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COLUNA VERTICAL


Sexta-feira, 24.06.11

DEFESA DO FIM DO PROJECTOS MEGALÓMANOS

in A Barca on-line de 17/6/11

 

No balanço de 18 meses de mandato, apresentado, ontem, pelos vereadores Santana Maia e Belém Coelho e pelos candidatos autárquicos do PSD que já desempenharam funções de vereador no actual mandato e que têm colaborado no trabalho da vereação, as críticas ao trabalho desenvolvido pela maioria socialista foram generalizadas.


«A segurança, ou a falta dela, na cidade, o processo da RPP Solar, em que a autarquia investiu um milhão de euros para nada, o centro histórico da cidade e os investimentos nos processos de regeneração urbana, milhões para a cidade, nada para as freguesias, a falta de acesso a cuidados médicos de saúde e os direitos espezinhados da oposição, reveladores de claustrofobia democrática», foram algumas das críticas lançadas ao executivo socialista por Santana Maia.

 

VER CONFERÊNCIA: Balanço dos 18 meses de mandato

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Quarta-feira, 05.01.11

O Porco (1) e o Tonto (2)

Artur Lalanda - in A Barca de 30/12/2010

Artur Lalanda 1 (2).jpg

Quem está de fora racha lenha, para aquecer, em tempo frio, mas enquanto esfrega as mãos, pode reflectir sobre as notícias que nos trazem os periódicos.

Estão em cena um porco e um tonto. A linguagem do porco ninguém percebeu, o que é natural, é só para sábios, enquanto a linguagem do tonto, toda a gente entendeu. Explicou em português acessível ao povo. O porco ficou-se pelos adjectivos, o tonto apresentou os porquês.

Veio-me à ideia aquela história do porco e do burro que conviviam em currais contíguos, em casa de um abastado proprietário alentejano. O porco regalava-se, diariamente, com almoço, jantar e ceia, constituídos por rações suculentas, chafurdava em cama renovada com frequência e dormia o resto do tempo. Ninguém o incomodava. O burro trabalhava de manhã à noite, muitas vezes espicaçado para andar mais depressa e a receita era sempre a mesma: feno e água.

Certo dia entraram em diálogo: És um desastrado, um abstruso, um incompetente, dizia o porco. Trabalhas, todo o dia, bebes água e comes feno, enquanto eu não faço nada, como boas rações, estou gordo e anafado e ninguém me incomoda.

O burro, que afinal não era sábio nem tonto, limitou-se a responder: estou aqui há alguns anos, já conheci quatro como tu e quero avisar-te de que, no dia em que não comeres a ceia, prepara-te para o almoço do dia seguinte…Vais ter um bonito funeral.

Vide a propósito deste texto:

(1) texto de Santana-Maia Leonardo «Em Defesa da Honra»

(2) texto de Armando Fernandes no jornal Ribatejo «Boas Festas»

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Domingo, 06.06.10

A ASNEIRA EM PESSOA

Resposta dos vereadores do PSD Santana-Maia Leonardo e António Belém Coelho ao artigo de opinião de Alves Jana «Reciclar a Asneira» publicado no jornal A Barca de 27/5/2010

 

O dr. Alves Jana, verdade se diga, tem tido a esperteza de utilizar os jornais dos outros para criticar os vereadores do PSD, evitando, desta forma, o risco de ser obrigado a publicar, através do direito de resposta, alguma coisa da oposição no jornal de que é director. E desta vez, resolveu usar A Barca para atacar os vereadores do PSD, invocando um putativo direito de resposta que baptizou com o nome «A RECICLAGEM DA ASNEIRA».

 

Francamente, desconhecemos se as asneiras do dr. Alves Jana são ou não recicladas, mas, de uma coisa não temos dúvidas, é reconhecidamente um verdadeiro artista da asneira. E se o leitor tiver dúvidas disso, basta ouvir a gravação do programa "Radiografia" da RAL sobre o «Museu Ibérico» que passamos a transcrever.

