Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

por Dora Caldeira

 

Diz o dicionário que o significado de Banco é uma instituição que serve para guardar ou conceder empréstimos. Ora, guardar é um verbo que não denota grande iniciativa ou movimento e quem concede empréstimos, geralmente quer à posteriori reaver mais do que aquilo que emprestou.
 
Por isso, quando leio as noticias na imprensa regional sobre os vários Bancos que a Câmara Municipal de Abrantes divulga, e falo, nomeadamente, do Banco Local de Voluntariado, Banco Social e Banco do Tempo, faz-me alguma confusão de que forma é que estes poderão movimentar pessoas ou, melhor, dar-lhes mais qualidade de vida.
 
Na verdade, já li várias propagandas e publicidades dos mesmos… Mas, como estão a ser executados? Com quem estão a ser postos em prática? Que resultados e consequências estão a ter nas pessoas do concelho de Abrantes? De actos concretos, de pessoas com rosto, disso não ouvi nem falar, quanto mais ver escrito …
 
Atrevi-me a usar o meio de comunicação e de informação mais vasto da actualidade, ou seja, a internet, para verificar se encontrava algo palpável do que tenho visto propagandeado nos jornais regionais e na revista camarária “Passos do Concelho” e apenas encontrei mais textos propagandísticos e este blog que vos convido a consultar, mais que não seja para aferirem se eu tenho ou não tenho razão no que digo:
 
 
Caros amigos, é caso para dizer que, com estes BANCOS, vamos continuar em BRANCO!

  

O candidato do PSD à Câmara Municipal, Santana Maia, realizou, nas últimas semanas, um périplo por todas os estabelecimentos comerciais de Alferrarede, Tapadão, Alferrarede Velha, Barca do Pego, Amoreira, Rio de Moinhos e grande parte dos estabelecimentos da cidade de Abrantes (zona histórica e zona envolvente). E pretende, nos próximos dois meses, visitar os restantes estabelecimentos comerciais do concelho.

 
Numa altura em que o “comércio local tradicional” passa por grandes dificuldades e a única coisa com que tem contado das autoridades públicas tem sido mais impostos, taxas e coimas, Santana Maia pretende, com a sua deslocação pessoal aos estabelecimentos comerciais, transmitir-lhes a sua solidariedade para com uma actividade essencial para a vida do concelho e oferecer a sua disponibilidade e boa vontade para os ajudar no que puder.
 
É importante, tendo em especial atenção a crise actual, que a Câmara Municipal assuma um papel proactivo junto dos pequenos comerciantes e que não se esconda atrás de protocolos celebrados com associações e instituições que, como muito bem sabe, não só não dispõem dos meios necessários para actuar em tempo e com a qualidade desejada, como também não lhes compete definir a política de desenvolvimento do concelho, da responsabilidade exclusiva do executivo municipal.
 
É certo que o “comércio local tradicional”, num mundo em constante mudança, nem sempre se adapta à velocidade desejada. Mas é um erro medir a importância das empresas e do comércio apenas tendo em conta o seu tamanho. As pequenas empresas e o pequeno comércio empregam e dão de comer a mais gente que todas as grandes empresas juntas. As pequenas e médias empresas são as grandes empregadoras do concelho e do país. Consequentemente, o “comércio local tradicional”deve ser encarado, pela autarquia, como o principal factor de dinamização dos centros urbanos.
 
Para além disso, o “comércio local tradicional” tem uma importante função social, na medida em que muitos idosos e pessoas com dificuldades temporárias nele encontram resposta para as suas necessidades de convívio, contacto e mesmo económicas.
 
Esta candidatura defende um “comércio local tradicional” de excelência, que sirva de apoio à afirmação da marca “Abrantes” e que promova os produtos e tradições locais. Acreditamos que a afirmação do concelho depende deste sector, que tem a responsabilidade de receber, em primeira-mão, quem cá está e quem nos visita e, como tal, deve traduzir essa responsabilidade num atendimento personalizado e de qualidade.
 
Com o crescimento do comércio local tradicional, todo o concelho ganha, em competitividade, imagem, e em desenvolvimento. Connosco, Abrantes vai passar a estar na moda e a ser falada a nível nacional.