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COLUNA VERTICAL

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DESABAMENTO E ALUIMENTO DO MURO DA AV. DO PAIOL

Resposta da presidente da câmara

ao pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD

 

O vereador António Belém Coelho apresentou um pedido de esclarecimentos relativo ao desabamento e aluimento do muro na Av. do Paiol, que a seguir se transcreve:

 

“A abertura ao trânsito da Av. D. João I (Av. do Paiol) devia ser considerada pela autarquia uma obra prioritária e urgente, uma vez que se trata não só da principal porta de acesso à cidade de Abrantes como também de uma via prioritária para quem tem de passar pela nossa cidade. Consequentemente, a manutenção do encerramento desta via ao trânsito traduz-se, inevitavelmente, num prejuízo económico incalculável, quer para a cidade, quer para todos aqueles que a ela queiram aceder, para além de transmitir uma imagem de desmazelo, incompetência e preguiça que prejudica irremediavelmente a imagem da cidade.

 

Os vereadores do PSD não compreendem, por isso, como é possível manter-se a Av. do Paiol naquele estado há mais de um ano, consentindo-se que um novo e chuvoso inverno continuasse a minar o subsolo e a degradar ainda mais a avenida, não havendo registo de quaisquer obras de reparação ou indícios de que as mesmas estejam para começar.

 

Pelo exposto, os vereadores do PSD pretendem saber: (I) por que razão o muro não está já reparado e a avenida aberta ao trânsito? (II) qual a verba que separa a Câmara do proprietário que, pelos vistos impede a sua reparação? (III) quando prevê a Câmara efectuar as obras e reabrir a avenida ao trânsito?”

 

A presidente da câmara disse que felizmente a estrada não foi degradada com o inverno, porque está estabilizada. Acrescentou que, conforme os senhores vereadores sabem, o processo correu em tribunal, o que implica alguma demora na sua resolução. Independentemente do valor de cerca de 80.000€ que distancia a Câmara do proprietário, a Câmara não se pode substituir àquilo que são os deveres dos particulares.

 

Uma vez que o Tribunal não consentiu a possibilidade de intervenção no terreno privado, a intervenção será muito mais complexa e morosa. As sapatas de suporte à estrada terão que ser executadas não fora mas dentro da própria estrada, o que implica a alteração da intervenção.

 

Se a intervenção não foi feita anteriormente não foi por preguiça, por desleixo ou por outra dessas razões, mas porque existem vários trâmites legais que têm que ser cumpridos até à execução da obra. Agrava-se ainda pelo facto de agora os serviços terem que alterar um projecto que já estava feito com base noutros pressupostos. Contudo, espera-se poder vir a avançar com a intervenção, no mais curto espaço de tempo possível. A preparação do terreno para a obra ocorrerá nos próximos dias.

 

Ver post relacionado:

Reunião da câmara de 22/2/10

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