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COLUNA VERTICAL



Terça-feira, 09.11.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/11/10 (extracto IV)

CERTIDÃO APRESENTADA PELO VEREADOR SANTANA MAIA  

Declaração dos vereadores do PSD 

 

Quem me conhece sabe bem que uma das minhas características (que sempre fiz questão de cultivar) é a de honrar os compromissos assumidos por mais pequenos ou insignificantes que sejam e por mais difíceis que sejam as circunstâncias.

 

Acontece que foi posta a correr no concelho de Abrantes, nas últimas eleições autárquicas, uma calúnia que tem vindo a ser repetida em diversos sítios, inclusive dentro da Câmara Municipal de Abrantes, e que visa atingir-me precisamente naquilo que eu tenho de mais sagrado: a minha honra.

 

Segundo o que por aí corre, eu teria perdido o mandato por faltas, quando exerci o cargo de vereador na Câmara Municipal de Ponte de Sor, pelo que é absolutamente garantido que não levarei agora o meu mandato até ao fim, havendo mesmo quem se espante do simples facto de ter tomado posse.

 

Ora, como se pode ler na certidão da Câmara Municipal de Ponte de Sor que anexo, desempenhei «funções de vereador da Câmara Municipal de Ponte de Sor durante dois mandatos, que decorreram, o primeiro, de 4/1/1993 a 3/1/1998, e o segundo, de 3/1/1998 a 4/1/2002.

 

Mais certifico que, no período em que exerceu as referidas funções, o requerente não teve qualquer falta injustificada.

 

Certifico, finalmente, que, durante os referidos mandatos, o requerente nunca pediu a sua substituição ou suspensão do mandato.»

 

Por aqui se vê não só a total falta de fundamento da calúnia como também o estatuto moral daqueles que a puseram e a fazem circular.

 

Juntamos certidão da Câmara Municipal de Ponte de Sor.

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Terça-feira, 09.11.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/11/10 (extracto III)

MARTINCHEL – LIMPEZA DAS VALETAS 

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

 

Como chamámos a atenção da Câmara na reunião do passado dia 30 de Agosto, as valetas da freguesia de Martinchel estavam cheias de mato, o que iria provocar inevitavelmente inundações se as mesmas não fossem limpas, em devido tempo.

 

Ou seja, antes das chuvas.

 

Acontece que as chuvas já chegaram e as entradas das manilhas continuam tapadas com sujidade, as valetas por limpar e as ervas por arrancar, apresentando o aspecto que as três fotos que juntamos demonstram.  

 

       

  

A senhora presidente justificou, na altura, a falta de intervenção com a falta de verbas da Junta e da Câmara.

 

Mas se a Câmara reconhece que já não tem verbas sequer para fazer a simples e necessária limpeza das valetas do concelho como se atreve a apresentar um projecto de regeneração urbana do centro histórico cujos honorários e despesas das equipas interdisciplinares envolvidas vão custar milhares de euros aos contribuintes, em geral, e ao munícipes, em particular, para já não falar do projecto em si e da sua execução e manutenção para os quais não vai haver obviamente e felizmente dinheiro?

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Terça-feira, 09.11.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/11/10 (extracto II)

MENTIR NÃO É O MELHOR REMÉDIO 

Declaração dos vereadores do PSD 

 

Ainda todos estamos recordados da forma extremamente deselegante como a senhora presidente reagiu à intervenção de Dora Caldeira, na última Assembleia Municipal, a propósito da situação escandalosa do munícipe Luís F…, tendo afirmado que o senhor estava internado em Lisboa desde 12 de Julho, data em que foi operado, e que as despesas dos transportes eram suportadas pelos serviços de saúde.

 

Quer Dora Caldeira, quer os vereadores e os deputados municipais do PSD, sabiam que isso não era verdade, mas sempre acreditaram que a senhora presidente estivesse convencida de que fosse verdade e, por isso, o afirmasse com tanta convicção.

 

Existe, como todos sabemos, uma grande diferença entre «não falar verdade» e «Mentir».

 

Com efeito, a mentira pressupõe que a declaração seja feita por alguém que acredita ou suspeita que ela seja falsa, na expectativa de que os ouvintes possam acreditar nela, enquanto "não falar verdade" pressupõe que a declaração é feita por alguém que acredita que ela seja verdadeira.

