Confúcio (frase) e Emanuel P. (foto)
A frase é de Confúcio (“Nunca irrites um homem paciente.”) e a foto da Bragança de Emanuel P.
As fotos da coluna lateral são de: João M. Horta (Abrantes), guizel (Arcos de Valdevez) e Ana Silva (Abadim).
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A frase é de Confúcio (“Nunca irrites um homem paciente.”) e a foto da Bragança de Emanuel P.
As fotos da coluna lateral são de: João M. Horta (Abrantes), guizel (Arcos de Valdevez) e Ana Silva (Abadim).
Depois de ter sido repetidamente violada, uma menina de 15 anos foi acusada de adultério pela lei Sharia.
Este é um julgamento cruel, degradante, desumano. E isso está longe de ser um caso isolado de acordo com a Amnistia Internacional.
O turismo representa mais de 25% do Produto Interno Bruto das Maldivas, 60% das divisas e 90% dos impostos cobrados pelo Estado.
As Maldivas é um destino turístico onde muitos casais vão passar a lua de mel e onde se vai para praticar o mergulho.
Mas não podemos tolerar esta justiça injusta!
ASSINE A PETIÇÃO (basta clicar sobre a foto)
«Indignado por esta decisão que pune a vítima de violação, eu prometo não ir fazer turismo às Maldivas, enquanto este tipo de sanções forem aplicadas.
Os autores de estupro devem ser reconhecidos e punidos como tal.»
No passado dia 23 de Maio, a AJAF – Associação Juventude Acção no Futuro, deslocou-se mais uma vez, ao Centro de Solidariedade Social da Freguesia do Souto, para desenvolver uma atividade ANIMOCENTRO, a qual mobilizou cerca de 18 utentes do centro. Esta é mais uma atividade do projeto “Juventude Ação na Solidariedade” 2014, promovido pela AJAF, com o apoio do programa FINABRANTES 2014.
Durante a manhã os/as utentes assistiram ao filme “O COSTA DO CASTELO”, um filme a preto e branco que relembra tempos antigos. Para além de proporcionarmos uma atividade diferente, pois levámos o cinema aos/às utentes, também quisemos adoçar as suas bocas com umas pipocas. Acreditamos que tenha sido um momento especial, pois alguns deles nunca foram ao cinema.
A melhoria da qualidade de vida dos/as nossos/as idosos/as é uma constante no nosso projeto, é através destas atividade que podemos proporcionar momentos de lazer, distração para este público-alvo que cada vez mais necessita de respostas sociais. O movimento local é bastante importante, para que em cooperação sejamos capazes de fazer felizes as nossas gentes.
Francisco Castro Rego - Público de 28-5-2014
Com a proximidade de eleições surgem sempre alguns políticos e comentadores a falar de um suposto “Arco da Governação”, da “Governabilidade”, ou do “Poder”, no qual se incluiriam apenas os partidos que têm tido responsabilidades de governo nos últimos tempos, como se a escolha de quem nos governa tivesse de ser condicionada e limitada.
Tivemos, de facto, uma história de 48 anos em que a escolha esteve condicionada a um só partido e, mesmo depois de 1975, foi necessária uma intervenção serena e corajosa de Melo Antunes para recordar que todos os partidos, incluindo o comunista, eram importantes para a construção da democracia. Não pode haver portanto, numa sociedade democrática como a nossa, o tal “Arco da Governação” constituído pelos partidos que “podem” estar no governo, em que estariam o meu PS, o PSD, e o CDS, como também não pode haver um “Arco da Contestação”, nesse caso constituído pelos partidos permanentemente “excluídos” do governo, o PCP e o BE, apesar de terem representação parlamentar! (...)
No passado dia 24 de Maio de 2014, a AJAF – Associação Juventude Acção no Futuro em parceria com a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Atalaia do Souto, promoveu na sede desta associação, uma Oficina Criativa “Caixa Decorativa”.
Esta é uma das atividades do projeto “Juventude Ação na Solidariedade” 2014, promovido pela AJAF, com o apoio do programa FINABRANTES 2014.
Esta atividade visou a aquisição e/ou melhoramento de competências na decoração de caixas de folha de madeira, com recurso à técnica francesa, através da aplicação de tecidos de forma criativa e original.
O desenvolvimento e transmissão de aprendizagens, é muito importante para a aprendizagem não formal dos públicos-alvo deste projeto, que no caso das oficinas criativas são crianças, jovens, adultos e idosos, permitindo também a intergeracionalidade, e entreajuda entre gerações.
Público de 27-5-2014
Farzana Iqbal, 25 anos, grávida de três meses, foi apedrejada até à morte por membros da sua família, incluindo o próprio pai, quando esperava para ser ouvida em tribunal esta terça-feira. A mulher é uma das várias centenas que morrem anualmente vítimas dos chamados “crimes de honra”. Neste caso, Farzana casou-se com um homem que não foi escolhido pela sua família. (...)
