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COLUNA VERTICAL



Quarta-feira, 31.05.17

El magia del D10S

Quem gosta de futebol não pode deixar de ficar deslumbrado ao ver jogar Messi.

Messi é um jogador único.

Quando se compara Messi com Cristiano Ronaldo, está-se a pensar na finalização, na capacidade goleadora, no chamado killer instinct. E Messi não sendo um goleador, um homem de área, é o maior goleador de todos os tempos do FC Barcelona, da Liga espanhola e da Argentina. 

Quando se compara Messi com Iniesta ou Xavi, está-se a pensar na visão de jogo e na qualidade do passe. E Messi é o recordista das assistências. São mais as oportunidades de golo que cria do que os golos que marca.

Quando se compara Messi com Maradona, está-se a pensar no virtuosismo, nas surpreendentes mudanças de velocidade e de direcção, na imprevisibilidade do passe e no repentismo, na colocação da bola na marcação dos livres.

E Messi faz tudo isto com uma regularidade impressionante desde 2004.

Messi reúne, em si, as melhores qualidades de Cristiano Ronaldo, Iniesta, Xavi e Maradona.

É um caso único no futebol mundial. 

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Terça-feira, 30.05.17

A verdade ou a batota desportiva

Santana-Maia Leonardo - Diário As Beiras de 1-6-2017

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1. É mais importante para a verdade desportiva garantir a independência dos árbitros ou dos clubes participantes?

2. Pode haver verdade desportiva se três clubes compram a totalidade dos jogadores que sabem dar um chuto direito na bola (200 inscritos pelo SLB, FCP e SCP) e depois os emprestam a clubes que participam no mesmo campeonato do que eles mas que não só não podem jogar contra o clube que os empresta como podem esses clubes a qualquer momento ficar sem os jogadores?

3. E pode haver verdade desportiva quando um clube compra os três melhores jogadores de uma equipa cuja única utilidade é reforçar essa equipa quando defronta os seus rivais e enfraquecê- la quando joga contra si?  

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Segunda-feira, 29.05.17

Não duvide...

R. Follereau.jpg

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Domingo, 28.05.17

Obrigado, Lucho!

Em 3 épocas, como treinador do Barça, Luís Henrique ganhou 7 dos 9 títulos de Espanha. E ainda ganhou 1 Liga dos Campeões, 1 Supertaça Europeia e 1 Mundial de Clubes... Não é fácil fazer melhor.

Na final da Taça do Rei deste ano que o Barça ganhou naturalmente pelo terceiro ano consecutivo, apenas a curiosidade de a Taça do Rei ter sido disputada no coração de Madrid, na despedida do histórico estádio Vicente Calderón, por uma equipa basca e uma equipa catalã.

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Sexta-feira, 26.05.17

A equação de Al-Khwarizmi

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Quarta-feira, 24.05.17

O Estádio do Jamor

Santana-Maia Leonardo

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Pertenço a uma geração que se habituou a identificar a festa da Taça de Portugal com o Estádio do Jamor. No entanto, não sejamos hipócritas: este estádio já não reúne as mínimas condições, quer de segurança, quer de comodidade, quer de dignidade, para receber um jogo de futebol profissional. Além disso, não reúne sequer as condições para uma boa utilização das novas tecnologias, seja o vídeo-árbitro, seja o olho de falcão.

E não vale a pena puxar do argumento cínico do Estádio de Wembley quando o Estádio do Jamor foi deixado fora do Euro 2004, sem que ninguém estranhasse ou se opusesse. Se queriam que o Jamor fosse o nosso Wembley, o Estádio do Jamor teria de ter sido obrigatoriamente incluído nos estádios do Euro 2004 e seria neste estádio que se tinha realizado a cerimónia de abertura e a final do Europeu e seria neste estádio que passariam a jogar as nossas selecções e se disputariam todas as finais das provas nacionais: Taça de Portugal, Taça da Liga, Supertaça, etc...

"Não se pode querer ter chuva na horta e sol à porta". As coisas são o que são e, ao se ter optado por sacrificar o Estádio do Jamor, aquando da candidatura ao Euro 2004, não se pode deixar de extrair daí todas as consequências, tanto mais que o país esturrou uma fortuna em três estádios de última geração a que urge dar utilidade, mais que não seja por respeito aos contribuintes: Algarve, Leiria e Aveiro. Deve, pois, um deles ser transformado no nosso Estádio de Wembley, já que os portugueses têm tanto fetiche pelo estádio inglês. E sempre era uma forma de promover a tão propalada e sempre adiada descentralização.

