Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

COLUNA VERTICAL



Quarta-feira, 08.07.15

Assembleia Municipal de 26-6-2015 (IV)

INFORMAÇÃO ANEXA ÀS FACTURAS DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS

Declaração do deputado municipal do BE

BE 2.jpg

 

Está a ser ou foi distribuída informação com as facturas dos Serviços Municipalizados não directamente ligada, sem que a mesma tenha sido requerida pelos munícipes e sem que lhes seja dada opção para não receber a mesma informação que não pediram.

Parece uma prática de propaganda abusiva, não adequada e que urge terminar.

Propõe-se, futuramente, o não envio da referida informação ou outra que não seja do âmbito das actividades que a factura abrange, a não ser que a mesma seja solicitada ou os clientes tenham sido consultados, previamente, para esse efeito.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 08.07.15

Assembleia Municipal de 26-6-2015 (III)

CÂMARAS DE VIDEOVIGILÂNCIA NO TECNOPOLO

Pedido de esclarecimento do deputado municipal do BE

BE 2.jpg

 

Chegou ao nosso conhecimento que foram instaladas várias Câmaras de video-vigilancia em vários pontos do perímetro do “Tecnopólo”, algumas são fixas e outras móveis, com captação a 360 graus. Este assunto levanta algumas questões sobre o direito à privacidade de quem passa nas vias públicas confinantes, pois os ângulos das câmaras fixas permitem a captação de imagem das mesmas, assim como pela sua natureza, as câmaras rotativas não terão qualquer dificuldade no mesmo efeito, pelo que perguntamos: 

1) O sistema já está em funcionamento?

2) Quais as medidas tomadas para salvaguardar o direito à privacidade de quem passa no fora do perímetro vigiado?

3) Já foi feita a notificação à Comissão Nacional de Protecção de Dados?

4) Vai proceder-se à gravação de imagens ou só visualização em tempo real e quem o fará?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 08.07.15

Assembleia Municipal de 26-6-2015 (II)

ACTA DA ASSEMBLEIA DE 29 DE ABRIL

Declaração do deputado municipal do BE

BE 2.jpg

 

É com enorme apreensão que constatamos que esta acta não resume certas intervenções ocorridas no dia 29 de Abril.

Falta o resumo da intervenção do Sr Presidente da União das Freguesias de S. Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, o que achamos estranho pois o Sr. Presidente faz uma intervenção, no nosso entender, relevante pois afirma que a oposição não valoriza o complexo do Aquapólis, quando até em países longínquos este é valorizado e que a oposição só tem interesse em denegrir pois a importância que dá a esta obra é a de trazer câmaras ao açude insuflável para mostrar a infeliz ocorrência do dia 3 de Abril de 2015. Também corrobou com as explicações do executivo municipal ao atribuir a mortandade de peixes ao baixo nível do caudal e ao afirmar que as comportas do açude estavam em baixo por causa das obras na ponte rodoviária. Referiu ainda que o seu interesse era o interesse da população.

A esta intervenção, o deputado do Bloco de Esquerda, respondeu que todos lutavam pelo interesse das populações; que os peixes morreram, não devido ao baixo nível do caudal, mais sim por causa de uma comporta da escada passa peixe estar fechada como declarações públicas de um cidadão o confirmavam e que as comportas do açude estavam em baixo por outra razão e não a pedido das Estradas de Portugal, E.P pois só a 8 de Abril esta empresa tinha entrado em contacto com a Câmara de Abrantes, como uma carta a ser apresentada por outra bancada assim o provaria, o que veio a acontecer.

Também falta o resumo da intervenção do deputado do BE, onde este, em resposta à Sra Presidente do executivo Municipal, afirma que não admite ser pressionado, que nunca acusou ninguém desta Assembleia de corrupção como o documento que leu, e que tem em suas mãos o prova e que a gravação desta sessão pode ser utilizada como a Sra Presidente entender.

Reafirmamos que o trabalho desenvolvido nesta assembleia é de vital importância e que a não inclusão dos registos acima referidos será uma lacuna grave com a qual o Bloco de Esquerda não concordará e votará contra a aprovação desta acta.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Terça-feira, 07.07.15

Assembleia Municipal de 26-6-2015 (I)

APROVAÇÃO DA ACTA DA SESSÃO DO 25 DE ABRIL

Declaração do deputado municipal do BE

BE 2.jpg

 

É com enorme apreensão que constatamos que esta acta não resume as intervenções ocorridas no dia 25 de Abril. Faltam as intervenções do sr. Bacelar Gouveia, da Sra Presidente do executivo Municipal, do Sr Presidente desta Assembleia e das bancadas parlamentares.

