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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

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"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

 

Foi em pleno ambiente de festa que o PSD de Abrantes organizou um jantar no Restaurante “Vera Cruz”, em Arrifana, que contou com a presença de cerca de 300 pessoas, oriundas de todo o concelho, para apresentação do mandatário das candidaturas autárquicas, mandatária da juventude, composição da lista da Câmara Municipal e cabeças de lista às juntas de freguesia.
Mandatário das candidaturas autárquicas: Rui Pereira Coelho (Médico)
Mandatária da Juventude: Raquel Marques (Estudante)
Lista concorrente à Câmara Municipal:

Lista CM 2009
Santana Maia
S. João
Advogado
A. Belém Coelho
S. Vicente
Professor
Elsa Cardoso
S. Vicente
Professora
Manuel Oliveira
S. Miguel
Economista
Rui André
Rio de Moinhos
Professor
Susana Amaro
Alferrarede
Professora
Paulo Godinho
Pego
Advogado
Sónia Frade Carvalhal Advogada
Fátima Ferreira
Tramagal
Formadora
Pedro Boto
Rossio
Empresário

 
         Cabeças de lista às Juntas de Freguesias:
 
 

Freguesia
Candidato
Profissão
A. Mato
José Moreno
Gerente Bancário
Alferrarede
Dora Caldeira
Professora
Alvega
António Moutinho
Encarregado de Segurança
Bemposta
José Lourenço
Empresário
Carvalhal
Rafael Chambel
Tipógrafo
Concavada Paula Macide Funcionária pública
Fontes
Tânia Alves
Téc. Superior de Turismo
Martinchel Joaquim Ferreira Repositor de vendas
Mouriscas
Manuel Catarino
Inspector – Aposentado
Pego João Seixas Aposentado
Rio de Moinhos
João Paulo Rosado
Téc. Superior de Contabilidade
Rossio
Faustino Boto
Empresário
S. Facundo
Arménio Bispo
Empresário
S. João
Manuel Nogueira
Aposentado
S. Miguel
Raquel Alves
Técnica de Design Gráfico
S. Vicente
Luís Ablú
Engenheiro Electrotécnico
Souto
Diogo Valentim
Técnico Superior de Gestão
Tramagal
Joaquim Simplício
Solicitador
Vale das Mós Joaquim Bairrão Agricultor

 
Notas:
 
A lista da Assembleia Municipal será alvo de uma apresentação específica para o efeito, a decorrer no próximo mês de Setembro.
08 Jun, 2009

LEITURAS

por António Belém Coelho

 
As eleições europeias do passado fim-de-semana permitem-nos retirar algumas conclusões tanto para o nosso país como para o espaço europeu. Não há dúvidas de que, a nível global, os partidos socialistas recuaram, por contraponto ao avanço de liberais e conservadores. Este facto, ocorrido em plena crise global, é, por isso mesmo, ainda mais significativo. O eleitorado europeu deixou de ver nos partidos socialistas e do espectro do centro esquerda, capacidade para resolverem os problemas agora agudizados pela crise.
 
Mas uma situação que nos deve servir de meditação e preocupação é o crescimento verificado nas franjas mais radicais, quer à esquerda, quer à direita. Isto pode indiciar um descontentamento de alguma fatia do eleitorado, que deve fazer com que os responsáveis do projecto europeu pensem e repensem alguns dos seus aspectos, respectiva divulgação e discussão.
 
Mas se, no global, a correlação de forças pendeu ainda mais um pouco a favor do centro-direita, por cá o mesmo se verificou, mesmo dada a aproximação verificada entre PSD e PS, com vantagem para os primeiros com base nas projecções à boca das urnas e como de costume contrariada pelas sondagens habituais. O que, entre outras leituras, faz prometer disputa imprevisível para outros actos eleitorais que se avizinham e reforçam a esperança numa mudança segura.
 
Entre nós, para além do partido do Governo, os maiores derrotados foram também as forças (algumas dentro do próprio partido socialista, e com visibilidade mediática e eleitoral) que preconizavam um novo paradigma europeu e o afastamento, em termos de próximo mandato, do Dr. Durão Barroso. Se antes tal era difícil, agora passa para a categoria do utópico.
 
Por fim, uma palavra para o mais doloroso: o nível de abstenção verificado. Por cá, poderemos encontrar explicação sobretudo no descontentamento de grande parte do eleitorado face à (des)governação do Partido Socialista. O que deita por terra as teorias daqueles (entre os quais o cabeça de lista do partido socialista) que não queriam discutir os problemas nacionais nestas eleições, ignorando que, hoje, a realidade e vida nacional está umbilicalmente ligada à Europa, quer por via de muitas leis e regulamentos com origem no Parlamento e Comissão Europeia, quer por via dos fluxos financeiros, de mercadorias e de pessoas que com ela mantemos e dos quais efectivamente dependemos.
 
Daí ser legítimo continuar a esperar que as manifestações de descontentamento, quer a nível nacional, quer a nível local, se traduzam em termos de votos expressos dada a proximidade temporal dos próximos escrutínios.