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COLUNA VERTICAL


Domingo, 30.01.11

AS SETE VIDAS DE SÓCRATES

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança  

 

Nas eleições presidenciais, Sócrates precisava:

  

(I) que Manuel Alegre, apesar do seu apoio, tivesse uma derrota estrondosa, para liquidar, de vez, a oposição interna que defende uma coligação de governo à esquerda e que já andava a levantar a crista, adivinhando o fim de ciclo e preparando a sucessão;

 

(II) que Cavaco Silva vencesse as eleições, porque era o único que, na Presidência, lhe dava cobertura às duras medidas que vai ter de impor aos portugueses;

 

(III) que Cavaco Silva ganhasse fragilizado, para não se entusiasmar demasiado com a vitória e para perceber a campanha suja que o espera se se atrever, por sua iniciativa, a dissolver o parlamento.

 

Ora, foi precisamente isto que sucedeu. Melhor? Nem de encomenda...

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Quinta-feira, 06.01.11

O DOENTE E AS DOENÇAS

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança 

 

As próximas eleições presidenciais são, na verdade, o espelho do labirinto sem saída onde o actual sistema político nos conduziu. Porque se Cavaco Silva é o candidato do sistema, como resulta claramente da promulgação da vergonhosa lei do financiamento partidário, os outros candidatos presidenciais representam, por sua vez, as maleitas do sistema.

 

Ou seja, nas próximas eleições presidenciais, estamos condenados a escolher entre o doente e as doenças, quando o que o país precisava era de um médico que curasse o doente e nos livrasse das doenças.

 

Enfim, tendo em conta os candidatos que se apresentam, não nos resta outra alternativa que a de optar pelo doente. Do mal o menos.  

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Sexta-feira, 31.12.10

CONSTRUTORAS CONTROLAM POLÍTICA

Extracto da entrevista de João César das Neves ao DN de 19/12/10

 

Em Abril ou Maio, houve um Conselho Europeu e o eng. Sócrates voltou com um puxão de orelhas da Merkel, dizendo: os alemães disseram “Portugal tem de fazer coisas!” Nos dias seguintes foram anunciadas duas medidas. Primeira, cortes no subsídio de emprego e no rendimento social de inserção. Depois, manutenção do TGV para o futuro. E eu percebi… Um Governo socialista vai cortar o subsídio de desemprego e o rendimento social de inserção mas não consegue enfrentar quem o suporta, quem lhe paga, que são as construtoras… Esse facto despertou-me a atenção para o nível a que estes grupos instalados estão, de facto, a controlar a política. (…)

 

Sou muito amigo do professor Cavaco Silva. (…) Apoiei-o nas duas candidaturas dele, na que ganhou e na que perdeu e fiz parte da comissão mas desta vez não aceitei. E não é por nenhuma contestação pessoal com ele, é, de facto, porque a assinatura dele está numa enorme quantidade das piores leis contra a família da História de Portugal.(…)

 

Na política encontrei o melhor e o pior: pessoas absolutamente espantosas e pessoas absolutamente asquerosas, e estão lá todos na política. E percebi que não tenho estômago para aquilo.

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Domingo, 26.12.10

OS DIREITOS E A ESQUERDA

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança 

 

A crítica de Manuel Alegre a Cavaco Silva por este não ter sido um resistente ao salazarismo é, no mínimo, surpreendente, sobretudo vinda de quem vem. Com efeito, faço a justiça de considerar que também para Manuel Alegre, tal como para mim, todos os homens têm a mesma dignidade social, independentemente da sua nacionalidade, raça, sexo, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução ou condição social.

 

Também reconheço que não fica bem a um candidato a Presidente da República um passado conformado com o Portugal de Salazar, um país de partido único, onde existia polícia política, tortura e censura. Mas pior do que isso é o passado de um candidato a Presidente da República conivente com a Argélia de Ben Bella e de Boumédiène, um país de partido único, onde existia polícia política, tortura e censura, em doses muito maiores e mais bárbaras do que o Portugal de Salazar.

 

Na verdade, pior do que viver conformado com o Portugal de Salazar é lutar contra o Portugal de Salazar, a partir de um país com um regime muito mais cruel e onde as violações dos direitos humanos eram muito mais graves.

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Domingo, 12.12.10

AS PRESIDENCIAIS

António Belém Coelho 

 

As eleições presidenciais que se avizinham, apesar da crise sem precedentes em que vivemos, parece ser daquelas em que a opção será das mais claras e transparentes para a grande maioria da população.

 

Apreciando o leque de candidatos, certamente todos eles com o direito constitucional de se poderem fazer eleger, e sobretudo apreciando as linhas programáticas de actuação que cada um deles tem até agora apresentado ou não, a escolha é única e clara.

