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COLUNA VERTICAL



Segunda-feira, 13.07.09

VOZES DE BURRO

Santana Maia - in Nova Aliança

 
«Quem não se sente não é filho de boa gente». E vai daí toda a gente se acha no dever de responder à letra a qualquer insulto de que seja vítima. Ora, para uma pedrada nos acertar, é necessário, em primeiro lugar, que nós estejamos ao seu alcance. Da mesma forma, para que um insulto nos atinja, é necessário, antes de mais, que quem o profere esteja ao nosso nível ou próximo de nós. O que significa também que, ao reagirmos a determinadas ofensas, nos colocamos no mesmo baixo nível do caluniador. Não nos ofende quem quer, mas quem pode. Ofendermo-nos com o que certas pessoas dizem a nosso respeito é reconhecer-lhes importância. E das duas uma: ou consideramos que essas pessoas estão ao nosso nível ou não. E, se não estão, é, como diz o povo: «vozes de burro não chegam ao céu».

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Domingo, 12.07.09

DRAGÕES DE ALFERRAREDE

 

No passado dia 27 de Junho, Santana-Maia Leonardo, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado de Dora Caldeira, candidata a presidente da Junta de Freguesia de Alferrarede, João Luís Dias e Conceição Amaro, visitou as instalações do Clube Desportivo e Recreativo de Alferrarede (Dragões de Alferrarede), aproveitando a festa de consagração dos campeões do 5º Torneio de Escolinhas (na foto).
 
Os Dragões de Alferrarede é uma colectividade histórica do concelho de Abrantes, tendo sido fundada em 1935. Longe do período áureo em que chegou a disputar o campeonato nacional da 3ª Divisão, continua a ser, no entanto, uma colectividade com ambições e de referência no concelho, com um papel preponderante na área da formação.
 
Santana Maia pôde constatar que o pavilhão continua precisamente na mesma como se encontrava quando ali jogou andebol e voleibol, nos campeonatos interescolares, há mais de 30 anos. Na verdade, já era tempo de o mesmo sofrer uma remodelação e oferecer aos atletas e assistentes melhores condições. Em situação de grande degradação, encontra-se também o salão de festas.
 
Quanto ao campo de futebol, o mesmo apresenta excelentes condições para a prática do futebol. Só é pena não possuir ainda um piso de relva sintética, infra-estrutura que é hoje essencial para a prática da modalidade, designadamente nos escalões de formação, e que uma freguesia com a tradição na modalidade e a população jovem de Alferrarede há muito justificava.
 
Mais uma vez, é patente a falta de apoio a que estas associações estão votadas pela autarquia. Esta candidatura não esquece, no entanto, o esforço tremendo de todos os dirigentes que militam, diariamente, nestas instituições, a título voluntarioso, e que nunca desistem, lutando contra todas as adversidades, que são muitas, a começar pelo abandono a que são votados pelo município. Estas pessoas enchem-nos de orgulho e fazem-nos ter esperança num futuro melhor, sendo certo que solidariedade social é uma dádiva fundamental na construção de uma sociedade equilibrada, harmoniosa e justa.

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Sábado, 11.07.09

A TESTEMUNHA

Santana Maia - in Nova Aliança

 

Que os culpados sejam condenados e os inocentes absolvidos é o que todos esperam. Todos, excepto os culpados obviamente. Mas não é isso o que sempre sucede e não é certamente o que vai suceder no caso da Casa Pia, Freeport, Cova da Beira, Felgueiras, etc...
 
Como todos sabemos, a prova testemunhal ocupa um papel decisivo, designadamente, no processo penal. Mas hoje a testemunha raramente é isenta ou imparcial. Geralmente, joga por um dos lados e prepara-se antecipadamente para isso. Sendo certo que mesmo a testemunha isenta ou imparcial raramente fala verdade. E porquê? Por medo ou comodidade.
 
