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COLUNA VERTICAL

"A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras.." (Aristóteles)

COLUNA VERTICAL

"A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras.." (Aristóteles)

in Sic Notícias on-line de 25/5/2011

 

Abrantes: População preocupada com aumento

de assaltos e tiroteios na via pública

 

Abrantes, Santarém, 25 mai (Lusa) -Assaltos e tiroteios na via pública registados esta semana em Abrantes estão a mobilizar a população a reclamar mais segurança através de uma petição pública, lançada na internet.

 

Denominada «Por uma Abrantes segura como dantes», a petição dirigida à Câmara de Abrantes e ao Governo Civil de Santarém reclama por mais segurança, tendo já recolhido cerca de 300 assinaturas.

 

Os cidadãos afirmam-se "cansados" de viver numa cidade "controlada por uma comunidade de marginais que semeia o terror a seu bel-prazer, sobretudo quem frequenta espaços comerciais e de lazer e as zonas próximas do pólo universitário e das escolas".

 

O documento, iniciativa de um grupo de estudantes da Escola Superior de Tecnologia (ESTA), defende ainda que a área de intervenção no perímetro urbano da cidade de Abrantes seja retirada da PSP e entregue à GNR, tendo em conta a sua estrutura militarizada, devendo o posto de Abrantes ser reforçado com pessoal e equipamento.

 

O furto de fios de cobre em cabos de telecomunicações, que tem deixado as comunidades rurais do concelho sem telefone, internet e televisão, e os assaltos e agressões a habitantes associados a recorrentes atos de vandalismo tem revoltado a população, tendo o assunto dominado as conversas no dia a dia.

 

Contactada pela Lusa, a presidente da câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, afirmou estar a efetuar "todas as diligências" para a criação do "Conselho Municipal de Segurança (CMS), cujo diagnóstico "já foi aprovado" pela tutela, aguardando a sua concretização pelo Governo que resulte das eleições de 5 de junho.

 

O documento elenca e avança com medidas concretas e é considerado um instrumento "fundamental" para combater os fenómenos da criminalidade e da delinquência no concelho.

 

Céu Albuquerque afirmou que um grupo de jovens, "alguns com menos de 16 anos", está identificado como sendo o "responsável pelo clima de medo e de insegurança" que se sente em "determinados pontos" da cidade.

 

Fontes policiais relataram à Lusa que esta semana registaram-se vários casos de assaltos entre os quais à residência da presidente da câmara.

 

Segundo as mesmas fontes, esta noite registaram-se desavenças com perseguições de automóveis que incluíram disparos com armas de fogo na via pública, alegadamente entre elementos de gangues rivais.

 

A presidente da câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque (PS), confirmou hoje à agência Lusa ter sido alvo de um assalto em sua casa, tendo-lhe sido furtado um automóvel, um computador, e vários outros objetos.

 

A autarca assegurou que, "enquanto cidadã", formalizou a queixa junto das autoridades, tendo adiantado que o automóvel furtado "já foi recuperado" e os assaltantes identificados.

 

Ver DOSSIÊ: Segurança

25 Mai, 2011

O EURODEPENDENTE

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança 

 

A exultação dos nossos políticos do "arco da governação", assim como da sua corte de comentadores e jornalistas, com o programa de "desintoxicação" das finanças públicas que a troika impôs ao Estado português, em troca do empréstimo indispensável à nossa sobrevivência, só é comparável à felicidade do toxicodependente que, no banco dos réus, recebe, como uma dádiva dos céus, a ordem de internamento para desintoxicação proferida pelo juiz como alternativa à pena de prisão.

 

Temo, no entanto, que o desfecho seja o mesmo.

 

Com efeito, raramente o toxicodependente consegue cumprir o programa de desintoxicação ou evitar nova recaída. Quando uma pessoa ou um Estado se torna toxicodependente, não basta um bom programa para a cura, é necessário uma força de vontade e um espírito de sacrifício que, se estas pessoas tivessem, nunca teriam caído naquela situação.

in Mirante on line de 20/5/11

 

A vereação social-democrata de Abrantes apelou à “suspensão imediata” do concurso para a construção do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA), “atendendo à gravidade da situação financeira e económica” nacional, mas a câmara rejeita a ideia.

