Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

COLUNA VERTICAL


Quinta-feira, 25.11.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 15/11/10 (acta fls.3 e 4)

CORTE DAS ÁRVORES DA RUA DE ANGOLA

Resposta da presidente da câmara

ao pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD de 15/2/2010 

 

Referiu que há muito pouco a dizer sobre este assunto. A informação não está disponível com o nível de pormenor solicitado e a sua pesquisa tornar-se-á uma tarefa morosa e inglória. Disse que apresentou resposta na própria reunião sobre a política de espaços verdes do município. Não havendo mais elementos que lhe permitam responder as questões elencadas, transmitiu que a autarquia dispõe de excelentes técnicos na área dos jardins, referindo-se ao encarregado, à arquitecta paisagista, ao engenheiro agrónomo e à chefe de Divisão de Serviços Urbanos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Terça-feira, 19.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 18/10/10 (extracto III)

MEMORANDO DAS QUESTÕES A AGUARDAR RESPOSTA 

Requerimento dos vereadores do PSD 

 

Os vereadores do PSD vêm requerer a junção à acta do memorando que se segue, relativamente a pedidos de informação já solicitados há vários meses e que ainda se encontram a aguardar resposta.

 

MEMORANDO

 

(1)     CORTE DE ÁRVORES NA RUA DE ANGOLA – reunião de 15 de Fevereiro de 2010

 

         I. Quem foi ou foram os responsáveis pela selecção e plantação daquelas árvores na Rua de Angola e qual a sua formação técnica?

         II. Qual foi o custo das árvores, qual foi o custo da sua manutenção durante os últimos quatro anos e qual o custo do corte e da sua remoção?

         III. Finalmente, pretendem saber também quais as árvores escolhidas para a sua reposição, qual o critério da escolha e quem é o responsável?

 

 (2)     BLOCO C10 DE VALE DE RÃS – reunião de 8 de Março de 2010

 

         I. Quando pensa a Câmara Municipal resolver estes dois assuntos urgentes: o rés-do-chão devoluto e vandalizado e o esgoto do Bloco C10 de Vale de Rãs?

 

(3)     CONCURSO TÉCNICO SUPERIOR PARA A DEAS (LIC. RECURSOS HUMANOS, SOCIOLOGIA, SERVIÇO SOCIAL OU OUTRA DA MESMA ÁREA) - reunião de 22 de Março de 2010

 

          I.   Se se pretende um sociólogo, não seria mais lógico acrescentar tal carreira?

          II.  E, se se pretende um técnico de Recursos Humanos, não deveria surgir numa linha separada?

          III. Gostaríamos de saber se o júri será composto por funcionários da DEAS ou se se vai recorrer a outra entidade pública?

 

(4)       MUSEU IBÉRICO – reunião de 3 de Maio de 2010

 

             I. Houve incorporação de espólio arqueológico municipal na colecção Estrada?

          II. Qual a percentagem de peças da colecção que é falsa?

          III. Existem peças cuja origem e método de apropriação pelo actual proprietário esteja em causa?

          IV. Quem, do anterior executivo (vereador/professor/especialista/ técnico/ etc.), atestou, segundo os critérios de verificação científica, a viabilidade artística desta agora suspeita colecção?

 

(5)      PARTIDARIZAÇÃO DO QUADRO TÉCNICO DO MUNICÍPIO – reunião de 3 de Maio de 2010

 

            I.          Por que razão não tem a Dr.ª Sofia Loureiro Lopes o mesmo estatuto dos outros funcionários da DEAS e não está sob alçada da Chefe de Divisão?

           

(6)      BANCO SOCIAL  – reunião de 7 de Junho de 2010

 

          I.  Onde está o regulamento do Banco Social e quem o aprovou?

          II.  A situação de doença e de grave carência económica do munícipe de Alferrarede não é uma situação grave?

             III. O munícipe continua ou não em situação de desemprego?

          IV. Desde que a doença foi diagnosticada, ou seja, muito tempo antes de ter tido o apoio do Banco Social, os transportes e as consultas deste doente não mantinham já esta regularidade?

          V.  O que mudou, então, favoravelmente e permitiu cancelar o apoio do Banco Social?

          VI. Para além dos géneros alimentícios que consistem única e exclusivamente em alimentos não perecíveis (arroz, massas, enlatados e afins), quais são os outros apoios que o munícipe continua a receber e a beneficiar?

          VII. Onde está definido, no protocolo, o que se entende "de curta duração"?

          VIII. E se a situação socioeconómica não estiver resolvida ao fim do tal período de curta duração (que não está determinado), deixa-se a família em situação de total desprotecção social?

          IX.  Apoia-se e, depois, retira-se apenas porque o suposto prazo (que nem sequer está definido) chegou a fim?

          X.   Foram ou não esgotados pela segunda outorgante Rede Social todos os recursos, antes de serem concedidos os apoios previstos pelo programa do Banco Social?