Aliás, é absolutamente natural que, vivendo num mundo pouco solidário e sem honra, a testemunha, que não tenha nada a ver com o caso, não se queira comprometer, mais que não seja para evitar chatices. E se o caso for grave e o arguido perigoso, então o melhor mesmo é não se armar em herói. Caso não consiga evitar depor, das duas uma: ou finge que não viu nada ou que já não se lembra. Sem esquecer que, se o caso for mesmo muito grave e os arguidos muito poderosos, é sempre preferível receber alguma coisa para não depor (ou para depor favoravelmente) do que cumprir o seu dever cívico, correndo o risco de aparecer estendido numa valeta.
 
Na verdade, quando o processo mete peixe graúdo, as testemunhas rapidamente apreendem a situação demasiado vulnerável em que se colocam. É que, depois, não há ninguém que as protege ou as defende.
 
Por isso, dizia um magistrado judicial: «eu posso ir para o Inferno, mas vou a cavalo nas testemunhas».

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Sexta-feira, 10.07.09

CENTRO HISTÓRICO E MUSEU IBÉRICO

 

A requalificação do centro histórico, levada a cabo pelo executivo socialista nos últimos dezasseis anos, teve este efeito perverso e contraditório: tornou o espaço mais bonito e aprazível, sem qualquer sombra de dúvida, mas afugentou as pessoas, condenando a prazo a viabilidade económica do comércio tradicional.
E não é preciso ser muito inteligente para perceber a razão da desertificação do centro histórico. Com efeito, ao retirarem-se praticamente todos os serviços (e a saída da ESTA ainda vai agravar mais a situação), que obrigavam as pessoas a deslocar-se aqui, e ao dificultar-se ainda mais o já difícil acesso e o estacionamento, este resultado era inevitável.
Ora, para revitalizar o Centro Histórico, é necessário seguir o percurso inverso.
Assim, propomos as seguintes medidas:
A) Mais serviços, mais pessoas
    - Trazer, de novo, para o Centro Histórico serviços que aumentem o fluxo de pessoas, designadamente: o Centro de Saúde, a Loja do Cidadão e a Tesouraria dos SMAS;
(No passado dia 20 de Maio, tive uma reunião com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para me inteirar da situação que se vive nalgumas extensões de saúde de Abrantes. Dessa reunião resultou claro que é urgente encontrar novas instalações para o centro de saúde de Abrantes que funciona, a título provisório, no Hospital. Fui também informado que a tutela é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios. Face a esta informação, quero, desde já, dar a minha palavra aos comerciantes do centro histórico que me irei empenhar, pessoalmente, assim como toda a minha equipa, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação).
 - Trazer o Mercado Semanal para o sítio de onde nunca devia ter saído: parque de estacionamento do Convento de S. Domingos;
 - Manter a localização da Câmara Municipal;
 - Recuperar e requalificar o Mercado Diário;
 - Criar condições de conforto para a circulação das pessoas nas ruas do Centro Histórico, independentemente das condições climatéricas (cobertura de ruas e espaços públicos, com estruturas removíveis e recolhíveis, diminuindo assim a sazonalidade - centro comercial a céu aberto -.
  - Revitalizar, de forma gradual, as habitações degradas, iniciando, de imediato, um programa de recuperação de casas de famílias carenciadas, de modo a evitar o seu desenraizamento do meio a que pertencem.
Uma palavra para os comerciantes: criar condições para a redução da derrama dos comerciantes vai ser também uma prioridade.
Uma palavra para os jovens: iremos também criar incentivos para a fixação de jovens na cidade.
Uma palavra para os idosos que devem ser olhados com uma atenção especial: consideramos uma prioridade (a pensar sobretudo nos mais idosos), acentuar a mobilidade no centro histórico, através de passeios, rampas, bancos e sombras verdes.
 
B) Actuar na circulação e parqueamento:
- Abertura ao trânsito da Rua Nossa Senhora da Conceição;     
- Reavaliar, ponderadamente, toda a zona intervencionada no Centro Histórico, tendo por base o interesse dos moradores e comerciantes do Centro Histórico, relativamente à circulação automóvel;
- Implantar com urgência, um sistema de transportes gratuito e contínuo, ligando o Centro Histórico aos eixos e parques adjacentes;
- Construir um parque de estacionamento com dimensão adequada às necessidades e exigências de reanimação do Centro Histórico.
 
