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COLUNA VERTICAL


Segunda-feira, 19.03.18

O engate e o assédio

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Sexta-feira, 16.03.18

Esclarecimento aos meus amigos benfiquistas e sportinguistas (não tenho outros)

Santana-Maia Leonardo

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Antes de mais, gostaria de esclarecer os meus amigos benfiquistas e sportinguistas (infelizmente, não tenho outros) que, quando me refiro que a liga portuguesa é uma liga viciada por natureza, não me estou a referir nem ao Apito Dourado, nem ao Mailgate.

Esses casos, tal como a operação Marquês ou o BES, são a consequência natural de sistemas corruptos mas não são a sua causa.

Também nunca disse ou defendi que as pessoas não têm o direito de serem do clube que quiserem.

Pelo contrário, reconheço o direito a todas as pessoas a serem do clube que quiserem, a mudar de clube, assim como a divorciarem-se e a casar de novo e as vezes que quiserem e com quem quiserem...

O que eu digo é diferente. Os portugueses querem ser todos do Benfica ou do Sporting? Pois que sejam. Têm o direito de ser. Agora isso torna é impossível a existência de um campeonato português, na medida em que um campeonato pressupõe a existência de vários clubes e se todos os portugueses são do mesmo...

O mesmo acontece se os portugueses forem todos apenas de dois ou três clubes. Três clubes não é número suficiente para se poder organizar um verdadeiro campeonato, desde logo porque é impossível garantir a independência dos decisores e dos demais participantes.

Mas é precisamente isso que sucede no campeonato português.

Se alguém nos convidar para jogar à sueca, o nosso parceiro não pode desejar e torcer para que seja o outro par a ganhar o jogo, nem pode ser sempre a mesma pessoa a baralhar, partir e dar as cartas.

Ora é precisamente isso que se passa na liga portuguesa.

Isto é tão evidente que basta abrir a tv ou ler os comentários no Facebook.

Em Portugal só há três clubes e com três clubes é impossível fazer um campeonato, o que significa que há 15 clubes que são constituídos por dirigentes, jogadores e sócios que são adeptos de um desses três clubes o que vicia a competição, directa e indirectamente, na medida em que participam na eleição dos órgãos da Liga, da FPF, do Conselho de Arbitragem e Disciplina.

Basta ler os comentários aos meus textos em que sou acusado de ser benfiquista, sportinguista ou portista, consoante o sentido da minha crítica, para chegar à mesma conclusão. E por que razão é que isso sucede? Porque não existe praticamente ninguém em Portugal que aceite que possa existir algum português que não simpatize com um destes três clubes.

Aliás, a partir do momento em que os próprios benfiquistas se orgulham de ser seis milhões e os sportinguistas quatro milhões, deveriam ser os próprios benfiquistas e sportinguistas a reconhecer, caso não fossem, nem tivessem o espírito dos batoteiros, que não existem condições objectivas para uma liga portuguesa de futebol. O mais que se podia fazer era organizar uma liguilha entre Benfica, Sporting e Porto. Mas mais do que isso é criar uma ficção, logo um campeonato viciado à nascença.

Como gosto de futebol e não de trafulhice, nem de fantasias de Natal, é natural que não me interesse pela nossa I Liga e que siga a Liga onde existe maior competitividade: a liga inglesa. Como já disse várias vezes, a Liga Inglesa é o meu estilo de música preferido e o Barça a minha banda preferida.

Mas uma coisa é defender o modelo das Ligas inglesa e americana por gostar do jogo e da competição, outra coisa é defender os ingleses ou os americanos. O facto de um português defender as democracias europeias, antes do 25 de Abril, e ser contra o salazarismo e a União Nacional não o transforma num anti-português ou num defensor dos espanhóis ou dos ingleses.

Muito pelo contrário.

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Terça-feira, 13.03.18

Definição de cínico

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Domingo, 11.03.18

O estado nacional-benfiquista

Santana-Maia Leonardo 

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Ontem, ouvi, por mero acaso (porque já decidi deixar de ouvir e ver telejornais  portugueses para não me chatear), as declarações de Luís Filipe Vieira, após o jogo com o Aves, presumo.

Apesar de pensar que já nada me surpreendia, nunca esperei que o presidente do Benfica fosse capaz de dizer o que disse.

Com efeito, uma coisa é o Benfica agir como se aspirasse a ser um partido único, hegemónico e fascista, como pareciam indiciar alguns tiques e comportamentos; outra coisa é assumi-lo publicamente.