 

E se formos mais longe em termos de análise, perscrutando a vida política dos candidatos e os serviços por eles prestados ao País nos cargos até agora desempenhados, mais clara ainda é a escolha.

 

Só o Professor Cavaco Silva consegue reunir um conjunto de atributos que o tornam para muitos Portugueses o homem certo no lugar certo: o conhecimento profundo da situação real do País a diversos níveis, o conhecimento exacto dos momentos e locais correctos onde efectuar a chamada magistratura de influência para obter os resultados necessários, a experiência, contactos e mesmo relações de amizade a nível internacional, uma aura de seriedade e trabalho que hoje em dia se torna cada vez mais difícil de encontrar na classe política.

 

Daí continuar a personalizar e a corporizar um capital ainda maior de esperança junto da maioria dos cidadãos portugueses, no sentido de contribuir para a resolução da situação que vivemos.

 

Todos estes juízos mais se reforçam quando olhamos os enfeudamentos e contradições apresentados por outros candidatos, que os obrigam a dizerem-se num dia para se desdizerem no outro ou então optarem por silêncios ensurdecedores para quem outrora os apoiou.

 

O Professor Cavaco Silva tem sabido respeitar e promover a estabilidade democrática, sem abdicar de intervir, sempre dentro da esfera dos seus poderes, de forma sóbria e discreta, quando entende que está em causa algo que possa contrariar o que pode ser interpretado como as convicções profundas dos Portugueses e o interesse nacional.

 

O facto de periodicamente (e agora certamente com maior intensidade) ser acusado, sempre pelos mesmos sectores e personalidades de ser pouco interventivo e também pelo seu contrário, só demonstra à saciedade o acerto da sua conduta no contexto em que vivemos.

 

E não tenhamos dúvidas que no dia em que seja preciso dar um murro na mesa, seja quem for que protagonize a governação, não por cálculos próprios ou alheios, mas pela constatação de que tal será o melhor para o País, fa-lo-á com toda a legitimidade que o voto popular e o seu percurso lhe outorgam.

 

O Professor Cavaco Silva não é certamente um homem só com qualidades, sem defeitos. É um ser humano como todos nós. Também errou aqui e ali, como todos nós, no seu percurso; mas justamente porque estava lá e tomou decisões.

 

Mas objectivamente as primeiras suplantam amplamente os segundos.

 

Por tudo isso, a minha escolha é clara: apoio e votarei no Professor Cavaco Silva nas eleições presidenciais.

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Domingo, 07.11.10

CAVACO, O MEU EX-PRESIDENTE

Santana-Maia Leonardo - in Público de 6/11/10 

 

Sempre votei e apoiei Cavaco Silva. E fi-lo sempre por convicção. E foi precisamente por acreditar na sua promessa de que seria capaz de devolver Portugal ao crescimento e prosperidade, em "cooperação estratégica" com a maioria socialista, que votei nele nas últimas presidenciais.

 

Acontece que Cavaco Silva teve o condão de me fazer perder o pouco respeito que já tinha pela nossa classe política. Pensava eu que se tratava de uma pessoa de convicções, recta e frontal. Não é. Pelo contrário, é mais um dos muitos políticos, que por aí anda, calculista, curvilíneo e consensual.

 

É óbvio que, para haver "cooperação estratégica" com o Governo, seria necessário, antes de mais, que o Governo quisesse cooperar com o Presidente, o que manifestamente não sucedeu. Mas o Presidente não podia deixar de ver aquilo que entrava pelos olhos de qualquer pessoa com "dois dedos de testa": a corrida vertiginosa para o abismo a que as políticas irresponsáveis e criminosas do Governo, nas mais diferentes áreas (educação, justiça, obras públicas, trabalho, família, administração pública, etc.), nos estavam conduzir.

 

Acontece que o Presidente assistiu à derrocada de Portugal, impávido e sereno, sem nunca ter sentido a necessidade e a urgência de fazer uma comunicação ao país com a mesma força e determinação da que fez sobre o Estatuto dos Açores.

 

Na sua comunicação ao País, a propósito da promulgação dos casamentos gay, ficámos todos a perceber a razão deste silêncio cúmplice com a política criminosa do Governo: para o Presidente, a ética das convicções deve ceder à lógica das conveniências, a que eufemisticamente resolveu chamar "ética da responsabilidade".

 

De José Sócrates, não esperava nada. De Cavaco Silva, esperava tudo, menos isto: que preferisse sacrificar Portugal a sacrificar a sua vitória eleitoral.