C) Quanto ao Museu:
As (poucas) discussões até agora havidas têm-se limitado a aspectos técnicos ligados ao projecto em si.
Ora, a nosso ver, um projecto desta dimensão exige a priori um estudo sério, fundamentado, rigoroso e detalhado sobre as condições do seu funcionamento, em termos de afluência esperada de públicos, receitas daí derivadas e caracterização desse mesmo público com vista a aquilatar dos benefícios ou não que o tecido económico e social da cidade poderá esperar.
Também é fundamental uma estimativa correcta dos custos a suportar com o pessoal (especializado ou não)  que necessariamente terá que ser contratado, bem como dos custos normais de funcionamento, certamente elevados num equipamento com a volumetria projectada e que requer condições próprias para a preservação das obras que se prevêem expor.  
Enfim, uma análise custo/benefício que não se esgota apenas na possível auto-sustentatibilidade do Museu, mas alarga-se aos possíveis impactos (económicos, de circulação, de hábitos culturais, etc) que possa vir a ter na Comunidade onde se irá inserir.
Assim, dada a proximidade das eleições autárquicas e tendo em conta a evidência de que esses estudos (estudos sérios sobre a viabilidade económica do Museu com esta dimensão) não foram efectuados, propomos que as decisões sobre este tema sejam suspensas.
Nós sabemos que um Museu com esta volumetria e impacto visual é a delícia dos políticos, dos arquitectos e das grandes construtoras. Mas, para nós, o Museu só faz sentido se for uma mais valia para a cidade e para os comerciantes.
Após vencermos as eleições, comprometemo-nos a efectuar um estudo sério e rigoroso sobre a viabilidade económica deste projecto, pois só assim é possível uma decisão correcta e acertada que não hipoteque o futuro da cidade e do Centro Histórico.

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Quarta-feira, 08.07.09

FESTIVAL DE FOLCLORE DE S. MIGUEL DE RIO TORTO

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Quarta-feira, 08.07.09

OS CANDIDATOS ÀS 19 JUNTAS DE FREGUESIA

 

Conheça os candidatos do PSD às 19 juntas de freguesia do concelho de Abrantes:
http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/10253.html

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Terça-feira, 07.07.09

MENSAGEM DE CARLOS ALBERTO SANTANA MAIA

 

