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COLUNA VERTICAL


Domingo, 26.06.11

A CRISE DO OCIDENTE

 

«A crise do Ocidente não tem solução, se as exigências éticas e os deveres da moral não forem reconduzidos ao centro de toda a acção política.»

Papa Bento XVI

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Segunda-feira, 25.04.11

DEMOCRACIA E LIBERDADE

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança

 

Uma instituição democrática para ser respeitável não pode permitir que as suas estruturas sejam eleitas às escondidas, nem que, após a sua eleição, as mesmas queiram impor a lei da rolha a tempo inteiro, através da intimidação pessoal, violência verbal e ameaças veladas ou expressas, mesmo que seja essa a estratégia adequada para afastar o grosso dos militantes e garantir, assim, um lugar à mesa da distribuição das mercês que se avizinham e adivinham.

 

Como escreveu o benfiquista Bagão Félix, a propósito do recente  e vergonhoso apagão no Estádio da Luz, «a respeitabilidade, seja qual for o contexto, só pode advir da ética do exemplo.»

 

Infelizmente, este é um mal transversal a toda a sociedade portuguesa. Sempre que cheira a poder ou a dinheiro, não há regras, nem princípios que nos valham. Nem tão pouco quem os consiga fazer cumprir.

 

Ao contrário do que pensava, talvez seja mesmo impossível servir as populações através de estruturas partidárias com vocação de poder, uma vez que, por maior que seja o empenho de alguns dos seus militantes, na hora da verdade, ou seja, na hora do regresso ao poder, as clientelas mais vorazes e mais aguerridas acabam por tomá-las de assalto com vista à sua satisfação exclusiva. E nisto PS e PSD são demasiado iguais, havendo mesmo um número significativo de oportunistas que vai gerindo as suas simpatias e as suas vidas consoante o partido que está no poder.

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Quinta-feira, 14.04.11

BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME DE ABRANTES

Mirante - edição de 14/4/11

 

Autarcas querem mais rigor na selecção das pessoas

a apoiar pelo Banco Alimentar Contra a Fome de Abrantes

 

Os vereadores do PSD na Câmara de Abrantes defendem critérios mais rigorosos para selecção das famílias que recebem apoio do Banco Alimentar Contra a Fome (BACF). Essa posição, expressa na última reunião do executivo camarário, decorre de informações prestadas por alguns munícipes de Tramagal, que terão manifestado a sua indignação aos autarcas por terem assistido à distribuição de alimentos a pessoas que “são vistas diariamente nos cafés a tomarem o pequeno-almoço e a lanchar, recusando-se a trabalhar”.

 

Vivendo nós num momento de grande emergência social, onde o esforço de solidariedade social importa cada vez mais sacrifícios para os doadores e suas famílias, é fundamental que a confiança de que os produtos doados se destinam efectivamente a quem deles precisa não se quebre”, afirmam os vereadores Santana-Maia Leonardo e António Belém Coelho em comunicado.

 

Os autarcas argumentam que a “esperteza saloia” deve “ser combatida por todos os meios”, até porque “as pessoas envolvidas no projecto do Banco Alimentar Contra a Fome não merecem ver o seu esforço solidário ridicularizado por oportunistas, não se lhe podendo obviamente exigir que conheçam com rigor as pessoas que se lhe dirigem”.

 

Considerando que a Rede Social de Abrantes “tem realizado um bom trabalho”, os vereadores sustentam no entanto que é urgente “desenvolver dinâmicas activas que tenham impactos directos numa política social mais equitativa”. Daí questionarem quem decide sobre as famílias a serem apoiadas pelo Banco Alimentar e de que forma participam as assistentes sociais do município nesse processo, atendendo ao facto que a autarquia é a entidade que coordena a Rede Social.

