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COLUNA VERTICAL



Domingo, 10.08.14

Nem uma duvidazinha, João Miguel Tavares?

Agostinho Lopes - Público de 10-8-2014

(...) O pior é que os ditos contribuintes, o interesse nacional, já estão a “inchar”, forte e feio. Na exposição da CGD ao BES/GES de 300 (ou serão 540, de acordo com provisionamento feito a mando do BdP) milhões de euros? Quem vai pagar subsídios de desemprego aos trabalhadores do BES/GES que forem empurrados porta fora nas ditas e já anunciadas reestruturações? E as centenas de PME que falirem não serão contribuintes? A transformação da PT num apêndice de uma multinacional brasileira é do interesse nacional? Sem falar do défice orçamental no fim de 2014…

Mas haverá ainda algum santo (não os espíritos!) nesta terra, que depois de tudo o que foi dito, sobre a solidez, a solvabilidade, as almofadas, o “ring-fencing” etc etc do BES, acredite no milagre das rosas? (...)

Depois do BPN, do BCP, do BPP, do BANIF e agora do BES, teremos, então, que admitir que no dito sector há uma elevadíssima concentração de assaltantes de caneta… E explicar, como na UE de 2008 a 2012 foram gastos 4,5 biliões – 4,5 milhões de milhões - de euros do dinheirinho dos contribuintes para salvar accionistas da banca e poderosos…

Finalmente, sobre a “competência” das “instituições portuguesas e europeias”. Vou ali, e já venho…para ver se me explicam como é que com tanta competência, com tanta regulação e reguladores, houve tanta incompetência. Como é que sabendo, e sabiam, das desgraças em curso no BES e GES, há mais de um ano… deixaram correr o marfim. Competências destas, cada um toma as que quer!

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Domingo, 10.08.14

A ortografia nos diferentes países

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Domingo, 10.08.14

Partidos políticos: funcionamento e gestão

Joaquim Jorge - Público de 9-8-2014

(...) Li no jornal PÚBLICO que é premente rever o sistema político, a começar pela lei eleitoral, como forma de aproximação entre eleitos e eleitores, opiniões expressas por António Barreto e António Vitorino. Esta tentativa só pode ter êxito se começar pelo exemplo dos partidos. Qualquer eleição interna de um partido dever-se-ia reger pela lei eleitoral vigente para eleições nacionais; autárquicas; europeias e legislativas. Só assim, com total transparência, o comum dos cidadãos percebe e aceita este tipo de eleições. Os partidos são uma associação de cidadãos que pretendem obter o exercício e os benefícios do poder, porém a forma como ascendem na estrutura do seu partido não é, por vezes ou quase sempre, a mais consentânea com princípios democráticos. A política, quer partidária quer pública, exige o exemplo como mote para se poder acreditar nalguma coisa. (...) A democracia começa de baixo para cima, e não de cima para baixo.

Há corrupção, falta de transparência e vitalidade democrática e isso leva a que se olhe com desconfiança, de soslaio, que haja indiferença e desprezo pela política e seus agentes (partidos e dirigentes). Esta é a realidade e não se pode escamotear. O desdém da política, pela falta de compromisso e respeito pelos outros, leva a maioria dos cidadãos a pensar que é uma perda de tempo e que todos os políticos não são confiáveis e são na maioria corruptos. Esta atitude cínica a que se chega é perigosa para o futuro da democracia e da liberdade.

O formato convencional de funcionamento dos partidos perdeu presença no tecido social, debilitou os laços com os eleitores e limitou-se a actuar em meios institucionais olhando sempre para o horizonte eleitoral. Porém, à sua volta, tudo está a mudar. Os grandes partidos perderam funcionalidade, qualidade representativa e são vistos mais como parte do problema do que parte da solução.

O problema de fundo é que os partidos, na sua versão standard, são organizações anacrónicas em relação a um modelo de democracia que não pode limitar-se a uma versão exígua de representação mas também não pode tolerar falcatruas e jogos baixos na sua militância. Os cidadãos reclamam mais voz e presença nos assuntos públicos, mas também dentro dos partidos, menos hierarquia e rigidez, mais diálogo e participação, menos slogans e meias verdades, mais transparência e eleições limpas.

Neste momento, no PS, a hora é dos militantes e simpatizantes com transparência e correcção para poderem ascender, um dia, ao poder e ao governo. Uma das maiores debilidades da democracia é a distância entre cidadãos e a política, culpa dos dirigentes partidários e da sua forma de actuar dentro deles. As bandeiras de um partido político devem passar por maior transparência, proximidade, informação e representatividade.

Uma das formas de mudar o sistema político não passaria somente pela alteração da lei eleitoral mas pela organização, gestão e funcionamento dos partidos. Só deste modo se recuperaria a confiança dos cidadãos.

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Domingo, 10.08.14

Stephen Hawking (frase) e Manuel Vinagre (foto)

A frase é de Stephen Hawking ("Reparei que mesmo aqueles que dizem que tudo está predestinado olham para os dois lados antes de atravessar a estrada) e as fotos do Douro são da autoria de Manuel Vinagre (cabeçalho), Iñigo Silanes, Mário Castro e Rui Pires (coluna lateral).

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