Na impossibilidade de estar presente, por motivo de doença, venho, por este meio, agradecer o convite para participar no Jantar de apresentação, em Mouriscas, da candidatura do meu primo António, à Presidência da Câmara Municipal de Abrantes.
Decidi, por isso, enviar esta pequena mensagem aos Mourisquenses presentes no jantar, transmitindo-lhes o que penso desta candidatura.
Quando o António teve a amabilidade de me comunicar, em primeira mão, ter aceite o convite do PSD para assumir a candidatura, as minhas primeiras palavras foram, depois de agradecer essa distinção, para lhe transmitir a minha satisfação pela sua participação cívica através da disponibilidade para a actividade política autárquica.
De facto, é fundamental, nos dias de hoje, para dignificar a política, que pessoas de bem, prestigiadas, com grandes qualidades humanas e altas qualificações profissionais, estejam dispostas a dar à sociedade o seu contributo, contrariando o egoísmo que, infelizmente, caracteriza o actual comportamento de muita gente.
Por ser exactamente este o enquadramento em que situo a candidatura do António, felicito-o por tal, felicitando também o PSD por poder contar com a sua inteira disponibilidade para o exercício do cargo a que se propõe.
Efectivamente, o António tem um currículo invejável e extremamente rico.
(…)
Mas, para além, de toda esta intensa actividade, tem sido, sobretudo, um cidadão impoluto, manifestando sempre as suas opiniões e preocupações sobre problemas que a todos afligem exercendo, assim, uma cidadania activa, com as intervenções a que já nos habituou.
Tem sido um homem livre, com espírito criativo, sempre defensor da livre iniciativa, da libertação da sociedade civil face ao poder político e da liberdade de expressão e de opinião.
Como militante do Partido Socialista, tenho pena de não poder contar com o António no meu partido, mas aceito perfeitamente a sua opção, aliás igual à de meu Pai, que tem a sua fotografia na Sede do PSD, em Abrantes, descerrada em cerimónia pública, à qual assisti, por ter tido a honra de para ela ser convidado e que foi presidida pelo então Secretário-Geral do Partido, Dr. António Capucho, na altura meu colega na Assembleia da República, onde era líder parlamentar do PSD.
Seria, certamente, uma grande alegria para o meu Pai participar nesse jantar.
Estou certo que o António saberá tudo fazer para o desenvolvimento do Concelho de Abrantes, que tem enormes potencialidades e que nunca esquecerá Mouriscas, onde tem raízes familiares de que se orgulha.
(…)
Sendo o António sobrinho do meu primo Armando e filho da sua irmã, Maria Laura, (a primeira mulher a atingir o lugar de Conselheira do Supremo Tribunal de Justiça), o António é, para mim, como um filho, que não tive.
Por isso, não posso ficar indiferente à sua candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Abrantes, não tendo qualquer dúvida em nele votar, se estivesse recenseado em Mouriscas, onde nasci, pois, para além dos Partidos, estão as Pessoas e, ainda mais, quando nos são queridas.
Sobre o Concelho de Abrantes e, mais particularmente, sobre a Freguesia de Mouriscas, muito teria para dizer sobre o que penso relativamente à situação em que se encontram e às medidas que, em meu entender, deveriam ser tomadas para o seu desenvolvimento social, económico e cultural.
Não quero, contudo, maçá-los, com essa exposição, que guardarei para conversas com o futuro Presidente da Câmara de Abrantes, que espero, será o António Santana Maia.
Para os meus conterrâneos e amigos envio um abraço de solidariedade, com os votos das maiores felicidades pessoais para todos, saudando a vossa presença nesse jantar. 
Figueira da Foz, 19 de Junho de 2009
Carlos Alberto Raposo de Santana Maia

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Segunda-feira, 06.07.09

DISCURSO DE SANTANA MAIA EM MOURISCAS

Discurso de Santana Maia no jantar de apresentação da lista do PSD à Junta de Freguesia de Mouriscas (ver post: Apresentação dos candidatos a Mouriscas e Mouriscas: Programa Eleitoral). 

 

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Domingo, 05.07.09

MOURISCAS - PROGRAMA ELEITORAL

  

Mouriscas e o turismo sénior 

 

Trata-se de uma das soluções apresentadas no estudo da Universidade de Évora e visa a criação de um pólo de Turismo Ambiental e Rural. Esta solução tem por base a criação de micro empresas, dirigidas por mulheres desempregadas, com formação, e assenta em parcerias com um conjunto de entidades que apoiam os projectos, ajudam na procura de financiamentos, acompanham a sua execução, o acreditam e divulgam.
 
Indústrias tradicionais
Apoiar e divulgar as indústrias existentes, nomeadamente a tapeçaria em cairo. Temos para nós que a SIFAMECA é já o último bastião de fabrico desta indústria artesanal em Portugal, sendo pois um imperativo cultural a sua preservação.
Utilizando a mesma metodologia de parcerias, criar uma marca, recuperar o artesanato de Mouriscas, promover novos produtos e a criação de Espaço – fabrico.
 
Uma aposta de investimento no sector agrícola
Em Mouriscas as pessoas amam a terra, embora ela não pague o esforço e o trabalho. Mas, ao contrário de muitas cidades, vilas e aldeias nós temos uma Escola Profissional, a EPDRA e temos cooperativas e associações viradas para o desenvolvimento.
Com uma parceria entre estas entidades, definem-se os produtos mais apetecíveis ao mercado, se este azeite, ou aquela azeitona, os tipos de figo e os possíveis derivados destes ou outros frutos. Cria-se e delimita-se uma zona ou região de produção e certificação do produto final. Com a EPDRA encontram-se seguramente respostas para todas estas questões e bem assim a formação, porque ela estará seguramente ao lado de Mouriscas numa aposta de desenvolvimento sustentável.
 

