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COLUNA VERTICAL



Quinta-feira, 31.08.17

O dia da votação e a marca das eleições

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Quarta-feira, 30.08.17

Mais um caso para o vídeo-árbitro

- Amor, acho que andas um bocadinho obcecado com o futebol! Fazes-me falta!

- FALTA?!... Nem te toquei!!

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Segunda-feira, 28.08.17

Este sempre foi o nosso grande problema

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Domingo, 27.08.17

Somos uma família muito grande

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Sexta-feira, 25.08.17

Pensamento(s) de Alexis de Tocqueville

in "A Democracia na América"

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«Os deputados são os representantes do povo soberano, mas não são os representantes soberanos do povo.»

«Os americanos são um povo democrático que sempre dirigiu por si próprio os assuntos públicos, e nós somos um povo democrático que durante muito tempo só conseguiu pensar na melhor maneira de o fazer. A nossa condição social já nos levava a conceber ideias muito gerais em matéria de governação, mas a nossa Constituição política continuava a impedir-nos de corrigir essas ideias através da experiência; no caso dos americanos, pelo contrário, ambas as coisas se equilibram constantemente e se corrigem naturalmente.»

in "O Antigo Regime e a Revolução"

«É bem verdade que, no longo prazo, a liberdade conduz sempre, aqueles que sabem conservá-la, ao bem-estar e muitas vezes à riqueza; mas há ocasiões em que ela perturba momentaneamente o usufruto desses bens; e há outras em que só o despotismo pode oferecer o seu usufruto passageiro. Os homens que só valorizam na liberdade o usufruto desses bens nunca a conservaram por muito tempo. Aquilo que, em todos os tempos, ancorou a liberdade no coração de alguns homens foi o seu encanto próprio, independentemente dos seus benefícios: foi o prazer de poder falar, agir, respirar sem constrangimento, sob o único governo de Deus e das leis.»

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Quinta-feira, 24.08.17

À sombra da(s) oliveira(s)

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MANEL

Os socialistas dizem que sã mais solidários...

TONHO

Lá isso é verdade. Os socialistas sã mêmo munto solidários. Mas só entre eles e com o nosso dinheiro, bem entendido.

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Quarta-feira, 23.08.17

O superior interesse da criança

Santana-Maia Leonardo - A Barca de 15-6-2013

Parece que está cientificamente provado, segundo os defensores da adopção de crianças por pares homossexuais, que as crianças criadas neste contexto familiar ficam muito mais inteligentes do que as crianças criadas na família tradicional.

Ora, a ser assim, impõe-se, em nome dos superiores interesses das crianças, que todas elas passem a ser criadas por pares de homossexuais para ficarem mais inteligentes, reservando-se às famílias tradicionais apenas o papel de família reprodutora.

Trata-se, aliás, de uma medida legislativa que urge adoptar para acabar, de vez, nas nossas escolas, com o insucesso escolar e a alta taxa de reprovação a Matemática.

A não ser que os autores desta tese tenham sido criados no seio de uma família tradicional o que poria, desde logo em causa, a inteligência da tese e dos seus defensores.

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Segunda-feira, 21.08.17

Quanto custa produzir um rico?

A Garrett.jpg

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Domingo, 20.08.17

O mestre e o escorpião

Mestre e escorpião 1.jpg

Um mestre oriental, quando caminhava junto ao rio na companhia dos seus discípulos, vendo um escorpião a afogar-se, decidiu salvá-lo. No entanto, quando o tentou agarrar para o tirar da água, ele picou-o, fazendo com que o mestre o soltasse e o deixasse cair na água.

Ao tentar de novo agarrá-lo para o salvar, o escorpião voltou a picá-lo.

Um dos seus discípulos disse-lhe: "Mestre, não entende que, todas às vezes que tentar tirar o escorpião da água, ele vai picá-lo?"

O mestre respondeu: "A natureza do escorpião é picar, mas isso não vai mudar a minha natureza que é ajudar."

E, então, socorrendo-se de uma folha, tirou o escorpião da água e salvou-lhe vida

Virando-se para os seus discípulos, disse-lhes: "Nunca devemos permitir que alguém que nos faça mal mude a nossa natureza. Apenas devemos tomar precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros criam-na. E nunca se esqueçam: preocupem-se com vossa consciência e não com a vossa reputação porque a consciência é aquilo que nós somos e a reputação é aquilo que os outros pensam de nós. E o que os outros pensam de nós, não é assunto que nos diga respeito."

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Sábado, 19.08.17

O espírito guerreiro

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Sexta-feira, 18.08.17

O contrato de swap (explicação simples para quem gosta de saber do que fala e do que se fala)

Santana-Maia Leonardo 

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Hoje não há conversa de café onde os swaps não venham à baila. E toda a gente é contra. Contra porquê? Por uma razão muito simples: porque toda a gente é contra. Nós somos o País da "Maria-vai-com-outras". Se virmos alguém a atirar-se para dento de um poço, vai tudo atrás. Por alguma razão, estamos no fundo do poço.

Mas afinal o que é um contrato de swap? Para aqueles que gostam de perceber as coisas antes de tomarem posição sobre elas, vou tentar explicar em linguagem acessível ao cidadão comum, ainda que necessariamente com alguma falta de rigor para não dificultar a compreensão.

