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COLUNA VERTICAL


Terça-feira, 03.05.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 2/5/11 (V)

PONTO Nº7 - DESBASTE DE ARBUSTOS NA AV. DA FORÇAS ARMADAS

Proposta dos vereadores do PSD 

 

Proposta de Deliberação dos Vereadores do PSD, António Belém Coelho e Elsa Cardoso, do seguinte teor:

 

“Vários munícipes que utilizam o passeio da Avenida das Forças Armadas, em Abrantes, chamaram-nos a atenção para o facto de os arbustos de uma moradia aí existente impedirem a circulação dos peões pelo passeio.

 

Face ao exposto, os vereadores eleitos pelo PSD vêm apresentar a seguinte proposta, requerendo, desde já, o seu agendamento:

 

Que o proprietário da referida moradia seja notificado para efectuar o corte/desbaste dos arbustos por forma a deixar desimpedido o passeio.”

 

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Deliberação: Aprovada, por unanimidade, como recomendação a remeter aos serviços. 

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Quinta-feira, 25.11.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 15/11/10 (acta fls.3 e 4)

CORTE DAS ÁRVORES DA RUA DE ANGOLA

Resposta da presidente da câmara

ao pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD de 15/2/2010 

 

Referiu que há muito pouco a dizer sobre este assunto. A informação não está disponível com o nível de pormenor solicitado e a sua pesquisa tornar-se-á uma tarefa morosa e inglória. Disse que apresentou resposta na própria reunião sobre a política de espaços verdes do município. Não havendo mais elementos que lhe permitam responder as questões elencadas, transmitiu que a autarquia dispõe de excelentes técnicos na área dos jardins, referindo-se ao encarregado, à arquitecta paisagista, ao engenheiro agrónomo e à chefe de Divisão de Serviços Urbanos.

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Terça-feira, 19.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 18/10/10 (extracto III)

MEMORANDO DAS QUESTÕES A AGUARDAR RESPOSTA 

Requerimento dos vereadores do PSD 

 

Os vereadores do PSD vêm requerer a junção à acta do memorando que se segue, relativamente a pedidos de informação já solicitados há vários meses e que ainda se encontram a aguardar resposta.

 

MEMORANDO

 

(1)     CORTE DE ÁRVORES NA RUA DE ANGOLA – reunião de 15 de Fevereiro de 2010

 

         I. Quem foi ou foram os responsáveis pela selecção e plantação daquelas árvores na Rua de Angola e qual a sua formação técnica?

         II. Qual foi o custo das árvores, qual foi o custo da sua manutenção durante os últimos quatro anos e qual o custo do corte e da sua remoção?

         III. Finalmente, pretendem saber também quais as árvores escolhidas para a sua reposição, qual o critério da escolha e quem é o responsável?

 

 (2)     BLOCO C10 DE VALE DE RÃS – reunião de 8 de Março de 2010

 

         I. Quando pensa a Câmara Municipal resolver estes dois assuntos urgentes: o rés-do-chão devoluto e vandalizado e o esgoto do Bloco C10 de Vale de Rãs?

 

(3)     CONCURSO TÉCNICO SUPERIOR PARA A DEAS (LIC. RECURSOS HUMANOS, SOCIOLOGIA, SERVIÇO SOCIAL OU OUTRA DA MESMA ÁREA) - reunião de 22 de Março de 2010

 

          I.   Se se pretende um sociólogo, não seria mais lógico acrescentar tal carreira?

          II.  E, se se pretende um técnico de Recursos Humanos, não deveria surgir numa linha separada?

          III. Gostaríamos de saber se o júri será composto por funcionários da DEAS ou se se vai recorrer a outra entidade pública?