Benfeitorias 

No levantamento que efectuámos dos melhoramentos mais necessários, constatámos que existirão obras de custos vultuosos mas, outras haverá, de baixo custo e com conciliação de interesses, que se resolvem com diálogo.
É sabido que a Junta de Freguesia não tem dotação orçamental para realizar grandes obras no seu espaço confinante, mas asseguro-vos que, como seu presidente me imponho pugnar por:
         1.      Promover um saneamento abrangente para Mouriscas por se tratar de um direito de todos. Temos consciência que devido a vários factores, não é viável fazer a ligação do saneamento de todas as casas ao colector da Estação de Tratamento, mas também acreditamos que determinados grupos de casas poderão estar ligados a uma fossa colectiva asséptica. Todos o pagam e evita-se a degradação dos solos e águas. O que Mouriscas não pode suportar é a continuação do actual estado de coisas, em que o colector do centro da aldeia vai desaguar numa ribeira que corre para o Tejo.
         2.      Promover a recuperação da Escola Primária, criando uma centralidade política, de serviços e social. Aqui funcionariam a Junta de Freguesia, a Biblioteca, associações, o museu, centros de formação, dinamização e apoio ao cidadão. Esta escola é, para várias gerações um hino e a sua recuperação um sonho. Esta recuperação será o símbolo de uma Mouriscas nova e esse sonho, seguramente difícil de concretizar, ao tornar-se realidade, ajudará também os mourisquenses a transformarem os seus sonhos em realidades.
        3.      Promover a criação de uma centralidade de lazer tendo por base um jardim com um pequeno circuito de manutenção, espaços de lazer e de tempos livres para juniores e seniores.
        4.      Promover a construção de um espaço coberto para actividades desportivas, suportado por uma parceria entre o Ministério da Educação, Câmara Municipal, Junta de Freguesia e associações, dirigido durante o dia a actividades escolares e no restante tempo adstrito a actividades das associações. Mouriscas tem durante o ano lectivo cerca de duzentos e cinquenta estudantes sendo que, mais de cento e setenta, são alunos da Escola Profissional. É da responsabilidade política do governo uma formação educativa com uma componente desportiva, não se podendo também alhear do acompanhamento extra horário lectivo.
Estamos a falar de alunos deslocados do seu habitat natural, alguns deles de países estrangeiros que, se estiverem a praticar desporto, não usarão o tempo em actividades menos sãs ou mesmo perniciosas.
        5.      Promover a recuperação do Largo do Espírito Santo, em Ferrarias.
        6.      O arranjo e a manutenção de ruas e caminhos estarão dependentes do saneamento, não fazendo qualquer sentido arranjar hoje uma estrada para partir no dia seguinte. Aliás, entendemos que a implantação da rede de saneamento é a oportunidade para rever a rede de distribuição de água.
        7.      Melhorar as acessibilidades para o Rio Tejo, o caminho ao longo do rio e colocação de caixotes de lixo.
        8.      Acordar com o Município o aproveitamento da água residual, aquela que agora vemos desperdiçada, da Fonte dos Amores, que daria entrada na rede, com a contrapartida da ligação a determinados fontanários, sem pôr em causa o abastecimento por parte da população. Seguramente, o caudal de água potável que entraria na rede, é muito superior ao consumido nos fontanários. Acreditamos que este acordo, também ele benéfico para todos, onde incluímos primeiramente o aproveitamento de água potável, só não foi ainda celebrado por manifesta má vontade de ambas as partes.
 
