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COLUNA VERTICAL



Terça-feira, 07.07.15

Assembleia Municipal de 26-6-2015 (I)

APROVAÇÃO DA ACTA DA SESSÃO DO 25 DE ABRIL

Declaração do deputado municipal do BE

BE 2.jpg

 

É com enorme apreensão que constatamos que esta acta não resume as intervenções ocorridas no dia 25 de Abril. Faltam as intervenções do sr. Bacelar Gouveia, da Sra Presidente do executivo Municipal, do Sr Presidente desta Assembleia e das bancadas parlamentares.

Aliás, embora as opções de cada bancada a ela diz e só a ela diz respeito, entendemos que o envio das intervenções, para os serviços administrativos desta Assembleia, facilitaria o trabalho de transcrição das mesmas.

No entanto, o não envio pelas bancadas parlamentares das referidas intervenções, não é razão para que não seja feito o resumo da sessão pelos serviços competentes.

Como acreditamos que o trabalho desenvolvido nesta assembleia é de vital importância para este Concelho e fará parte integrante da memória politica deste órgão, o facto de não ficar registado essas intervenções, será uma lacuna imperdoável na história deste concelho pois qualquer cidadão, instituição ou entidade que queira consultar o arquivo da Assembleia Municipal de Abrantes, seja por mera curiosidade, para trabalho académico ou outrem, deparará com um vazio do qual o Bloco de Esquerda não quererá ser responsabilizado.

Se as intervenções não forem incluídas nesta acta, votaremos contra.

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Nota: A acta foi retirada pelo presidente da Assembleia e será aprovada posteriormente.

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Terça-feira, 07.07.15

"Chinelos de Verão” em Martinchel

Chinelos de verão.jpg

Com a entrada do Verão, a ACLAMA - Associação Cultural os Amigos de Martinchel, em parceria com a Espaço Vida - Associação de Desenvolvimento Comunitário da Abrançalha de Baixo, promoveu no passado dia 4 de Julho, o 3º Workshop Temático “Chinelos de Verão”, que teve lugar no ECOMUSEU pelas 15h00, e que contou com 12 participantes.

Atividade integrada no projeto “Martinchel Acolhe”, cofinanciado pelo programa FINABRANTES, com a duração de cerca de 3 horas, que permitiu às participantes, o desenvolvimento e/ou adquisição de técnicas, para decoração de chinelos, tornando-os mais apelativos e bonitos.

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Terça-feira, 07.07.15

O “Estado Novo” da ortografia

Octávio dos Santos - Público de 4-7-2015

(...) Já não restam quaisquer dúvidas… e, aliás, antes, nunca houve muitas: o AO90 não tem, não traz, quaisquer benefícios, melhorias, utilidades, vantagens; e causa dificuldades e problemas que previamente não existiam. Tudo o que se prometeu ou era uma mentira ou uma previsão (muito) optimista que não se concretizou: não só não há “unificação” como há cada vez mais confusão e separação; continuam a ser feitas diferentes edições de livros consoante o(s) país(es), e filmes portugueses  continuam a ser legendados quando exibidos do outro lado do Atlântico – como “Os Maias”, cujo realizador, João Botelho, disse que foi “para que as pessoas possam entender; somos países irmãos, mas com uma língua diferente” (não, a língua não é diferente, mas o vocabulário sim, o que torna inviável qualquer tentativa de “unificação”); a língua portuguesa não ficou mais prestigiada internacionalmente, e tanto assim é que a FIFA, após o Campeonato do Mundo de Futebol no Brasil em 2014, eliminou a versão “lusófona” do seu sítio na Internet. Em última análise, o AO90 acontece(u) apenas para alimentar o enorme ego, a vil vaidade, dos acima citados “cavaleiros” e dos seus “escudeiros”, da minoria de uma minoria, que querem poder gabar-se, como obra das suas vidas, de terem deixado a sua marca na ortografia, por mais arbitrária, ilógica e ridícula que essa marca seja. Mas é este um motivo suficiente para que toda uma nação, e o seu passado, presente e futuro, sejam prejudicados?

Portugal é neste momento o único país que de facto, pela força, pela prepotência do Estado, impôs a utilização oficial do AO90; mas ilegalmente, porque leis nacionais e internacionais foram desrespeitadas, e ilegitimamente, porque não houve um mandato para se proceder a uma mudança tão drástica num elemento essencial da identidade nacional. Pelo que o nosso país voltou a estar, não tanto “orgulhosamente só” mas mais, na verdade, vergonhosamente só. Solitário, isolado, no âmbito da Europa, da União Europeia, que se vangloria da multiplicidade linguística; em todos os outros países que a integram, vários dos quais (ab)usam (d)o “ph”, nunca se procedeu a qualquer alteração “revolucionária” deste género. O nosso país não saiu da moeda única mas, com o AO90, saiu dos costumes e das normas culturais que caracterizam as nações civilizadas do Velho Continente, do Ocidente. Essas nações partilham uma herança milenar que tem como dois valores maiores o Grego e o Latim, idiomas que o Ministério da Educação e Ciência anunciou em 2015 querer expandir no ensino nacional, e que representam, tal como o Inglês recentemente alargado ao primeiro ciclo, refutações totais das causas, características e consequências da alegada “uniformização” ortográfica; enfim, são iniciativas que demonstram o desnorte que grassa no Nº 107 da Avenida 5 de Outubro em Lisboa (e não só), onde Nuno Crato, autor do livro “O “Eduquês” em Discurso Directo – Uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista”, é actualmente e “diretamente” o (incapaz) “capataz” da forma mais extrema de “”eduquês” construtivista” - o “acordês”.

Com o AO90 não há “evolução”, “modernização” e “progresso”, conceitos que os seus (poucos) convictos defensores constantemente apregoam mas cujos significados não entendem realmente; pelo contrário, há sim um retrocesso para antes de 1986… e de 1974.

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