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COLUNA VERTICAL


Quarta-feira, 08.06.11

REUNIÃO DA CÂMARA - 16/5/11 (acta fls.4-5)

SERVIÇO DE PATOLOGIA CLÍNICA

Comunicado do executivo aprovado pelos vereadores eleitos pelo PSD

 

O vice-presidente da câmara apresentou o seguinte comunicado da presidente da câmara, relativamente ao serviço de Patologia Clínica da Unidade de Abrantes do Centro Hospitalar do Médio Tejo:

 

Na sequência das notícias publicadas durante o fim-de-semana que dão conta da possibilidade do serviço de Patologia Clínica (Laboratório de Análises Clínicas) da Unidade de Abrantes do Centro Hospitalar do Médio Tejo poder transferir-se para a Unidade de Torres Novas, a Câmara de Abrantes torna publica a seguinte declaração: A Câmara de Abrantes  põe-se a qualquer alteração que venha contrariar o acordo vigente de manutenção das valências em regime de complementaridade que foi estabelecido aquando da constituição do CHMT – Centro Hospitalar do Médio Tejo;Ao mesmo tempo, estranha esta possibilidade particularmente numa altura em que a legislatura foi interrompida e quando o conselho de administração do próprio CHMT se encontra em gestão; O laboratório de Abrantes não pode ser encerrado e muito menos transferido para Torres Novas; A centralização de alguns serviços específicos em Torres Novas a ser feita, não pode levar ao encerramento dos serviços essenciais necessários ao bom funcionamento dos serviços do Hospital de Abrantes. Nomeadamente, pela existência de especialidades como a Urgência Polivalente e unidade de cuidados intensivos, unidade de neonatologia e bloco operatório; Convém desde já questionar como será possível manter estes serviços de ponta a funcionar sem um adequado e diversificado laboratório de Patologia Clínica a funcionar. A centralizar o Serviço porque não em Abrantes?; Tendo em conta o exposto, pretende-se com esta decisão enfraquecer os únicos Serviços qualificados do Hospital em Abrantes, acima identificados?; A Câmara de Abrantes reitera que os Municípios são parte profundamente interessada neste Centro Hospitalar e, pela parte do Município de Abrantes continuamos a reivindicar o estatuto de parceiros de concertação exigindo ter um acompanhamento o mais próximo possível relativamente à definição do programa de complementaridades e especializações do CHMT. Pelo que, qualquer situação que venha contrariar o estabelecido deverá ser discutido com os órgãos do município e com a comunidade, no sentido de garantir as melhores condições de vida dos nossos cidadãos; Entende a CMA dar conhecimento desta posição à ARSLVT - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo - e ao Governo através da Sra. Ministra da Saúde.”

 

O vereador Santana-Maia Leonardo ditou para a acta a seguinte declaração: Os vereadores eleitos pelo PSD subscrevem e aprovam o referido comunicado, e traziam sobre o mesmo assunto uma outra intervenção, em tudo idêntica.

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Quarta-feira, 16.02.11

A INDIGNIDADE MATEMÁTICA

Santana-Maia Leonardo in Nova Aliança  

 

O meu querido amigo e vereador António Belém Coelho sentiu-se ofendido na sua honra pelo simples facto de, num dos últimos comunicados do PSD de Abrantes, se apelar à comissão política para ajudar, «em especial os eleitos na Câmara Municipal e na Assembleia Municipal, para que possam desempenhar o seu mandato com dignidade até ao seu término», como se os vereadores precisassem de ajuda de alguém para terminar o mandato com dignidade.

 

Francamente, meu querido amigo, não foi, dessa forma, que eu li o comunicado. Aliás, como toda a gente reconhece, dificilmente se encontrará, em Portugal, autarcas sem pelouro que dediquem tantas horas ao trabalho autárquico como os vereadores do PSD da Câmara de Abrantes, quer os efectivos, quer os substitutos. Basta tão-só ver o número de intervenções apresentadas por escrito nas reuniões de câmara (propostas, pedidos de esclarecimentos, requerimentos, declarações, etc.): mais de 300 intervenções escritas em apenas 16 meses, o que significa mais de 300 intervenções trabalhadas em conjunto e antecedendo as reuniões. Ou seja, os vereadores do PSD já apresentaram mais intervenções escritas num ano do que todos os vereadores da oposição nos últimos quarenta anos.

  

Consequentemente, a preocupação expressa no comunicado para que os eleitos terminem o mandato com dignidade tem apenas a ver com o fundado receio de que se possam repetir situações pouco dignas vividas no passado: eleitos que abdicaram dos seus compromissos eleitorais ou perderam o mandato por faltas; eleitos que se serviram do cargo para colher benefícios pessoais ou para apoiar e/ou transitar para candidaturas adversárias; etc.  