          XI.  Foi ou não por esse motivo que o munícipe teve apoio do Banco Social?

          XII. Como é que a senhora presidente pode dizer que o assunto está a ser tratado pela Rede Social, quando a mesma (sem competência legal para tal), é precisamente uma das outorgantes do protocolo e a quem compete fazer a análise dos casos sociais detectados e articular com os vários parceiros no sentido de procurar as soluções mais adequadas a cada caso?

          XIII. O Centro de Saúde e a Segurança Social não são membros desta Rede Social a quem compete analisar os casos do Banco Social?

          XIV. Quanto às situações analisadas pelo técnico de serviço social disponibilizado pela Câmara Municipal e, simultaneamente, pela Rede Social, na qualidade de segundo outorgante, quem aprova a concessão dos apoios económicos cuja competência é da Câmara Municipal, uma vez que está em causa a utilização de dinheiros públicos?

 

(7)      V GALA ANTENA LIVRE  – reunião de 21 de Junho de 2010

 

          I. Qual foi o apoio concedido nos dois anos anteriores (2008 e 2009)?

 

(8)      PONTE DO ARCO  – reunião de 5 de Julho de 2010

 

          I. Já se encontra calendarizada alguma vistoria à ponte do Arco, em virtude do grande aumento do volume do trânsito para o qual não está manifestamente preparada?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Segunda-feira, 11.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 11/10/10 (extracto I)

ALTERAÇÕES DO TRÂNSITO - METODOLOGIA A SEGUIR 

Declaração dos vereadores do PSD 

 

Tendo em conta que, nos últimos tempos, têm vindo a reuniões da câmara sucessivas propostas de alteração da sinalização de trânsito, queremos aqui deixar claro a nossa posição sobre esta matéria.

 

Antes de mais, rejeitamos todo e qualquer experimentalismo nesta área.

 

O princípio da confiança é um princípio fundamental na segurança da circulação rodoviária que deve ser respeitado.

 

Como todos sabemos, qualquer condutor que habitualmente faça determinados percursos cria inevitavelmente rotinas que interioriza e que o levam a reagir mecanicamente perante situações que conhece bem.

 

Ora, basta uma pessoa passar agora na Rua de Angola para constatar, de imediato, que este princípio não foi respeitado aquando da recente alteração de trânsito.

 

Com efeito, apesar de a rua ter agora apenas um sentido, continua a ser utilizada por muitos condutores como se mantivesse os dois sentidos de trânsito. 

 

Por outro lado, não nos podemos esquecer que as diferentes artérias de uma localidade vivem numa relação de interdependência pelo que qualquer alteração tem de partir sempre da perspectiva e do interesse geral e nunca do interesse particular dos moradores de uma determinada rua.

 

Do que atrás ficou dito, podemos extrair, então, as regras que um município prudente deverá seguir nesta matéria:

 

        1ª) Qualquer alteração do sentido de trânsito numa simples rua de uma cidade como Abrantes deverá assentar sempre numa análise do mapa rodoviário da cidade e das implicações que essa alteração acarretará para o todo;  

 

        2ª) Só se deve alterar o sentido de trânsito de qualquer rua se isso trouxer grandes benefícios;

 

        3ª) Decidida a alteração, dentro dos pressupostos anteriores, deverá fixar-se uma data nunca inferior a 60 dias para a executar com vista, por um lado, a permitir a informação e preparação dos condutores para a alteração (através de publicação de editais, informação nos jornais, mailing e afixação de placards nas ruas intervencionadas) e, por outro, permitir reclamações dos cidadãos para evitar que a sua entrada em vigor possa trazer qualquer surpresa que não tivesse sido devidamente ponderada.

 

Ora, é precisamente esta metodologia que nós defendemos e que gostaríamos de ver seguida pela Câmara Municipal.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Segunda-feira, 04.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/10/10 (extracto I)

ALTERAÇÃO DO TRÂNSITO NA RUA DE ANGOLA 

Proposta /Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

 

Na reunião do passado dia 12 de Julho, os vereadores do PSD, por sinal os que hoje aqui estão (António Belém Coelho e Elsa Cardoso), aprovaram a proposta de deliberação de alteração da sinalização do trânsito na Rua de Angola.

 

Apesar de, na altura, a alteração proposta não nos parecer muito razoável, confiámos, no entanto, que a mesma assentasse num estudo técnico sério sobre o trânsito na cidade e não apenas num “parece que assim fica melhor”, próprio do amadorismo que tantas vezes caracteriza quem governa.

 

Com efeito, depois de os vereadores do PSD terem proposto um estudo de trânsito para toda a envolvente do centro histórico e a senhora presidente ter votado contra a nossa proposta sobre o Centro Histórico porque esse estudo se estava a fazer, os vereadores do PSD convenceram-se de que esta alteração de trânsito já teria alguma coisa a ver com esse estudo.

 

Afinal, a Junta de Freguesia de S. Vicente (pasme-se) não foi sequer ouvida, segundo foi garantido na última Assembleia de Freguesia.