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Quinta-feira, 04.11.10

CAVACO E O CASAMENTO GAY

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Quinta-feira, 15.07.10

CAVACO E BENTO XVI: TÁCTICA E ESTRATÉGIA

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança  

 

Sempre votei e apoiei Cavaco Silva. E fi-lo sempre por convicção. E foi precisamente por acreditar na sua promessa de que seria capaz de devolver Portugal ao crescimento e prosperidade, em "cooperação estratégica" com a maioria socialista, que votei nele nas últimas presidenciais.

 

É óbvio que, para haver "cooperação estratégica" com o Governo, seria necessário, antes de mais, que o Governo quisesse cooperar com o Presidente, o que manifestamente não sucedeu. Mas o Presidente não podia deixar de ver aquilo que entrava pelos olhos de qualquer pessoa com "dois dedos de testa": a corrida vertiginosa para o abismo a que as políticas irresponsáveis e criminosas do Governo, nas mais diferentes áreas (Educação, Justiça, Obras Públicas, Trabalho, Família, Administração Pública, etc.), nos estavam conduzir.

 

Acontece que o Presidente assistiu à derrocada de Portugal, impávido e sereno. Na sua comunicação ao País, a propósito da promulgação dos casamentos gay, ficámos todos a perceber a razão deste silêncio cúmplice com a política criminosa do Governo: para o Presidente, a ética das convicções deve ceder à lógica das conveniências, a que eufemisticamente resolveu chamar "ética da responsabilidade", mas que, no fundo, se resume apenas a uma enorme cobardia e a pura táctica política.

 

É, por esta razão, que eu, não sendo crente, nem católico, tenho uma enorme admiração por Bento XVI. Para este, a ética da responsabilidade está sempre intimamente ligada à ética das convicções, não podendo viver uma sem a outra.

 

Isto não significa, obviamente, que concorde com a posição do Cardeal Patriarca ao sugerir a perda do voto católico em Cavaco por este não ter vetado a lei dos casamentos gay. Aliás, esta declaração não faz qualquer sentido tendo em conta o que fica do chamado casamento civil.

 

Com efeito, depois da lei do casamento civil ter sido absolutamente esvaziada pelos sucessivos governos socialistas, o que resta, hoje, é apenas uma excrescência jurídica de que apenas sobejou o nome, sem qualquer objecto e que visa apenas dar trabalho e dinheiro aos advogados, tribunais e conservatórias. Sem casamento civil, a maioria dos escritórios de advogados (eu falo por mim) iam à falência: acabavam-se os divórcios, inventários, prestações de contas, arrolamentos, regulações de responsabilidade parental, acções de indemnização e de alimentos, execuções, etc.

 

É, também por esta razão, que o legislador quer equiparar as uniões de facto ao casamento civil, com receio de que a maioria dos portugueses se aperceba da inutilidade do casamento civil e passe a unir-se de facto, em vez de se casar.

 

Ora, em face disto, a Igreja Católica só tinha de fazer uma coisa: rasgar a Concordata e recusar que o casamento católico pudesse continuar a ser equiparado a esta excrescência jurídica que o legislador teima em chamar "casamento", com vista apenas a enganar os incautos.

 

O casamento de que fala Bento XVI não tem nada a ver com isto. Casamento, para Bento XVI, é a união indissolúvel entre um homem e uma mulher. Ou seja, para Bento XVI, o casamento é um projecto de vida colectivo que vai muito para além da união de dois indivíduos e de dois egoísmos. O casamento, para Bento XVI, é o contrato para a vida que acautela o futuro dos filhos (criando-as e educando-as) e dos pais (protegendo-os na velhice).

 

É claro que a maioria das pessoas, nas quais eu me incluo, é hoje demasiado egoísta para  se preocupar com as gerações futuras. Cada um que se desenrasque. E desde que o mundo chegue até à hora da nossa morte, é o que chega para a maioria das pessoas.

 

No entanto, apesar de reconhecer o meu egoísmo e o meu comodismo, reconheço também a razão de Bento XVI ao defender a família como uma instituição perene (e não um local de passagem de indivíduos de diferentes proveniências, como hoje acontece), única forma de a responsabilizar e garantir a  transmissão dos valores comunitários.

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Domingo, 13.06.10

A ÉTICA DA IRRESPONSABILIDADE

O Presidente da República entendeu promulgar a lei que institucionaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Fê-lo invocando a "ética da responsabilidade" e contra o seu próprio parecer sobre a questão.