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Terça-feira, 23.05.17

A grande reforma estrutural (em perspectiva) na área da Saúde

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Sexta-feira, 19.05.17

A falta de dimensão dos municípios faz com que um presidente só perca as eleições se quiser

O Mirante de 20-4-2017

 

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Muitos municípios do país são micro municípios onde as eleições se ganham com seiscentos, mil ou cinco mil votos. Basta o presidente da câmara dar uns empregos e uns subsídios para conseguir ser reeleito. E a falta de dimensão afecta a eficácia municipal porque em vez de problemas de organização e desenvolvimento os executivos passam o tempo a discutir problemas pessoais dos munícipes. O advogado Santana-Maia Leonardo esteve na redacção de O MIRANTE para uma conversa da série “Duetos Improvisados” com Hermínio Martinho, que foi publicada na edição de 13 de Abril. E deixou alguns temas para reflexão que agora publicamos.

A sociedade civil tem que se libertar das câmaras. Eu sou muito crítico do poder autárquico e das autarquias e sempre fui contra a sua forma de funcionamento. Usei sempre a minha intervenção política em defesa da liberdade de expressão e de associação e em defesa da sociedade civil.

Nunca exerci nem nunca aceitei cargos remunerados na política. A minha ligação à política nunca foi como profissional mas como um simples amador. Tive sempre a minha profissão e nunca entrei em listas de deputados. Fiz três candidaturas a câmaras municipais mas em situações em que era impossível ganhar. Fui candidato pelo PSD duas vezes em Ponte de Sôr e uma vez em Abrantes em circunstâncias em que aquele partido não tinha qualquer hipótese de vencer.

Eu já não sou do PSD. Graças a Deus! Até tenho vergonha de dizer que fui do PSD mas fui do PSD quase toda a vida porque estava em concelhos onde o PSD era minoria. Quando se está na oposição uma pessoa tem aquela ilusão que pode ser diferente.

Nunca seria do PSD na Madeira ou em Viseu, por exemplo, porque o PSD quando está no poder é igualzinho aos comunistas e socialistas. Quando está no poder o PSD reproduz os mesmos modelos, emprega as pessoas da mesma maneira, controla as associações da mesma maneira e controla a imprensa da mesma maneira. Eu não suporto isso.

O nosso principal problema é não termos dimensão e sermos incapazes de nos associarmos. É a todos os níveis e em todos os sectores de actividade. Nem sequer conseguimos partilhar um tractor. É tudo em ponto pequenino e na política é a mesma coisa.

Temos um país cheio de micro municípios que não têm dimensão e padecem dos defeitos das coisas pequenas. As coisas para funcionarem nem podem ser muito grandes nem muito pequenas. O presidente da câmara tem que estar suficientemente distante dos munícipes para poder ser imparcial e isento mas também não pode estar muito longe porque dessa forma não sabe o que se passa.

Se o Município for muito pequeno o presidente da câmara começa a confundir as questões pessoais e de vizinhança com as questões da câmara. Por isso é que nós vemos nestas câmaras pequenas os assuntos que vão a discussão são o do muro do vizinho e coisas assim e não os problemas realmente importantes para a comunidade.

Organiza-se um jogo de sueca e o presidente da câmara é solicitado para dar qualquer coisa. E tem que se chamar sempre o presidente da câmara para beber um copo.

A união das freguesias não fazia tanta falta como uma união de câmaras municipais. O presidente da junta de freguesia tem pouco poder. Não é mau as freguesias serem pequenas porque os presidentes, ao fim e ao cabo, são quem fala em nome das pessoas. Mas eles não têm poder. Não têm orçamento para distribuir.

Se o município for muito pequeno o presidente da câmara só perde as eleições se quiser. O presidente da câmara tem dinheiro para distribuir. Por exemplo, em Abrantes, que é uma cidade média com 45 mil habitantes, ganham-se as eleições com sete mil votos. Com sete mil votos, o presidente da câmara só perde as eleições se quiser. Emprega uma dúzia de pessoas, dá um subsídio aos bombeiros, cria duas ou três associações e estão os sete mil votos garantidos.