 

(4)       MUSEU IBÉRICO – reunião de 3 de Maio de 2010

 

             I. Houve incorporação de espólio arqueológico municipal na colecção Estrada?

          II. Qual a percentagem de peças da colecção que é falsa?

          III. Existem peças cuja origem e método de apropriação pelo actual proprietário esteja em causa?

          IV. Quem, do anterior executivo (vereador/professor/especialista/ técnico/ etc.), atestou, segundo os critérios de verificação científica, a viabilidade artística desta agora suspeita colecção?

 

(5)      PARTIDARIZAÇÃO DO QUADRO TÉCNICO DO MUNICÍPIO – reunião de 3 de Maio de 2010

 

            I.          Por que razão não tem a Dr.ª Sofia Loureiro Lopes o mesmo estatuto dos outros funcionários da DEAS e não está sob alçada da Chefe de Divisão?

           

(6)      BANCO SOCIAL  – reunião de 7 de Junho de 2010

 

          I.  Onde está o regulamento do Banco Social e quem o aprovou?

          II.  A situação de doença e de grave carência económica do munícipe de Alferrarede não é uma situação grave?

             III. O munícipe continua ou não em situação de desemprego?

          IV. Desde que a doença foi diagnosticada, ou seja, muito tempo antes de ter tido o apoio do Banco Social, os transportes e as consultas deste doente não mantinham já esta regularidade?

          V.  O que mudou, então, favoravelmente e permitiu cancelar o apoio do Banco Social?

          VI. Para além dos géneros alimentícios que consistem única e exclusivamente em alimentos não perecíveis (arroz, massas, enlatados e afins), quais são os outros apoios que o munícipe continua a receber e a beneficiar?

          VII. Onde está definido, no protocolo, o que se entende "de curta duração"?

          VIII. E se a situação socioeconómica não estiver resolvida ao fim do tal período de curta duração (que não está determinado), deixa-se a família em situação de total desprotecção social?

          IX.  Apoia-se e, depois, retira-se apenas porque o suposto prazo (que nem sequer está definido) chegou a fim?

          X.   Foram ou não esgotados pela segunda outorgante Rede Social todos os recursos, antes de serem concedidos os apoios previstos pelo programa do Banco Social?

          XI.  Foi ou não por esse motivo que o munícipe teve apoio do Banco Social?

          XII. Como é que a senhora presidente pode dizer que o assunto está a ser tratado pela Rede Social, quando a mesma (sem competência legal para tal), é precisamente uma das outorgantes do protocolo e a quem compete fazer a análise dos casos sociais detectados e articular com os vários parceiros no sentido de procurar as soluções mais adequadas a cada caso?

          XIII. O Centro de Saúde e a Segurança Social não são membros desta Rede Social a quem compete analisar os casos do Banco Social?

          XIV. Quanto às situações analisadas pelo técnico de serviço social disponibilizado pela Câmara Municipal e, simultaneamente, pela Rede Social, na qualidade de segundo outorgante, quem aprova a concessão dos apoios económicos cuja competência é da Câmara Municipal, uma vez que está em causa a utilização de dinheiros públicos?

 

(7)      V GALA ANTENA LIVRE  – reunião de 21 de Junho de 2010

 

          I. Qual foi o apoio concedido nos dois anos anteriores (2008 e 2009)?

 

(8)      PONTE DO ARCO  – reunião de 5 de Julho de 2010

 

          I. Já se encontra calendarizada alguma vistoria à ponte do Arco, em virtude do grande aumento do volume do trânsito para o qual não está manifestamente preparada?

