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COLUNA VERTICAL


Quinta-feira, 22.07.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 28/6/10 (acta fls.14 e 15)

TRANSPORTE E ATENDIMENTO DOS DOENTES DAS LOCALIDADES SEM MÉDICO

E APOIO DOMICILIÁRIO AOS ACAMADOS

Proposta de deliberação dos vereadores do PSD 

 

N° 19 - Proposta de Deliberação dos Vereadores eleitos pelo PSD, referente ao transporte e atendimento dos doentes das localidades sem médico e apoio domiciliário dos acamados, apresentada em 19 de Abril de 2010, que abaixo se transcreve:

 

"Numa recente visita à localidade de Bicas, fomos confrontados com a situação de os moradores das localidades sem médico não só serem obrigados a deslocar-se pelos seus próprios meios ao centro de saúde de Abrantes ou a outra extensão de saúde, a maioria das vezes apenas para passagem de novas receitas médicas, como não terem sequer garantido o atendimento.

 

Ora, isto parece-nos de todo intolerável e por duas razões: por um lado, por se tratarem de pessoas idosas, doentes e, em regra, pouco abonadas e residentes nas localidades mais carenciadas e esquecidas do concelho; por outro lado, por se tratar de uma violação grosseira do princípio constitucional da igualdade e da protecção à saúde.

 

Basta dizer que uma pessoa da mesma condição social que viva na cidade tem médico todos os dias, enquanto uma pessoa que viva numa localidade sem médico não tem garantido o atendimento sequer no dia em que conseguir transporte para vir ao centro ou à extensão de saúde.

 

Face ao exposto, vimos apresentar a seguinte proposta de deliberação:

 

       1. garantir o atendimento e assegurar o transporte dos doentes das localidades sem médico, em especial dos idosos e mais carenciados, ao centro ou extensão de saúde mais próximos;

 

      2. providenciar, junto dos centros de saúde e das entidades competentes, para que seja garantido por médico o apoio domiciliário a todos os doentes carenciados que se encontrem acamados". (...)

 

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Deliberação: Por maioria, com os votos a favor dos vereadores eleitos pelo PSD e com a abstenção do vereador eleito pelo Movimento de Cidadãos "Independentes pelo Concelho de Abrantes", rejeitada a proposta apresentada.

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Terça-feira, 20.07.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 28/6/10 (acta fls.10 e 11)

REVITALIZAÇÃO DO CENTRO HISTÓRICO

Proposta de deliberação dos vereadores do PSD

 

N° 16 - Proposta de Deliberação dos Vereadores eleitos pelo PSD, referente à revitalização do Centro Histórico de Abrantes (construção do centro de saúde e re/instalação de serviços, abertura ao trânsito da rua da Nossa Senhora da Conceição e estudo sobre o trânsito), apresentada em 2 de Dezembro de 2009 e que abaixo se transcreve:

 

"Considerando que:

 

     - os comerciantes do centro histórico ou com estabelecimentos comerciais na sua proximidade defendem a necessidade de rever a questão do trânsito e a localização de serviços naquela área, única forma, na sua opinião, de revitalizar e restaurar o fluxo de pessoas e, consequentemente, dinamizar a actividade comercial (basta ler as constantes entrevistas e declarações dos comerciantes nos mais diferentes órgãos de comunicação social, quer local, quer regional, como ainda aconteceu esta semana);

 

     - o coeficiente de habitabilidade da zona (outro vector determinante) não é fácil de elevar, face às muitas condicionantes existentes, designadamente dificuldades de acesso e estacionamento;

 

     - no nosso programa eleitoral, tínhamos como medida de execução imediata a abertura ao trânsito da Rua Nossa Senhora da Conceição, tal a evidência dessa medida, assim como proceder à reavaliação das ruas fechadas ao trânsito em toda a área do centro histórico;

 

     - no nosso programa, também se previa a reinstalação de serviços no centro histórico, para além de se defender a manutenção dos poucos ainda aí existentes;

 

     - estas questões são exigências e medidas necessárias que devem ser adoptadas e implementadas, porque podem ditar a sobrevivência social e económica de uma parte nobre da cidade, não sendo exclusivas de qualquer programa ou força política;

 

     - é urgente dotar de novas instalações o centro de saúde de Abrantes;

 

os vereadores do Partido Social Democrata na Câmara de Abrantes apresentam a seguinte proposta de deliberação, essencial para a revitafização do comércio e a fixação de pessoas no centro histórico:

 

     1- abrir ao trânsito a Rua Nossa Senhora da Conceição, no sentido Sul - Norte, e promover um estudo sobre outras modificações naquela zona que se imponham para restaurar o fluxo de trânsito;

 

     2- promover as condições de instalação e reinstalação de serviços na referida zona, de forma a restaurar o fluxo de público, designadamente diligenciando para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação". (...)