 

A expressão "ética da responsabilidade" é redundante, porque a irresponsabilidade nunca é ética, como é óbvio. "Responsabilidade" significa, etimologicamente, o "peso" (pondus, em latim), de "coisa" (em latim, res), ou seja, ser responsável é acarretar com as consequências das próprias convicções em todos os actos ou opções. A "ética da responsabilidade" opõe-se, portanto, à lógica da conveniência, cujo critério decisivo não é pautado por imperativos morais, mas por razões de oportunidade.

 

Gonçalo Portocarrero de Almada – in Público de 05/06/2010

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Segunda-feira, 08.03.10

OBVIAMENTE, DEMITA.O!

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança

 

José Sócrates é, hoje, o grande referencial do grau zero (ou melhor, abaixo de zero) a que chegou a política e a ética no nosso país, onde a falta de vergonha e o descaramento se associaram, ao mais alto nível, para corromper a essência de todas as instituições democráticas.
Compreendo as preocupações e os receios do Presidente da República. Cavaco Silva está na mesma situação do médico que, apercebendo-se que as metáteses do tumor se ramificaram e alastraram a todos os órgãos da nação portuguesa, conclui que já não vale a pena operar o doente.
Cavaco Silva tem, no entanto, também muitas responsabilidades na situação a que o país chegou, porque, apesar de ser professor de Economia e conhecer bem a lei de Gresham («a má moeda expulsa a boa moeda»), deixou-se afinal iludir pelo valor facial das moedas, acabando por contribuir, juntamente com Jorge Sampaio, para que a má moeda entrasse em circulação.
Mas não adianta agora chorar sobre leite derramado. Neste momento, quanto mais depressa o doente morrer melhor. Aliás, Portugal precisa de morrer o mais depressa possível para poder renascer das cinzas. E para isso, a demissão de José Sócrates é uma medida de higiene indispensável para podermos, pelo menos, sonhar em viver num Portugal novo, limpo e asseado.

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Sábado, 09.05.09

CAVACO SILVA E A DIVERGÊNCIA DE FUNDO

 

«Seria um erro muito grave, verdadeiramente intolerável, que, na ânsia de obter estatísticas económicas mais favoráveis e ocultar a realidade, se optasse por estratégias de combate à crise que ajudasse a perpetuar os desequilíbrios sociais já existentes». (…)
 
 «Esta não é altura para intervencionismos populistas ou voluntarismos sem sentido. Os recursos do país são escassos e é muito o que há ainda por fazer. É preciso garantir o máximo de transparência na utilização dos dinheiros públicos». (…)
 
«Seria um erro pensar que a obrigação de acautelar os princípios de justiça, de equidade e de coesão recai apenas sobre os decisores políticos. É nas empresas e no diálogo entre elas que começa esta responsabilidade.» (…)
 
«Muitos dos agentes que beneficiaram do statu quo e que tiveram um papel activo nesta crise financeira – continuam a ser capazes de condicionar as políticas públicas, quer pela sua dimensão económica quer pela sua proximidade ao poder político». (…)
 
«O pior que nos poderia acontecer era a crise acentuar a tendência, bem nociva para o país, de algumas empresas procurarem a protecção ou o favor do Estado para a realização dos seus negócios. Empresários e gestores submissos em relação ao poder político não são, geralmente, empresários e gestores com fibra competitiva e com espírito inovador. Preferem acantonar-se em áreas de negócio protegidas da concorrência, com resultado garantido».
 
(Extractos do discurso de Cavaco Silva no IV Congresso da Associação Cristã de Empresários e Gestores)

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Segunda-feira, 06.04.09

A DIFERENÇA ENTRE CUSTOS E BENEFÍCIOS

 

«Em Portugal ainda se confunde custos com benefícios. Uma estrada é toda ela custos. O benefício é o trânsito que passará nela. Se não houver trânsito, não há benefício, é zero. O investimento de um empresário é custo, o benefício é a sua produção. Se não produzir nada, não ganha.»
Cavaco Silva

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Domingo, 11.01.09

VIVER DA DÍVIDA

 

«Cavaco, por uma vez, disse o essencial: “Portugal gasta em cada ano muito mais do que aquilo que produz”. Por outras palavras, os portugueses vivem acima dos seus meios, com o que pedem emprestado lá fora. E, quando aqui se fala dos “portugueses”, de quem se fala não é de um grupo irresponsável de “especuladores”, que a esquerda resolveu diabolizar, mas do Estado, das câmaras, das famílias. Não admira que a dívida externa esteja “em crescimento explosivo” e o crédito a chegar ao fim. Pior ainda: como qualquer pródigo, Portugal delapidou uma grande parte do dinheiro que foi arranjando por aqui e por ali em consumo, corrupção e fantasias sem sombra de racionalidade económica. Agora, tem de pagar a conta.»
 
Vasco Pulido Valente – in Público de 1/04/2009

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