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COLUNA VERTICAL



Sábado, 30.08.14

AJAF promove descida de canoagem no rio Tejo

 

 

No âmbito do projeto “Juventude Ação na Solidariedade” 2014 promovido pela AJAF - Associação Juventude Acção no Futuro, com o apoio do programa FINABRANTES, realizou-se no passado dia 24 de Agosto de 2014, uma descida de canoagem no rio Tejo.

Inicialmente a descida era para decorrer no rio Zêzere, iniciando na Barragem de Castelo de Bode e terminando em Constância, porém devido à insuficiência de água a descida foi realizada num percurso de Constância até Tancos, no rio Tejo.

Durante o percurso os/as participantes puderam não só conviver como também observar a fauna e flora que as paisagens do rio Tejo lhes proporcionam, assim como apreciar o Castelo de Almourol. Todos/as adoraram esta experiência e esperam que se proporcionem outras mais.

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Sábado, 30.08.14

As reuniões de jovens pelo Facebook e a outra pobreza

Pedro Afonso - Público de 29-8-2014

(...) O que pensam estes jovens? Uma grande parte destes jovens pensam essencialmente num assunto: o presente. A satisfação dos desejos imediatos, encontra-se muito ligada à cultura consumista e hedonista. A preocupação está muitas vezes em obter o último gadget ou a roupa da moda. Mas não existe propriamente um comportamento desviante nisto, pois todos nós somos um pouco assim. O problema reside na incapacidade que muitos destes jovens têm em planear o futuro e adiar a gratificação. Esforçar-se hoje para ser recompensado amanhã. Esta é uma característica fundamental para se transitar de uma personalidade imatura para uma personalidade matura. Infelizmente, muitos não são ajudados, nem motivados, para adquirirem esta importante competência social.

O que sentem estes jovens? Por experiência profissional posso afirmar que muitos destes jovens sentem falta de amor, pois têm graves carências afectivas. Dentro de si próprios persiste um enorme sentimento de revolta e rancor. Por vezes mistura-se ainda um sentimento crónico de vazio interior. Assim, basta um pequeno rastilho para surgir a agressividade e a violência. Mas o problema também tem outra dimensão. A nossa sociedade tem promovido nos últimos anos, junto dos jovens, uma cultura afectiva epidérmica, superficial, onde tudo é sexualizado e erotizado. Por esse motivo, nota-se um autêntico analfabetismo emocional, bem visível pelo fato de atualmente muitos jovens não disporem sequer de um vocabulário diversificado para expressarem as suas emoções. Tudo se resume ao “gosto”, “não gosto”, “desejo-te”, “já não significas nada para mim”. Para os mais desatentos, bastará assistir a alguns reality shows para se comprovar este fenómeno que não é mais do que a promoção da estupidificação afetiva da sociedade.

Uma boa adaptação social obriga a que possamos compreender os nossos sentimentos. As nossas emoções também se pensam e isso é essencial para o autocontrolo, tão útil na nossa vida. Sem autocontrolo não somos verdadeiramente pessoas livres, já que ficamos escravos das nossas emoções. É nesta base que assenta o conceito de inteligência emocional e que pode ser desenvolvido em qualquer um de nós.

As expectativas sobre a vida de vários destes jovens são muito baixas e a sua existência está frequentemente centrada no aqui e agora. Se perguntarmos a alguns deles qual é o seu projeto de vida, a resposta habitual é o silêncio. Se insistirmos na pergunta, a reposta surge num tom enfadado: “nunca pensei muito sobre isso”. Esta é a maior pobreza: ser jovem e não conseguir pensar no futuro.

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Sábado, 30.08.14

Assine a petição, clicando sobre a foto

Petição contra o fim dos brasões coloniais na Praça do Império

Observador de 29-8-2014

Uma petição online lançada pela Associação de Defesa do Património de Lisboa (ADPLx) contra a não recuperação dos brasões em arbusto relativos às ex-colónias portuguesas na Praça do Império, em Belém, já reuniu mais de 700 assinaturas. Às 19h30 desta sexta-feira, eram 757 as pessoas que já tinham dado o seu apoio à “Preservação do jardim da Praça do Império”, o nome da petição, onde se acusa o vereador Sá Fernandes de querer “descaracterizar um dos espaços mais visitados de Lisboa, que pertence ao povo português e, em particular, aos munícipes da cidade”.

A petição foi lançada pela ADPLx em simultâneo com a convocatória para uma manifestação no local, esta quinta-feira, ao fim da tarde. No protesto estiveram presentes cerca de cinquenta pessoas que fizeram uma limpeza de ervas daninhas dos brasões em causa. (...)

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Sábado, 30.08.14

Os eleitores do PAC (Partido do Arco da Governação)

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