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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

A candidatura do PSD marcou o primeiro dia de campanha oficial, efectuando simbolicamente várias acções de campanha na freguesia de S. Vicente.

A lista candidata à Junta de Freguesia de S. Vicente liderada por Luís Ablú é composta por pessoas modernas, conhecedoras da realidade social e económica da freguesia, com competências técnicas reconhecidas de todos,  que garantem o empenho e a dedicação na defesa dos interesses da freguesia mais populosa do concelho.

  

 

MENSAGEM DA LISTA CANDIDATA À CÂMARA MUNICIPAL
Abrantes reúne quatro qualidades que a colocam numa posição privilegiada relativamente a qualquer concelho: a história (Castelo e Património Religioso), a água (o rio Tejo e a albufeira do Castelo de Bode), as tradições (gastronomia e culturas locais) e uma localização privilegiada (junto do eixo A1 e A23).
Nos últimos dezasseis anos, fruto dos milhões e milhões de euros de fundos comunitários, a câmara de Abrantes, à semelhança do que aconteceu por todo o país, levou a cabo um grande número de obras de vulto, sobretudo na cidade. O dinheiro está gasto e a obra está aí à vista de todos. No entanto, como todos reconhecem, quer o concelho, quer a cidade, não colheram o benefício esperado que esses investimentos prometiam. Nem de perto, nem de longe.
Queremos, agora, abrir um novo ciclo, assente nos valores da solidariedade social e do serviço público, na participação efectiva das pessoas nas decisões da sua freguesia e do seu concelho, no respeito pelas diferentes correntes de opinião e numa sociedade civil forte e dinâmica, liberta do jugo tutelar do poder político.
As pessoas, na sua individualidade e enquanto titulares de direitos e de deveres, são a razão de ser da nossa candidatura e o princípio e o fim de toda a nossa actividade política.
Com as medidas propostas neste programa, envolvendo as escolas, as instituições de solidariedade social e as associações desportivas, culturais e de pais do concelho, em particular, e a comunidade, em geral, pretendemos criar uma cultura cívica que valorize e ajude a interiorizar nos jovens os valores da honra, da solidariedade, da honestidade, da lealdade, da liberdade de opinião e de expressão e do respeito pelos outros, criando, assim, em conjunto, as condições que permitem qualificar e preparar os nossos jovens para o futuro, melhorando, consequentemente, a qualidade de vida da comunidade.
É o nosso compromisso.

 

Quem percorre o concelho, e nós percorremos a pé todas as ruas do concelho, sente que existe uma grande desunião e um sentimento de revolta e de rancor em relação à cidade de Abrantes, em virtude do tratamento absolutamente desigual, como se uns fossem filhos e outros enteados. Mesmo na Chainça isso se verifica esse sentimento.
É importante unir o concelho.
E a nossa primeira medida será precisamente a de instituir todos os meses uma freguesia capital do concelho, com vista a democratizar e unir o concelho.
Nesse mês, pelo menos, uma das reuniões da câmara será realizada na freguesia e serão levadas a cabo iniciativas culturais e desportivas, estimulando-se, assim, o intercâmbio cultural e desportivo entre as freguesias. Eu próprio, comprometo-me, a passar alguns dias nessa freguesia de forma a me inteirar e a sentir os problemas e as dificuldades dos munícipes.
Isso sucederá até ao final do mandato e não apenas nos primeiros dezanove meses até para se poder fazer a avaliação do que foi feito nessa freguesia nos dezanove meses anteriores.

E as reuniões e os eventos não se limitarão apenas à sede da freguesia até para evitar que suceda, ao nível da freguesia o que já sucede no concelho, com a valorização excessiva da sede. Para nós, todos são filhos de Deus, esse é o princípio a seguir, e todos têm direito a viver com um mínimo de qualidade de vida.

