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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

Chico Buarque e Ruy Guerra - "Fado Tropical"

"Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal

Ainda vai tornar-se um imenso Portugal

(...) «Sabe, no fundo eu sou um sentimental

Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dosagem de lirismo (além da sífilis, é claro)

Mesmo quando as minhas mãos estão ocupadas em torturar, esganar, trucidar

Meu coração fecha os olhos e sinceramente chora...»"

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5 comentários

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    Rexistir 17.03.2016

    NG

    As democracias liberais não começam nem acabam nas urnas de voto.
    Na Venezuela, em Angola, na Rússia e em democracias do género, é que a democracia começa e acaba nas urnas de voto.
    Eu sou um defensor das sociedades abertas...

    Santana Maia
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    Nuno Gaspar 17.03.2016

    Sociedades abertas? Sem votos? Isso é o quê? Sociedades em que o poder é atribuido a quem faz mais barulho na rua e a quem instrumentaliza a comunicação social a seu favor e, com estas, também condiciona a justiça?
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    Rexistir 18.03.2016

    NG

    O pilar das sociedades abertas é a liberdade de imprensa e de expressão.
    Mas Karl Popper explica-lhe a diferença melhor do que eu.
    Democracia e liberdade não são sinónimos.

    Santana Maia
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    Nuno Gaspar 18.03.2016

    Santana Maia

    Liberdade de imprensa? O Daniel Oliveira hoje deu uma boa achega a esse tema.

    "Quando os tabloides substituíram, no seu comportamento e na interpretação que fazem da lei, “interesse público” por “interesse do público” mudaram as regras do jogo. Em vez da deontologia, que defende o interesse público, está a concorrência, que sacrifica todos os direitos civis ao “interesse do público”. Ao negócio, portanto. Começamos a permitir a jornalistas o que só foi “permitido” à PIDE/DGS: vasculharem na correspondência, desrespeitarem todos os momentos de intimidade sem qualquer limite de pudor ou compaixão, tornarem públicas escutas policiais, relevantes ou irrelevantes para um processo. A selvajaria tabloide é em tudo semelhante à selvajaria do sistema financeiro. É o mercado à solta sem obedecer a outra ética que não seja a mercantil. Dizer que basta não consumir o que agride os direitos de terceiros para a coisa desaparecer é acreditar que o mercado se regula a si mesmo. E isso não é verdade. Ou os jornalistas e empresas de comunicação social se organizam para se autorregularem, punindo exemplarmente quem viole os direitos dos cidadãos, ou terá de ser o Estado a proteger-nos, apertando muito mais os limites, com assustadores riscos de censura política. Em nome da liberdade de imprensa nunca permitirei que filmem um velório de um filho meu. Em nome dela nunca aceitarei que um jornalista faça o que não permito a um polícia ou a um juiz. Se a liberdade de imprensa põe em risco todas as outras deixa de fazer sentido defende-la"
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