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COLUNA VERTICAL


Sexta-feira, 11.09.09

BANDA FILARMÓNICA ALVEGUENSE

 

 

No passado dia 5 de Setembro, Santana Maia, António Belém Coelho, Elsa Cardoso, Manuela Ruivo, Ana Rico, Rui Santos, Susana Martins, acompanhados por vários elementos da JSD e da lista candidata à Junta de Freguesia de Alvega, visitaram, mais uma vez, a Banda Filarmónica Alveguense.
 
A visita foi conduzida por António Moutinho, tendo Santana Maia e a equipa que o acompanhou assistido, de manhã, a uma audição de novos talentos para a Banda e, à tarde, ao XV Festival de Bandas Filarmónicas de Alvega.
 
A Banda Filarmónica Alveguense foi fundada em 1 de Janeiro de 1938 com a designação de “Banda da União Desportiva e Recreativa da Casa do Povo de Alvega”.
 
A 20 de Junho de 1994 nasce a associação sem fins lucrativos denominada “Banda Filarmónica Alveguense”, a qual tem como principal missão a ocupação de tempos livres, o ensino e a divulgação da arte musical, entre outros.
 
A Banda conta hoje com um espólio considerável, fruto da actividade desenvolvida ao longo de quase sete décadas de existência. Mantém igualmente em funcionamento uma Escola de Música, estrutura vocacionada essencialmente para a formação de novos membros.
 
De 1994 ao final de 2001 teve como Maestro e responsável pedagógico pela Escola de Música o Prof. Paulo pires. De 2001 até à presente data tem como Maestro e Professor Francisco Lamarosa.

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Sexta-feira, 29.05.09

SOCIEDADE ARTÍSTICA TRAMAGALENSE

 

No passado dia 23 de Maio, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado de Gonçalo Oliveira, presidente da comissão política concelhia do PSD, Elsa Cardoso, Anabela Crispim, Ana Dias e Cláudio Machado, visitou as instalações do Sociedade Artística Tramagalense, tendo a visita sido guiada por Carlos Filipe, tesoureiro da direcção.
 
A Sociedade Artística Tramagalense é um colectividade com cerca de mil associados e que teve em Eduardo Duarte Ferreira um dos seus grandes impulsionadores. A cerimónia do lançamento da primeira pedra da sua actual sede ocorreu no dia 31 de Julho de 1955, tendo sido presidida pelo Eng Manuel Duarte Ferreira, presidente honorário da colectividade. As suas principais actividades são de índole cultural e recreativa. Tem um Grupo Coral, um Grupo de Cantares Populares denominado «Rouxinol», um Grupo de Teatro, um Grupo Musical denominado «Renascer» e uma Banda Filarmónica.
 
A direcção fez recentemente um grande esforço financeiro para remodelação da sala de espectáculos, com a substituição do soalho e da iluminação, dotando a sala de excelentes condições para as diferentes actividades artísticas que patrocina. Esta sala de espectáculos tem servido também de apoio às diferentes actividades levadas a cabo pelas escolas, Universidade da Terceira Idade, Fórum Tramagalense, associação CISTUS, etc.
 
A colectividade vive, no entanto, algumas dificuldades que se prendem, essencialmente, com os elevados custos de manutenção para uma associação deste tipo e que ascendem a valor superior a mil euros mensais.
 
Mais uma vez, é patente a falta de apoio a que estas associações estão votadas pela autarquia. Esta candidatura não esquece, no entanto, o esforço tremendo de todos os dirigentes que militam, diariamente, nestas instituições, a título voluntarioso, e que nunca desistem, lutando contra todas as adversidades, que são muitas, a começar pelo abandono a que são votados pelo município. Estas pessoas enchem-nos de orgulho e fazem-nos ter esperança num futuro melhor, sendo certo que solidariedade social é uma dádiva fundamental na construção de uma sociedade equilibrada, harmoniosa e justa.

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Terça-feira, 12.05.09

SEM DIVULGAÇÃO, NÃO HÁ ADESÃO!

por Dora Caldeira

  
A informação, cultura e lazer, incluindo as actividades desportivas e recreativas, assumem uma grande importância na vida das populações como actividades de qualificação individual e social. Os meios de comunicação social, os clubes, as associações culturais e recreativas, as bibliotecas, os museus, os teatros, os cinemas e as orquestras fazem a oferta desportiva, cultural, de lazer e de informação dos munícipes e constituem estruturas com impacto distintivo na qualidade de vida das comunidades. 
 
A cultura e o dinamismo de uma comunidade podem medir-se pela número de associações culturais e recreativas que desenvolvem uma actividade regular, estruturada e planificada, sendo uma forma de expressão popular muito importante sobretudo nos meios rurais. As associações são a expressão da alma de um povo, dos seus usos e costumes e da sua forma de estar na vida e são um incontornável veículo de transmissão de saberes de geração em geração.
 
É dever das autarquias promover e auxiliar estas mesmas associações com programas de apoio e divulgação. Como cidadã que gosto de assistir a eventos culturais, tenho assistido a muito bons exibidos pelas associações do concelho de Abrantes. No entanto, entristece-me verificar que a participação do público não é a melhor. Será que os abrantinos não apreciam um bom evento cultural? Ou então qual é a falha que se pode apontar para esta pouca adesão?
 