 

Os vereadores social-democratas propõem ainda que a vereadora que coordena a Rede Social, Celeste Simão (PS), agende uma reunião com os responsáveis do Banco Alimentar Contra a Fome de Abrantes visando a criação de uma equipa congregando várias entidades “com o objectivo da partilha de informações sobre as famílias que devem usufruir deste apoio”.

 

Ver post relacionado:

Reunião da câmara de 4/4/11 (III)

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Domingo, 10.04.11

O APAGÃO DA RAZÃO E A ÉTICA DO EXEMPLO

Bagão Félix inA Bola de 6/4/11 

 

Perdeu-se apenas um jogo. Mas não se pode perder a honra.

 

Não sei quem foi responsável pela abominável e rasca atitude de domingo. É imprescindível que, de imediato, os órgãos sociais mandem abrir um inquérito para sancionar o ou os autores da vergonha, sob pena de, por omissão, ser gravemente atingida a imagem do Benfica. (...)

 

Não é fácil cumprir as regras da elegância, correcção e desportivismo, perante atoardas e provocações acumuladas, mas é, neste momento, que tem de ser forte.

 

Nós todos - simples sócios, adeptos, profissionais e dirigentes - passamos, mas o Benfica continua. Em particular, quem o dirige tem de preservar, custe o que custar, a nobreza da instituição. A respeitabilidade, seja qual for o contexto, só pode advir da ética do exemplo. Desperdiçou-se uma ocasião, soberana de ser gloriosamente diferente e melhor. (...)

 

A Luz ficou sem luz, mas o Benfica não pode arcar com a penumbra da omissão e o apagão da razão. Por isso - repito - urge isentá-lo da irresponsabilidade de quem, no domingo, o envergonhou e o lesou.

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Domingo, 13.06.10

A ÉTICA DA IRRESPONSABILIDADE

O Presidente da República entendeu promulgar a lei que institucionaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Fê-lo invocando a "ética da responsabilidade" e contra o seu próprio parecer sobre a questão.

 

A expressão "ética da responsabilidade" é redundante, porque a irresponsabilidade nunca é ética, como é óbvio. "Responsabilidade" significa, etimologicamente, o "peso" (pondus, em latim), de "coisa" (em latim, res), ou seja, ser responsável é acarretar com as consequências das próprias convicções em todos os actos ou opções. A "ética da responsabilidade" opõe-se, portanto, à lógica da conveniência, cujo critério decisivo não é pautado por imperativos morais, mas por razões de oportunidade.

 

Gonçalo Portocarrero de Almada – in Público de 05/06/2010

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Segunda-feira, 22.06.09

QUANTO ÀS PESSOAS

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 9ª parte)
 
As pessoas, na sua individualidade e enquanto titulares de direitos e de deveres, são a razão de ser da minha candidatura e devem ser o princípio e o fim de toda a actividade política. Até as obras só fazem sentido enquanto encaradas nesta dimensão ética, caso contrário, apenas servem para afagar o ego de quem lá coloca a placa com o seu nome, tornando-se para os munícipes actuais e vindouros uma fonte de encargos que lhes reduz a qualidade de vida e lhes dificulta o emprego.
 
Uma das nossas grandes apostas vai ser o lançamento de um conjunto de medidas, envolvendo as escolas, as instituições de solidariedade social e as associações desportivas, culturais e de pais do concelho, com vista a criar uma cultura cívica que valorize e ajude a interiorizar nos jovens os valores da honra, da solidariedade, da liberdade de opinião, do respeito pelos outros…
 
A partir de Outubro, os apoios às colectividades vão estar dependentes, não dos resultados desportivos, mas da conduta desportiva dos seus atletas e dos seus dirigentes. A Câmara apoiará apenas as associações desportivas e culturais que contribuam para formação integral dos jovens, porque, para nós, mais importante do que ganhar campeonatos, é formar homens e mulheres com letra grande. E, aqui sim, todo o dinheiro é bem gasto. Não há melhor investimento, nem investimento mais reprodutivo, do que nas infra-estruturas humanas. (cont.)

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