 

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Deliberação: Por maioria, com os votos a favor dos vereadores eleitos pelo PSD, foi rejeitada a proposta apresentada.

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Quarta-feira, 03.03.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 1/3/10 (I)

CENTRO HISTÓRICO 

Requerimento dos vereadores do PSD 

 

Os vereadores do PSD vêm requerer o agendamento da sua proposta de deliberação, entregue no passado dia 2 de Dezembro de 2009, que propõe:
     - por um lado, a abertura ao trânsito da Rua Nossa Senhora da Conceição, no sentido Sul – Norte, e a promoção de um estudo sobre outras modificações naquela zona que se imponham para restaurar o fluxo de trânsito;
     - e, por outro, a promoção das condições de instalação e reinstalação de serviços na referida zona, de forma a restaurar o fluxo de público, designadamente diligenciando para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação.
Trata-se de uma proposta que consideram essencial para a revitalização do comércio e a fixação de pessoas no centro histórico, sendo certo que, tendo sido entregue no dia 2 de Dezembro de 2009, já decorreu tempo suficiente para o seu agendamento.

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Segunda-feira, 01.03.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL 26/2/10 (extracto IV)

CENTRO HISTÓRICO / CENTRO DE SAÚDE

Intervenção da bancada do PSD
 
Como todos sabem, a saúde foi uma das prioridades do PSD nas últimas autárquicas.
Com o lema “Mais e melhor saúde” para toda a comunidade e com o grande objectivo de resolver a situação de falta de médicos, nomeadamente nos centros de saúde e nas extensões, elencámos um conjunto de medidas que podem ser consultadas no programa eleitoral.
Pensamos que é chegada a hora do Centro de Saúde ter instalações condignas, de preferência no centro da cidade, como consta da proposta recentemente apresentada pelos nossos vereadores na Câmara Municipal e que consta, aliás, do nosso programa eleitoral, para que com esta acção concreta, possamos também revitalizar este centro, que definha dia a dia, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação.
Sabemos também que a resolução dos problemas de falta de médicos no nosso concelho passará pela criação de condições de atractividade por parte do nosso município, para que os profissionais de saúde possam escolher o nosso concelho para exercer a sua profissão.
Aguardamos as diligências a desenvolver pelo actual executivo, agora com responsabilidade acrescida visto a senhora presidente acumular o cargo de presidente do conselho da comunidade do ACES – Agrupamento de centros de saúde do Zêzere.

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Domingo, 13.12.09

Câmara de Abrantes - 2 de Dezembro de 2009

CENTRO HISTÓRICO - PROPOSTA

Proposta de deliberação dos vereadores eleitos pelo PSD

Considerando que: 