 

Comecemos, então, pelas asneiras propriamente ditas utilizadas, no referido programa, pelo dr. Alves Jana:

 

«(…) O PSD de Abrantes cuspiu na cara deste homem (...) As oposições tratam todos os políticos como filhos da puta. (..) Nós, no poder, todos, somos bons e somos sérios, vocês no poder são todos uns filhos da puta (…)».

 

Por sua vez, no seu artigo n’ A Barca, o dr. Alves Jana volta a insistir na expressão «cuspir na cara de pessoas de bem» para nos atacar e ofender, revelando, assim, uma propensão muito especial (ou devemos chamar-lhe, antes, patológica) para cuspidela, que não abona nada a seu respeito.

 

Mas, já que ele gosta tanto de usar esta expressão, vejamos, então, quem “cuspiu” na cara de quem. Regressemos, pois, à referida gravação e ouçamos o dr. Alves Jana a fazer, desta vez, asneira e da grossa. Asneira que agora, com o seu artigo, quer limpar, atirando o odioso para cima de nós, como se o que ele dissesse não se escrevesse. O problema é que ele diz e, depois, escreve.

 

Mas não percamos mais tempo e ouçamos esta autêntica obra-prima da asneira (asneira em estado puro, ou seja, sem ser reciclada), produzida aos microfones da rádio Antena Livre pelo dr. Alves Jana:

 

«(...) Há um outro problema, este muito mais complicado, mais polémico e que vai dar que falar. É assim... Grande parte das peças que, segundo sei, porque eu nunca vi a colecção, mas segundo sei fazem parte desta colecção não podiam fazer parte. Portanto há aqui um mistério, há aqui um mistério que vai dar muito que falar. Se é verdade que as peças de que tenho ouvido falar fazem parte daquela colecção, aquelas peças não podiam estar nas mãos do senhor Estrada, mas estão. Estão, porquê? Porque alguém lhas vendeu, o que significa que (agora sou eu a tirar conclusões), significa que alguns arqueólogos que fizeram escavações e descobriram peças preciosíssimas, em vez de as declararem ao legítimo proprietário que é o Estado português, as venderam por fora. Certo? E portanto nós vamos assistir e esse será uma das revoluções... (...) Eu não me admiro nada... Eu tenho a certeza que isto vai dar uma guerra civil mas que não vai envolver necessariamente o senhor Estrada, vai envolver a Arqueologia portuguesa. Certo? Ou seja, neste momento, também não tenho dúvidas nenhumas que deve haver gente a tremer de alto a baixo e deve haver forças a movimentarem-se para: ponto um, que este museu nunca seja feito, para que esta colecção nunca seja vista por ninguém; ponto três, quatro ou dez, que nunca ninguém saiba de onde é que aquelas peças vieram, porque se se vier a descobrir... eh pá, descobre-se não apenas de onde é que vieram as peças, mas muito mais acerca de muita gente que andou a fazer escavações nestes séculos... nestes séculos, não... nestas décadas passadas. Tenho a certeza de que este vai ser um problema levantado.»

 

Como resulta claramente destas declarações, o dr. Alves Jana não se limitou a “cuspir na cara” (para usar a sua expressão predilecta) do benemérito. “Cuspiu” também na sopa. Na “sopa” dele e da esposa, bem entendido.

 

Há pessoas que, como diz o povo (e o artigo do dr. Alves Jana é disso um bom exemplo), «quando abrem a boca ou entra mosca ou sai asneira». Ora, se o dr. Alves Jana fosse uma pessoa prudente, devia manter mais vezes a boca fechada... Mais que não fosse para não entrar mosca...

 

Terminamos com um conselho de amigo: já que o dr. Alves Jana gosta tanto de usar o verbo “cuspir”, aconselhamo-lo a não “cuspir para o ar”, como fez no seu artigo. Sempre evitava que a cuspidela lhe caísse em cima, como agora aconteceu.