 

Aliás, meu querido amigo Belém Coelho, como é que uma comissão política que não se digna sequer a terminar o seu mandato de dois anos poderia ajudar os eleitos a terminar com dignidade o seu mandato de quatro anos? Estaríamos perante uma verdadeira impossibilidade matemática.

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Terça-feira, 15.02.11

COMUNICADO DO PSD DE ABRANTES

António Belém Coelho   

 

Como é do conhecimento da senhora presidente da CPS não pude estar presente no plenário de 15 de Janeiro devido a estado de saúde de familiar próximo.

 

Tomo agora conhecimento do comunicado resultante desse plenário, que concordo no geral mas que relativamente ao mesmo, não devo deixar de efectuar alguns comentários:

 

     (I) Quanto ao Ponto 2

 

Lamento que só agora, passado mais de um ano sobre o momento do seu início de mandato, “os militantes tomaram conhecimento das actividades e posições recentemente assumidas e deliberaram reforçar o apoio à Comissão Política de Secção do PSD de Abrantes, legitimamente eleita e em funções, para que conceda o máximo suporte e apoio, para que, em especial os eleitos na Câmara Municipal e na Assembleia Municipal possam desempenhar o seu mandato com dignidade até ao seu término.

 

Ora, tal deveria ter ocorrido desde o início! É o mais elementar dever de qualquer militante com M grande!

 

Lamento igualmente a terminologia utilizada no fim daquele parágrafo, onde se refere «…para que, em especial os eleitos na Câmara Municipal e na Assembleia Municipal possam desempenhar o seu mandato com dignidade até ao seu término.»

 

No que me diz respeito e no que conheço dos eleitos, quer em Câmara Municipal, quer em Assembleia Municipal, todos temos desempenhado e continuaremos a desempenhar o nosso mandato até ao fim com o máximo de dignidade. É um compromisso que todos assumimos no momento em que fomos eleitos. Pensar o contrário é um grave insulto a todos os eleitos, inclusive à senhora presidente da CPS, actual membro eleita da Assembleia Municipal.

 

Assim haja dignidade, daqui para a frente, relativamente a outros que a não têm tido até agora!

 

     (II)  Quanto ao Ponto 3

 

Também relativamente a este ponto, onde se lê «Resultou ainda da reunião, um apelo a todos os militantes para que sejam moderados nas comunicações e intervenções externas, devendo assumir os seus deveres de apoio aos órgãos e eleitos, privilegiando a divulgação de informação na sua página em rede social, devendo ser suspensas as publicações em sítios da internet não oficiais da Comissão Política Concelhia, Distrital ou Nacional », tenho a dizer que concordo profundamente, lamentando uma vez mais que tal não tenha sido respeitado desde o princípio!

 

Nomeadamente em intervenções em rádios e em meios escritos de comunicação social! Não é agora que se deveria ter exigido esta medida. Era desde o princípio.

 

Espero que esta minha posição mereça a mesma divulgação que o comunicado aqui referido.  

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Sexta-feira, 09.07.10

DESEMPREGO, MEGA AGRUPAMENTOS E SCUTS

Comunicado da Comissão Política Distrital de Santarém do PSD

 

Sobre o aumento do desemprego na região e no distrito…

 

Expressar a profunda preocupação pela situação económica e social do distrito de Santarém, designadamente em relação ao crescente número de pessoas desempregadas. Em Maio de 2010 o número de pessoas desempregadas, inscritas nos Centros de Emprego, era de 18.936, o que significava relativamente a Maio de 2008, um crescimento do desemprego em 5.124 pessoas, e um agravamento desta situação em 37,1 %. É imperioso que o governo implemente políticas públicas que promovam o emprego nas empresas, em particular nas micro, pequenas e médias empresas e nas instituições da economia social;

 

A deterioração crescente da situação económica e social no distrito é também visível no crescente número de beneficiários de prestação de desemprego no Centro Distrital de Segurança Social de Santarém. Em Maio de 2010 o número de beneficiários era de 14.708, mais 3.718 do que em Maio de 2008, o que significa um crescimento do número de beneficiários em 33,8 %. Sendo socialmente correcto a protecção individual numa situação indesejável como é o desemprego há que reconhecer que não pode o Governo deixar cair os braços e conformar-se com a protecção social, sendo dever do Estado a promoção de políticas públicas que incentivem a actividade económica.