     -  os comerciantes do centro histórico ou com estabelecimentos comerciais na sua proximidade defendem a necessidade de rever a questão do trânsito e a localização de serviços naquela área, única forma, na sua opinião, de revitalizar e restaurar o fluxo de pessoas e, consequentemente, dinamizar a actividade comercial (basta ler as constantes entrevistas e declarações dos comerciantes nos mais diferentes órgãos de comunicação social, quer local, quer regional, como ainda aconteceu esta semana);
     -  o coeficiente de habitabilidade da zona (outro vector determinante) não é fácil de elevar, face às muitas condicionantes existentes, designadamente dificuldades de acesso e estacionamento;
     -  no nosso programa eleitoral, tínhamos como medida de execução imediata a abertura ao trânsito da Rua Nossa Senhora da Conceição, tal a evidência dessa medida, assim como proceder à reavaliação das ruas fechadas ao trânsito em toda a área do centro histórico;
     -  no nosso programa, também se previa a reinstalação de serviços no centro histórico, para além de se defender a manutenção dos poucos ainda aí existentes;
     -  estas questões são exigências e medidas necessárias que devem ser adoptadas e implementadas, porque podem ditar a sobrevivência social e económica de uma parte nobre da cidade, não sendo exclusivas de qualquer programa ou força política;
     -  é urgente dotar de novas instalações o centro de saúde de Abrantes;
   os vereadores do Partido Social Democrata na Câmara de Abrantes apresentam a seguinte proposta de deliberação, essencial para a revitalização do comércio e a fixação de pessoas no centro histórico:
     (1)  abrir ao trânsito a Rua Nossa Senhora da Conceição, no sentido Sul – Norte, e promover um estudo sobre outras modificações naquela zona que se imponham para restaurar o fluxo de trânsito;
     (2)  promover as condições de instalação e reinstalação de serviços na referida zona, de forma a restaurar o fluxo de público, designadamente diligenciando para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação.
Câmara Municipal de Abrantes, 2 de Dezembro de 2009
Os vereadores do PSD
Santana-Maia Leonardo
António Belém Coelho

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Sexta-feira, 10.07.09

CENTRO HISTÓRICO E MUSEU IBÉRICO

 

A requalificação do centro histórico, levada a cabo pelo executivo socialista nos últimos dezasseis anos, teve este efeito perverso e contraditório: tornou o espaço mais bonito e aprazível, sem qualquer sombra de dúvida, mas afugentou as pessoas, condenando a prazo a viabilidade económica do comércio tradicional.
E não é preciso ser muito inteligente para perceber a razão da desertificação do centro histórico. Com efeito, ao retirarem-se praticamente todos os serviços (e a saída da ESTA ainda vai agravar mais a situação), que obrigavam as pessoas a deslocar-se aqui, e ao dificultar-se ainda mais o já difícil acesso e o estacionamento, este resultado era inevitável.
Ora, para revitalizar o Centro Histórico, é necessário seguir o percurso inverso.
Assim, propomos as seguintes medidas:
A) Mais serviços, mais pessoas
    - Trazer, de novo, para o Centro Histórico serviços que aumentem o fluxo de pessoas, designadamente: o Centro de Saúde, a Loja do Cidadão e a Tesouraria dos SMAS;
(No passado dia 20 de Maio, tive uma reunião com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para me inteirar da situação que se vive nalgumas extensões de saúde de Abrantes. Dessa reunião resultou claro que é urgente encontrar novas instalações para o centro de saúde de Abrantes que funciona, a título provisório, no Hospital. Fui também informado que a tutela é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios. Face a esta informação, quero, desde já, dar a minha palavra aos comerciantes do centro histórico que me irei empenhar, pessoalmente, assim como toda a minha equipa, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação).
 - Trazer o Mercado Semanal para o sítio de onde nunca devia ter saído: parque de estacionamento do Convento de S. Domingos;
 - Manter a localização da Câmara Municipal;
 - Recuperar e requalificar o Mercado Diário;
 - Criar condições de conforto para a circulação das pessoas nas ruas do Centro Histórico, independentemente das condições climatéricas (cobertura de ruas e espaços públicos, com estruturas removíveis e recolhíveis, diminuindo assim a sazonalidade - centro comercial a céu aberto -.
  - Revitalizar, de forma gradual, as habitações degradas, iniciando, de imediato, um programa de recuperação de casas de famílias carenciadas, de modo a evitar o seu desenraizamento do meio a que pertencem.
Uma palavra para os comerciantes: criar condições para a redução da derrama dos comerciantes vai ser também uma prioridade.
Uma palavra para os jovens: iremos também criar incentivos para a fixação de jovens na cidade.
Uma palavra para os idosos que devem ser olhados com uma atenção especial: consideramos uma prioridade (a pensar sobretudo nos mais idosos), acentuar a mobilidade no centro histórico, através de passeios, rampas, bancos e sombras verdes.
 
