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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

Intervenção de António Belém Coelho (2ª parte) Dossiê IV - Orgânica, Concursos e Contas      I MAPA DE PESSOAL, REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS E CONCURSOS DE PESSOAL   Em termos de concursos de pessoal, tem-se assistido a um acumular de aberturas e anulamentos de concursos, o que só desprestigia a CM. Pensamos que sem uma reformulação profunda, (...)
Intervenção de António Belém Coelho (1ªparte) Dossiê II - Centro Histórico e Cidade    O Centro Histórico em particular e a cidade em geral, foram uma das preocupações básicas da candidatura do PSD às autárquicas em Abrantes. Queria recordar as principais medidas relativas ao Centro Histórico, constantes do nosso programa, face à constatação não apenas (...)
07 Jun, 2011

ACORDAR

António Belém Coelho    Portugal adormeceu ontem com os resultados das eleições legislativas; dormiu bem, sem dúvida, face às insónias de que padece desde há seis anos; e acordou hoje com todos os benefícios e consequências desses resultados.   O País deparou-se com duas campanhas completamente antagónicas: a do Partido Socialista em que o Eng. Sócrates, (...)
António Belém Coelho* * Militante, com muito orgulho, do PSD e vereador da Câmara Municipal de Abrantes   Há alguns dias atrás fui surpreendido pela notícia inserta no site da RAL (Rádio Antena Livre), anunciando a retirada da confiança política ao vereador Santana Maia, verificada no plenário de 16 de Abril, que citava, “os militantes do PSD de Abrantes, reunidos (...)
12 Dez, 2010

AS PRESIDENCIAIS

António Belém Coelho    As eleições presidenciais que se avizinham, apesar da crise sem precedentes em que vivemos, parece ser daquelas em que a opção será das mais claras e transparentes para a grande maioria da população.   Apreciando o leque de candidatos, certamente todos eles com o direito constitucional de se poderem fazer eleger, e sobretudo apreciando as linhas programáticas de (...)
06 Ago, 2010

INVESTIR

António Belém Coelho - in Primeira Linha    Toda e qualquer decisão de investimento, seja de que natureza for, privada, pública ou mista, deve ser ponderada à luz de critérios vários, conduzindo em última instância a uma análise custo/benefício o mais abrangente possível.   E quando o investimento é de natureza pública, o cuidado e rigor deverão ainda ser mais exigentes, uma vez que (...)
31 Jul, 2010

A CONSTITUIÇÃO

António Belém Coelho    Se os pais da Constituição cuidassem um momento só que fosse de respeitar a vontade popular nos sucessivos momentos eleitorais, nunca, mas nunca teriam redigido uma Constituição como aquela que temos de momento, embora já lá vão oito revisões que dela expurgaram o que havia de extrema-esquerda.   No entanto, todo o resto de mantém; é caso para dizer que, como (...)
01 Jul, 2010

O BANCO ANTI-SOCIAL

Santana-Maia Leonardo e António Belém Coelho, vereadores do PSD   A forma como foi noticiada a posição dos vereadores do PSD sobre o Banco Social de Abrantes transmite a falsa ideia de que nós somos contra o Banco Social por ele ser ilegal.    É verdade que o Banco Social de Abrantes é ilegal, na medida em que não existe, designadamente, um Regulamento Municipal, aprovado em reunião camarária, regulador e orientador das condições de atribuição dos apoios previstos no (...)
António Belém Coelho - in Primeira Linha    O cadáver, todos sabemos quem é, menos o próprio; trata-se do nosso governo, que ainda não descobriu que o é, mas que curiosamente vem actuando como tal, se é que um cadáver pode ter actuação. Certamente que algum ramo da ciência psíquica ou outra o poderá explicar.   A comédia, essa, para além de muitos actos nos últimos tempos, teve pr (...)
23 Mai, 2010

DESNORTE

António Belém Coelho - in Primeira Linha    Nas últimas semanas de governação, o Governo do Partido Socialista liderado pelo primeiro-ministro José Sócrates parece ter atingido o máximo do desnorte. Pressionados internamente pelas oposições que se dizem de sinal contrário e externamente pela crise de que teimamos em não sair, e que na qual, cada vez mais nos identificam com o coitadinho (...)