A Junta de Freguesia, o Presidente da Junta e a Comunidade
Aqui chegados, vou abordar o que entendemos ser a postura e desempenho da Junta de Freguesia e do seu Presidente para com a Comunidade.
A Lei não é redutora na definição das suas competências, limitando-se a enumerar aquilo que obrigatoriamente lhes cabe. Não poderemos vir a dizer que a Junta de Freguesia não disponibilizará um determinado serviço de apoio aos cidadãos, porque não cabe nas suas atribuições. A Junta de Freguesia tem que se moldar às necessidades dos fregueses e obriga-se a disponibilizar um conjunto de serviços, que dêem resposta às necessidades das pessoas e que agora são tratados noutros locais. Isto é um imperativo porque temos uma população envelhecida e dispersa numa terra onde quase não existem transportes públicos.  
Relativamente à relação com a Comunidade, assumimos uma postura de equidistância, onde todos os cidadãos serão vistos da mesma forma, quer no que toca aos direitos quer no que respeita aos deveres.
Como ainda não abordámos alguns dos objectivos desta candidatura, irei reproduzi-los sucintamente, uma vez que esta exposição vai demasiado longa:
         -        Constituir uma “Comissão para o Levantamento do Património Imobiliário a Recuperar”. Não faz sentido estar a debater o PDM sem este levantamento.
-        Proagir permanentemente junto do Poder Local (Município) e do Poder Central (Governo e Institutos públicos) na busca permanente das melhores soluções para o desenvolvimento de Mouriscas, a preservação da sua memória e identidade e a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes
         -        Criação de um espaço/centro de apoio ao cidadão (encaminhamento/facilitamento de assuntos relativos a segurança social, serviços centrais, pagamento de serviços, etc;
         -        Promover um protocolo com a ACATIM e o Centro de saúde visando a facilitação de pequenas necessidades de saúde dos idosos;
         -        Colaborar com a Câmara no sentido de se resolver a questão da mobilidade e transportes públicos dentro da freguesia e acessos ao Município, tanto no horário escolar como fora dele;
         -        Procurar articular os vários esforços associativos, eventualmente dispersos, no sentido da sua integração e complementaridade para a viabilização de projectos de interesse comum e sua rentabilização.
         -        Criar uma página na Internet. Numa sociedade de informação, em que a nossa terra pode chegar a casa de cada mourisquense, residam em que parte do mundo residirem, numa terra com tamanha capacidade cultural, nada foi feito pelos últimos executivos, para que os oriundos de Mouriscas pudessem partilhar os acontecimentos que aqui se registam. Por outro lado, este será, com outras formas de divulgação o meio preferencial de dar a conhecer o que de bom Mouriscas tem para oferecer.
         -        Colaborar com a Câmara na feitura de um folheto de divulgação da Freguesia de Mouriscas.

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Sábado, 04.07.09

APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS A MOURISCAS

  

No passado dia 20 de Junho, teve lugar o jantar de apresentação da lista concorrente à Junta de Freguesia de Mouriscas, no Restaurante “O Castiço”, em Mouriscas.
 
Com a presença de mais de 100 militantes e simpatizantes que encheram por completo a sala em clima de confraternização e grande animação, decorreu a apresentação dos elementos da lista concorrente à Junta de Freguesia de Mouriscas, pela candidatura AmarAbrantes.
 
De salientar as intervenções da mandatária da Juventude para a Freguesia de Mouriscas, Sofia Pita, do cabeça de lista Manuel Catarino, do Dr. Santana Maia, onde para além das linhas de força das respectivas candidaturas, foi efectuado um diagnóstico e apontadas linhas de actuação relativos aos problemas existentes na Freguesia, e de uma mensagem de apoio a esta candidatura do Dr. Carlos Alberto Santana Maia, que por motivos de saúde não pôde estar presente e do candidato à Câmara Municipal de Abrantes,
 
A mandatária da Juventude, Sofia Pita, na sua intervenção, apelou a uma maior participação dos jovens na definição, implementação e concretização de projectos na Freguesia, lamentando a falta de condições verificada até agora nos mais diversos domínios que levam a juventude de Mouriscas a procurar outras paragens e salientando que a candidatura AmarAbrantes, protagonizada localmente por Manuel Catarino, tem a virtude de chamar os jovens à participação, construindo assim o futuro.
 
O cabeça de lista Manuel Catarino a partir do seu diagnóstico sobre a situação da Freguesia, lamentando o abandono a que Mouriscas tem sido votada pela governação local socialista, apresentou uma série de propostas que se propõe implementar e que não poderão certamente deixar indiferentes todos os Mourisquenses que ama a sua terra.
 
