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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

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17 Mar, 2011

A corrida de burros

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Sempre que ouço falar em reformas estruturais, tremo que nem varas verdes e qualquer pessoa com dois dedos de testa, que é precisamente o que por aqui não abunda, percebe porquê. 

Mas eu vou explicar como se o leitor fosse muito burro. Imagine uma corrida entre um burro e um carro de Fórmula 1 numa pista de alta velocidade. Quem acha que ganhava a corrida? 

A resposta correcta é só uma: depende do condutor. Sendo certo que os portugueses, na sua maioria, conseguiam chegar ao fim montados no burro mas não conseguiam sequer arrancar com o carro de Fórmula 1. Ora, as nossas repartições públicas, tribunais, escolas, empresas, etc. estão cheias de gente que só tem formação e capacidade para andar de burro.

Se queremos empresas competitivas, uma justiça célere e justa, serviços públicos eficientes, uma escola competente e exigente e partidos que não promovam nem premeiem o chico-espertismo, ou seja, se queremos dotar a sociedade portuguesa de verdadeiros "Fórmula 1" para competir ao mais alto nível, comecemos, então, pela selecção e pela formação dos condutores, antes de lhe pormos o carro nas mãos.

Santana-Maia Leonardo - Nova Aliança 6-3-2011

17 Mar, 2011

Liderança é isto!

Uma menina, de 13 anos, ganhou um prémio e foi cantar o hino dos EUA, num jogo da NBA. Vinte mil pessoas no estádio. Ela afinada e compenetrada. De repente, o braço tremeu, engasgou-se, esqueceu-se da letra... e DEU-LHE UMA BRANCA!!! Treze anos, sozinha, ali no meio, e o público ameaça uma VAIA.

No entanto, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público. Só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto à volta dela começava-se a ensaiar a vaia. Mo Cheeks mostra o que é liderança e como uma atitude de apoio, NA HORA CERTA, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos a mudar a história do JOGO da vida.

Será que isso já não nos aconteceu? E a nossa atitude, foi como a do técnico Mo Cheeks ou como a de todos os outros que estavam à sua volta?

HÁ PESSOAS QUE ESTÃO NO MUNDO PARA AJUDAR... OUTRAS PARA VAIAR.