 

Com um investimento estimado de 13 milhões de euros, o MIAA vai acolher o espólio arqueológico da Fundação Ernesto Estrada, uma colecção de peças arqueológicas referentes ao período anterior à fundação da nacionalidade e relacionadas com a Lusitânia, tendo sido recolhidas pelo abrantino João Estrada (presidente da Fundação) ao longo de meio século.

 

O futuro museu, com projecto da autoria do arquitecto Carrilho da Graça, teve origem num protocolo estabelecido entre a Câmara de Abrantes e a Fundação e vai abarcar colecções de ourivesaria, numismática, arquitectura romana, medieval e moderna, arte sacra dos séculos XVI a XVIII, relógios de várias épocas e uma exposição de arqueologia e história local.

 

Santana Maia Leonardo, vereador do PSD na Câmara de Abrantes, afirmou à Lusa não ser “prudente” avançar para a construção do museu ibérico, “tendo em conta a gravidade da situação financeira nacional, sem antes se fazer um estudo sério e credível sobre a sua sustentabilidade económica”. O autarca acrescentou que a construção do equipamento não levanta apenas questões ao nível do investimento, da localização ou da estética.

 

Defendendo que a câmara “não pode lançar o município e o país na aventura da construção de um museu com esta dimensão e estes custos” para o erário público, o responsável afirmou que a colecção “não está imune a uma polémica que se prende com a origem de algumas peças e com a autenticidade de outras e sobre as quais se levantam demasiadas suspeitas”.

 

Por sua vez, a presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque (PS), afirmou à agência Lusa que a construção do MIAA é “irreversível”, considerando-o “determinante para a reanimação” do centro histórico da cidade enquanto “gerador de mais valias” ao nível dos fluxos turísticos, científicos e pedagógicos.

 

Relativamente à autenticidade das peças que integram as colecções, a autarca assegurou ter tem uma equipa “altamente conceituada” a trabalhar no projecto e disse que vários especialistas estudam o respectivo acervo, cujos primeiros resultados foram já apresentados publicamente.

 

Distinguir o trigo do joio é também o nosso objectivo e, por isso, além de reconhecer a excepcionalidade da colecção, admitimos que possam existir algumas peças falsas, há em todas as colecções, mesmo nos grandes museus do mundo”, vincou, tendo referido que “uma colecção com algumas peças falsas não é uma colecção de peças falsas”.

 

Maria do Céu Albuquerque disse ainda que o executivo que lidera “está a criar todas as condições para a sua execução [do museu]”, inicialmente através de candidatura a fundos comunitários no âmbito de programas de regeneração urbana, admitindo estar a “repensar” os prazos da construção do equipamento.

 

Ver secção (I) Museu Ibérico no DOSSIÊ: Centro Histórico e Cidade

Ex.mo Senhor

Director de “O Ribatejo”

 

Espero que tenha alguma disponibilidade para ler os comentários de um “iletrado”, a propósito de notícias que publica e edição de hoje, do jornal que V.Exª. dirige.

 

Quero esclarecer, antecipadamente, que não conheço, pessoalmente, nenhum dos protagonistas das notícias e que não sou militante de qualquer partido político. Sou, apenas, um observador atento e eleitor.

 

Para as “ESTRELAS”, V.Exª. escolheu, entre outros, Santana Maia, vereador PSD da Câmara de Abrantes e atribui-lhe duas estrelas. Classificou-o de “errático” e acrescentou que “perdeu a confiança política do partido”. É verdade que a Concelhia lhe retirou a confiança política, mas por acaso, V.Exª., antes de divulgar a notícia, teve o cuidado de o ouvir? Teve o cuidado de saber, para também divulgar, as razões dessa retirada de confiança?

