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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

Nunca pensei, na minha vida, assistir à suprema humilhação de ver um primeiro-ministro, presidentes da câmara e deputados serem atirados pela borda da fora de uma Comissão de Honra, como se fossem um monte de lixo, e ainda por cima por um presidente de um clube de futebol com o perfil de Filipe Vieira. Ao menos, podiam ter saído como entraram: PELO SEU PÉ. Assumiam o erro, pediam desculpa aos portugueses e a quem os tinha convidado e saíam pelo seu próprio pé e de cabeça erguida. M (...)
14 Set, 2020

O meu tio Armando

A primeira imagem que guardo do meu tio é o doloroso embarque em 1961, com o Regimento de Cavalaria do Spínola, no navio que o ia transportar a Bessa Monteiro, no seguimento do apelo de Salazar "Para Angola e em força!" Na manhã do dia 2 de Dezembro de 1967, foi também o meu tio que, na sala de jantar da minha casa de Setúbal, me disse "os homens não choram!", depois de me informar da morte do meu pai. E eu fiz-me forte e não chorei. E durante muitos e muitos anos, nunca dei o (...)
A aceitação de António Costa para integrar a comissão de honra (honra?!.. só o nome já dá vontade de rir…) de Filipe Vieira é, no mínimo, intrigante e inexplicável. Recordo que Sócrates ainda não foi julgado, nem condenado. No entanto, bastou ter sido constituído arguido para António Costa, que ainda não era primeiro-ministro, achar que devia manter um distanciamento de (...)
Felizmente tenho a minha casa e o jardim da minha casa cheios de osgas, provavelmente o maior equilibrador natural que existe e uma espécie protegida. Só gente estúpida e ignorante mata uma osga. Mas gente estúpida é o que por aqui não falta. Infelizmente esta é uma característica muito típica dos portugueses: tratar mal quem lhes faz bem.
Um país sem cultura desportiva é um país de batoteiros e permeável a todo o tipo de corrupção. A competição pressupõe que cada competidor dê o máximo de si pela vitória (independemente de poder vencê-la ou não), que haja igualdade de armas e que os árbitros (lato sensu) sejam imparciais e independentes. Se algum destes ingredientes faltar não existe verdadeira competição. Tal como a maioria dos portugueses (a fazer fé nos comentários), Pablo Escobar, um dos maiores (...)