Repito, quem está à frente de uma câmara só perde as eleições se quiser. Em Ponte de Sôr ganham-se as eleições com três mil votos. E se formos a Alter do Chão ganham-se as eleições com seiscentos votos. O presidente é que tem o livro de cheques. E é ele que deixa o indivíduo construir o muro, fazer a horta, etc...

Os municípios precisam de dimensão. Se as eleições forem, por exemplo, em Lisboa, com um universo de cento e cinquenta mil eleitores. Aí, mesmo que haja alguma corrupção já é difícil alguém conseguir comprar 100 mil votos. Agora quando se trata de dois mil votos, mil votos, quinhentos votos e se nós virmos que no país dos 308 municípios, se calhar, em 250 ganham-se eleições por menos de cinco mil votos, percebemos a necessidade de dar dimensão aos municípios.

A falta de dimensão e de espírito de cooperação levam à criação de rivalidades de vizinhança que prejudicam as populações. De cada vez que há um assunto para resolver um presidente de uma câmara pequenina não fala com o vizinho. Vai a correr para Lisboa para um gabinete de um qualquer membro do governo para ver se é ele quem faz a piscina e não o vizinho. E o poder de Lisboa vai distribuindo umas migalhas aqui e umas migalhas ali.

A Leste da A1 (Auto-estrada nº 1), cerca de 60 por cento da população já é reformada. O país vai-se esvaziando para Lisboa. Está tudo concentrado em Lisboa. Nós só temos três grandes grupos populacionais que são Faro, Lisboa e Porto. Está tudo a concentrar-se à volta destas capitais. O resto está num processo de desertificação.

Se nos metermos num carro até Espanha não encontramos jovens e se encontrarmos algum será provavelmente de etnia cigana. O resto está tudo a viver em Lisboa. No interior são só pessoas de idade porque filhos e netos emigraram ou estão a viver e a trabalhar em Lisboa. Santarém, por exemplo, já começa a ser arredores de Lisboa. Lisboa vai crescendo.

Em Lisboa, toda a gente vai almoçar e jantar aos mesmo sítios porque aquilo também é pequeno. E como o poder político, o poder judicial e os grandes grupos económicos estão sediados em Lisboa, criam-se muitas vezes cumplicidades e amizades que é difícil romper.

Se o Parlamento estivesse no Porto, o Supremo Tribunal estivesse em Faro e o Governo estivesse em Beja era melhor. Como está tudo concentrado e numa área muito pequena cultivam-se essas cumplicidades. Amanhã vais à minha festa, depois eu vou ao teu jantar...e a pior coisa que há é a questão das cumplicidades. São elas que dão origem ao pedido, à cunha, ao jeito e à corrupção.

O facto de ter vivido em muitas terras e ter tido muitas experiências deu-me uma outra visão do país. Sou licenciado em letras e em direito. Fui professor durante vinte e seis anos em várias escolas do país. Sou advogado há vinte e tal anos. A minha mãe foi Juiz, o meu avô foi notário, tenho agricultura, fui presidente de um clube de futebol, fui director de um jornal regional, fui vereador em duas câmaras municipais. Tudo isto acaba por ser enriquecedor.

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Sexta-feira, 19.05.17

A actualidade de José Vilhena

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Quinta-feira, 18.05.17

O nosso Salvador

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Antes de mais, devo dizer  que não sou festivaleiro. Quer o festival da Canção, quer o festival da Eurovisão são daqueles acontecimentos que me passam completamente ao lado. Nem me lembro mesmo que eles existem.

E este ano não fugiu à regra. Só ouvi a canção portuguesa porque a minha filha insistiu muito para que eu a ouvisse e fez questão de a pôr a tocar no telemóvel à hora do jantar. Não fosse isso nem sabia que existia uma canção portuguesa concorrente à Eurovisão. E, para ser sincero, não achei a canção nada de especial. Mas, como não ouvi sequer nenhuma das outras, não tenho termo de comparação.

Em todo o caso, a vitória portuguesa no Festival da Eurovisão é um daqueles acontecimentos tão surpreendentes, tendo em conta a forma de votação, o peso cada vez maior dos países de leste e a fraca expressão da nossa música no contexto internacional, que nem mesmo com a intervenção divina julguei ser possível de suceder.

