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COLUNA VERTICAL


Terça-feira, 17.08.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 28/6/10 (acta fls.19 e 20)

PARTICIPAÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO

E SUSPENSÃO DA COLABORAÇÃO DE ISILDA JANA

Proposta de deliberação dos vereadores do PSD

 

N° 23 - Proposta de Deliberação dos Vereadores eleitos pelo PSD, referente ao Museu Ibérico, apresentada em 10 de Maio de 2010, que por ser extensa, se anexa à presente acta e se dá por transcrita, propondo designadamente, o seguinte:

 

"A Câmara deverá participar, de imediato, ao Ministério Público, juntando o CD com a gravação do programa, que tomou conhecimento de que o Dr. Alves Jana, no decorrer programa "Radiografia" da passada 4a Feira, afirmou o seguinte:

 

«(...) Há um outro problema, este muito mais complicado, mais polémico e que vai dar que falar, É assim... Grande parte das peças que, segundo sei, porque eu nunca vi a colecção, mas segundo sei fazem parte desta colecção não podiam fazer parte.

 

Portanto há aqui um mistério, há aqui um mistério que vai dar muito que falar. Se é verdade que as peças de que tenho ouvido falar fazem parte daquela colecção, aquelas peças não podiam estar nas mãos do senhor Estrada, mas estão. Estão, porquê? Porque alguém lhas vendeu, o que significa que (agora sou eu a tirar conclusões), significa que alguns arqueólogos que fizeram escavações e descobriram peças preciosíssimas, em vez de as declararem ao legítimo proprietário que é o Estado português, as venderam por fora. Certo? E portanto nós vamos assistir e esse será uma das revoluções... (...)

 

Eu não me admiro nada... Eu tenho a certeza que isto vai dar uma guerra civil mas que não vai envolver necessariamente o senhor Estrada, vai envolver a Arqueologia portuguesa. Certo? Ou seja, neste momento, também não tenho dúvidas nenhumas que deve haver gente a tremer de alto a baixo e deve haver forças a movimentarem-se para: ponto um, este museu nunca seja feito, para que esta colecção nunca seja vista por ninguém; ponto três, quatro ou dez, que nunca ninguém saiba de onde é que aquelas peças vieram, porque se se vier a descobrir... eh pá, descobre-se não apenas de onde é que vieram as peças, mas muito mais acerca de muita gente que andou a fazer escavações nestes séculos... nestes séculos, não... nestas décadas passadas.

 

Tenho a certeza de que este vai ser um problema levantado».

 

II. A Câmara deverá suspender, de imediato, a colaboração da Dr.a Isilda Jana, tendo em conta a inevitável quebra de confiança". (...)

 

Deliberação: Por maioria, com os votos contra dos vereadores eleitos pelo PSD, rejeitada a proposta apresentada.

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Domingo, 06.06.10

A ASNEIRA EM PESSOA

Resposta dos vereadores do PSD Santana-Maia Leonardo e António Belém Coelho ao artigo de opinião de Alves Jana «Reciclar a Asneira» publicado no jornal A Barca de 27/5/2010

 

O dr. Alves Jana, verdade se diga, tem tido a esperteza de utilizar os jornais dos outros para criticar os vereadores do PSD, evitando, desta forma, o risco de ser obrigado a publicar, através do direito de resposta, alguma coisa da oposição no jornal de que é director. E desta vez, resolveu usar A Barca para atacar os vereadores do PSD, invocando um putativo direito de resposta que baptizou com o nome «A RECICLAGEM DA ASNEIRA».

 

Francamente, desconhecemos se as asneiras do dr. Alves Jana são ou não recicladas, mas, de uma coisa não temos dúvidas, é reconhecidamente um verdadeiro artista da asneira. E se o leitor tiver dúvidas disso, basta ouvir a gravação do programa "Radiografia" da RAL sobre o «Museu Ibérico» que passamos a transcrever.