B) Actuar na circulação e parqueamento:
- Abertura ao trânsito da Rua Nossa Senhora da Conceição;     
- Reavaliar, ponderadamente, toda a zona intervencionada no Centro Histórico, tendo por base o interesse dos moradores e comerciantes do Centro Histórico, relativamente à circulação automóvel;
- Implantar com urgência, um sistema de transportes gratuito e contínuo, ligando o Centro Histórico aos eixos e parques adjacentes;
- Construir um parque de estacionamento com dimensão adequada às necessidades e exigências de reanimação do Centro Histórico.
 
C) Quanto ao Museu:
As (poucas) discussões até agora havidas têm-se limitado a aspectos técnicos ligados ao projecto em si.
Ora, a nosso ver, um projecto desta dimensão exige a priori um estudo sério, fundamentado, rigoroso e detalhado sobre as condições do seu funcionamento, em termos de afluência esperada de públicos, receitas daí derivadas e caracterização desse mesmo público com vista a aquilatar dos benefícios ou não que o tecido económico e social da cidade poderá esperar.
Também é fundamental uma estimativa correcta dos custos a suportar com o pessoal (especializado ou não)  que necessariamente terá que ser contratado, bem como dos custos normais de funcionamento, certamente elevados num equipamento com a volumetria projectada e que requer condições próprias para a preservação das obras que se prevêem expor.  
Enfim, uma análise custo/benefício que não se esgota apenas na possível auto-sustentatibilidade do Museu, mas alarga-se aos possíveis impactos (económicos, de circulação, de hábitos culturais, etc) que possa vir a ter na Comunidade onde se irá inserir.
Assim, dada a proximidade das eleições autárquicas e tendo em conta a evidência de que esses estudos (estudos sérios sobre a viabilidade económica do Museu com esta dimensão) não foram efectuados, propomos que as decisões sobre este tema sejam suspensas.
Nós sabemos que um Museu com esta volumetria e impacto visual é a delícia dos políticos, dos arquitectos e das grandes construtoras. Mas, para nós, o Museu só faz sentido se for uma mais valia para a cidade e para os comerciantes.
Após vencermos as eleições, comprometemo-nos a efectuar um estudo sério e rigoroso sobre a viabilidade económica deste projecto, pois só assim é possível uma decisão correcta e acertada que não hipoteque o futuro da cidade e do Centro Histórico.

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Sexta-feira, 19.06.09

QUANTO À CIDADE E AO CENTRO HISTÓRICO

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 6ª parte) 

 
A requalificação do centro histórico, levada a cabo pelo executivo socialista nos últimos dezasseis anos, teve este efeito perverso e contraditório: tornou o espaço mais bonito e aprazível, sem qualquer sombra de dúvida, mas afugentou as pessoas, condenando a prazo a viabilidade económica do comércio tradicional.
 
E não é preciso ser muito inteligente para perceber a razão da desertificação do centro histórico. Com efeito, ao retirarem-se praticamente todos os serviços, que obrigavam as pessoas a deslocar-se ali, e ao dificultar-se ainda mais o já difícil acesso e o estacionamento, este resultado era inevitável.
 
Acresce que a saída da ESTA ainda vai agravar mais a situação. E se a Câmara, então, sair dali, como é vontade expressa dos socialistas, o centro histórico passará a ser um centro fantasma.
 
A construção de um grande parque de estacionamento de apoio ao centro histórico é uma prioridade, mas não é suficiente. Porque, se não houver uma razão que obrigue um grande fluxo de pessoas a deslocarem-se ali, diariamente, o parque de estacionamento apenas servirá de poiso aos indigentes e marginais.
 
No passado dia 20 de Maio, tive uma reunião com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para me inteirar da situação que se vive nalgumas extensões de saúde de Abrantes. Dessa reunião resultou claro que é urgente encontrar novas instalações para o centro de saúde de Abrantes que funciona, a título provisório, no Hospital. Fui também informado que a tutela é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
 
Face a esta informação, quero, desde já, dar a minha palavra aos comerciantes do centro histórico que me irei empenhar, pessoalmente, assim como toda a minha equipa, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação (existem, pelo menos, três que reúnem essas condições). (cont.)

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Terça-feira, 02.06.09

Reunião e propostas para a saúde

No passado dia 20, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara Municipal de Abrantes, foi recebido pelo Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Zêzere, que integra o Centro de Saúde Abrantes, em resposta à solicitação da candidatura, com o objectivo de obter esclarecimentos sobre a situação que se vive em algumas extensões de saúde do concelho de Abrantes.