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Quarta-feira, 17.02.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 15/2/10 (I)

CORTE DAS ÁRVORES NA RUA DE ANGOLA

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD
           
Recentemente a Câmara Municipal de Abrantes procedeu ao corte de todas as árvores da Rua de Angola, em Abrantes.
Os vereadores do PSD Elsa Cardoso e António Belém Coelho não estão contra o corte das referidas árvores uma vez que as mesmas causavam, designadamente, danos nos carros que estacionavam junto às mesmas.
No entanto, não deixa de ser um atentado à ecologia das cidades, concretamente da nossa cidade, uma vez que as árvores são um bem essencial.
Sendo certo que mesmo as árvores de crescimento rápido não se tornam adultas de um dia para o outro.
Consequentemente, a plantação de árvores nas cidades deve ser bastante criteriosa, para evitar que as mesmas tenham de ser cortadas precisamente na altura em que chegam ao estado adulto e estão aptas para cumprir a sua função: dar sombra, oxigenar o ar e embelezar as ruas.
Ora, a plantação de árvores na Rua de Angola é a melhor prova da manifesta incompetência de quem as seleccionou e mandou plantar, na medida em que não eram minimamente adequadas para o local, prejudicando duplamente os residentes: primeiro, causando-lhe estragos na pintura dos carros e na carroçaria; e agora deixando-os sem sombras e com a rua despida.
Tudo isto teria sido evitado se quem procedeu à selecção tivesse os conhecimentos técnicos necessários.
Esperamos, pois, que, na reposição das árvores na Rua de Angola, prevaleçam agora os conhecimentos técnicos e de ordenamento de território e não uma escolha leviana e pouco criteriosa, como aconteceu anteriormente.
 
Pelo exposto, e para que a culpa não morra solteira, pretendem os vereadores do PSD saber, antes de mais:
1.            quem foi ou foram os responsáveis pela selecção e plantação daquelas árvores na Rua de Angola e qual a sua formação técnica;
2.            qual foi o custo das árvores, qual foi o custo da sua manutenção durante os últimos quatro anos e qual o custo do corte e da sua remoção.
Finalmente, pretendem saber também quais as árvores escolhidas para a sua reposição, qual o critério da escolha e quem é o responsável.

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Domingo, 17.01.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/1/10 (acta fls.5 e 6)

RESPOSTA DA PRESIDENTE DA CÂMARA

AO PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS DOS VEREADORES DO PSD

  
Poda de plátanos no Pego (vide http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/123455.html)
 
As árvores são elementos importantes para o equilíbrio ecológico e paisagístico. Os plátanos existentes no Largo do Cruzeiro, no Pego, não se adequam, actualmente, ao local onde se inserem estando a provocar danos nos pavimentos e a colidir entre si, bem como com os equipamentos urbanos e infra-estruturas várias existentes. Não obstante este facto, consciente da importância afectiva e simbólica que estas árvores assumem na comunidade, a Junta de Freguesia está apenas a efectuar a poda dos plátanos visando eliminar a conflituosidade entre os ramos de árvores demasiado próximas e evitar que estes, por serem muito compridos estejam a ocupar o espaço aéreo sobranceiros à estrada nacional e algumas habitações, pretendendo-se ainda que sejam cortadas algumas raízes superficiais e reposta a calçada nas zonas mais degradadas. A intervenção referida no ponto anterior deverá, contudo, ser encarada como uma solução temporária, sendo entendimento dos serviços da Câmara Municipal de Abrantes que os plátanos deverão ser substituídos, de forma gradual, por outras espécies adequadas às características do espaço em que se irão implantar. Lembrou ainda que em 2007 um grupo de cidadãos enviou ao Provedor de Justiça e ao Delegado de Saúde de Abrantes um abaixo-assinado, no qual manifestavam contra a existência dos plátanos.

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Sexta-feira, 18.12.09

REUNIÃO DA CÂMARA DE 14/12/09 (IV)

(IV)     CORTE DE PLÁTANOS NO PEGO

                       
           Um grupo de moradores no Pego contactou-nos preocupado com a informação que circula na localidade de que a Câmara, em colaboração com a Junta de Freguesia, se prepara para cortar os plátanos centenários situados no centro.
           Porque desconhecemos se esta informação tem algum fundamento, gostaríamos que nos esclarecesse se é verdade que a Câmara e/ou a Junta tencionam proceder ao corte daquelas árvores centenárias e, caso seja verdade, quais as razões que motivam o corte.

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