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Sexta-feira, 07.05.10

OS GATOS E O RATO

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança 

 

Num dos seus últimos artigos no jornal A Barca, Nelson de Carvalho critica a oposição na Câmara Municipal de Abrantes comparando os vereadores do PSD a dois gatos de caça. E termina o artigo com uma crítica ao PSD de Abrantes recorrendo ao conhecido provérbio «quem não tem cão caça com gato».

 

Quanto a este aspecto, Nelson de Carvalho tem inteira razão e nisso faz-nos inteira justiça, porque, como todos sabemos, só os felinos são suficientemente independentes para não se deixarem corromper pelos ossos que o poder vai distribuindo.

 

Além disso, os gatos têm ainda a virtude de não se comportarem como os ratos que são sempre os primeiros a abandonar o navio.

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Sexta-feira, 30.10.09

MANUELA RUIVO CANDIDATA A LÍDER DO PSD

por Sérgio Mourato – in jornal A BARCA

 
Novo Ciclo para social-democratas abrantinos
Manuela Ruivo lidera candidatura à Comissão Política Concelhia
 
Manuela Ruivo apresenta candidatura à Comissão Politica Concelhia do PSD para iniciar um novo ciclo do partido em Abrantes. O objectivo é a união e coesão, aproveitando o trabalho iniciado pelo anterior elenco.
 
Por um PSD coeso e dinâmico” é o lema da candidatura liderada por Maria Manuela Bexiga Ruivo, 38 anos, engenheira agrónoma, à Comissão Politica de Abrantes do Partido Social Democrata (PSD). A concelhia vai a votos no dia 14 de Novembro e Gonçalo Oliveira, o antigo líder, encabeça lista à mesa de assembleia. Prevê-se para estas eleições, a maior afluência de sempre, sendo a capacidade eleitoral de cerca de 250 militantes.
 
A apresentação da lista, a única conhecida até ao momento, decorreu na quarta-feira, dia 28 de Outubro, num jantar, no Restaurante “O Ramiro”, em Rio de Moinhos (Abrantes). “A candidatura surge na continuação do trabalho árduo desenvolvido nas últimas eleições autárquicas, cujos resultados obtidos devem valorizar-se”, afirmou Manuel Ruivo, ressalvando, que “neste momento, sem esquecer o passado, pretende-se renovar a concelhia”. A lista visa ainda criar um gabinete de estudos que funcionará para dar apoio à Comissão Politica da Secção em todas as questões programáticas e de acção politica, bem como a criação de um gabinete que facilite o acompanhamento de todas as forças vivas do concelho.
 
Gonçalo Oliveira o líder que cessou funções a 10 de Outubro, e face a um resultado negativo nas últimas autárquicas, defende “que todas as comissões politicas devem demitir-se”, embora no seu caso não houve essa necessidade, visto que o seu mandato findou na véspera das eleições. Para o anterior presidente “esta é a ponte perfeita com os eleitos, o fim de um ciclo, mas transmitindo para esta equipa tudo o que de bom houve, nomeadamente o capital humano constituído pelos eleitos que vai ser trabalhado aprofundado, no sentido de melhoras as 19 candidaturas às juntas de freguesia em 2013, daí que integrem a lista um vereador, uma candidata à assembleia municipal e elementos de assembleias de freguesias”.
 
Estando ainda em aberto quatro lugares para a Comissão Política, já estão confirmados os seguintes elementos: presidente - Manuela Ruivo (engenheira Agrónoma, 38 anos); vice-presidentes, António Belém Coelho (professor, 51 anos) e Joaquim Simplício (solicitador, 50 anos); tesoureiro - Carlos Horta Ferreira (administrativo, 50 anos); vogais, Carlos Alberto, Manuel Oliveira, André Bicho, José Oliveira, Susana Martins, João Botto, Carlos Natálio e Manuel Nogueira.
 
Quanto à Mesa de Assembleia, o elenco já está completo: presidente - Gonçalo Oliveira; vice-presidente - Mauro Xavier, secretário - Diogo Valentim; suplentes - Ana Dias e Ana Costa.

