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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

 por Diogo Valentim

 

Neste comunicado, pretendo apresentar a minha recandidatura à Junta de Freguesia do Souto, uma tomada de posição bastante ponderada e equacionada sempre tendo em mente a minha vida pessoal, profissional e as necessidades da freguesia.
Apresento-me novamente, de corpo e alma, ao serviço da nossa da freguesia, que tanto anseia por melhores dias. Não devemos nunca esquecer que o exercício de funções do executivo da junta de freguesia, em prol das necessidades da população, está sempre condicionado perante factor do poder municipal e populacional. Por isso, para ganharmos definitivamente a devida vitalidade para a freguesia, temos que fazer um esforço extra para tentar desmoronar esse “monstro” municipal que tanto nos tem assombrado e limitado.
Com a candidatura do Dr. Santana Maia (PSD) à Câmara Municipal de Abrantes, sei que isso é possível e posso vos dar a minha palavra: chega de desprezo, de desmazelo e de descriminação que esta freguesia tem sofrido ao longo da gestão do Dr Nelson de Carvalho. Não quero e não devemos querer mais do mesmo com a Dr.ª Maria do Céu Albuquerque, pois isso será certamente sinónimo de esquecimento.
A nossa freguesia precisa de ter o fulgor do antigamente. Mas para que isso aconteça, todos nós temos que trabalhar, sejam PS`s, CDS`s, PSD`s, novos ou velhos. Não me conformo com a passividade que, às vezes, constato no nosso seio. Devemos ser pró-activos e dinâmicos, seja na Igreja, na Junta, nas Associações, na nossa actividade profissional, junto da nossa família e dos nossos amigos, pois só assim poderemos devolver à nossa freguesia a devida vitalidade. Não me conformo ao ver os poucos jovens da nossa freguesia serem forçados, digo antes, a serem “expulsos” da sua terra de origem por más políticas a nível de ordenamento do território (PDM), por não terem oportunidades de emprego no seu concelho, por não terem a qualidade de vida necessária para se estabelecerem.
A culpa não pode morrer solteira e este executivo camarário e a sua seita têm de ser responsabilizados por não terem conseguido dar resposta a estes mesmos problemas. Face isto, este executivo tem que se sentar no banco dos réus e ser definitivamente julgado pela população da nossa freguesia e do nosso concelho.
Com efeito, seria inadmissível apoiar aqueles que nunca nos ajudaram e que nos colocaram ainda mais no fundo. Não sou o “Salvador da Pátria” nem irei dar voz aos “Velhos do Restelo”, mas uma coisa posso vos garantir: irei defender-vos de corpo e alma, porque eu sei o que vocês sentem e sei aquilo que vocês querem, tal como eu. Ou seja, uma freguesia dinâmica, rejuvenescida, com oportunidades e, acima de tudo, com qualidade de vida.
É triste mas é a realidade política que temos, numa freguesia onde apenas existem 572 habitantes. Seremos certamente a freguesia da democracia com três listas à junta de freguesia: CDS, PS e PSD. Não sou contra à participação democrática. Sou contra a falta de visibilidade e sensibilidade que os dirigentes políticos têm, pois querem ter o poder à força, custe o que custar, promovendo apenas a desunião na freguesia e quem ficará a perder, como sempre, é a freguesia e as pessoas.
Peço a vossa ajuda, não só sobre a forma de voto em massa na candidatura do PSD, para dar mais força e credibilidade a este projecto e ao seu melhoramento, mas também para participarem nele, seja a nível de composição de listas, seja em sede sugestão de ideias ou criticas construtivas. Quero a participação de todos vós!
Não faço parte da típica classe política, nem quero. Porém, assumo-me como um político da nova geração que pretende romper com os actuais barões e com o actual estado da política, com o qual não consigo compactuar.
Afirmo novamente que esta candidatura tem como objectivo defender os interesses da nossa população, seja o Faustino ou o Manuel. Para mim, acima de tudo, estão as pessoas e irá ser para elas que eu irei servir sempre, tendo em mente o sentido da prossecução do interesse público e das necessidades dos meus conterrâneos.