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COLUNA VERTICAL


Domingo, 27.02.11

EDUCAÇÃO - CENTROS ESCOLARES

Assembleia Municipal de 25/2/11

Intervenção de deputada municipal do PSD Ana Rico

 

Sabemos que as escolas e os centros escolares são pólos de socialização, de equilíbrio social e de investimento económico, mas também sabemos que a construção e a requalificação destes Centros avançam a diferentes velocidades no concelho.



Tivemos conhecimento que a Câmara Municipal pretende lançar a construção do centro escolar da encosta sul.

 

Gostaríamos de ser informados em relação à veracidade desta e de outras questões:

 

A ser correcta esta informação, que escolas estará a câmara a prever integrar ou encerrar como instrumento de planeamento?

 

Será que está a prever integrar as escolas dos Quinchosos, a nº 2 de Abrantes e a S. João Baptista neste novo centro escolar?

A estarem envolvidas estas ou algumas destas escolas, implicará o encerramento de alguma?



Sendo assim, impõe-se uma urgente intervenção e redefinição da rede educativa municipal, aportada em critérios rigorosos de desenvolvimento e de reordenamento da rede escolar que esperamos ver consubstanciada na revisão da Carta Educativa do concelho.



Haverá então uma redefinição da rede escolar e do território educativo? 



Por outro lado, aos novos centros escolares deverá também associar-se uma efectiva e concertada política estratégica sobre o destino futuro a dar às antigas escolas do 1º Ciclo que possam encerrar, para que revertam em mais-valias para as populações locais e não votar ao abandono estes equipamentos.



Assim, qual o futuro das instalações que possam vagar?

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Quinta-feira, 06.01.11

REQUALIFICAÇÃO ESCOLA D. MIGUEL DE ALMEIDA

Ana Rico   

 

Como é do conhecimento público a escola D. Miguel de Almeida, encontra-se desde o início de 2010 em obras de requalificação. Alunos, professores e funcionários encontram-se a desenvolver o seu trabalho em condições bastante difíceis. Apesar da compreensão de todos ou quase todos os membros da comunidade educativa, por vezes faltam as forças para o desempenho normal da actividade. 

 

Terá sido ponderado, com clareza, pelos responsáveis da iniciativa da obra se não haveria necessidade de ouvir a escola, no sentido de que esta se pronunciasse e que pudesse ser evitado este desgaste crescente de todos os intervenientes pedagógicos durante esta requalificação. Não haveria alternativas mais acertadas para o funcionamento das aulas, noutro espaço, como por exemplo nos pavilhões devolutos do tecnopólo em Alferrarede?

 

A precipitação do remediar em vez do melhorar, não vai resolver. Como sabemos, a obra está a desenvolver-se por fases. Concluída ou quase concluída a 1ª fase é iniciada a 2ª, as coisas continuam na nossa perspectiva a funcionar muito mal.

 

Os alunos não têm um espaço coberto, para além das salas de aula já concluídas, onde possam passar os seus tempos livres, intervalos e outros, resguardados do sol, do frio e da chuva. Todos nós sabemos que com estas obras de requalificação, em devido tempo, as condições pedagógicas irão melhorar em termos de estrutura. O material didáctico que temos neste momento é velho e vai continuar velho? Mas vejamos, volta-se a colocar nas salas todo o material didáctico velho e que se encontra em adiantado estado de degradação?

Então não foram ponderadas verbas para a aquisição e substituição destes materiais quase inoperantes?

 

Estava previsto no caderno de encargos da obra, balneários junto ao campo exterior, cujo valor orçava os 170.000 euros. Aquando do início da construção das fundações, avaliaram o terreno e verificaram que havia necessidade de construir fundações e alicerces reforçados, para dar maior consistência à construção, o que implicava uma alteração do orçamento para mais 3.000 euros.

 

 Pergunta-se então por 3.000 euros vai-se perder um equipamento desportivo no exterior? Será que não era possível haver um entendimento entre todas as partes e encontrar-se uma resolução consentânea para este espaço?