 

E porque acreditávamos que a senhora presidente tivesse faltado à verdade estando convencida de que falava verdade, apresentámos aqui um pedido de desculpas público a Dora Caldeira, na reunião do passado dia 4 de Outubro, com vista a permitir reparar o erro e repor a verdade.

 

Acontece que, na reunião de 4 de Outubro, a senhora presidente não só reafirmou o que dissera na Assembleia Municipal como a senhora vereadora Celeste Simão veio em seu socorro, afirmando o seguinte, com base numa informação de uma técnica da Câmara que expressamente se deslocara nessa manhã, a seu pedido, a casa do senhor Luís F… para confirmar a sua situação, conforme consta de fls.5 e 6 da acta desse dia que transcrevemos:

 

«A vereadora Celeste Simão disse que sobre este processo, ou existem informações muito contraditórias, ou não se está a falar da mesma situação, ou então não se entende onde os vereadores querem chegar com este assunto. Referiu que a informação prestada pela presidente da câmara municipal na Assembleia Municipal foi de todo correcta e que, posteriormente, foi feita já uma visita domiciliária para o confirmar. O munícipe em questão foi efectivamente sujeito a uma intervenção cirúrgica no dia 12 de Julho, já teve alta hospitalar e está a ser acompanhado pelos serviços de saúde, um dos parceiros da Rede Social, que também suportam as despesas com as viagens.»

 

Ora, das duas uma: ou era a técnica que mentia, o que nos parecia estranho; ou eram a senhora presidente e a senhora vereadora que mentiam, o que nos parecia grave.

 

Por essa razão, exigimos consultar o processo de Luís F…, o que fizemos no passado dia 25 de Outubro.

 

E do referido processo pode ler-se o seguinte (o sublinhado é nosso):

 

«Em 12/7/2010, o senhor Luís foi operado e teve alta no mesmo dia porque a intervenção cirúrgica foi não evasiva e não carecia de ficar internado.

 

Em 4/10/2010, a técnica fez visita domiciliária a pedido da senhora vereadora Celeste Simão relativo à situação actual do senhor Luís, tendo informado a senhora vereadora por informação escrita:

 

        - que o senhor Luís foi submetido a uma intervenção cirúrgica no Hospital de Santa Maria no dia 12/7/2010, tendo tido alta hospitalar e regressado ao domicílio nesse mesmo dia;      

   

        - até à presente data, relativamente aos transportes, a situação mantém-se inalterável. Ou seja, continua a ser a sua mãe a suportar as despesas com os transportes.»

 

Como se vê, não existe qualquer informação contraditória.

 

Com efeito, aquilo que os vereadores do PSD, a deputada municipal Manuela Ruivo e Dora Caldeira afirmaram condiz totalmente (I) com o que disse a técnica que efectuou a visita domiciliária no dia 4 de Outubro a pedido da senhora vereadora Celeste Simão, (II) com o que consta do processo do senhor Luís F… e (III) com o que este disse na entrevista do passado dia 8 de Outubro ao Nova Aliança que juntamos como DOC.1.

 

Agora o que daqui resulta, sem qualquer sombra de dúvida, é que a senhora presidente e a senhora vereadora mentiram aos vereadores e ao público presente na reunião pública da câmara do passado dia 4 de Outubro e que a senhora presidente mentiu na Assembleia Municipal do passado dia 27 de Setembro.

 

Nós sabemos que a senhora presidente entrou para o Partido Socialista num momento em que a grande referência moral do partido era o engenheiro José Sócrates, o que, quanto aspecto, não é um exemplo a seguir.

 

Para nós, no entanto, continuamos a achar e a defender aquilo que os nossos pais nos ensinaram: que é feio mentir.

 

Além disso, o problema de quem mente é deixar de ter crédito quando fala, sendo certo que a credibilidade é um valor essencial e que deve ser preservado por quem quer andar na vida pública.

 

E quem mente por tão pouco não pode esperar ter grande crédito...

 

Gostaríamos que a senhora presidente e a senhora vereadora entendessem esta nossa declaração como um conselho de quem gosta de ser tratado com a mesma frontalidade e lisura com que tratamos os nossos colegas vereadores e os nossos adversários políticos.

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