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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

Florinda Tapadas*

*candidata do PSD à União de Freguesias de Ponte de Sor, Tramaga e Vale de Açor

 

Dirijo-me a todos na qualidade de Candidata à União de Freguesias de Ponte de Sor, Tramaga e Vale de Açôr.


Nasci há 41 anos numa das mais bonitas aldeias do nosso concelho: Vale de Açor. Vim para Ponte de Sor ainda pequenita. Cidade onde ainda hoje resido, trabalho, casei e formei a minha família. É em Ponte de Sor que tenho quase todas as referências da minha vida.


Parece-me a mim, e como pessoa humilde que sou, que reúno todas as condições para representar Ponte de Sor através da sua Junta de Freguesia. Lugar a que aceitei candidatar-me como independente, a convite do Partido Social Democrata, ao qual estou grata pela coragem que tiveram ao convidar-me, sabendo que não sou militante nem filiada em qualquer partido e que iria levar comigo uma equipa, quase toda ela também independente. Equipa essa a quem quero agradecer o apoio incondicional neste meu projecto.


Precisamos, cada vez mais, de apostar nas pessoas, mais do que em qualquer logotipo ou cor partidária, e foi por isso, que minuciosamente escolhi quem vou ter a meu lado a trabalhar.


Apostei num grupo homogéneo, de gente humilde mas muito trabalhadora e cheia de vontade de mudar o rumo da nossa freguesia. Gente que sabe dos problemas pelos quais se debatem as pessoas e as localidades, pelos quais nos debatemos todos nós. Gente com consciência, sensibilidade, experiência e vontade de ajudar o próximo. Se temos competências e capacidades, é nosso dever fazê-lo.


Temos como propósitos primordiais deste nosso projecto, combater a exclusão social, defender os jovens e os idosos, integrar os excluídos, encontrar respostas para as novas realidades que o actual momento nos apresenta, seja em relação à pobreza envergonhada, que cada vez é mais latente, seja no que se refere ao desemprego e ao isolamento.


E quem melhor que uma mulher para entender estes problemas?


Quer queiramos, quer não, as mulheres têm outra sensibilidade para ouvir, aconselhar, enfim, para resolver certos problemas com que nos deparamos no nosso dia-a-dia. Somos mães, esposas, temos o nosso emprego, somos gestoras do lar e donas de casa.


Ou seja, uma mulher, por si só, já consegue ter um currículo suficiente para encarar qualquer situação, bem como, neste caso, aceitar este grande desafio. É a contar com toda a minha experiência pessoal, profissional e como mulher, que tenho a certeza, vou poder ajudar a minha freguesia.


Se dá trabalho? Caro que dá! Dores de cabeça? Infelizmente, também! Se tiramos tempo que havia de ser dedicado às nossas famílias? Sem dúvida!


Mas, se no final o balanço for positivo, todos os sacrifícios vão valer a pena.

 

Na hora de decidir, tenho a certeza de que não terão dúvidas e que será na pessoa que irão apostar.


Sou uma mulher de causas e conto convosco!

4 comentários

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    Rexistir 05.08.2013

    Carlos Manuel Faísca

    Francamente também não concordo muito com a defesa de uma candidatura com base no género e não em ideias, princípios ou valores. Mas também temos de compreender que vivemos no tempo da afirmação das mulheres e isso faz com que tenham a tentação de valorizar o género.

    Santana Maia
  • Caro Santana Maia,

    Pois é, mas quem for realmente democrata deve combater esse tipo de discurso. Repare se eu, que também faço parte de uma lista nestas eleições autárquicas a uma freguesia de Lisboa, afirmasse que a «minha equipa» tinha melhores condições para gerir os recursos públicos porque somos «homens chefes de família». Havia de ser bonito!
  • Imagem de perfil

    Rexistir 05.08.2013

    Carlos Manuel Faísca

    Mas eu sou alheio ao discurso e, se me pedissem opinião, também dizia que não se devia bater muito nesse tecla. Eu limitei-me a manifestar-lhe o meu apoio porque se trata de uma pessoa que estimo (é minha funcionária há mais de 20 anos), é uma pessoa dedicada, solidária e esforçada e aceitou candidatar-se numa autarquia onde o PSD nunca elegeu sequer um presidente de Junta e as pessoas que não são socialistas são perseguidas de forma doentia.

    Santana Maia
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