 

O  Ribatejo, ou melhor, o director do jornal, atribui-lhe duas estrelas, mas acontece que os eleitores do concelho atribuem-lhe, não cinco, mas seis estrelas ! É que os actuais vereadores do PSD, em funções, desenvolvem trabalho, na oposição, como nunca aconteceu em legislaturas anteriores. V.Exª. até deve estar informado da realidade, mas… como dizia um filósofo de aldeia (analfabeto) “nesta terra vale mais ser moscardo que ser boi “!

 

É por demais evidente, o alcance da notícia e nem é difícil apontar a sua origem, o que é difícil é aceitar que o director de um jornal regional,  permita a publicação de notícias tendenciosas e sectárias. O descrédito fica para o jornal.

 

Mas não se ficou por aqui, o periódico desta semana!

 

Mais adiante, continua a “ofensiva”muito bem comandada:  “Manuela Ruivo”: “No PSD não há espaço para quintinhas”.  Saiba V.Exª. que a Presidente da Comissão Política do PSD de Abrantes está a desempenhar o papel de “feitor” de uma quinta, onde os proprietários do terreno, a quem V.Exª. também obedece, estão totalmente desacreditados perante os eleitores. Pela mão deles, o partido, em Abrantes, acumula derrotas há mais de 20 anos, possivelmente, para felicidade de outro.

 

Não resisto a citar-lhe, de novo, o tal filósofo analfabeto: “Até com a candeia na mão, muitos quebram o nariz”!

 

Manuela Ruivo, que se saiba, pelo partido, tem-se limitado a ser enxovalhada em público, pelos donos da quinta e, sem escrúpulos, como qualquer marioneta, vai obedecendo aos patrões, na mira de alcançar um lugar ao sol, através da política.

 

Nada mais, a não ser desacreditar o partido e a própria concelhia, que cada vez está mais afastada dos eleitores.

 

“O Ribatejo” está a publicar notícias tendenciosas, porque não ouve a outra parte nem ausculta a opinião pública.

 

Para conhecimento de V.Exª,. anexo uma carta que eu próprio enviei à D. Manuela Ruivo e antes de lhe apresentar os meus cumprimentos, quero citar de novo o filósofo analfabeto: “A água de muitas fontes, tira a cor ao sangue”.

 

Subscrevo-me, atenciosamente,

 

Artur Lalanda

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança

 

Recentemente, na mesa ao lado da minha, assisti a uma conversa entre um grupo de amigos que, partindo do princípio aceite por todos de que o futebol inglês era o único verdadeiramente espectacular do ponto de vista do espectador e do adepto, ou seja, um futebol corrido, sem tempos mortos e sem anti-jogo, sugeriam uma série de alterações às leis do futebol e aos regulamentos, por forma a que, também, em Portugal, se pudesse usufruir de espectáculos idênticos.

 

Foi, nesta altura, que decidi interromper a conversa para fazer uma simples pergunta: «Mas as leis do futebol não são iguais em Inglaterra e em Portugal?» Pois é, então, parece que o problema não há-de estar nas leis.

 

No entanto, podem ter a certeza de que, se a FIFA entregasse aos portugueses a gestão do futebol, em vez das 17 leis do jogo, hoje teríamos vários códigos com milhares de artigos, os quais, por sua vez, haviam de remeter para regulamentos que ainda estariam por elaborar ou já estavam revogados ou semi-revogados.

 

E o mais certo era, neste momento, todos os campeonatos estarem suspensos à espera que o Tribunal Constitucional decidisse se o facto de os jogadores entrarem em campo com o pé direito ou de se benzerem poria em causa o princípio da igualdade ou ofenderia o princípio de laicidade do jogo de futebol.

 

Para já não falar nas alterações contínuas das terminologias: os "pontapés de canto" passariam a chamar-se "pontapés de esquina" e, no ano seguinte, "corners de esquina", e no seguinte "esquinas de pontapés", "pontapés de corner", "pontapés de ângulo", "pontapés de esguelha"... até se esgotar a capacidade inventiva do legislador, altura em que se regressava ao "pontapé de canto".

