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COLUNA VERTICAL



Quinta-feira, 04.06.09

VISITA ÀS FONTES

 

No dia 20 de Maio, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado de Tânia Alves, candidata a presidente da Junta de Freguesia de Fontes, Rui André e Hugo Silva, visitou Fontes, Portela e Maxial. Nas Fontes, visitaram todos os estabelecimentos comerciais, assim como o centro de dia, em fase de construção, da Associação de Solidariedade de Fontes, e o pavilhão desportivo, cuja construção foi iniciada pelo Gruderec (Grupo Desportivo e Recreativo).
 

Como se constatou, é essencial que as obras do centro cia sejam terminadas o mais brevemente possível, pois, sendo a maioria da população idosa, este será um grande apoio para estas pessoas. Por outro lado, é também urgente concluir a construção do pavilhão, infra-estrutura fundamental para ocupação dos tempos livres dos jovens e dos menos jovens da freguesia.
 
Finalmente, no Maxial, visitaram a Associação Unimaxial, que tem prestado um excelente trabalho na dinamização desta localidade. Esta associação já havia sido visitada por Santana Maia no dia 7 de Fevereiro, tendo, na altura, a visita sido conduzida por Luís Lopes, antigo presidente da Associação.
 
Não nos podemos esquecer, também, do potencial turístico da Portela. Este local possui condições naturais para oferecer um turismo de natureza de excelência, faltando apenas as infra-estruturas essenciais de apoio da responsabilidade do município.
 
O isolamento e esquecimento a que está votado esta freguesia pelo município salta aos olhos de quem a visita. O pavilhão e o centro de dia, que ainda se encontram em esqueleto, são bem o exemplo disso, assim como a estrada totalmente esburacada e remendada para o Maxial.

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Quinta-feira, 04.06.09

EU VOTO NO DEVER DE VOTAR

 por Dora Caldeira

 

«A participação exprime-se, essencialmente, numa série de actividades mediante as quais o cidadão, como indivíduo ou associado com outros, directamente ou por meio de representantes, contribui para a vida cultural, económica, política e social da comunidade civil a que pertence: a participação é um dever a ser conscientemente exercido por todos, de modo responsável e em vista ao bem comum.»
 
Nos dias de hoje, assiste-se a um grande individualismo, com uma atenção muito centrada nos problemas próprios, ignorando-se as situações dramáticas dos que estão em redor. É certo que existem exemplos de solidariedade e empenhamento social.
 
Por outro lado, observa-se uma apatia e um imobilismo na sociedade, onde a intervenção activa e construtiva de alguns anda a par com a crítica azeda e desencorajadora de muitos. É neste contexto social, muito resumidamente caracterizado, que surge, a partir de agora e até quase ao final do ano, o período eleitoral no nosso País.
 
Como cidadão e como membro interventor na sociedade, coloca-se-lhe, de imediato, perante o panorama político que tem ante si, o exercício de dois direitos mas, também, de dois deveres: o de votar e o de escolher conscientemente em quem vota.
 
A democracia trouxe-nos a possibilidade de sermos co-autores na construção dos desígnios do nosso País e, de certo modo, da Europa em que nos inserimos, através do voto. Não exercendo esse direito, estamos a alhear-nos dessa construção.
 
Ora a política, quando bem exercida, implica que aqueles que a praticam se ponham ao serviço de todos, tentando encontrar as soluções para os dramas que afligem os homens e as mulheres de hoje, procurando saídas de justiça e de paz para os problemas que se vão apresentando. Por isso, colocar-nos à margem desse direito é faltarmos a um dever: o de participar na organização duma sociedade melhor.
 
Surge, agora, uma outra questão: quem escolher? A quem, de entre o leque de opções que se nos colocam, delegar a nossa quota-parte de participação na construção da tal sociedade melhor?
 
Tem que procurar-se encontrar de entre as organizações, partidárias ou não, que estão disponíveis ao eleitorado, aquela que melhor compatibilize os valores que orientam e sustentam a sua vida com as soluções que são propostas.
 
Tem que saber-se olhar de frente para o mundo. E isso implica, quando necessário, o assumir de responsabilidades nas instituições sociais ou exercendo, voluntariamente, trabalhos de natureza cultural ou social.
 
Mas esse olhar de frente para o mundo também pode implicar o exercício de funções nas instituições políticas, se para isso se sentir vocacionado. Ora, o exercício dessas funções exige estar sempre ao serviço dos outros na procura do bem comum.
 
É certo que cada um, no seu quotidiano, seja ele na política activa ou no empenhamento cívico longe da ribalta, tem sempre a possibilidade de contribuir para uma humanidade melhor. Mas, sem dúvida, que o voto consciente poderá reforçar essa sua contribuição.

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