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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

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"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

 

O núcleo sportinguista de Alferrarede foi fundado em 29 de Setembro de 1994. A sua principal actividade é o futebol de formação, mas também tem uma equipa de atletismo. No futebol de formação, têm, neste momento, 52 jovens atletas, em escalões de Escolinhas, Escolas e Infantis. No próximo ano desportivo (2009/2010), o Núcleo irá ter mais um escalão: o de Iniciados. Neste momento, a equipa de Infantis lidera o campeonato Distrital.

Entre outras actividades, o Núcleo Sportinguista organiza, com regularidade, visitas ao Estádio Alvalade XXI e à Academia do Sporting, assim como várias excursões por ano aos jogos do Sporting em Alvalade. Este ano, o Núcleo participará nas festas do 50º aniversário da Junta de Freguesia de Alferrarede e nas festas da cidade de Abrantes. Em Junho próximo, estará no encontro anual de núcleos do Sporting, a ter lugar na Figueira da Foz. No primeiro fim-de-semana de Julho, organizará um espectáculo musical denominado  "Gala do Sporting" e, em Setembro, um passeio de BTT. Em Outubro, será a festa do 15º aniversário.
 
Enfim, apesar de se tratar de uma pequena colectividade, é constituída por pessoas com vontade de trabalhar e que, apenas com carolice e com o sacrifício do tempo de lazer, procuram elevar o nome do Sporting Clube de Portugal, alimentando assim a paixão que sentem pelo clube.

As dificuldades residem, como é óbvio, nos escassos recursos financeiros de que dispõe e obriga a puxar pela imaginação para angariar algum dinheiro para as necessidades do quotidiano do núcleo. Recentemente, recorde-se, o Núcleo adquiriu uma carrinha de nove lugares para transportar os seus atletas.

 

«Seria um erro muito grave, verdadeiramente intolerável, que, na ânsia de obter estatísticas económicas mais favoráveis e ocultar a realidade, se optasse por estratégias de combate à crise que ajudasse a perpetuar os desequilíbrios sociais já existentes». (…)
 
 «Esta não é altura para intervencionismos populistas ou voluntarismos sem sentido. Os recursos do país são escassos e é muito o que há ainda por fazer. É preciso garantir o máximo de transparência na utilização dos dinheiros públicos». (…)
 
«Seria um erro pensar que a obrigação de acautelar os princípios de justiça, de equidade e de coesão recai apenas sobre os decisores políticos. É nas empresas e no diálogo entre elas que começa esta responsabilidade.» (…)
 
«Muitos dos agentes que beneficiaram do statu quo e que tiveram um papel activo nesta crise financeira – continuam a ser capazes de condicionar as políticas públicas, quer pela sua dimensão económica quer pela sua proximidade ao poder político». (…)
 
«O pior que nos poderia acontecer era a crise acentuar a tendência, bem nociva para o país, de algumas empresas procurarem a protecção ou o favor do Estado para a realização dos seus negócios. Empresários e gestores submissos em relação ao poder político não são, geralmente, empresários e gestores com fibra competitiva e com espírito inovador. Preferem acantonar-se em áreas de negócio protegidas da concorrência, com resultado garantido».
 
(Extractos do discurso de Cavaco Silva no IV Congresso da Associação Cristã de Empresários e Gestores)