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COLUNA VERTICAL



Quinta-feira, 22.01.09

O DÉFICE MORAL DO POVO PORTUGUÊS

 

«(...) Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.

Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos. A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.

Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. (...)»
 

Clara Pinto Correia, in Expresso

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6 comentários

De pedro oliveira a 22.01.2009 às 22:01

Clara Pinto Correia?
Quem é esta senhora para dar lições de ética ao povo português?
Foi condenada por plágio, foi expulsa da Visão porque vendia como seus (dela) artigos que copiava de revistas americanas.
Gente (...) mal formada?
A seguir parte para a ofensa a características físicas.
Ao publicarem (republicarem) estas enormidades no vosso «blog» tornam o PPD/PSD conivente com os destemperos mentais destas senhora.
Cegos, surdos, mudos, coxos e marrecos (podiam acrescentar aqui os ciganos da Abrançalha) deveriam ser todos metidos numa câmara de gás, não era?
Pensava o PPD/PSD de Abrantes como um partido popular e social democrata.
Com «posts» como este aproximam-se perigosamente dos socialistas, dos nacionais socialistas da cruz gamada.
O que pensará o Sr. Dr. Humberto Lopes (para ele não existem crianças marrecas, coxas nem atrasadas, são crianças, apenas)...
Este é um «post» que mais parece ter sido escrito pelo Sr. João Cachoeira Pico, perdão do Sr. João Baptista Pico.
Assim vão as politiquices em Abrantes, tudo como dantes.

De Rexistir a 23.01.2009 às 03:31

Pedro Oliveira

Não costumo ler Clara Pinto Correia e não conhecia este texto. No entanto, acho que é um bom texto para reflexão uma vez que denuncia a principal causa da podridão do nosso sistema social e político: a indiferença do povo (alicerçada na sua ignorância, que é cultivada por quem exerce o poder) perante a corrupção generalizada.
Quanto ao facto de Clara Pinto Correia já ter feito isto ou aquilo, é, para o caso, pouco relevante. Mesmo um criminoso, um mentiroso, um nazi ou um comunista, podem dizer coisas acertadas ou conceber obras de mérito, apesar de terem cometido crimes, mentirem habitualmente ou defenderem regimes cruéis ou criminosos. E parece-me que Clara Pinto Correia não chegou a tanto. Aliás, todos nós na nossa vida já fizemos coisas melhores e piores e isso não nos retira o direito de crítica, tal como o senhor agora o faz. Não sei se foi um santo toda a vida, mas, mesmo que o não tenha sido, nem por isso deixa de ter direito a criticar a Clara Pinto Correia da forma como agora o faz.
Quanto ao marreco, o termo é aqui utilizado metaforicamente para definir a nossa justiça e não para se referir a uma criança ou uma pessoa.
Mas há pessoas marrecas. A deformidade física não deixa de existir por não usarmos o nome. Aliás, ao evitarmos usar o nome, só significa que estamos a valorizar a deformidade física. O que nos deve preocupar é a deformidade moral. É essa que deve ser denunciada.
O meu avô, como sabe, era marreco e é, ainda hoje, o meu grande referencial ético e moral. Com efeito, apesar de ser marreco, foi a pessoa mais vertical que conheci. Mas As pessoas não devem ter complexos com os seus defeitos físicos. Aprendi isto com ele.
E o meu pai só sobreviveu à morte da mãe no parto porque foi amamentado ao peito por uma cigana, a quem chamou toda a vida a Mãe Cigana.
Só quem é racista e preconceituoso tem medo de usar o termo preto, cigano e marreco, porque, no fundo, considera que esse facto os inferioriza.
Não sei se tem amigos e familiares pretos ou mulatos, como eu. Mas experimente a conviver ou a falar com pretos e ciganos. Vai reparar que os pretos falam em pretos e não em negros ou africanos e os ciganos falam em ciganos e não em pessoas de etnia cigana...

Santana-Maia Leonardo

De homem da luta a 23.01.2009 às 06:27

shi....o para aqui vai de disparates, quem escreveu esse texto não foi essa senhora, a clara pinto correia não escreve no expresso, esse texto, e um excerto da cronica da clara ferreira alves no expresso.
este blogue, para um blogue de uma campanha, deixa muito a desejar,
ideias, e planos para o concelho e para a cidade ,são uma miragem ainda nao vi nada, e nem estes post, que e só fazer copy past, são bem feitos,

enfim tudo como dantes, no psd de abrantes:):)

De pedro oliveira a 23.01.2009 às 07:30

O artigo é de Clara Ferreira Alves.
Mantenho a crítica ao conteúdo.
As referências a Clara Pinto Correia deixam de fazer sentido neste contexto.
Quanto ao resto, comentarei com mais tempo.

De O Cidadão abt a 23.01.2009 às 15:32

Eh! Eh! Eh!
E a "gemada" continua aqui!!!|

De O Cidadão abt a 23.01.2009 às 15:48

Ah! Cá o Cidadão ia-se esquecendo... é tudo uma questão de literacia !!!

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