Esta reunião, que correu num clima bastante cordial, deixou Santana Maia bastante preocupado com o futuro dos cuidados de saúde nas freguesias do concelho, uma vez que, como já era do conhecimento geral, a falta de médicos é um problema que vai agravar-se, uma vez que não existe no mercado médicos para substituir os que vão passar à reforma.

Sem esquecer, a escandalosa, degradante e preocupante falta de condições em que funcionam os Centros de Saúde do Rossio e de Abrantes.

Como resposta à situação actual e com vista a evitar o agravamento da situação, que se traduz num grave atentado à qualidade de vida das populações mais afastadas dos grandes centros urbanos (em regra, populações mais idosas, com menos escolaridade, menos mobilidade e mais pobres), a candidatura encabeçada por Santana Maia propõe as seguintes medidas, a adoptar pelo município e pela tutela, em duas vertentes:

 
Medidas para os profissionais de saúde
 
·        Criar um conjunto de incentivos para que médicos (nacionais ou estrangeiros) e enfermeiros se fixem no concelho, de imediato: incentivos de ordem financeira, habitacional e de apoio à educação dos descendentes.
·        Propor aos órgãos da tutela, através dos deputados do distrito, o aumento do número de enfermeiros e das suas competências, em número suficiente para garantir, em todas a extensões de saúde existentes nas freguesias, profissionais capazes de atender e assistir as pessoas, muito em especial, as mais idosas, e que permita um alargamento dos horários de atendimento.
·        Propor a reorganização dos serviços, de forma a que, por um lado, todas as extensões de saúde tenham enfermeiros para dar o primeiro apoio às populações que servem e, por outro, sejam criados “centros de saúde integrados” com médicos todo o dia para dar apoio a uma área territorial abrangendo várias extensões de saúde, devendo, no entanto, continuar a ser garantido por médico o apoio domiciliário aos acamados.
·        Para colmatar a situação actual, que só se prevê resolvida daqui a 10 anos, protocolar com a tutela, a contratação de uma empresa especializada no fornecimento de cuidados de saúde, através de médicos contratados.
 
Medidas ao nível das infraestruturas de saúde
 
·        Garantir a manutenção de todas as extensões de saúde do concelho.
·        Construir um novo Centro de Saúde em Rossio ao Sul do Tejo.
·        Garantir a construção no centro histórico (com vista, também, a revitalizá-lo, compensando, assim, a perda da ESTA) de um novo Centro de Saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício, com boa acessibilidade, para a sua instalação, sendo certo que o Director do Centro de Saúde garantiu que o ministério é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
·        Criar uma rede transportes entre as extensões de saúde que não tem médicos de família e os “centros de saúde” para onde são reencaminhados os doentes.
 
Com estas medidas pretende-se garantir um serviço de saúde de qualidade a todos munícipes, independentemente do local em que vivem, garantindo, desta forma, o princípio constitucional de que todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e o direito à protecção da saúde. 
Esta candidatura não compreende a indiferença com que o actual executivo tem lidado com esta matéria, o que, aliás, foi reconhecido expressamente pelo Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Zêzere.
De facto, não se compreende como pode o executivo socialista manter-se absolutamente indiferente ao sofrimento das pessoas que têm necessidade de ser assistidas no centro de saúde do Rossio, que funciona numas instalações sem as mínimas condições (num 1º andar, sem acesso a deficientes???!!!...), quando, na outra margem do Tejo, se entretem a gastar o dinheiro dos contribuintes (mais de 400 mil euros) numa escultura absolutamente desnecessária.
Sem desmerecer a escultura, a verdade é que se trata de uma questão de prioridades e de sentido de dever público. Para a candidatura de Santana Maia, a construção do Centro de Saúde do Rossio e de Abrantes são prioritárias.