 

Ora, como todos sabemos, a ordenação do trânsito numa cidade não pode ser feita nem à la carte, nem para agradar a alguns moradores conhecidos, nem a olho.

 

Caso contrário, em vez de ordenação de trânsito, temos, antes, uma desordenação de trânsito que lança o caos na cidade e afugenta dela quem tiver o azar de lá passar.

 

Para mais, uma cidade com os condicionalismos de Abrantes.

 

Na verdade, sem um estudo técnico que envolva toda a zona alta da cidade, não é sensato levar a cabo alterações pontuais da sinalização de trânsito, sob pena de romper equilíbrios, quando é certo que todas as artérias estão interligadas entre si e devem formar um todo coerente.

 

Acontece que basta passar agora na Rua de Angola para se constatar, de imediato, que esta alteração não foi nada racional.

 

Em primeiro lugar, porque escoa o trânsito precisamente para uma das zonas mais congestionadas e difíceis de manobrar do centro histórico, tornando esta zona ainda mais crítica.

 

Em segundo lugar, sendo a Rua de Angola uma das poucas ruas habitadas na zona alta da cidade, obriga os seus moradores, para chegarem à Avenida 25 de Abril que lhes passa à porta, a terem de dar uma volta enorme, sendo obrigados a vencer, todos os dias, o inferno labiríntico das ruas estreitas e congestionadas do centro histórico, onde o trânsito, durante o dia, quase sempre está obstruído e parado.

 

Em terceiro lugar, porque a Rua de Angola não ganhou nada com a alteração, nem escoamento de tráfego (que, nesta rua, nunca foi problema), nem em estacionamento.

 

Pelo exposto, os vereadores do PSD vêm apelar ao bom senso da Câmara Municipal para que a Rua de Angola volte a dispor, novamente, de dois sentidos de trânsito e da sinalização que tinha anteriormente.

 

Pior do que cometer um erro é, perante a constatação do erro, permanecer no mesmo só para não dar o braço a torcer, como sói dizer-se.      

 

Finalmente, pretendem os vereadores do PSD ser esclarecidos se efectivamente a Câmara Municipal sempre está a proceder ao estudo técnico do trânsito na zona alta da cidade e, em caso afirmativo, ser informados de quais são os técnicos com formação específica para o efeito que estão a levar a cabo esse estudo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 17.02.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 15/2/10 (I)

CORTE DAS ÁRVORES NA RUA DE ANGOLA

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD
           
Recentemente a Câmara Municipal de Abrantes procedeu ao corte de todas as árvores da Rua de Angola, em Abrantes.
Os vereadores do PSD Elsa Cardoso e António Belém Coelho não estão contra o corte das referidas árvores uma vez que as mesmas causavam, designadamente, danos nos carros que estacionavam junto às mesmas.
No entanto, não deixa de ser um atentado à ecologia das cidades, concretamente da nossa cidade, uma vez que as árvores são um bem essencial.
Sendo certo que mesmo as árvores de crescimento rápido não se tornam adultas de um dia para o outro.
Consequentemente, a plantação de árvores nas cidades deve ser bastante criteriosa, para evitar que as mesmas tenham de ser cortadas precisamente na altura em que chegam ao estado adulto e estão aptas para cumprir a sua função: dar sombra, oxigenar o ar e embelezar as ruas.
Ora, a plantação de árvores na Rua de Angola é a melhor prova da manifesta incompetência de quem as seleccionou e mandou plantar, na medida em que não eram minimamente adequadas para o local, prejudicando duplamente os residentes: primeiro, causando-lhe estragos na pintura dos carros e na carroçaria; e agora deixando-os sem sombras e com a rua despida.
Tudo isto teria sido evitado se quem procedeu à selecção tivesse os conhecimentos técnicos necessários.
Esperamos, pois, que, na reposição das árvores na Rua de Angola, prevaleçam agora os conhecimentos técnicos e de ordenamento de território e não uma escolha leviana e pouco criteriosa, como aconteceu anteriormente.
 
Pelo exposto, e para que a culpa não morra solteira, pretendem os vereadores do PSD saber, antes de mais:
1.            quem foi ou foram os responsáveis pela selecção e plantação daquelas árvores na Rua de Angola e qual a sua formação técnica;
2.            qual foi o custo das árvores, qual foi o custo da sua manutenção durante os últimos quatro anos e qual o custo do corte e da sua remoção.
Finalmente, pretendem saber também quais as árvores escolhidas para a sua reposição, qual o critério da escolha e quem é o responsável.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Perfil

3.jpg



Visitantes


Pesquisar

Pesquisar no Blog  

Quimeras


Alma, Eléctrico!


Livros

Capa - 3ª Edição.jpg

Capa - Frente.jpg

Capa Bocage.jpg 

Capa.jpg 

Eléctrico - Um Clube com Alma.jpg

Mistério Sant Quat (I).jpg


Livros-vídeo


eBooks




calendário

Novembro 2017

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D