24 Set, 2009

MEUS AMIGOS

 
É por vossa causa que nos candidatamos.
As nossas propostas são sérias e para cumprir. Queremos que os Abrantinos recuperem a esperança há muito perdida e voltem a acreditar que um futuro melhor para os seus filhos é possível.
Queremos um concelho mais solidário para com as pessoas mais necessitadas, devendo a Câmara Municipal, designadamente, comparticipar o pagamento dos medicamentos às pessoas de menores rendimentos e garantir o transporte dos utentes ao Centro de Saúde, nas freguesias onde não exista médico.
Queremos que os nossos jovens se fixem no concelho e, por isso, tudo faremos para incentivar a educação, o emprego e a habitação.
Também queremos um concelho mais seguro, onde os marginais não se sintam donos e senhores, perante a passividade do Presidente da Câmara e das autoridades públicas.
Acreditamos que a educação pode mudar as pessoas. Iremos, por isso, envolver as escolas e as associações nessa tarefa de cimentar valores essenciais para a vida em sociedade.
Abrantes tem também de conseguir federar toda uma região, afirmando-se como uma marca turística, cultural e social de qualidade e com uma identidade própria, tanto ao nível regional como nacional.
 
Mas tudo isto só é possível se concelho de Abrantes crescer e se desenvolver harmoniosamente, sem excluir ou privilegiar pessoas ou localidades.
 
Contem connosco para vos servir com dedicação, humildade, honestidade, justiça e lealdade.   

                                                                  

23 Set, 2009

ABRANTES INSEGURA

Santana Maia - in Nova Aliança

 

A relação dos portugueses com as comunidades ciganas nem sempre foi pacífica. Com efeito, apesar da longa permanência destas comunidades em território português, a verdade é que nem estas comunidades, alguma vez, manifestaram grande interesse em se integrar, nem os portugueses se mostraram muito abertos à integração.
 
No entanto, o pulso de ferro da ditadura salazarista, a vida nómada destas comunidades e a sua sobrevivência à conta da venda ambulante, do contrabando de tabaco e de pequenos furtos e burlas, ou seja, à conta de pequenos crimes que provocavam, muitas vezes, mais o riso do que a ira, ia fazendo com que os portugueses as fossem tolerando.
 
(Devo, antes de mais, esclarecer que estou a usar aqui o termo «cigano» em sentido restrito, ou seja, indivíduo que vive nas comunidades ciganas e se rege pela “lei cigana”, e o termo «português» em sentido lato, ou seja, qualquer pessoa de qualquer nacionalidade, etnia, raça ou religião que viva no território nacional e que se reja pelas nossas leis).
 
Com o advento da democracia, tornou-se obrigatório levar a cabo uma série de medidas com vista à integração das comunidades ciganas na sociedade portuguesa, em nome dos princípios civilizacionais de combate ao racismo e de luta contra a discriminação social e racial.
 
Acontece que um número muito significativo de ciganos recusa, liminarmente, fazer qualquer esforço de integração e, à boa maneira cigana, só aceita a lei portuguesa para colher os benefícios das políticas de integração, porque, quanto ao resto, continua a reger-se pelas suas próprias leis.
 
E, num país onde a autoridade do Estado se evaporou, até os pequenos marginais começaram a sonhar em grande. E muitas comunidades ciganas adaptaram-se rapidamente à nova realidade, evoluindo naturalmente do contrabando de tabaco e dos pequenos furtos para o tráfico de droga e para os roubos violentos, muitas vezes sobre pessoas idosas ou que vivem isoladas. E tudo isto perante a passividade das autoridades públicas que lhes continuam a dar religiosamente os subsídios de reinserção social como se isso, por si só, tivesse o efeito miraculoso de os converter ao cumprimento das leis portuguesas.
 
Em Abrantes a situação começa já a tornar-se preocupante, havendo bairros, localidades e pessoas que vivem absolutamente aterrorizadas. E já não basta serem assaltadas e agredidas como são ainda forçadas a viver sob ameaça permanente de verem os filhos mortos, caso apresentem queixa ou, se a tiverem apresentado, a não retirem. É caso para se dizer que, neste momento, a “lei cigana” já se começa a sobrepor à lei portuguesa na regulação de conflitos.
 
Sou, obviamente, a favor de políticas de reinserção social. Mas quem recebe apoios sociais tem de perceber que também tem deveres para com aqueles que pagam impostos para que eles possam receber esses apoios. O que não é admissível é que, sob o pretexto da reinserção social, o Governo e as câmaras estejam apenas a financiar o crime e a promover a marginalidade.
 
Com efeito, relativamente às comunidades ciganas, o Estado português limita-se apenas a despejar dinheiro, fechando os olhos a todos os incumprimentos das obrigações impostas, aos comportamentos marginais e aos flagrantes sinais exteriores de riqueza que muitas destas comunidades apresentam.
 
Por este andar, isto ainda vai acabar mal. Quem te avisa…

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