A situação, neste momento, já não tem a ver apenas com o futebol.

Já tem a ver com a estrutura do próprio estado de direito democrático que está seriamente ameaçada, se é que ainda existe em Portugal.

E o facto de o Benfica-instituição ter permitido que o seu presidente tivesse feito aquelas declarações é assustador tendo em conta o peso da massa associativa do Benfica na sociedade portuguesa...

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Sábado, 10.03.18

Provérbio japonês (II)

Provérbio japonês 2.jpg

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Quinta-feira, 08.03.18

Maria

 Jerusalém, 28 de Julho de 2000

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Mulher, bendita sois vós

Entre todas as criaturas humanas

Cristãs, judaicas ou muçulmanas

Que, em nome dos deuses dos seus avós,

Vos controlam da nascente até à foz.

 

Mas, antes do Juízo Final,

Os crentes do mundo inteiro

Vão poder ver, se Deus quiser,

Que o único Deus verdadeiro

Afinal

Sois vós, Mulher.   

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Terça-feira, 06.03.18

Venham mais cinco!

Santana-Maia Leonardo

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Benfica, Sporting e Porto apropriaram-se da totalidade dos recursos para impedirem qualquer outro clube português de aceder à Liga dos Campeões. Mas o seu objectivo, pelos vistos, não é disputar a Liga dos Campeões, mas aproveitar a Liga dos Campeões como montra para vender jogadores. Ou seja, não lhes interessa a competição, apenas o negócio.

No entanto, continuamos a assistir à propaganda totalitária dos adeptos, jornalistas e comentadores do Benfica, Sporting e Porto que chegam a argumentar com a diferença pontual também existente entre os maiores clubes e os restantes na Liga espanhola, inglesa, francesa e alemã para nos tentar convencer de que estamos perante uma situação idêntica ao que se passa no campeonato português, como se nós fossemos idiotas.

Com efeito, uma coisa é a diferenciação resultante do sucesso, através de meios próprios e num livre mercado regulado, que é o que acontece em todas as ligas da União Europeia, outra coisa é a diferenciação assente na discriminação existente nas sociedades fechadas e hierarquizadas em castas que impedem a ascensão social das classes de nível inferior.

E é precisamente isto que se passa na liga portuguesa.

Basta fazer este simples raciocínio. Se o Bayern descer de divisão e o Hamburgo vencer a Liga Alemã, quem é que no final recebe mais dinheiro? E na Liga italiana como é? E na liga inglesa? E na liga holandesa? E na Liga dos Campeões? E na Liga Europa? Se o Porto for campeão europeu e o Barça for eliminado nos oitavos de final, quem recebe mais dinheiro no final da prova?

E em Portugal como é? Se o Vitória for campeão e o Benfica ficar em décimo lugar, quem é que recebe mais dinheiro? Everybody knows…

O Mancheste City, por exemplo, era até há pouco tempo um clube do fundo da tabela. Mas porque, na liga inglesa, as regras são iguais para todos e todos são tratados por igual, inclusive na comunicação social, qualquer clube é atractivo para os investidores.

É precisamente por vivermos num estado que continua a permitir que a liga portuguesa continue a ser um jogo com cartas marcadas em que são sempre os mesmos a baralhar e a dar as cartas que me dá sempre uma enorme vontade de rir quando os colossos portugueses começam a falar fininho… Os 5-0 do Porto – Liverpool deram-me um gozo enorme. Já não me ria tanto desde que o Benfica levou 5-0 do Basileia.

Jorge Jesus, pelo menos, tem a consciência do tamanho dos colossos portugueses e sabe bem até onde pode chegar. Basta ver a satisfação com que ficou por ter sido eliminado na fase de grupos da Liga dos Campeões.

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Domingo, 04.03.18

A Teoria e a Prática

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Teoricamente este lance do Porto - Sporting é penalti mas, na prática, não é. 

E é muito fácil perceber a diferença entre a teoria e a prática.

Teoricamente é como os lances são analisados e interpretados pelos intelectuais da bola dos nossos programas desportivos; na prática, é como os lances são interpretados pelos árbitros da maior e melhor liga do mundo: a liga inglesa.

Resumindo: para os intelectuais da bola portugueses, este lance é penalti, mas, para um árbitro inglês, este lance é um lance normal de futebol e de disputa da bola.  

