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COLUNA VERTICAL



Domingo, 25.04.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 25/4/10

DISCURSO DO 25 DE ABRIL DE MANUELA RUIVO  

 

Para comemorar o significado do 25 de Abril enraizado nos ideais da liberdade e democracia, vieram-nos à memória as palavras de um célebre discurso de Martin Luther King “I Have a Dream”, inspirados nessas palavras e adaptando-as ao nosso concelho, o PPD/PSD de Abrantes também quer partilhar convosco um sonho.

 

Digo-vos, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e contradições do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho do nosso 25 de Abril.

 

Tenho um sonho que um dia o concelho de Abrantes, um concelho cheio de assimetrias, tocado muitas vezes pela injustiça e pelas desigualdades, será transformado num lugar mais democrático e mais justo.

 

Tenho um sonho que os nossos filhos viverão um dia num concelho onde os concursos públicos e nomeações, não serão decididas pela cor do cartão partidário, mas sim, pelo mérito e competência de cada um.

 

Tenho um sonho que um dia as freguesias rurais do concelho, despovoadas, com más acessibilidades, onde os idosos são abandonados e esquecidos, possam oferecer aos seus filhos as mesmas condições e oportunidades de que gozam as freguesias urbanas, caminhando juntas, lado a lado, como iguais.

 

Eu tenho um sonho. Esta é a nossa esperança.

 

Esta é a fé com que muitos regressamos todos os fins de semana às nossas freguesias rurais. Com esta força seremos capazes de retirar da montanha do descontentamento uma pedra de esperança. Com uma política construtiva poderemos transformar as dissonantes discórdias saudáveis do nosso concelho numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade. Com empenho e humildade política, de uma vez por todas, poderemos trabalhar juntos e iniciar o verdadeiro desenvolvimento do nosso concelho.

 

Esse será o dia quando todos os jovens poderão cantar com um novo significado: "O meu concelho é teu, doce terra de liberdade, de ti eu canto. Terra onde vivem os meus pais, terra de que me orgulho, que de cada localidade ressoe a liberdade".

 

E se o concelho de Abrantes quiser ser um melhor concelho como merece, o sonho tem que se tornar realidade.

 

Que a democracia ressoe então das prodigiosas arribas do rio Tejo. Que a democracia ressoe das poderosas planícies do sul do concelho e das margens da barragem do norte do concelho. Que a democracia ressoe do altaneiro castelo de Abrantes!

 

Mas não só isso! Que de cada munícipe, a democracia ressoe. Que a democracia ressoe dos nossos órgãos representantes do poder local, da Câmara Municipal, das Juntas de Freguesia e Assembleias. Que a democracia ressoe de todas as colectividades do concelho. Que a democracia ressoe de todas as rádios e jornais do concelho, principalmente do Jornal de Abrantes e do Boletim Municipal. Que de cada localidade, a democracia ressoe.

 

Quando conseguirmos que a democracia ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada lugar, de cada aldeia, de cada vila, de cada freguesia e da nossa cidade, seremos capazes de apressar o dia em que todos nós, sem qualquer distinção, poderemos dar as mãos e comemorar a plenitude da democracia.

 

Este é o meu sonho.Este deverá ser o sonho de todos nós.

 

Viva a Democracia! Viva Abrantes! Viva Portugal!

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Domingo, 25.04.10

EVITÁVEL

António Belém Coelho - in Primeira Linha 

 

Diria mesmo perfeitamente evitável! Estou a falar do encerramento do Mercado Diário de Abrantes, pela ASAE que quer queiramos ou não, quer concordemos ou não, é a entidade competente para estas questões. O encerramento em boa verdade não constituiu surpresa para ninguém. Não para os comerciantes e vendedores, que conheciam bem as condições ou falta delas no espaço em que exerciam a sua actividade, nem da Autarquia que igualmente conhecia essas mesmas condições. Aliás, os primeiros bastas vezes deram conta das suas preocupações, seja através das suas organizações próprias, seja através dos órgãos de comunicação regionais. E a segunda, a Autarquia, também reconhecia tal facto, na medida em que fazia figurar nos orçamentos e planos a requalificação do Mercado Municipal.

 

Só que nada foi feito! E na vertigem dos grandes projectos, também para aquele espaço foi apresentado em Assembleia Municipal, com pompa e circunstância, um projecto de elevadas exigências em termos de investimento, que não conseguiu captar nenhum investidor privado para o levar para diante. Como diz o velho ditado, o óptimo é inimigo do bom.

 

Oportunidades não faltaram para executar as obras de qualificação do centenário Mercado Municipal, transformando-o num espaço mais diversificado, onde para além das tradicionais lojas e bancas existissem outros atractivos, inclusive de animação e índole cultural. Conseguia-se assim a dignificação de um espaço que efectivamente dá vida ao centro histórico da cidade e que igualmente asseguraria condições de dignidade para a prática comercial dos lojistas e vendedores. E tudo isso beneficiaria e atrairia ainda mais consumidores, com toda a certeza.

 

Mas as prioridades foram sempre outras. Umas mais discutíveis, outras menos; mas o Mercado Diário foi sempre ficando para trás, preterido por grupos escultóricos e quejandos. Portanto, a responsabilidade primeira e única de tudo o que aconteceu tem que ser assacada à Autarquia e aos seus executivos de maioria socialista. A mais ninguém!

 

Com a situação que se criou, com o fecho compulsivo do Mercado Diário e a absoluta necessidade de encontrar espaços alternativos para minimizar os prejuízos de lojistas, vendedores e utentes, a Câmara Municipal encontrou-se numa situação que de todo em todo não é confortável! Viu-se limitada a reagir, em vez de agir, já que o não fez a tempo e horas. E todos nós sabemos que quando reagimos em vez de agir, se perde a perspectiva do todo, se perde a noção de planeamento a médio e a longo prazo; os actos apenas respondem a uma navegação à vista!

 

O que parece, é! O planeamento que anteriormente tinha sido idealizado para toda aquela zona, com mercado semanal, feira, estacionamento e entrada do trânsito mais desafogada pela Avenida 25 de Abril (foram adquiridos imóveis e terrenos para tal), foi todo efectuado com a ideia da permanência do Mercado Diário no local onde sempre funcionou. Agora, parece que tudo volta à estaca zero, com novas opções (umas temporárias e outras com carácter de definitivas) apressadamente decididas face à urgência da situação. Em que a Autarquia se deixou cair por culpa própria.

 

O futuro nos dará ou não razão, embora estejamos convictos pela afirmativa. O que importa em todo o caso é que comerciantes, lojistas, vendedores e utentes possam ter um Mercado Diário com todas as condições necessárias. O resto é apenas retórica!

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