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COLUNA VERTICAL

"A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras.." (Aristóteles)

COLUNA VERTICAL

"A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras.." (Aristóteles)

1.jpgMilton Friedman foi um economista americano que venceu, em 1976, o prémio Nobel da Economia, tendo sido consultor do presidente republicano Ronald Reagan e da primeira-ministra britânica conservadora Margaret Thatcher.

A sua filosofia política exaltava as virtudes de um sistema económico de livre mercado com intervenção mínima.´Deixo-vos aqui alguns das seus pensamentos:

«Nunca te pese na consciência prejudicar o Estado, porque o dinheiro é sempre melhor utilizado por ti do que por ele.»  

«Em democracia as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar.»

«O dinheiro público é o dinheiro que o Governo tira dos que não podem escapar e dá aos que escapam sempre.»

«Crer na fatalidade é criá-la.»

«Uma sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade acaba por ficar sem nenhuma delas, ao passo que uma sociedade que coloca a liberdade à frente da igualdade acaba por ter um grau mais elevado de ambas.»

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Se António Costa ainda não acredita na Nossa Senhora de Fátima, o que é preciso ela fazer mais para ele acreditar?

Perdeu as eleições e conseguiu formar Governo com dois partidos anti-europeístas, não só cumprindo mas superando todas as metas impostas por Bruxelas.

No ano passado, Portugal ganhou o Campeonato da Europa à França, em Paris, sem Ronaldo e com um golo de Éder.

Agora, no dia do centenário de Fátima, Portugal ganha o concurso da Eurovisão, o que nem por milagre parecia possível de acontecer.

Se nem mesmo assim o homem acredita em Fátima... Até eu já começo a acreditar!

Santana-Maia Leonardo

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Apesar do modelo económico da esquerda revolucionária ter ruído com o muro de Berlim, a verdade é que a esquerda conseguiu capturar culturalmente o sistema capitalista. Com efeito, é hoje a esquerda que domina culturalmente o mundo ocidental, impondo a ditadura do politicamente correcto e procurando inibir quem discorda dos seus dogmas com o mesmo método de rotulagem que era usado pelo anterior regime.

Antes do 25 de Abril, quem se atrevesse a discordar ou a questionar algum dos dogmas do regime era logo catologado de «comunista». Hoje quem se atreve a questionar algum dos dogmas da esquerda bem pensante é logo rotulado de conservador, reaccionário ou de direita.

Ora, eu rejeito terminantemente esta divisão do mundo entre bons (esquerda) e maus (direita). No entanto, de uma coisa tenho hoje a certeza. Não sou crente, mas prefiro o mundo criado pelo Deus em que a direita acredita do que o mundo governado pelo Deus que a esquerda julga que é.

O Deus em que a direita acredita é um deus de rosto humano, que aceita o homem como um ser imperfeito, com as suas limitações e fraquezas. Pelo contrário, o Deus que a esquerda julga que é, é um deus arrogante, persecutório e prepotente para quem o ser humano é uma espécie de máquina destinada a ser programada de acordo com as suas taras e manias.

A forma como esta esquerda bem pensante quer regulamentar e regular a nossa vida, ao mais ínfimo pormenor, impondo o que comemos, bebemos, fazemos e pensamos é absolutamente revoltante e aviltante da natureza humana. Odeio esta esquerda fascista e fascizante que partiu o eixo da roda da civilização ocidental, construído e alicerçado nos valores judaico-cristãos, desorganizando e desequilibrando, consequentemente, o sistema capitalista e transformando-o num sistema irracional e selvagem.

10 Mai, 2017

Alma até Almeida!

Santana-Maia Leonardo Rede Regional de 13-5-2017

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Não há, em todo o espectro político, um único partido que não defenda o nosso modelo de desenvolvimento assente na Cidade Estado grega, o que, aliás, está totalmente de acordo com o sentir da esmagadora maioria do povo português. Lisboa é Portugal e o resto é paisagem. Até no futebol, os clubes de Lisboa assumem o seu carácter nacional, esvaziando o país e transformando os clubes de província em capelinhas onde os clubes de Lisboa vão celebrar missa de vez em quando.

É, por isso, absolutamente natural que a nova administração da Caixa Geral dos Depósitos, em perfeita sintonia com o modelo de desenvolvimento livremente escolhido pelos portugueses e que, de resto, está já inscrito no seu ADN, decida encerrar balcões no interior do país, designadamente o balcão de Almeida, tal como os sucessivos governos têm encerrado (e vão continuar a encerrar) serviços, tribunais, escolas, centros de saúde, etc.

E não deixa de ser comovente ver a hipocrisia e o cinismo com que as nossas elites se manifestam, nos programas televisivos e radiofónicos, contra o processo de desertificação do país de que elas têm sido as principais promotoras e beneficiárias. Não há um único político ou comentador nacional (leia-se, residente em Lisboa) que não exiba, nestes programas, orgulhosamente as suas raízes transmontanas, minhotas, beirãs, alentejanas ou algarvias, mas ainda não vi nenhum deles defender até hoje uma única proposta capaz de os fazer regressar à terra das suas orgulhosas raízes. Nem eles, nem os filhos. Escolhe outro!

08 Mai, 2017

A lei

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A lei humana pode ser rectamente mudada, na medida em que essa mudança responda a uma utilidade pública. Mas, em si mesma, a mudança da lei acarreta um certo detrimento para o bem da comunidade. Porque, para a observância da lei, contribui em muito o costume; a ponto que o que se faz contra o costume geral, mesmo que, em si mesmo, seja leve é, na verdade, grave. Porque, quando é mudada, a lei perde a sua força obrigatória, na medida em que destrói o costume.

Portanto, a lei humana nunca deve ser mudada, a menos que, por outra parte, haja compensação para o bem comum relativa à parte derrogada da lei. E isto acontece: ou porque da nova disposição legal provém uma utilidade máxima e evidentíssima, ou porque havia máxima necessidade da mudança.

Edmund Burke - 1780

Dia 28 de Abril, fui assistir, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, à 9.ª sinfonia de Beethoven pelo Coro e Orquestra Gulbenkian dirigida pelo maestro Alain Altinoglu.

Porque não sou egoista, deixo-vos aqui um dos extractos mais conhecidos, que começou por ser conhecido pelo Hino à Liberdade e que hoje é o Hino da Europa.

Quando, na Europa, começam a soprar os ventos do fascismo, é altura de ouvir Beethoven, o génio da Liberdade.