões para o governo? Mas, mais grave do que tudo o resto, porque misteriosa razão, cinco anos depois do "escândalo BPN", os tribunais não o puseram ainda no banco dos réus, com o bando de cúmplices que o serviu? Por medo de revelações que não convêm ao regime ou parte dele? Por dificuldades jurídicas? Por mero excesso de papelada? Nós somos de facto um povo muito manso.

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Segunda-feira, 30.09.13

Uma fraude e uma ofensa

Alberto Gonçalves - DN de 29-9-2013 

Antes de mais, a boa notícia: um estudo da universidade inglesa de East Anglia confirmou que a Terra um dia se aproximará demasiado do Sol e nenhuma forma de vida sobreviverá. A má notícia é que esse dia só ocorrerá daqui a 1,75 mil milhões de anos, no mínimo, ou 3,25 mil milhões de anos no máximo. Ou seja, por um lado Keynes tinha razão quando sugeria que gastássemos à tripa forra, já que "no longo prazo", cito, "estaremos todos mortos". Por outro, teremos muito tempo para suportar as consequências de tão desvairada filosofia e a retórica de gente como António José Seguro. (...)

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Segunda-feira, 30.09.13

Amar Abrantes (os nossos dossiês)

Com o encerramento da nossa actividade como vereadores, chegou ao fim o projecto "Amar Abrantes". A partir de hoje, eu e Belém Coelho estamos livres do compromisso assumido com o PSD e com os munícipes de Abrantes, em 29 de Outubro de 2008.

Iremos, no entanto, não só manter este bolgue em actividade como continuar a intervir como cidadãos interessados no presente e no futuro do nosso concelho e do nosso País. O blogue passará, no entanto, a ter um novo nome para marcar precisamente o início de um novo ciclo.  

A todos os nossos leitores, munícipes e novos autarcas, informamos que criámos o blogue "AMAR ABRANTES (OS NOSSOS DOSSIÊS)" para que possam consultar todas as nossas intervenções, organizadas por dossiês e por temas, bastando clicar em: http://amarabrantes.blogs.sapo.pt/ 



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Domingo, 29.09.13

Ganhámos em Rio de Moinhos

.Um abraço para ti, Rui André, e para a nossa equipa.

 

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Domingo, 29.09.13

Hoje a foto é de Maria Isabel Clara

Todos os dias temos alterado a foto do cabeçalho do nosso blogue.

Hoje a foto é de MARIA ISABEL CLARA. 

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Domingo, 29.09.13

Sua excelência, o autarca

Alberto Gonçalves - DN de 29-9-2013 

(...) Em países civilizados, é possível visitar uma cidade, ler sobre uma cidade ou espreitar um documentário alusivo a uma cidade e nem sequer notar a existência do senhor presidente da câmara.

Em Portugal, isso seria tão estranho quanto um vereador balbuciar uma frase que não inclua a palavra "valências". Não há "apontamento de reportagem" acerca de qualquer lugarejo sem depoimento do senhor presidente. Não há jornal local sem 37 fotografias do senhor presidente. Não há procissão de Nossa Senhora dos Aflitos sem a presença do senhor presidente junto da protagonista. Não há instalação instalada em galeria sem autorização do senhor presidente. Não há garrafa de vodca aberta às duas da madrugada sem uma vénia ao senhor presidente, que afinal criou as "condições" para que os súbditos se embriagassem com galhardia.

O senhor presidente, emanação do Estado, encontra-se por toda a parte, numa consumação assustadora das "políticas de proximidade" que o jargão da classe promete "incrementar".

Puro Terceiro Mundo? Obviamente. Ou, se não apreciarem a expressão, herança de séculos de pobreza e dependência, que mantêm o povo petrificado, à espera das migalhas largadas por quem manda.

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Domingo, 29.09.13

Repensar o poder local

Editorial do Público de 29-9-2013 

O país vai hoje escolher os seus representantes autárquicos num contexto de dúvidas e falta de fé sobre a importância do poder local. Ao contrário do que se dizia há alguns anos, hoje ninguém considera o poder local "a mais preciosa conquista do 25 de Abril" (à excepção do Presidente da República, como constatámos ontem). Ao contrário do que ministros como Jorge Coelho ou Valente de Oliveira disseram e muitos repetiram, hoje ninguém acredita que um euro gasto pelas autarquias rende mais do que dois euros aplicados pela administração central. Nos grandes municípios do litoral ou nos despovoados concelhos do interior instalou-se a ideia de que o poder local se foi esgotando. Que precisa de uma nova missão.