Salientamos entre outras:
-   a criação de um pólo de turismo, Ambiental e Rural;
- a protecção e recuperação de indústrias tradicionais e artesanais da Freguesia;
- a criação de condições a nível local para o investimento no sector agrícola que tantas e tão profundas raízes tem em Mouriscas;
- a implementação de um saneamento abrangente para Mouriscas;
- a construção de um espaço coberto para actividades desportivas;
 
Da leitura da mensagem do Dr. Carlos Alberto Santana Maia, ex-bastonário da Ordem dos Médicos, ex-Governador Civil de Coimbra e ex-deputado do Partido Socialista, destacamos, pela importância que reveste, o seguinte excerto:
 
«Como militante do Partido Socialista, tenho pena de não poder contar com o António no meu partido, mas aceito perfeitamente a sua opção, aliás igual à de meu Pai, que tem a sua fotografia na Sede do PSD, em Abrantes, descerrada em cerimónia pública, à qual assisti (…).
Seria, certamente, uma grande alegria para o meu Pai participar nesse jantar. Estou certo que o António saberá tudo fazer para o desenvolvimento do Concelho de Abrantes, que tem enormes potencialidades e que nunca esquecerá Mouriscas, onde tem raízes familiares de que se orgulha. (…)
Por isso, não posso ficar indiferente à sua candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Abrantes, não tendo qualquer dúvida em nele votar, se estivesse recenseado em Mouriscas, onde nasci, pois, para além dos Partidos, estão as Pessoas e, ainda mais, quando nos são queridas.»
 
Por fim, o candidato à Presidência da Câmara de Abrantes, na sua intervenção, para além do recordar e reafirmar as raízes profundas que o ligam à Freguesia, em particular e ao Concelho em geral, traçou as linhas de força da sua candidatura, que assentam fundamentalmente num espírito de serviço e de missão relativamente a todos os Munícipes do Concelho.
 
A lista concorrente à Junta é composta pelos seguintes elementos:
 
Lista Junta de Freguesia de Mouriscas- 2009
Manuel Catarino
Inspector P.J. aposentado
Manuela Alves
Engenheira
Amadeu Lopes
Engenheiro
Anabela Crispim
Professora
Isidro Pires
Empresário
Maria Helena Pita
Animadora Socio Cultural
Abel Correia
Reformado
Susana Filipe
Socióloga
Manuel Duarte
Motorista
Preciosa Branco
Doméstica
José Chambel
Funcionário Público
Patrícia Grilo
Professora
Luís Reis
Professor
Sofia Pita
Finalista de Direito
Carlos Grilo
Técnico cortador de carnes
Augusta Agudo
Empresária
Salustiniano Sério
Reformado
Elisa Matos
Auxiliar de Acção Educativa
Francisco Filipe
Electricista rebobinador
Joaquim Pita
Agricultor
Paulo Leitão
Electricista
Orlando Alpalhão
Empresário
Sofia Serrano
Arqueóloga

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Sexta-feira, 03.07.09

CONFERÊNCIA: CENTRO HISTÓRICO E MUSEU IBÉRICO

 

O PSD de Abrantes informa que Santana Maia, candidato a presidente da Câmara Municipal de Abrantes, acompanhado dos candidatos do PSD à Câmara Municipal e às Juntas de Freguesia de S. João e S. Vicente, irá realizar uma Conferência de Imprensa, no próximo dia 04 de Julho de 2009 (sábado), pelas 10h00, a ter lugar no Largo Dr. Ramiro Guedes, para dar conhecimento à comunicação social do seguinte: 
·   Medidas sobre a viabilização do Centro Histórico da cidade de Abrantes
·   Posição sobre o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte.

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Quinta-feira, 02.07.09

VISITA À UNIVERSIDADE TERCEIRA IDADE TRAMAGAL

  

No dia 17 de Junho, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, visitou a Universidade da Terceira Idade de Tramagal (UTIT) e as instalações da ARTRAM (Associação de Reformados do Tramagal). A visita foi conduzida pelas Ex.mas Senhoras Coordenadoras da UTIT Cesaltina Neto e Alcina Tomaz.
 
A Universidade da Terceira Idade de Tramagal foi fundada por Carlos Pereira e Manuel Ferreira, em Maio de 2005, e funciona nas instalações da ARTRAM. Neste momento, tem 80 alunos e 19 disciplinas que são leccionadas, em regime de voluntariado, por diversos professores.
 