Era mais fácil prever a vitória portuguesa no Campeonato da Europa de Futebol com um golo de Éder do que uma vitória portuguesa numa Festival da Eurovisão.

Depois da vitória portuguesa, que nos deve encher obviamente de orgulho, em virtude de se tratar de um feito absolutamente extraordinário e de dimensão mundial, tive curiosidade de conhecer e ouvir o vencedor.   

E devo dizer que me surpreendeu muito positivamente pelas suas declarações depois da vitória. O nosso Salvador, pelo seu anti-vedetismo, contrasta abertamente com o vedetismo do outro salvador que nos ajudou a ganhar o Euro. Salvador é, de certa forma, um anti-Ronaldo. E, para ser sincero, identifico-me mais com este perfil.

Parabéns, Salvador! Pelo feito deveras notável conseguido e pelo carácter demonstrado!

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Quarta-feira, 17.05.17

Pensamento(s) de Milton Friedman

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«Nunca te pese na consciência prejudicar o Estado, porque o dinheiro é sempre melhor utilizado por ti do que por ele.» 

«Em democracia as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar.» 

«Crer na fatalidade é criá-la.»

«Uma sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade acaba por ficar sem nenhuma delas, ao passo que uma sociedade que coloca a liberdade à frente da igualdade acaba por ter um grau mais elevado de ambas.»

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Segunda-feira, 15.05.17

Reforma aos 70 e desemprego juvenil

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Domingo, 14.05.17

António Costa e a Nossa Senhora de Fátima

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Se António Costa ainda não acredita na Nossa Senhora de Fátima, o que é preciso ela fazer mais para ele acreditar?

Perdeu as eleições e conseguiu formar Governo com dois partidos anti-europeístas, não só cumprindo mas superando todas as metas impostas por Bruxelas.

No ano passado, Portugal ganhou o Campeonato da Europa à França, em Paris, sem Ronaldo e com um golo de Éder.

Agora, no dia do centenário de Fátima, Portugal ganha o concurso da Eurovisão, o que nem por milagre parecia possível de acontecer.

Se nem mesmo assim o homem acredita em Fátima... Até eu já começo a acreditar!

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Sábado, 13.05.17

O capitalismo selvagem

Santana-Maia Leonardo

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Apesar do modelo económico da esquerda revolucionária ter ruído com o muro de Berlim, a verdade é que a esquerda conseguiu capturar culturalmente o sistema capitalista. Com efeito, é hoje a esquerda que domina culturalmente o mundo ocidental, impondo a ditadura do politicamente correcto e procurando inibir quem discorda dos seus dogmas com o mesmo método de rotulagem que era usado pelo anterior regime.

Antes do 25 de Abril, quem se atrevesse a discordar ou a questionar algum dos dogmas do regime era logo catologado de «comunista». Hoje quem se atreve a questionar algum dos dogmas da esquerda bem pensante é logo rotulado de conservador, reaccionário ou de direita.

Ora, eu rejeito terminantemente esta divisão do mundo entre bons (esquerda) e maus (direita). No entanto, de uma coisa tenho hoje a certeza. Não sou crente, mas prefiro o mundo criado pelo Deus em que a direita acredita do que o mundo governado pelo Deus que a esquerda julga que é.

O Deus em que a direita acredita é um deus de rosto humano, que aceita o homem como um ser imperfeito, com as suas limitações e fraquezas. Pelo contrário, o Deus que a esquerda julga que é, é um deus arrogante, persecutório e prepotente para quem o ser humano é uma espécie de máquina destinada a ser programada de acordo com as suas taras e manias.

A forma como esta esquerda bem pensante quer regulamentar e regular a nossa vida, ao mais ínfimo pormenor, impondo o que comemos, bebemos, fazemos e pensamos é absolutamente revoltante e aviltante da natureza humana. Odeio esta esquerda fascista e fascizante que partiu o eixo da roda da civilização ocidental, construído e alicerçado nos valores judaico-cristãos, desorganizando e desequilibrando, consequentemente, o sistema capitalista e transformando-o num sistema irracional e selvagem.

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Quinta-feira, 11.05.17

O martelo... Foi-se!

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