Aliás, embora as opções de cada bancada a ela diz e só a ela diz respeito, entendemos que o envio das intervenções, para os serviços administrativos desta Assembleia, facilitaria o trabalho de transcrição das mesmas.

No entanto, o não envio pelas bancadas parlamentares das referidas intervenções, não é razão para que não seja feito o resumo da sessão pelos serviços competentes.

Como acreditamos que o trabalho desenvolvido nesta assembleia é de vital importância para este Concelho e fará parte integrante da memória politica deste órgão, o facto de não ficar registado essas intervenções, será uma lacuna imperdoável na história deste concelho pois qualquer cidadão, instituição ou entidade que queira consultar o arquivo da Assembleia Municipal de Abrantes, seja por mera curiosidade, para trabalho académico ou outrem, deparará com um vazio do qual o Bloco de Esquerda não quererá ser responsabilizado.

Se as intervenções não forem incluídas nesta acta, votaremos contra.

-------------------------------

Nota: A acta foi retirada pelo presidente da Assembleia e será aprovada posteriormente.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Terça-feira, 07.07.15

"Chinelos de Verão” em Martinchel

Chinelos de verão.jpg

Com a entrada do Verão, a ACLAMA - Associação Cultural os Amigos de Martinchel, em parceria com a Espaço Vida - Associação de Desenvolvimento Comunitário da Abrançalha de Baixo, promoveu no passado dia 4 de Julho, o 3º Workshop Temático “Chinelos de Verão”, que teve lugar no ECOMUSEU pelas 15h00, e que contou com 12 participantes.

Atividade integrada no projeto “Martinchel Acolhe”, cofinanciado pelo programa FINABRANTES, com a duração de cerca de 3 horas, que permitiu às participantes, o desenvolvimento e/ou adquisição de técnicas, para decoração de chinelos, tornando-os mais apelativos e bonitos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Terça-feira, 07.07.15

O “Estado Novo” da ortografia

Octávio dos Santos - Público de 4-7-2015

(...) Já não restam quaisquer dúvidas… e, aliás, antes, nunca houve muitas: o AO90 não tem, não traz, quaisquer benefícios, melhorias, utilidades, vantagens; e causa dificuldades e problemas que previamente não existiam. Tudo o que se prometeu ou era uma mentira ou uma previsão (muito) optimista que não se concretizou: não só não há “unificação” como há cada vez mais confusão e separação; continuam a ser feitas diferentes edições de livros consoante o(s) país(es), e filmes portugueses  continuam a ser legendados quando exibidos do outro lado do Atlântico – como “Os Maias”, cujo realizador, João Botelho, disse que foi “para que as pessoas possam entender; somos países irmãos, mas com uma língua diferente” (não, a língua não é diferente, mas o vocabulário sim, o que torna inviável qualquer tentativa de “unificação”); a língua portuguesa não ficou mais prestigiada internacionalmente, e tanto assim é que a FIFA, após o Campeonato do Mundo de Futebol no Brasil em 2014, eliminou a versão “lusófona” do seu sítio na Internet. Em última análise, o AO90 acontece(u) apenas para alimentar o enorme ego, a vil vaidade, dos acima citados “cavaleiros” e dos seus “escudeiros”, da minoria de uma minoria, que querem poder gabar-se, como obra das suas vidas, de terem deixado a sua marca na ortografia, por mais arbitrária, ilógica e ridícula que essa marca seja. Mas é este um motivo suficiente para que toda uma nação, e o seu passado, presente e futuro, sejam prejudicados?

Portugal é neste momento o único país que de facto, pela força, pela prepotência do Estado, impôs a utilização oficial do AO90; mas ilegalmente, porque leis nacionais e internacionais foram desrespeitadas, e ilegitimamente, porque não houve um mandato para se proceder a uma mudança tão drástica num elemento essencial da identidade nacional. Pelo que o nosso país voltou a estar, não tanto “orgulhosamente só” mas mais, na verdade, vergonhosamente só. Solitário, isolado, no âmbito da Europa, da União Europeia, que se vangloria da multiplicidade linguística; em todos os outros países que a integram, vários dos quais (ab)usam (d)o “ph”, nunca se procedeu a qualquer alteração “revolucionária” deste género. O nosso país não saiu da moeda única mas, com o AO90, saiu dos costumes e das normas culturais que caracterizam as nações civilizadas do Velho Continente, do Ocidente. Essas nações partilham uma herança milenar que tem como dois valores maiores o Grego e o Latim, idiomas que o Ministério da Educação e Ciência anunciou em 2015 querer expandir no ensino nacional, e que representam, tal como o Inglês recentemente alargado ao primeiro ciclo, refutações totais das causas, características e consequências da alegada “uniformização” ortográfica; enfim, são iniciativas que demonstram o desnorte que grassa no Nº 107 da Avenida 5 de Outubro em Lisboa (e não só), onde Nuno Crato, autor do livro “O “Eduquês” em Discurso Directo – Uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista”, é actualmente e “diretamente” o (incapaz) “capataz” da forma mais extrema de “”eduquês” construtivista” - o “acordês”.