No sábado passado, assisti a um concerto no Teatro de S. Pedro destinado a crianças realizado pela Banda Filarmónica de Mouriscas. Posso afirmar que foi um espectáculo de muita qualidade, não só musical, como também muito bom na vertente pedagógica, em que o Maestro José Miguel e músicos tiveram um trabalho acrescido e extremoso para apresentar músicas que normalmente não fazem parte do seu reportório enquanto Banda Filarmónica. No entanto, para tão bom concerto contavam-se apenas cerca de meia dúzia de crianças, em que mais de metade eram familiares dos músicos. Qual a razão de tão pouco público?
 
Este evento faz parte do programa «Finevent» promovido pela Câmara Municipal de Abrantes, em que esta atribui uma ajuda monetária às associações para que estas possam apresentar actividades. Todas as entidades financiadas obrigam-se a ostentar, em quaisquer documentos promocionais do evento, a imagem de marca do Município de Abrantes e esta propõe-se a auxiliar na divulgação do mesmo.
 
Ora, onde foi divulgado o evento que referi intitulado «Banda de música visita imaginário infantil»? No Teatro, local onde foi exibido o concerto, não se vislumbrava qualquer cartaz. Foi me dito por um funcionário da Câmara Municipal  que se distribuiu uns folhetos em uma das escolas da cidade de Abrantes pois pretendia-se um público muito restrito. Então, as outras crianças do concelho não «cabem» nesse público restrito que se pretendia? Se queriam restrito conseguiram, pois só lá estavam mesmo cerca de 6 crianças!
 
Também restrito se tornou o entusiasmo dos músicos e maestro! O Maestro José Miguel agradeceu a participação dos que estavam, mas também reforçou a ideia que a divulgação por parte das entidades promotoras é extremamente importante. Infelizmente isto não sucedeu apenas neste concerto mas em muitas outras actividades apresentadas por outras Associações. A Autarquia deve perceber que tem um papel muito importante na divulgação das Associações do seu concelho, senão arriscamo-nos a ter uma agenda cultural «fantasma», em que alguns até acreditam que ela possa existir, mas a verdade é que ninguém a viu!

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Terça-feira, 05.05.09

28 ANOS DE ACTIVIDADE MUSICAL

por Anabela Crispim

 
No passado Sábado, dia 2 de Maio, a Banda Filarmónica Mourisquense comemorou com os seus músicos, associados e amigos, vinte e oito anos de actividade musical. Convidados de honra foram os músicos da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro, banda dirigida pelo maestro José Miguel Rodrigues, também maestro da banda anfitriã.
 
Vinte e oito anos de actividade musical, hoje com uma nova dinâmica e com grandes apostas na formação de novos músicos. A Banda Filarmónica Mourisquense tem, neste momento, a funcionar a Escola de Música, com vinte crianças inscritas, dos três aos seis anos, que têm aulas de educação musical com a professora Lúcia Mendes.
 
A Banda Filarmónica Mourisquense é constituída por trinta elementos de Mouriscas, mas também de Sardoal, Montalvo, Mação, Carregueira e Constância. A efeméride contou com a apresentação aos presentes de quatro novos músicos e com a homenagem, por parte do Presidente da Direcção, Armando Alves, aos músicos mais antigos, dois deles com mais de vinte anos de actividade musical na Banda.
 
Para o futuro, a Direcção pretende ter uma banda inteiramente da casa, isto é, com músicos formados inteiramente na sua escola de música, divulgando ao mesmo tempo o seu trabalho o mais possível. Segundo Armando Alves, é muito importante a colaboração com outras associações de forma a trazer a juventude para a actividade musical.
 
A Direcção convida todas as pessoas a conhecer o trabalho da Banda Filarmónica Mourisquense.

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Segunda-feira, 27.04.09

VISITA À BANDA FILARMÓNICA MOURISQUENSE

 

No dia passado dia 31 de Janeiro, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, visitou as instalações da Associação Banda Filarmónica Mourisquense. A visita foi conduzida por Amadeu Bento Lopes, músico e vogal da assembleia da Associação. Acompanharam o nosso candidato Anabela Crispim e Gonçalo Oliveira, presidente da comissão política concelhia do PSD.
 
Esta Filarmónica, como o nome indica, é uma sociedade de amigos da harmonia de Mouriscas e de quem gosta de fazer pela música em Mouriscas. Com a actual designação, esta associação existe há catorze anos. Anteriormente, chamava-se Banda da Casa do Povo de Mouriscas e tinha outra direcção, outros músicos e outros estatutos. Este ano, a Associação decidiu comemorar os 28 anos de música em Mouriscas, com instrumentos de sopro (metais e madeiras) e percussão, numa organização de grande envergadura que decorrerá em Mouriscas, na sede da Associação, no próximo dia 2 de Maio, a partir das 14H00.
 
José Miguel é o novo maestro desta filarmónica. Tem apenas 30 anos e um curriculum musical invejável, com uma vertente profissional de ensino, com que se pretende continuar uma escola de música, como já houve em tempos. Para além disso, a associação tem ainda, desde 2007, uma professora de música, Lúcia Mendes, que dá aulas de música a alunos desde a idade dos 3 até aos 6 anos e formação musical (teoria). Esta filarmónica pretende vir a criar melhores condições, quer para os músicos, quer para todos os associados, para que estes se sintam bem num espaço que é deles, enquanto espaço lúdico/musical. Mas, para isso, é necessário contar com o apoio dos associados e das entidades concelhias.

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