A UTIT desenvolve acções que favorecem o acesso de pessoas a novas oportunidades sociais, culturais e educacionais, assentando numa terapia contra o isolamento e a solidão dos aposentados que se manifesta na saúde física e mental de quem a frequenta. Quem visita a UTIT não pode deixar de constatar a grande relevância social do serviço prestado pela associação.
 
Esta candidatura não esquece o esforço tremendo de todos os dirigentes que dedicam os seus tempos livres à causa pública, militando nas diferentes associações do nosso concelho, lutando contra todas as adversidades, que são muitas, a começar pelo abandono a que são votados pelo município.
 
Estas pessoas enchem-nos de orgulho e fazem-nos ter esperança num futuro melhor, sendo certo que solidariedade social é uma dádiva fundamental na construção de uma sociedade equilibrada, harmoniosa e justa.

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Quarta-feira, 01.07.09

VISITA À A.D.A.C.A.

 

No dia 17 de Junho, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, visitou o canil e o gatil municipal que é dirigido pela ADACA -Associação de Defesa dos Animais do Concelho de Abrantes, onde pôde constatar o extremo carinho e dedicação que os voluntários/as da associação dedicam aos cerca de trinta cães e um gato que têm à sua guarda.
 
A ADACA é uma associação sem fins lucrativos e foi fundada pelo amadorismo de dois amigos, Conceição Jardim e Felizardo Guerra, no Cartório de Abrantes, no dia 17 de Outubro de 2001. Desde o princípio, era sua intenção abrir um canil/gantil no nosso concelho. Chegaram a ter um projecto autorizado, num terreno, mas nunca tiveram o suficiente para o iniciar, porque para o construir como deveria ser, os custos eram enormes.
 
Até hoje a ADACA já encaminhou para adopção muitas dezenas de cães e gatos e recolhido centenas. Costuma estar presentes em muitas feiras, como foi o caso recentemente da Feira do Artesanato de Abrantes, onde leva a cabo campanhas de adopção.
 
Tem cerca de cinquenta sócios activos. Tendo em conta o grande número de animais abandonados, o grande problema com que se debate a associação é a falta de dinheiro, uma vez que as despesas são muitas (alimentação, vacinas, tratamentos, higiene, etc.).

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Quarta-feira, 01.07.09

VISITA À CISTUS

 

No passado dia 23 de Maio, o candidato à Câmara Municipal, Santana Maia, acompanhado por Gonçalo Oliveira, Elsa Cardoso, Ana Dias e Cláudio Machado, visitou as instalações da associação juvenil CISTUS – Associação Juvenil de Apoio ao Desenvolvimento Local, onde foi recebido pelo seu Presidente, Adriano Andrade.
 
Esta visita, inserida num conjunto de visitas que já levou o candidato do PSD à Câmara Municipal à quase totalidade das associações e instituições do concelho, decorreu num ambiente informal, onde, além do plano de actividades da CISTUS, se debateram questões ligadas ao associativismo juvenil, nomeadamente, o papel do município enquanto grande impulsionador das actividades levadas a cabo pelos jovens, como forma de ocupação dos seus tempos livres com qualidade, e do papel do associativismo juvenil na formação dos jovens.
 
Foi feito um balanço, bastante positivo, das actividades desta associação, que conjuga quase na perfeição a pouca disponibilidade dos seus associados, pelo facto de poucos residirem durante a semana no concelho, com o volume de actividades que a CISTUS leva a cabo regularmente e a qualidade destas.
 
A recente visita do Senhor Presidente da República à CISTUS não é mais do que o reconhecer do trabalho desta associação e dos seus membros. De realçar, a procura constante que os seus dirigentes fazem para que algumas das actividades levadas a cabo interajam com toda a população, não se restringindo só aos jovens. Trata-se de mais uma prova da maturidade desta associação, sem dúvida, uma das mais dinâmicas de todo o distrito.
 
O papel que estes jovens tão brilhantemente desempenham na sociedade deve ser um motivo de orgulho e de exemplo para todos.
 

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