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COLUNA VERTICAL



Quarta-feira, 18.03.09

Programa Eleitoral: INTRODUÇÃO

 «Vou ouvir-vos sempre, sobretudo quando não estivermos de acordo.»

 (Barack Obama)

 

Os programas eleitorais estão hoje totalmente descredibilizados, ao ponto de já ninguém se preocupar em lê-los, quanto mais em dar qualquer crédito ao que lá vem escrito. Há mesmo partidos que nem sequer já se dão ao trabalho de os elaborar. E os que os elaboram fazem-no mais por dever de ofício do que por devoção e convicção, limitando-se, a mais das vezes, a copiar, ou melhor, a adaptar programas de anteriores candidaturas, sem se preocuparem sequer com a viabilidade daquilo que prometem. Em boa verdade, nem eles próprios sabem o que prometeram.
É óbvio que, se vivêssemos num país a sério, o programa eleitoral seria uma peça essencial e decisiva na determinação do voto do eleitorado. Mas, para isso, era necessário que os programas eleitorais correspondessem a um verdadeiro compromisso com os eleitores pelo qual os eleitos responderiam no final do seu mandato.
Acreditamos, no entanto, que podemos contribuir, com o nosso exemplo, para ajudar a credibilizar a política e os programas eleitorais. Decidimos, por isso, a mais de seis meses de distância das eleições autárquicas, colocar à discussão pública as nossas propostas programáticas, por forma a que as mesmas possam ser enriquecidas pelas vossas sugestões e críticas, sempre balizadas pela racionalidade da gestão dos dinheiros públicos.
Com efeito, se queremos e defendemos uma gestão autárquica próxima dos cidadãos e participada, devemos começar já a dar esse exemplo. Sem esquecer, obviamente, que, numa autarquia, tal como numa família ou empresa, os gastos pagos a crédito são sempre um presente envenenado para o futuro.
O nosso programa eleitoral irá sendo, assim, apresentado faseadamente e de acordo com a agenda de visitas, iniciativas e realizações levadas a cabo pelos nossos candidatos, o que permitirá não só um conhecimento mais fácil das nossas propostas como também uma maior facilidade de participação dos cidadãos.
Todas as intervenções são bem vindas, independentemente do quadrante político do cidadão interventor. Dar voz a quem normalmente a não tem é uma das grandes bandeiras da nossa candidatura, até porque acreditamos que um eleitor mais participativo será sempre um eleitor mais empenhado e responsável.

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