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Domingo, 04.03.18

RPP Solar: a pergunta-chave a que a presidente nunca respondeu, nem vai responder

Santana-Maia Leonardo

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Na última reunião da Câmara Municipal de Abrantes em que participei, mais precisamente na reunião da câmara de 10 de Outubro de 2013, solicitei, mais uma vez, que a senhora presidente da câmara nos respondesse a esta questão que lhe colocámos sucessivamente em quase todas as reuniões da câmara durante o nosso mandato e a que se recusou sempre a responder:

"Uma vez que esta é a última reunião em que participamos, gostaríamos de saber se a senhora presidente já sabe quem foi o advogado, do lado da Câmara, que participou na redacção do protocolo com a RPP Solar, tanto mais que não foi certamente por falta de oportunidade que não obteve esta informação do seu antecessor, tendo em conta que durante quinze dias andou quase sempre na sua companhia."

Eu posso ter muitos defeitos mas não sou estúpido, nem gosto que façam de mim parvo.

Se eu insisti, durante todo o mandato, em que a senhora presidente nos desse esta resposta e se a senhora presidente se recusou sempre a responder, é obviamente porque está nesta resposta a chave para percebermos o que se passou com a RPP Solar e qual foi o papel e a responsabilidade do executivo municipal.

Se eu fosse vereador, continuava a fazer em todas as reuniões da câmara esta pergunta e a exigir a resposta, apesar de saber que a presidente da câmara e o seu antecessor nunca vão dar a resposta porque isso tornaria tudo claro como a água.

Mas, em Abrantes, também já percebi que o que interessa à esmagadora maioria é que tudo continue turvo como a água do Tejo.

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Domingo, 04.03.18

A solução italiana (e europeia) e a solução lógica

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Sexta-feira, 02.03.18

Reflexão sobre o futebol português

Santana-Maia LeonardoRede Regional de 26-12-2017

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A UEFA publicou em 2015 três estudos essenciais para compreender a realidade do futebol português: I) média de assistências aos jogos por país; II) distribuição das receitas televisivas por país; III) percentagem de adeptos por clube por país.  Sem conhecer o doente e a doença, não vale a pena avançar ou sugerir tratamentos.

O futebol português é, aliás, o espelho da sociedade portuguesa. Basta olhar à nossa volta, quer para os clubes, quer para os partidos, quer para as empresas, quer para o sector financeiro, quer para as associações de solidariedade social, quer para as associações de bombeiros, quer para a comunicação social, para constatar, até pelo cheiro, que o nosso país está em adiantado estado de decomposição onde apenas os vermes conseguem sobreviver. E é muito difícil salvar o doente quando o doente já morreu... Esperemos que não seja esse o caso, o que, sem querer ser demasiado pessimista, duvido muito.

Analisando esses três estudos, constatamos que Portugal é o único país da UE onde não existe centralização dos direitos televisivos e o país da UEFA onde o fosso entre clubes ricos e pobres é maior, na distribuição das receitas. Na liga inglesa, por exemplo, o Manchester United, o clube mais valioso do mundo à frente de Barça e Real Madrid, recebeu apenas uma vez e meia a mais do que o último classificado.

Quanto à média de espectadores por jogo, a liga portuguesa tem uma média de espectadores inferior à II Liga inglesa e à II Liga alemã, apesar de a média dos jogos na Luz, Alvalade e Dragão estar próximo da média das ligas com mais espectadores.

Agora passemos à análise da relação entre adeptos e clubes por país. A percentagem de adeptos ingleses do Manchester United, o maior clube inglês e o clube mais valioso do mundo, é de 14%, encontrando-se a maioria concentrada na região de Manchester. É mais ou menos o que sucede em toda a Europa. Mesmo em Espanha, o Real e o Barça juntos têm apenas 33% dos adeptos espanhóis e concentrados em redor das respectivas cidades.

E em Portugal como é? Só o Benfica tem 47% dos adeptos e o Sporting e Porto os outros 47%. Com a agravante de a massa adepta do Benfica e do Sporting estar distribuída por todo o território nacional. Isto significa que é impossível realizar uma competição limpa em Portugal porque não é possível sequer encontrar clubes que não estejam infiltrados por adeptos, sobretudo, do Benfica e do Sporting. E sem clubes e decisores independentes (Conselhos de Arbitragem, de Disciplina, de Justiça, árbitros, delegados e observadores) não é possível realizar uma competição limpa. 