No princípio, a escolha de autarcas em eleições livres foi um poderoso instrumento de afirmação de hábitos democráticos. Depois, chegou o ciclo de infra-estruturação básica do território, no qual se acabou com as aldeias sem electricidade e cidades sem saneamento básico. Com o tempo, as autarquias foram refinando os equipamentos.

Acabado este ciclo que polvilhou o território de pavilhões, piscinas e auditórios, percebeu-se que uma era tinha chegado ao fim. O tempo do investimento material acabou e as autarquias confrontam-se com um problema ontológico. Precisam de ser reinventadas. (...)

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Sábado, 28.09.13

A ANTIGUIDADE É UM POSTO

José Manuel Fernandes - Público de 27-9-2013 

O Tribunal Constitucional constitucionalizou ontem a velha máxima de que "a antiguidade é um posto". A irracionalidade chegou a tal ponto que eu, que tenho defendido que o problema é mais a interpretação da Constituição do que a sua letra, começo a achar que a Constituição é mesmo um obstáculo inamovível no caminho das mais ténues reformas.

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Sábado, 28.09.13

O ESPECTRO

Vasco Pulido Valente - Público de 28-9-2013 

(...) Os comentadores não gostaram que na campanha não se discutissem as "questões locais", que interessavam à população local. Erro deles. Nenhuma parte da população está interessada em "questões" locais. Na campanha, por detrás das ridículas cerimónias do costume, pairava infalivelmente o espectro da "crise". E esse espectro decidirá tudo.

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Sábado, 28.09.13

MARTIN LUTHER KING

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Sexta-feira, 27.09.13

SERÁ POSSÍVEL?

Santana-Maia Leonardo 

Será possível que, em 2013, os pontessorenses ainda continuem a votar em gente que vê o mundo a preto e branco em que eles, os bons, encarnam o genuíno amor à terra e os outros, os maus, são rotulados de comunistas como no tempo de Salazar?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses continuem a votar em gente que acha que os únicos comunistas bons são os vira-casacas que estão sempre do lado de que sopra o vento (e que integram, hoje, a sua lista, tal como integraram as listas da CDU no tempo de José Amante)?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses ainda continuem a votar em gente que continua a usar os métodos, a linguagem e a cassete de 1975, ainda que se intitule socialista?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses ainda continuem a votar em gente que persegue quem vive com a coluna direita e pensa pela sua cabeça e favorece os incompetentes e os medíocres que lhe prestam vassalagem?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses continuem a votar em gente que viola descaradamente a lei, como é o caso da Lei da Paridade, revelando um total desprezo pelas mulheres?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses continuem a votar em gente que copia o modelo do autocrata Vladimir Putin para contornar a lei de limitação de mandatos?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses ainda continuem a votar em gente que envergonha o concelho, com o seu comportamento, nos acontecimentos desportivos que se realizam em Ponte de Sor?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses ainda continuem a votar em gente que embarca em projectos megalómanos do tipo do Aeródromo, em parceria com o tristemente ruinoso Governo Sócrates, projecto esse que será uma fonte permanente de despesa e um  sorvedouro permanente de receitas?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses ainda continuem a votar em gente que transformou o concelho mais industrializado do distrito de Portalegre num dos concelhos mais dependentes da autarquia, o que nem a CDU conseguiu durante os mandatos em que geriu a câmara?

Será possível que, em 2013, os pontessorenses continuem a votar em gente que capturou a sociedade civil (não há uma única associação que não dependa da câmara) e que asfixia a pouca iniciativa privada que ainda existe no concelho (constrói-se um lar e um ninho de empresas quando a oferta é excedentária? Concorre-se com os particulares com dinheiro público?)

Será possível que, em 2013, os pontessorenses ainda continuem a votar em gente que tem o descaramento de defender que vai constituir uma associação para gerir o lar municipal (mas o povo não vê os programas de Medina Carreira que acusa de irresponsável e lesiva do interesse público esta forma de gerir o nosso dinheiro)?

SERÁ POSSÍVEL?

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Sexta-feira, 27.09.13

VLADIMIR PUTIN NO PORTUGAL PROFUNDO

Editorial do Público de 26-9-2013 

A "via russa" para contornar a lei da limitação

de mandatos é pouco abonatória para o poder local

As interpretações ambíguas de uma ambígua (ou omissa) lei de limitação de mandatos fizeram com que a pré-campanha para as autárquicas fosse dominada pelo debate em torno dos "dinossauros". Os autarcas que mudavam de território para se candidatarem a outra câmara, após terem esgotado o limite de mandatos, viram o Tribunal Constitucional consagrar esse direito a contornar a limitação de mandatos.

Mas a resiliência dos dinossauros autárquicos não ficou por aqui. Metade dos 138 presidentes de câmara que estavam impossibilitados de se recandidatar concorrem agora à presidência da assembleia municipal no mesmo município. Em alguns casos, lançando na corrida à câmara candidatos da sua confiança.