Este é um dos perto de mil casos de mortes que se registam todos os anos no Paquistão justificadas com a necessidade de honrar a família. Segundo o grupo activista pela defesa dos direitos humanos Aurat Foundation, o número de mulheres assassinadas pela própria família deverá ser superior, já que os casos registados foram todos reunidos com base em notícias.
O Governo paquistanês não tem quaisquer estatísticas sobre estes casos e são poucas as vezes em que chegam a tribunal. Quando chegam a uma sala de audiência, os processos prolongam-se durante meses ou mesmo anos. Mesmo que haja uma condenação, é raro que o acusado seja punido, porque a legislação do país permite à família da vítima perdoar o seu homicida. Na maioria dos casos, a mulher e o homicida têm uma relação familiar.
Alberto Gonçalves - DN de 18-5-2014
(...) Hoje, bebo apenas água porque gosto (..).Após esta introdução demonstrativa da minha pureza, posso afirmar com legitimidade que fiquei satisfeito perante o fracasso dos regulamentos que visavam vedar aos menores de 18 anos o consumo de bebidas "espirituosas" e aos menores de 16 o consumo de qualquer bebida alcoólica, incluindo, presumo, o anis escarchado. Há um ano, saiu a lei. Na semana passada, saiu a constatação do respectivo enxovalho: ao que parece, os meninos e as meninas arranjam sempre maneira de fintar o zelo estatal e acabar a noite de rastos. Ainda bem.
Por um lado, logo que não se aliviem à porta aqui de casa, é saudável que os meninos e as meninas gastem as figuras tristes na época propícia. (...).
Por outro lado, o principal é que a derrota da lei significa um revés nos esforços do Estado para velar por nós. Às vezes, é óptimo ver o zelo de quem manda deparar com o desprezo de quem obedece. Não fosse assim, e há muito estaríamos transformados em zombies eternamente abaixo da maioridade. Ou, o que é pior, nas abencerragens com "consciência cívica" que o Dr. Sampaio tanto reivindicava. Entre o respeito pela ASAE e o desrespeito pelo fígado, a escolha não custa. Nem espanta que, segundo as Estatísticas Mundiais de Saúde 2014, os portugueses acima dos 15 anos ocupem o 11.º posto no ranking dos alcoólatras da Terra. Brindemos a isso, com eventuais reticências. E com Luso, se não se importam.
O primeiro livro infantil publicado pela nossa querida amiga e ex-aluna Odete Canha, passado apenas meio ano, após a sua publicação, esgotou a primeira edição.
Neste momento, encontra-se já, no prelo, a 2ª edição.
É com grande orgulho que todos os seus amigos assistem ao sucesso (aliás, esperado) que A Borboleta Mágica está a ter junto das crianças...
Os nossos parabéns à autora e ficamos, desde já, a aguardar o próximo livro.
João Miguel Tavares - Público de 27-5-2014
(...) Não votar demonstra um certo conformismo, com certeza, e podemos lamentar a falta de participação cívica – mas significa invariavelmente que vivemos numa sociedade pacificada, em que nada de realmente fundamental se joga em cada eleição. Não ir votar é um gesto típico de uma democracia consolidada, em que nos podemos dar ao luxo de deixar nas mãos dos outros a decisão do voto, porque simplesmente temos a certeza de que o mais importante não está em causa. (...)
Eu não estou obviamente a dizer que não votar é sintoma de uma espectacular saúde democrática. É claro que é importante as pessoas não alienarem o seu voto. Mas convém ter a coragem para interpretar o que significa alguém ficar em casa ou ir para a praia, em vez de se dirigir a uma assembleia para votar. E o que tal significa, de facto, não se encaixa no discurso apocalíptico da oposição, nem no retrato do Portugal de 2014 como um território de gente devastada, nem sequer no argumentário sobre a “ilegitimidade” do actual Governo.
Que o actual Governo caiu em desgraça não parece haver grandes dúvidas. Em termos absolutos, a votação de PSD e CDS-PP despencou para um terço entre as legislativas de 2011 e as europeias de domingo. Os dois partidos tiveram acima de 2,8 milhões de votos em 2011, enquanto agora ficaram pouco acima dos 900 mil. É uma hecatombe. Só que o PS de 2011 (sim, o PS de José Sócrates) teve mais de 1,5 milhões de votos, enquanto o PS de Francisco Assis e António José Seguro teve pouco mais de um milhão, ou seja, a capacidade de mobilização da oposição para votar contra o Governo foi uma absoluta desgraça. Até um dos principais vencedores da noite – a CDU – teve menos votos em 2014 do que em 2011.
Claro que eu sei que a abstenção das europeias esteve 25 pontos percentuais acima da abstenção nas últimas legislativas. Mas isso não modifica o meu ponto: quando estamos no meio de uma crise sem precedentes e a coligação perdeu dois milhões de eleitores, nem PS, nem Bloco, nem sequer a CDU foram capazes de ir buscar mais um voto – um voto, sequer – aos partidos do Governo. É esta paralisia – e não a da abstenção – que nos deveria preocupar.