 

Este é que é o nosso grande problema estrutural: pensarmos que os problemas se resolvem sentados numa cadeira a fazer leis e regulamentos e a mudar os nomes às coisas. Ora, este país só terá solução quando, durante três legislaturas sucessivas (no mínimo), os nossos deputados se reunirem três semanas por mês para rasgar leis e uma semana para fazer pequenos acertos e correcções no sentido de simplificar e tornar mais claras as poucas que se salvarem do caixote do lixo.

 

Infelizmente, ainda não vai ser na próxima legislatura que se vai iniciar a única grande reforma estrutural de que o país precisa porque só já vejo por aí políticos de lápis em punho a imaginar-se no poleiro a redigir os compêndios legislativos das salvíficas reformas estruturais com aquele ar radiante de poeta que se prepara para escrever um poema épico.

21 Mai, 2011

AGORA ESCOLHA

Pedro Marques Lopes - In Diário de Notícias de 15/5/11

 

O muito aguardado programa do PSD é muito mais que uma simples e habitual enunciação de um conjunto de propostas avulsas desenquadradas ideologicamente e com objectivos eleitorais imediatos. Concorde-se ou não com as suas linhas essenciais, o documento mostra de forma cabal o caminho que os sociais-democratas querem percorrer, e redefine o panorama político-partidário português. (...)

 

Passos Coelho, na sequência do projecto de revisão constitucional, separa as águas e quase funda, nos seus traços fundamentais, um novo partido. Recusa o discurso centrista, em que quase sempre o PS e o PSD navegavam, e que desaguava invariavelmente no nosso conhecido "as ideias são as mesmas, mas nós somos mais competentes". Abandona qualquer tipo de concessão ao centro-esquerda e não receia propor, pela primeira vez na história do PSD, uma solução liberal para a resolução dos problemas endémicos da sociedade portuguesa.

 

Menos Estado na economia, na educação, na saúde e nos media. Mais iniciativa privada e mais liberdade de escolha para os cidadãos. Um vasto programa de privatizações, uma reforma (tímida, infelizmente) no sistema político, flexibilização da legislação laboral, diminuição no número de funcionários públicos e afins. Pena foi que na justiça, que é urgente reformar de alto a baixo, as propostas tenham sido tão fracas e até perpetuadoras do actual estado de coisas.

 

O PSD deixa de ser um partido "apanha todos" para se transformar num movimento com uma matriz ideológica bem definida. Chamar agora ao PSD social-democrata só se justificará por razões históricas.

António Castelbranco (arquitecto) 

 

Em Abrantes - um concelho de peso do distrito de Santarém – a situação do património e da cultura deve ser vista de forma alargada e não apenas naquilo que nos vem à cabeça que geralmente é o património arquitectónico: o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Palácio da Ajuda, etc.  Com efeito, o património é muito mais do que peças de arquitectura, ou mesmo de cultura.  Eu diria que o conceito de património se pode dividir em pelo menos seis categorias. 

 

1. O Património Natural; 2. O Património Urbano; 3. O Património Arquitectónico do passado; 4. O Património Arquitectónico do Presente; 5. O Património Cultural; 6. O Património Humano: as pessoas. 

 

Seguindo a enumeração desta lista, vou dar a minha opinião sobre o ponto da situação e classificar cada um destes itens. 

 

1. O Património Natural: as agressões a este património são várias e vão desde a poluição das ribeiras, linhas de água e florestas, aos incêndios de verão.  Todavia, o que mais me preocupa é a questão do desordenamento do território, da excessiva pegada ecológica sobre um património que é frágil e do qual dependemos.  E também porque se trata de uma agressão disfarçada com a aparência de “progresso e desenvolvimento”, mas espalha-se pelo território, não tem retrocesso e é de difícil cura.  Não são conceitos fáceis de entender mas são questões fundamentais para a sustentabilidade e para a qualidade das nossas vidas e sobretudo daquelas que hão de vir.  Mas como diria um ministro do ambiente, “em Portugal, o ambiente tem poucos amigos”.  6 VALORES (sobre 20)

 