Com o AO90 não há “evolução”, “modernização” e “progresso”, conceitos que os seus (poucos) convictos defensores constantemente apregoam mas cujos significados não entendem realmente; pelo contrário, há sim um retrocesso para antes de 1986… e de 1974.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Segunda-feira, 06.07.15

O sistema bancário, o Governo e o Povo

Sistema_Banc_rio_Governo_Povo.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

Segunda-feira, 06.07.15

Obrigado, Grécia!

Vitor Belanciano - Público de 5-7-2015

(...) Na Europa operou-se uma perigosa inversão de valores que subordina a solidariedade aos egoísmos nacionais e à concorrência desenfreada. A finança converteu-se na única narrativa europeia o que é inaceitável para países que podem deter uma economia mais fragilizada, mas que são capazes de gerar riqueza a tantos outros níveis e da qual todos acabam por beneficiar — seja através da cultura, do conhecimento ou do saber. (...)

Pode-se ser simplista e resumir tudo a uma questão de mercearia — alguém gastou mais do que tinha, endividou-se, e como tal deve pagar aos credores e não se fala mais disso. Mas também se pode usar a lógica. Sabe-se que a Grécia tem responsabilidades, mas que foi no quadro da União Europeia, adoptando as suas políticas e directivas, sendo inclusive motivada a fazê-lo, para além dos posteriores e nefastos curativos, que a sua situação concreta se foi agravando. Há por isso responsabilidades partilhadas.

Outro mérito não tivesse a acção dos últimos meses do governo grego expôs a ferida, mostrando que independentemente das menores ou maiores responsabilidades locais, existem questões políticas estruturais que apenas no quadro europeu podem ser solucionadas. Hoje é claro que a zona euro foi mal concebida e que foi sendo construída uma União Europeia baseada apenas na interdependência financeira e não política.

Para adicionar complexidade temos um modelo capitalista que dá mostras de limitações, ou pelo menos vai adquirindo cada vez mais formas perversas e desreguláveis que têm de ser repensadas. Nada que não tivéssemos ouvido ao longo dos últimos anos, desde o irromper da crise financeira, da boca de economistas independentes, pensadores progressistas ou políticos desalinhados, mas ninguém lhes deu ouvidos.

A acção do governo grego, para lá de quaisquer motivações ideológicas, colocou isso a nu. Mostrou-nos a verdadeira face da actual União Europeia. Hoje é claro que existem duas Europas e que os países mais fortalecidos economicamente não só não querem caminhar ao ritmo dos mais lentos, como não se importam de o fazer ao seu revés, o que também não se entende, porque há interdependência. Percebeu-se o desnorte, a ausência de soluções, os insondáveis jogos de bastidores e a insistência na austeridade, como se por si só essa pudesse ser a solução seja do que for. É claro que o governo grego também cometeu erros e não está isento de censura aqui e ali, mas com a desproporção de forças e a intoxicação da opinião pública outra coisa não se poderia imaginar.

Aconteça o que acontecer hoje, e nos próximos dias, aquilo que a questão grega mostrou é que esta Europa tem que mudar. É verdade que não existe transformação sem alguma dose de risco, mas o maior perigo neste momento é não haver mudança. O que a acção do governo grego expôs é que, mais do que as dívidas, é a qualidade da democracia e o caminho que a Europa deseja seguir no futuro próximo que está em causa. O que vier a acontecer agora é decisivo. Seria um erro colossal pensar que os gregos é que estão mal, que nós por cá nos vamos aguentando. Os gregos já fizeram imenso, expondo a situação. Devemos-lhe isso. Agora deveria ser com a opinião pública de toda a Europa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo, 05.07.15

A Grécia, o Euro e a União

Santana-Maia Leonardo - Nova Aliança

0 SM 1.jpg

O euro pressupõe necessariamente uma cidadania europeia. Acontece que os europeus não só ainda não interiorizaram isso como continuam a cavar, cada vez mais fundo, as clivagens e as rivalidades entre povos e países.