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Quarta-feira, 06.05.09

FALTA DE MÉDICOS NO CONCELHO

 

A situação que se começa viver na área dos cuidados de saúde prestados no Centro de Saúde de Abrantes preocupa demasiado o PSD. Nesse sentido, e porque a candidatura encabeçada por Santana Maia sempre se tem pautado por uma actuação séria, rigorosa e ponderada, foi solicitado ao senhor director do ACES do Zêzere, de que faz parte o Centro de Saúde de Abrantes, que engloba todas as extensões de saúde existentes nas freguesias do concelho, uma reunião para esclarecimentos.
 
Lamentavelmente e até à data, o senhor director do ACES ainda não se mostrou disponível para receber o PSD, o que alimenta e permite todas as especulações que era precisamente o que a candidatura de Santana Maia pretendia evitar. O PSD espera ainda que o senhor director reconsidere, o que os abrantinos com certeza agradeceriam.
 
De qualquer modo, este facto não impediu que o candidato do PSD à Câmara Municipal de Abrantes, Santana Maia, acompanhado por Belém Coelho, membro da Assembleia Municipal, e por Emídio Direito, vice-presidente da Comissão Política, se deslocasse ao Centro de Saúde Abrantes, onde tiveram a oportunidade de ver e ouvir as queixas das pessoas afectadas directamente pela situação.
 
Sobre este assunto, não deixa de ser estranho não só as poucas notícias que vêm a lume na comunicação social como também que as mesmas sejam contraditórias. Com efeito, o senhor director diz que o problema tem tendência a agravar-se no imediato e que, só por volta de 2013, o mesmo tenderá a melhorar. Acontece que o presidente da Associação de Médicos de Clínica Geral diz precisamente o contrário, ou seja, que será em 2013 que o problema se começará a agravar substancialmente, com a passagem à reforma de um grande número de médicos. Por sua vez, o Governador Civil pede calma e desdramatiza a questão, dizendo que o problema está ser devidamente combatido. Afinal, em que é que ficamos?
 
O PSD considera que a comunidade tem o direito de ser esclarecida com rigor, objectividade e seriedade e que o senhor director tem o dever de prestar esse esclarecimento, uma vez que se trata de um problema grave que a todos diz respeito e afecta, especialmente se tivermos em conta o envelhecimento da população no concelho e a elevada dependência verificada em relação a este serviço do SNS.
 
O PSD acredita que algumas das soluções já apresentadas poderão ajudar a atamancar o problema. No entanto, tais medidas, como a contratação de empresas de prestação de serviços médicos e o aumento da disponibilização dos actuais médicos ao SNS, terão de ser encaradas numa perspectiva de âmbito temporário.
 
A raiz do problema está, no entanto, bem identificada: falta de atractividade que os concelhos do interior oferecem aos médicos; uma política de formação destes profissionais da saúde completamente errada; e, por último, a má gestão de que tem sido alvo o sector da saúde por parte da maioria dos governantes e dos seus subordinados nos últimos anos.
 
Quanto à falta de atractividade dos concelhos do interior, em Abrantes a questão é premente, uma vez que é notória a falta de capacidade de atracção, seja de médicos, seja de qualquer profissional com qualificações superiores ou mesmo médias. Esta situação contraria o slogan do actual executivo, quando diz que Abrantes é uma terra boa para trabalhar. Abrantes necessita de se elevar a um patamar superior, situação só atingível com políticas devidamente pensadas e estruturadas e que tenham nas pessoas o principal destinatário das decisões.
 
No que à política de formação diz respeito, é notório o falhanço de décadas de “numero clausus” na medicina em que se sacrificou um país inteiro em benefício de um pequeno número. A saúde é, como facilmente se reconhece, a área que mais preocupa os portugueses. Como tal, a Câmara Municipal deve actuar de forma a minorar o problema causado pela falta de médicos de família. Nesse sentido, o PSD propõe que seja, de imediato, constituída uma rede de transportes municipais ou contratados pelo município para transportar e acompanhar os mais idosos nas deslocações extraordinárias que terão de fazer enquanto o problema perdurar. Esta é a prioridade das prioridades.
 
Combater a insegurança vivida nalgumas zonas do concelho, como já propusemos, diminuir os enormes prejuízos provenientes da falta de médico de família e combater a exclusão social que possa advir do elevado número de desempregados do concelho são objectivos centrais da candidatura de Santana Maia, em prol de um concelho mais justo, solidário, equilibrado e a caminho do desejado desenvolvimento.

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