2. O Património Urbano: no que diz respeito aos centros históricos e, no caso de Abrantes (que é semelhante ao que se passa em outras cidades do distrito) tem havido algumas intervenções que têm, ao longo dos últimos anos, procurado fazer a valorização destas áreas. Porém, o facto de na generalidade estas terem sido intervenções estéticas e superficiais - isto é sem uma visão aprofundada dos problemas que afectam a sustentabilidade destas áreas - verificamos que o retorno destes investimentos é quase nulo. 11 VALORES

 

3. Em Abrantes, e quanto ao Património Arquitectónico do passado: podemos considerar que as peças mais importantes são a Igreja de São Vicente, a de São João, a Misericórdia, o castelo/fortaleza, todos estes monumentos se encontram em relativo bom estado e têm valor histórico, artístico e arquitectónico.  Mas não são suficientemente bem aproveitados. Porquanto os assaltos às igrejas têm forçado muitas delas a manterem as portas fechadas.  13 VALORES

 

4. O Património Arquitectónico do Presente (Séc. XX), a meu ver, uma das obras de arquitectura mais interessantes - na cidade de Abrantes - é o monumento ao Condestável Dom Nuno Álvares Pereira. 

 

Para além de a sua localização ser soberba, a obra humana - que ao longo dos séculos tem vindo a ser feita neste local - vem acentuar essa posição.  Com efeito, trata-se de um excelente exemplo de:

 

     a - Arquitectura moderna

     b -Integração dessa mesma arquitectura num espaço monumental e histórico

     c - Um trabalho de colaboração entre um arquitecto e um escultor de renome nacional

 

Todavia, a cidade de Abrantes e o Núcleo da Ordem dos Arquitectos não partilham da minha opinião, pois se assim fosse este monumento não estaria no estado de degradação acentuada em que se encontra.  8 VALORES 

 

1. O Património Cultural: no panorama cultural de Abrantes destacam-se 2 instituições a Galeria Municipal de Arte que tem feito um bom trabalho na organização de exposições e na divulgação de jovens artistas e dos seus trabalhos.  A biblioteca Municipal é outra magnífica peça do nosso património cultural, a qualidade do equipamento a organização e a riqueza dos conteúdos fazem da nossa biblioteca uma das melhores a nível nacional é pena que não funcione num horário alargado e, aos fins de semana.  10 VALORES

 

2. O Património Humano: (as pessoas) este é sem dúvida a parte mais importante do nosso património, pois é aquela que assegura o futuro e a própria existência do passado e portanto a viabilidade dos outros patrimónios. 

 

Por decisão e imposição do poder autárquico socialista foram construídos uma série equipamentos que - desbaratando os fundos europeus - supostamente aumentariam a oferta de actividades e permitiriam melhorar a qualidade de vida dos munícipes, porém constatamos uma tristeza profunda dos abrantinos e uma indiferença generalizada em relação aos assuntos que lhes dizem respeito que se manifesta também na fraca utilização destes mesmos equipamentos Mas mais grave ainda é o êxodo acentuado dos nossos jovens que conforme já se mencionou vai comprometer a sustentabilidade de todos estes patrimónios.  6 VALORES

 

Em resumo:

  1. O Património Natural                                      6
  2. O Património Urbano                                     11
  3. O Património Arquitectónico do passado           13
  4. O Património Arquitectónico do Presente            8
  5. O Património Cultural                                     10
  6. O Património humano: as pessoas                      6
  7. Total/Média          54 : 6 = 9 VALORES (sobre 20)

 

Conclusão: desta breve análise, constatamos 2 coisas:

 

     1º) que a metodologia aqui apresentada para classificar a situação do património em Abrantes é válida para analisar e classificar outros concelho dentro do nosso distrito de Santarém

 

     2º) que  a classificação média dos diferentes patrimónios tem nota negativa e que o Património Natural e o Património humano encontram-se em grandes dificuldades. Para inverter esta tendência vai ser necessária muita visão, coragem e imaginação. E acima de tudo uma urgente mudança de política no executivo da Câmara Municipal de Abrantes.