Se a União Europeia continuar a agir como uma Associação de Municípios em que cada um puxa a brasa à sua sardinha, mais vale acabar de vez com esta brincadeira antes que alguém se aleije. Ou bem que somos uma União e agimos como tal ou, no caso de sermos uma Desunião, cada um deve seguir o seu caminho.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sexta-feira, 03.07.15

O plano de resgate

bank-on-fire-cartoon-firemen.gif

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quinta-feira, 02.07.15

Porque é que todos os humoristas da rádio e da televisão são de esquerda?

Rui Ramos - Observador de 5-5-2015

(...) Porque é que, quando tratam de política, os humoristas da rádio e da televisão parecem ser todos de esquerda? Porque é que não existem humoristas à direita?

A pergunta vale para a Grã-Bretanha e para os EUA, como poderia valer para Portugal. Há umas semanas, quando o Observador teve o atrevimento de debater a Constituição, ficou mais uma vez à mostra a regulamentação política do piadismo rádio-televisivo: pode-se gozar com Cavaco Silva, mas não com Francisco Louçã; fica bem atacar as “tias” de Cascais, mas jamais as “figuras” da cultura; é meritório desmontar a austeridade, mas nunca duvidar do despesismo; vale tudo contra os católicos, mas nada contra os jihadistas; e, claro, a Constituição não é para rir. (...) 

É preciso considerar outras razões. Em primeiro lugar, as vantagens que uma máscara de esquerdismo tem para um humorista. A história já célebre de Justine Sacco, a directora de relações públicas de uma das maiores empresas americanas da internet, a IAC/InterActivCorp, demonstra os riscos do humor sem uma boa caução de esquerda. Em 2013, antes de embarcar num voo para a África do Sul, Sacco passou uma última vez pelo Twitter: “Vou para África. Espero não apanhar Sida. Claro que não: sou branca!” A piada caiu no radar de um activista das rede sociais, que logo mobilizou uma gigantesca bola de neve de raiva digital, e conseguiu forçar a IAC a despedir Sacco. O mais patético de toda a história é que Sacco estava apenas a permitir-se um pouco de humor anti-racista, em função aliás dos seus antecedentes (a família, na África do Sul, estivera ao lado do ANC contra o apartheid). Só que ela não era conhecida como activista de esquerda, mas apenas como directora de uma grande empresa.

Dita por Russel Brand ou Jon Stewart, a piada de Sacco teria sido devidamente apreciada. Porque – e é esse o sentido do politicamente correcto – o que interessa não é o que se diz, mas o que é, ou melhor, o que pretende ser quem o diz. (...)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 01.07.15

EM PORTALEGRE: dia 11 de Julho às 21H30

A minha comunicação vai ter o seguinte título: "PORTALEGRE - CIDADE MÁRTIR DOS FUNDAMENTALISTAS DA CIDADE ESTADO". 

cartaz_ztalks_bmp.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 01.07.15

Coimbra tem mais encanto na hora da despedida!

1.jpg

A apresentação do livro "A Terra de Ninguém" na Livraria Bertrand em Coimbra tinha todos os ingredientes para ser um sucesso e foi precisamente aquela que, até agora, ficou aquém das minhas expectativas.

Por um lado, a Livraria Bertrand, o Conselho Distrital de Coimbra da Ordem dos Advogados e os jornais de Coimbra onde fui ou sou colaborador (Diário As Beiras, Diário de Coimbra e O Despertar) fizeram uma excelente divulgação, por outro lado, foi a apresentação onde contei com o orador mais mediático (Dr. Marinho e Pinto).

No entanto, o resultado final não foi brilhante, uma vez que apenas se conseguiu mobilizar 21 pessoas.

Em condições normais, nem era de estranhar, mas tendo em conta o apresentador e a divulgação feita, sempre esperei que fosse possível mobolizar mais gente, mesmo num sábado de verão e com muitas festas em Coimbra. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pág. 3/3



Perfil

SML 1b.jpg



Visitantes


Pesquisar

Pesquisar no Blog  

Quimeras


Alma, Eléctrico!


Livros

Capa - 3ª Edição.jpg

Capa - Frente.jpg

Capa Bocage.jpg 

Capa.jpg 

Eléctrico - Um Clube com Alma.jpg

Mistério Sant Quat (I).jpg


Livros-vídeo


eBooks




calendário

Julho 2015

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D