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COLUNA VERTICAL



Domingo, 22.09.13

À sombra da(s) oliveira(s)

Tonho e Manel.jpg

MANEL

Sabias que as brigas no PSD de Abrantes estão cada vez mais violentas?

TONHO

Atão n' havia de saber... Ainda esta semana vi a candidata numa cadeira de rodas.

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Domingo, 22.09.13

DOIS NEURÓNIOS NO CRÂNIO

Vasco Pulido Valente - Público de 22-9-2013

 

(...) O sr. Pedro Passos Coelho não percebeu, como qualquer pessoa com dois neurónios no crânio perceberia, que as línguas da Europa não passam hoje de idiomas locais, que ninguém usa e ninguém compreende. (...)


E, por outro lado, a chamada "globalização" da economia exigia uma língua franca, que foi inevitavelmente o inglês. O Governo do sr. Passos Coelho, que não pára de insistir na necessidade de aumentar o que Portugal exporta, que sonha com a "internacionalização" dos produtos portugueses e que vive da escassa confiança dos mercados financeiros da Alemanha, de Hong Kong ou de Londres, decidiu de repente poupar uns tostões em aulas de Inglês, enquanto mantinha a obrigatoriedade de disciplinas tão úteis como a do "Estudo do Meio" e de "Expressões artísticas: físico-motoras". O que o Governo e o dr. Passos Coelho precisavam era de um curso intensivo para diminuir rapidamente a sua iliteracia e lhes dar uma ideia aproximada do universo em que vivem.

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Domingo, 22.09.13

PALHA & TIGELADAS

O DISCURSO SOMBRIO

Eça Agora

 

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Domingo, 22.09.13

NADA DE ESPANTAR

Vasco Pulido Valente - Público de 21-9-2013


Joaquim Pedro Oliveira Martins (que não se parece nada com o neto ou trineto) foi o homem que melhor percebeu o Portugal da segunda metade do século XIX.  (...) 


Em 1851, no começo da maior expansão do capitalismo na Europa, as potências financeiras do tempo (a Inglaterra e a França) voltaram a ver em Portugal uma boa oportunidade "a explorar" e as bolsas, "passando a esponja do esquecimento" sobre as "bancarrotas" anteriores, "abriram os seus cofres". Em 40 anos, o nosso "Tesouro Público (...) conseguiu obter por empréstimo uma soma aproximada de 90 milhões esterlinos efectivos, em bom ouro". O resultado acabou por ser um "cenário", "que dava a Portugal a aparência de um país rico", "coalhado" de caminhos-de-ferro e também de estradas, com dois portos modernos, Lisboa e Leixões. E os governos iam garantindo a paz doméstica com o "comunismo burocrático", que vinha substituir o antigo "comunismo monacal": o Estado contratou "muitos milhares de funcionários, mais ou menos opiparamente prebendados", "a legião nova dos beneficiados de obras públicas" e centenas de concessionários", que rapidamente enriqueceram.


Infelizmente, não se podia viver "salariando a ociosidade" e "suprindo a escassez do trabalho interno com subsídios oficiais", à custa do dinheiro de fora. Portugal não se aguentaria, se continuasse a depender de "recursos estranhos ou anormais" e não do "fruto" da sua produção e economia. Isto "não era segredo para ninguém mediocremente instruído". E não se deve considerar o fontismo um erro, como não se deve considerar a política da II República um erro ou uma série de erros. Nos dois casos, a "fortuna enganadora" do país serviu a ambição e o interesse da elite que tomou conta do regime e de uma classe média ignorante, cretinizada pelos partidos. E quem se espantar que se espante primeiro de si.

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