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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

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CONCESSÃO DO RIBATEJO (IC 9)

Intervenção da bancada do PSD
 
Relativamente a este investimento, estamos todos de acordo: trata-se de um investimento prioritário e essencial para o desenvolvimento económico do concelho de Abrantes e concelhos limítrofes.
Com efeito, esta via, para além de valorizar os investimentos já existentes ou em curso, seria também e, sobretudo, um factor essencial para a decisão de implementar novos investimentos no concelho.
É, pois, com grande apreensão que recebemos agora a notícia da suspensão deste itinerário no que respeita ao troço Abrantes – Ponte de Sor e que inclui a travessia do Tejo na zona de Tramagal, que tem vindo a ser reivindicada por populações e instituições há largos anos.
Tanto mais que o IC9 foi arvorado como a grande bandeira do PS nas últimas legislativas e autárquicas.
Estamos, no entanto, no local indicado para obtermos a explicação para a suspensão deste projecto essencial para o nosso concelho, pois estamos, na presença do ilustre ministro dos Assuntos Parlamentares e presidente da mesa desta Assembleia.
Esta questão coloca, agora, com maior acuidade a requalificação da EN2, no troço como já foi referido pelos nossos vereadores em reunião de câmara (Arrifana - Rossio) e que atravessa a cidade de Abrantes, já que parece ser, a curto prazo, a única via directa de entrada e saída da cidade a sul e que se encontra, neste momento, num estado absolutamente miserável e que envergonha o nosso município.
Ainda no âmbito da Concessão do Ribatejo, gostaríamos de questionar sobre a eventual aplicação de portagens na A23, assunto colocado novamente na ordem do dia pelo relatório do O.E. e da maior pertinência para o concelho de Abrantes.
26 Fev, 2010

A ALMA SOCIALISTA

 ,

(...) Nunca como agora vi a alma [socialista] tão perdida, penada e desonrada pelo carreirismo, pela vileza e pela falta de carácter (alguns mostram horror a que se fale disso, como se o carácter não fosse a essência da nobreza política). 
Onde estão as vozes inconformadas que não se fazem ouvir ou se escondem cobardemente atrás do reposteiro das conveniências, pactuando com a mentira, o cinismo, os negócios escuros e a promiscuidade dos interesses?
Como é possível que aquilo que se mete pelos olhos dentro como punhais possa ser negado e mistificado em nome de embustes e hipocrisias formais?
Como poderá a fidelidade servil ao chefe ser colocada acima dos ideais, princípios e convicções que inspiram a verdadeira fidelidade moral e política?
Perdida a honra, que restará ao PS?»
Vicente Jorge Silva, in semanário Sol de 19/2/10