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Sexta-feira, 09.01.09

A CORRUPÇÃO

Entrevista ao jornal A Barca - edição Nov 08

 

A Barca – Mas há outra faceta do poder, a corrupção…
 
Santana-MaiaA corrupção combate-se com o exemplo. A câmara municipal, o presidente, os vereadores, a forma como se comportam vai ser fundamental dentro da própria câmara. Vou ser implacável em relação a qualquer tipo de corrupção, mas temos de fazer um esforço de mudança de mentalidades. E o exemplo tem de vir de cima.
O exemplo é a única forma de ensinar. Uma das coisas que eu irei fazer é mobilizar e sensibilizar os funcionários que é essencial tratar todos de igual forma. Se virem que o presidente trata os familiares e amigos com a mesma imparcialidade com que trata as outras pessoas, os funcionários são levados a agirem de igual forma.

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Quinta-feira, 18.12.08

COMERCIANTES E EMPRESÁRIOS

Entrevista ao jornal A Barca - edição Nov 08 

 
A Barca - Para além do poder autárquico, do excesso de presidencialismo, há um outro poder, meio encapotado que parece controlar tudo o resto. Não sei até que ponto esta não será uma questão ainda mais difícil….
 
Santana Maia(…) Nunca se deve ligar a vinda de uma empresa para uma terra a um favor. (…) As pessoas e as empresas devem receber aquilo a que têm direito. E se cada um receber aquilo a que tem direito, não tem de agradecer a ninguém. (…) 
 
Acho importante que as grandes empresas se instalem, mas nós não podemos esquecer os restaurantes do concelho, o pequeno comércio… Em Portugal, 90% do emprego está nas pequenas empresas. Muitas vezes, as grandes empresas só vêm se lhes derem terreno, ainda têm isenções fiscais do Governo e às vezes ainda recebem fundos comunitários. 
 
E o desgraçado que só tem um ou dois trabalhadores, que compra o terreno e paga a renda da loja pelos olhos da cara, depois paga impostos, adianta IVA ao Estado, tem de pagar a Segurança Social… O homem come o quê?

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Domingo, 14.12.08

YES, WE CAN

Entrevista ao jornal A Barca - edição de Nov 08

 
A Barca – Mas os partidos têm influências nessas escolhas…
 
Santana MaiaMas não devem ter ou, por outra, devem ajudar a escolher pessoas que pensem pela sua cabeça, que tenham ideias, que tenham espírito crítico e de serviço público. E lá voltamos, outra vez, ao provérbio japonês: «se há duas pessoas que pensam da mesma maneira, uma é dispensável».
 
Apesar de, em Portugal, se ter chegado ao ponto de se pensar que já não se consegue mudar, sou daqueles que acredita como Edmund Burke: «ninguém errou tanto como aquele que nada fez só porque podia fazer muito pouco.»
 
Eu vou fazer o meu muito pouco. Se as pessoas que forem comigo, fizerem o seu muito pouco, e se as pessoas de Abrantes, fizerem o seu muito pouco, as coisas vão mudar.

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Quinta-feira, 11.12.08

MUDANÇA DE MENTALIDADES

Entrevista ao jornal A Barca - edição de Nov 08

 

A Barca – Uma das suas bandeiras é a mudança de mentalidades?
 
Santana MaiaÉ fundamental. Quando era mais novo, acreditei, se calhar como toda a gente, que o que estava mal eram as leis e que, mudando as leis, as coisas resolviam-se. Com a experiência, verifiquei que não é assim. Todas as leis são boas e todas as leis são más, porque as pessoas são boas ou más.
 
O importante é mudar os comportamentos. Somos um país, onde se passa a vida de mão estendida, sem fazer nada, porque só temos direitos, não temos deveres. A sociedade do futuro é uma sociedade de deveres, não é uma sociedade de direitos.
 
O presidente da câmara, no pico da pirâmide, deve ser a pessoa que tem menos direitos e mais deveres. Este tem de ser o princípio. Quanto mais se sobe na pirâmide, maiores são as obrigações e menores são os direitos.
 
Mudar as mentalidades não é obrigar os outros a fazer. É, em primeiro lugar, fazer e, depois, os outros acompanham.

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