Portugal é um caso único no mundo em que não é necessário haver corrupção porque a competição (à semelhança do que acontece nos concursos públicos nas câmaras e no país) está corrompida à nascença. Isso resulta claramente da leitura dos e-mails do Benfica e, se repararem, da própria defesa do advogado do Benfica. Para haver corrupção, é necessário haver estruturas independentes. Ora, em Portugal, estamos numa fase anterior onde não é necessário haver sequer corrupção porque os decisores são colocados pelos clubes-monopólio e agem ao seu serviço, tal como acontece nos concursos públicos em que o júri é escolhido pelo partido que governa.

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Quarta-feira, 28.02.18

Em defesa da liberdade de expressão

 in Le DuBus du jour 

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Segunda-feira, 26.02.18

O rebanho

Santana-Maia Leonardo Diário As Beiras de 26-7-2016

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Raquel Vaz-Pinto, autora do livro "Para lá do relvado", na sua entrevista ao jornal A Bola de 18 de Junho, confessa que não fala no livro sobre Portugal porque vive "o Benfica com grande intensidade” (“Sou uma adepta fanática"), apesar de reconhecer, como eu já aqui escrevi, que, nos anos da ditadura, Salazar também instrumentalizou o Benfica.

Mas vejamos o que disse sobre a Itália fascista e sobre a Espanha franquista, para podermos fazer a extrapolação para o nosso país, uma vez que a ideologia e a metodologia eram as mesmas em Roma, Madrid e Lisboa: "Na Itália fascista, Mussolini foi o primeiro líder político que compreendeu a capacidade de instrumentalização do futebol como espectáculo de massas. É uma das primeiras grandes ligações, explícitas, entre política e futebol. Com a selecção venceu dois mundiais, mas do ponto de vista interno não lhe correu bem, porque tentou reorganizar as equipas romanas, fundando a Roma e dando à Lázio uma identidade fascista. (...)”. Por sua vez, na Espanha franquista, "havia um apoio explícito de Franco ao Real Madrid. O mítico presidente do Real Madrid, Santiago Bernabéu, era um soldado franquista que participou, aliás, no cerco a Barcelona no final da guerra civil. (...)"

Ou seja, Salazar conseguiu, sem qualquer esforço, aquilo que Mussolini e Franco não conseguiram, apesar de todo o seu empenho e dedicação: que Itália e Espanha ajoelhassem perante Roma e Madrid. Com efeito, apesar dos esforços de Mussolini, as duas equipas romanas nunca conseguiram suplantar as equipas do norte de Itália, assim como as gentes de Barcelona nunca prestaram vassalagem a Madrid, apesar do poderio e do sucesso internacional do Real.

Em Portugal, no entanto, bastou o sucesso do Sporting nos anos cinquenta e do Benfica nos anos sessenta para o país inteiro, Porto inclusive, se converter a Lisboa sem que o pastor precisasse sequer de levantar o cajado. E isto diz muito sobre a inata vocação de ovelha do povo lusitano.

Miguel Sousa Tavares disse, em A Bola, uma coisa óbvia para qualquer pessoa que não seja portuguesa: "nunca hei-de perceber que estranha perturbação de personalidade leva uma pessoa do Porto a ser benfiquista." Na verdade, sendo o Porto, naturalmente, a grande cidade opositora de Lisboa, custa a perceber o que leva alguém do Porto a ser benfiquista ou sportinguista. Mas Júlio Machado Vaz, que nasceu e reside no Porto, na sua entrevista ao jornal A Bola do passado 21 de Maio, deu a explicação que só um português entende: "O facto de o Benfica ganhar quase tudo na década de 60 (...) tinha tudo para me atrair."

Por outras palavras: o português comum é do que ganha e, tal como as ovelhas, segue sempre o rebanho. É, assim, no futebol (47% dos adeptos portugueses são do Benfica, enquanto em Inglaterra o Manchester tem 15% dos adeptos e o Real e o Barcelona juntos têm 33%) e é assim na política (até hoje, desde o século XIX, não houve um único primeiro-ministro que tivesse perdido as eleições, após concluir o mandato, para já não falar no que se passa no redil das autarquias).

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Domingo, 25.02.18

Jorge Valdano, o senhor Johan Cruyff e o VAR

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Sexta-feira, 23.02.18

A ideologia da intimidade

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