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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

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"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

O Mirante de 3-4-2015

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Os Bombeiros de Abrantes foram chamados esta manhã, cerca das 9h40, para retirarem centenas de peixes mortos na zona do açude, no Rio Tejo, junto à estrutura de escada de peixe do Rossio ao Sul do Tejo. Desconhecem-se ainda as causas da mortandade dos peixes, mas foi a GNR que detectou a situação, entrou em contacto com a autarquia e pediu a colaboração dos bombeiros.

No local esteve o vereador da Câmara de Abrantes e presidente dos serviços municipalizados, Manuel Valamatos (PS) que explicou que não foi detectado qualquer foco de poluição ou descarga ambiental. "O caudal do rio, e essa também é uma preocupação da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, tem apresentado sempre pouca àgua. Deve ter existido uma descarga acentuada de àgua seguido de um abaixamento repentino em que os peixes ficaram sem àgua dentro da escada de peixe acabando por morrer", referiu a O MIRANTE. (...)

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Recordar uma nossa proposta que foi rejeitada

Reunião da Câmara de Abrantes de 26-4-2010

O TEJO É DE TODOS

Parece hoje óbvio que a construção do açude insuflável não acautelou os interesses, designadamente, das populações das freguesias de Mouriscas, Alvega, Pego, Concavada, Mação, Gavião e Belver que vivem do Tejo.

Com efeito, o açude não só impede o peixe de subir como consente que pescadores furtivos capturem o peixe aprisionado pela parede do açude, sem o mínimo respeito pela legislação em vigor, num claro atentado ecológico de que a câmara é a principal responsável.

Na verdade, o mínimo que se exigia a quem tomou a iniciativa de construir o açude era criar as condições para que a legislação em vigor fosse respeitada nessa zona e o peixe pudesse subir.

Acontece que a fiscalização da actividade piscatória na zona do açude é, pura e simplesmente, inexistente.

Face a exposto, vimos apresentar a seguinte proposta de deliberação:

1. Manter as comportas do açude abertas nos primeiros cinco meses do ano, altura em que o peixe sobe o rio para desovar, excepto quando algum acontecimento desportivo de relevo justificar o seu encerramento.

2. Garantir a fiscalização permanente da zona envolvente do açude onde é proibida a pesca.