 

Comecemos, então, pelas asneiras propriamente ditas utilizadas, no referido programa, pelo dr. Alves Jana:

 

«(…) O PSD de Abrantes cuspiu na cara deste homem (...) As oposições tratam todos os políticos como filhos da puta. (..) Nós, no poder, todos, somos bons e somos sérios, vocês no poder são todos uns filhos da puta (…)».

 

Por sua vez, no seu artigo n’ A Barca, o dr. Alves Jana volta a insistir na expressão «cuspir na cara de pessoas de bem» para nos atacar e ofender, revelando, assim, uma propensão muito especial (ou devemos chamar-lhe, antes, patológica) para cuspidela, que não abona nada a seu respeito.

 

Mas, já que ele gosta tanto de usar esta expressão, vejamos, então, quem “cuspiu” na cara de quem. Regressemos, pois, à referida gravação e ouçamos o dr. Alves Jana a fazer, desta vez, asneira e da grossa. Asneira que agora, com o seu artigo, quer limpar, atirando o odioso para cima de nós, como se o que ele dissesse não se escrevesse. O problema é que ele diz e, depois, escreve.

 

Mas não percamos mais tempo e ouçamos esta autêntica obra-prima da asneira (asneira em estado puro, ou seja, sem ser reciclada), produzida aos microfones da rádio Antena Livre pelo dr. Alves Jana:

 

«(...) Há um outro problema, este muito mais complicado, mais polémico e que vai dar que falar. É assim... Grande parte das peças que, segundo sei, porque eu nunca vi a colecção, mas segundo sei fazem parte desta colecção não podiam fazer parte. Portanto há aqui um mistério, há aqui um mistério que vai dar muito que falar. Se é verdade que as peças de que tenho ouvido falar fazem parte daquela colecção, aquelas peças não podiam estar nas mãos do senhor Estrada, mas estão. Estão, porquê? Porque alguém lhas vendeu, o que significa que (agora sou eu a tirar conclusões), significa que alguns arqueólogos que fizeram escavações e descobriram peças preciosíssimas, em vez de as declararem ao legítimo proprietário que é o Estado português, as venderam por fora. Certo? E portanto nós vamos assistir e esse será uma das revoluções... (...) Eu não me admiro nada... Eu tenho a certeza que isto vai dar uma guerra civil mas que não vai envolver necessariamente o senhor Estrada, vai envolver a Arqueologia portuguesa. Certo? Ou seja, neste momento, também não tenho dúvidas nenhumas que deve haver gente a tremer de alto a baixo e deve haver forças a movimentarem-se para: ponto um, que este museu nunca seja feito, para que esta colecção nunca seja vista por ninguém; ponto três, quatro ou dez, que nunca ninguém saiba de onde é que aquelas peças vieram, porque se se vier a descobrir... eh pá, descobre-se não apenas de onde é que vieram as peças, mas muito mais acerca de muita gente que andou a fazer escavações nestes séculos... nestes séculos, não... nestas décadas passadas. Tenho a certeza de que este vai ser um problema levantado.»

 

Como resulta claramente destas declarações, o dr. Alves Jana não se limitou a “cuspir na cara” (para usar a sua expressão predilecta) do benemérito. “Cuspiu” também na sopa. Na “sopa” dele e da esposa, bem entendido.

 

Há pessoas que, como diz o povo (e o artigo do dr. Alves Jana é disso um bom exemplo), «quando abrem a boca ou entra mosca ou sai asneira». Ora, se o dr. Alves Jana fosse uma pessoa prudente, devia manter mais vezes a boca fechada... Mais que não fosse para não entrar mosca...

 

Terminamos com um conselho de amigo: já que o dr. Alves Jana gosta tanto de usar o verbo “cuspir”, aconselhamo-lo a não “cuspir para o ar”, como fez no seu artigo. Sempre evitava que a cuspidela lhe caísse em cima, como agora aconteceu.

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