O contrato de swap é um contrato que tem por base uma operação financeira (ex: empréstimo bancário ou contrato de importação e exportação de mercadorias) e destina-se a trocar uma taxa de juro ou de câmbio variável por uma taxa fixa. Funciona, de certa forma, como um seguro de taxa de juro ou seguro de câmbio.

Por exemplo, uma empresa contrai um empréstimo bancário, com uma taxa de juro indexada a um valor variável, e tem receio que a taxa de juro suba para valores que se lhe torne insuportável o pagamento. Ora, o contrato de swap destina-se, precisamente, a fixar a taxa de juro, precavendo-se, assim, a empresa contra as variações da taxa de juro.

Acontece que muitos contratos de swap de taxa de juro evoluíram para contratos meramente especulativos, uma vez que não têm por base qualquer operação financeira (que, pura e simplesmente, não existe), apenas servindo uma finalidade de jogo ou de aposta.

Por exemplo, um banco e uma instituição/empresa fixam um determinada taxa de juro para um capital ficcionado de cinco mil milhões de euros, acima da qual uma parte recebe e abaixo do qual a outra parte paga. Consequentemente, não havendo aqui qualquer operação financeira, uma vez que o capital de cinco mil milhões de euros serve apenas como referência para se calcular o valor a pagar ou a receber por cada uma das partes, consoante a taxa de juro suba ou desça em relação aos valores contratualizados, é evidente que estamos perante um simples jogo de casino de fortuna de azar. E se a taxa de juro fixada for muito alta, é óbvio que, com a descida a pique das taxas de juros, há só uma parte a pagar e outra a receber.

Este tipo de contrato de swap de taxa de juro, que não tem subjacente qualquer operação real, é nulo, uma vez que se subsume no conceito de jogo ou aposta, o que implica a sua ilicitude face à lei portuguesa. Seja como for, mesmo que se entenda que cada um gasta o seu dinheiro como quiser, a verdade é que o Estado e as instituições públicos não podem andar a apostar o dinheiro dos contribuintes em jogos de fortuna e azar, para mais quando o jogo é só de azar para uma das partes, mais precisamente para os contribuintes.

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Sexta-feira, 18.08.17

WE LOVE BARCELONA

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TOTS UNITS FEM FORÇA

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Quinta-feira, 17.08.17

Cresce e aparece

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Quarta-feira, 16.08.17

"A RAIVA E O ORGULHO" de Oriana Fallaci

Extractos do livro "A RAIVA E O ORGULHO" de Oriana Fallaci

*escrito em Setembro de 2001, após os atentados de 11 de Setembro

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«Há momentos na Vida em que calar se torna uma culpa e falar uma obrigação. Um dever cívico, um desafio moral, um imperativo categórico a que não podemos fugir.» (pág. 14)

«Para mim, escrever é uma coisa muito séria. Não é uma brincadeira, uma distracção ou um desabafo. Não o é porque nunca me esqueço que de que as coisas escritas podem fazer um grande bem e também um grande mal, curar ou matar. Estuda a História e verás que, por detrás de cada acontecimento de Bem ou Mal, há sempre um escrito. Um livro, um artigo, um manifesto, uma poesia, uma oração, uma canção.» (pág. 19-20)

«O Passado é uma escola que não se pode prescindir, porque, quando não se conhece o Passado, não se poderá entender o Presente nem tentar influenciar o Futuro com os sonhos e as fantasias.» (pag.117)

«É um país tão dividido, a Itália! Tão faccioso, tão envenenado pelas suas mesquinhices tribais! Odeiam-se mesmo no interior dos partidos políticos, na Itália. Não conseguem manter-se unidos nem quando têm o mesmo emblema. Ciumentos, biliosos, vaidosos e mesquinhos, só pensam nos seus interesses pessoais. Só se preocupam com a sua carreirinha, com a sua gloriazinha, com a sua popularidade superficial e supérflua. Pelos seus interesses pessoais tornam-se despeitados e traem-se uns aos outros...» (pág.73-74)

«Os budistas nunca usam a palavra "inimigo". Apurei que nunca fizeram prosélitos com violência, nunca efectuaram conquistas territoriais a pretexto da religião e nem sequer concebem o conceito de Guerra Santa.» (pág.125)

«A Itália produz mais cavalieri e commendatori que brutamontes e vira-casacas. Uma vez um Presidente da República queria meter-me nesse montão. Para o impedir, tive de lhe mandar dizer que, se o tentasse, mover-lhe-ia um processo por difamação.» (pág.163-164)

«Porque está definida há muitos séculos e é muito precisa, a nossa identidade cultural não pode suportar uma onda migratória composta por pessoas que, de uma forma ou de outra, querem mudar o nosso sistema de vida. Os nossos princípios, os nossos valores.» (pág.145-146)

«Estou a dizer que não há lugar para os muezins, para os minaretes, para os falsos abstémios, para o maldito chador e o ainda mais maldito burkah.» (pág. 146)

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Sábado, 12.08.17

À sombra da(s) oliveira(s)

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MANEL :

Já viste aquela pouca vergonha no Parlamento? O PS acusa o PSD de serem uns mentirosos e o PSD respondeu que mentirosos eram os do PS... Qual é que é a tua opinião?

TONHO :

Desta vez, estão os dois a falar verdade.

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