  

O telheiro existente desde o último bloco até ao pavilhão na ordem dos 100m, foi destruído e não vai ser reposto porque não consta do projecto inicial de construção da escola, no entanto foi uma benfeitoria/melhoria feita pelos anteriores executivos e que servia essencialmente para proteger os alunos da chuva.

 

O campo exterior 40x20m construído em parceria com a Câmara há poucos anos, em betão, com manga plástica, malha de ferro, afagado a helicóptero foi parcialmente destruído, e não o foi totalmente, por intervenção da escola, sendo instalado em cima uma série de monoblocos que irão danificar o restante. Pergunta-se, isto foi equacionado e supervisionado convenientemente?

  

No polidesportivo após a conclusão das obras ainda não foram executadas as marcações dos diversos campos desportivos. Nestas últimas chuvas, o soalho do campo e os balneários interiores ficaram alagados em água; na entrada exterior da sala de ginástica o pavimento está a levantar; não existe equipamento interior nos balneários e ainda não existe água quente e os cilindros já se encontram colocados.

 

A vedação exterior da escola permite que as crianças passem pelo meio das hastes que estão demasiado afastadas, passando frequentemente para o exterior.

 

Nos gabinetes dos professores no polidesportivo não foram previstas tomadas eléctricas, assim como nos blocos não foram previstas linhas telefónicas, nem campainhas nas salas de aula para qualquer ocorrência urgente. Nos laboratórios de Físico-Química e Biologia também não previram a colocação de hottes para exaustão de cheiros e fumos.

 

Pergunta-se, novamente, foram estas obras equacionadas e supervisionadas convenientemente?

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Sábado, 18.12.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 17/12/10

PROGRAMA EDUCAÇÃO 2015

Intervenção da deputada municipal do PSD Ana Rico 

 

No Programa Educação 2015, o Ministério da Educação pretende “elevar as competências básicas e os níveis de formação e qualificação” da população portuguesa. Este programa foi lançado e apresentado este ano lectivo (2010/2011) e pretende aprofundar não só o envolvimento das escolas, mas principalmente das autarquias.

 

Assinalou o ministério da educação áreas que carecem de intervenção estratégica, como o caso dos níveis de competências básicas dos jovens e a saída precoce do sistema de ensino.

 

Até 2020 o governo português compromete-se a assegurar a melhoria dos níveis de competências básicas, medidas pelos resultados obtidos nas provas de literacia, matemática e ciências do PISA coordenado pela OCDE, e que foi divulgado durante a semana passada, e que foi oportunamente apresentado como o novo porta-estandarte das políticas educativas governamentais. Também ao nível da redução das taxas de saída precoce do sistema de ensino, o compromisso ao nível do envolvimento de muitas outras estruturas, nomeadamente das autarquias com a responsabilidade de monitorizar e avaliar o programa a nível concelhio é uma estratégia para a melhoria.

 

Assim, pergunta-se: que acções pretende a Câmara desenvolver, para monitorizar a evolução no concelho destas orientações e intervir em conformidade?

 

E que metas concelhias pretende a câmara definir e implementar neste sentido?

 

Uma das causas da desistência escolar situa-se muitas vezes a jusante e é decorrente de causas sociais e das políticas agressivas de encerramento de escolas. Tomando, como exemplos, a escola Dr. Santana Maia em Mouriscas e recentemente, a escola Dr. Fernando Loureiro em Alvega. Nesta última, a autarquia garantiu transportes regulares e periódicos durante o dia para os alunos que se têm de deslocar da localidade para a escola em Abrantes e vice-versa, ficando as crianças e jovens desta freguesia sujeitos a permanecer o dia inteiro fora da sua povoação e entregues a si próprios e a tudo o que daí advém.

 

Favorece-se, assim, a desistência escolar, o absentismo, a indisciplina e até a marginalidade.

 

Estes são apenas dois exemplos entre muitos.

 

Como poderá, então, a autarquia avaliar e monitorizar situações que ela própria poderá ter gerado?

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