Trata-se, numa palavra, da adaptação, à escala local, do princípio de Putin. Em 2008, o então Presidente russo, impedido de concorrer a um segundo mandato, candidatou-se a primeiro-ministro e fez eleger para a presidência o seu primeiro-ministro, Dmitri Medvedev. Quatro anos depois, trocaram de lugares. Medvedev, o acólito perfeito, cumprira a missão de Presidente de fachada.

Um princípio semelhante parece ter-se generalizado no Portugal autárquico, como mostram os números contabilizados pelo PÚBLICO. E não deixa de ser caricato que venha do PS o maior número de autarcas que fez esta troca, quando o partido de António José Seguro se empenhou com veemência em não recandidatar "dinossauros"...

Extrai-se de tudo isto uma conclusão simples. Os mesmos partidos que votaram a lei de limitação de mandatos dedicaram-se depois com afinco a encontrar formas de contornar a lei que tinham votado. Permitindo assim que inúmeros autarcas continuem a eternizar-se no poder e travando a renovação do pessoal político que a lei visava.

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Quinta-feira, 26.09.13

À sombra da(s) oliveira(s)

Tonho e Manel.jpg

MANEL

Por que é que a presidenta do PSD preferiu, desta vez, candidatar-se à Junta? 

TONHO

Deve ser por causa da agricultura. Deve estar a confundir a Junta de Abrantes com uma junta de bois.

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Quinta-feira, 26.09.13

A síndrome de Estaline

Santana-Maia Leonardo

Compreendo que os líderes políticos defendam, com unhas e dentes, o Poder Local, porque é ele que alimenta os aparelhos dos partidos. Agora chamar-lhe democrático já é muito cinismo e hipocrisia.

Dou apenas um exemplo esclarecedor: a minha filha foi, durante um curto período de tempo (em substituição), vereadora do PSD na Câmara Municipal de Ponte de Sor, de maioria absoluta socialista. Como as suas intervenções no período antes da ordem do dia e protestos não ficavam, por ordem do senhor presidente, transcritos nas actas, passou a votar contra a aprovação da acta com este fundamento. Resultado: o presidente da câmara decidiu acabar com o período antes da ordem do dia (leiam a parte final das actas, disponíveis on-line, de 29/4/2010 e 5/5/2010). Assim, a partir de 29/4/2010 até hoje, mais nenhuma reunião da câmara de Ponte de Sor, por determinação do senhor presidente, teve período antes da ordem do dia.

Isto é ilegal? Toda a gente sabe. Mas o que é que se faz contra isto? Apresentar queixa? Vê-se mesmo que não conhecem nem a nossa justiça, nem a nossa administração. Tudo isso é inútil e só desgasta quem se mete por aí, para mais num meio em que ninguém quer ter o ditador à perna. Um presidente de câmara pode destruir a vida social, profissional e pessoal a qualquer munícipe e seus familiares. Neste tipo de autarquias (que é a maioria), a lei é o presidente da câmara. Ponto final. Ninguém lhes passa pela cabeça o nível que pode atingir a perseguição política (falo por experiência própria) num concelho em que toda a gente depende da câmara até para ir à casa de banho.

E António José Seguro podia dar, ao menos, uma vista de olhos às listas do Partido Socialista. Em Ponte de Sor, autarquia PS desde 1993, na lista da Câmara, a primeira mulher aparece em 5º lugar, na Assembleia Municipal aparece em 6º lugar e na Assembleia de Freguesia aparece em 9º lugar. E viva o velho! Eis como o PS cumpre as leis que defende com tanta convicção na Assembleia da República.

As populações estão reféns deste tipo de ditadores que controlam as suas vidas até ao mais ínfimo pormenor: os seus empregos e dos seus familiares, os apoios às suas associações, os licenciamentos das suas casas, dos seus muros, dos seus anexos e o alcatroamento das suas ruas, os seus electrodomésticos e mobílias, as viagens ao estrangeiro e os passeios pelo País, etc. etc. Além disso, possuem uma rede de informadores que lhes contam tudo o que ouvem e o que se diz a seu respeito no concelho. E tudo isso tem consequências. No vocabulário orwelliano de Ponte de Sor (não estou nem a brincar, nem a exagerar), “comunista” é a palavra que o ditador sempre usa para rotular todos os que se opõem ao BEM DA TERRA encarnado nele próprio.

Neste tipo de autarquias, a chamada síndrome de Estocolmo manifesta-se em toda a sua plenitude, designadamente no período eleitoral. Ou melhor, a síndrome de Estaline.

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