 

Manifestar apreensão relativamente ao crescimento do desemprego jovem, designadamente das pessoas com idade inferior a 25 anos. Em Maio de 2010 estavam desempregados no distrito de Santarém e inscritos nos Centros de Emprego cerca 2.353 jovens, com idade inferir a 25 anos, precisamente mais 471 do que em Maio de 2008, o que constitui um agravamento de 25 %. Uma sociedade com futuro não pode consentir em ter inactivo estes jovens, muitos deles diplomados, resultantes de investimentos que os próprios e as famílias realizaram na educação e formação.

 

Sobre os Mega Agrupamentos escolares…

 

Discordar da constituição dos mega agrupamentos que o Ministério da Educação quer forçar:

 

         a)     A imposição de medidas às escolas sem a prévia auscultação das respectivas comunidades educativas contraria um dos requisitos necessários para a constituição dos Agrupamentos Escolares, definidos no Decreto Regulamentar n.º 12/2000, de 29 de Agosto, de acordo com o qual “a iniciativa para a constituição de um Agrupamento de Escolas cabe à respectiva comunidade educativa, através dos órgãos de administração e gestão dos estabelecimentos interessados”;

 

          b)   A interrupção abrupta dos mandatos dos órgãos de gestão eleitos há pouco mais de um ano por um período de quatro anos põe em causa a própria legalidade deste processo;

 

          c)   A construção de um mega projecto educativo em termos pedagógicos tem que resultar de uma construção participada pelos diferentes agentes educativos, consensualmente e jamais impostos superiormente e aplicados em mega-organizações;

 

     -   Solicitar ao Ministério da Educação que se coloque ao lado das comunidades educativas pela suspensão imediata da criação dos mega agrupamentos, concebidos nos gabinetes e de costas voltadas para professores, funcionários, alunos e encarregados de educação;

 

     -   Que uma eventual reordenação da rede escolar decorra de uma ampla discussão, desencadeada pelos Conselhos Municipais de Educação, fazendo, desta forma, valer, por um lado, os princípios consagrados nos discursos educativos do exercício de autonomia, da participação democrática e, por outro, as decisões estratégicas assumidas na carta educativa, garantindo que a opção a tomar assegure a consecução de um Projecto Educativo ou dos diversos Projectos Educativos consentâneo(s) com a identidade da(s) comunidade(s) educativa(s), isto é, com realidades próximas e reais preocupações sociopedagógicas e menos economicistas.

 

     -   Alertar para as consequências negativas destas medidas a diversos níveis:

 

          1.   Ao Nível Pedagógico – Assistiremos a:

 

               a)   Escolas sobrelotadas com alunos com idades muito díspares, coexistindo, em alguns casos, no mesmo espaço, com um número crescente de alunos com hábitos desadequados, face ao aumento dos anos de escolaridade obrigatória, não sendo de todo aconselhável a partilha de espaços com alunos que ainda não entraram na adolescência.

 

               b)   Deslocação de alunos das suas terras, o que obriga a um tempo de permanência maior na escola, reduzindo o tempo para estudar ou para realizar outras actividades;

 

               c)   Instabilidade na classe docente, originando insatisfação, com consequências óbvias na prática pedagógica e resultados escolares.

os climas de escola - reconhecidamente uma variável central na promoção das aprendizagens dos alunos - são seriamente danificados com este processo caótico e irracional;

 

          2.   Ao Nível Administrativo:

 

              a)   Agrupamento com muitos docentes, inviabilizando a actual estrutura de departamentos, cujos membros podem chegar à centena, limitando assim o seu exercício de simples reunião, já que a maioria dos agrupamentos nem sequer têm salas com capacidade para este número de docentes. Por outro lado, as diferenças e a distância entre escolas inviabiliza a concepção e concretização de um projecto educativo único.

 

              b)   Impossibilidade de uma unidade de referência na acção educativa, como a investigação largamente documenta.

 

              c)   Estas mega-estruturas poderão ser um instrumento de diluição de responsabilidade e de acréscimo de dificuldade de articulação vertical e horizontal, sendo verosímil a ineficiência e ineficácia da acção.

 

              d)   A confiança numa ordem legal estável e confiável é definitivamente enterrada, uma vez que os Conselhos Gerais e Directores eleitos há pouco mais de um ano são desfeitos.

 

          3.   Ao Nível Social – Pela instabilidade do corpo docente, dos órgãos de gestão, do pessoal não docente; insegurança por parte dos pais; não cumprimento do modelo de gestão e de autonomia e acentuação das desigualdades.

 

Ainda sobre a introdução de Portagens na A23…

 

Considerar inaceitável a proposta que o Governo do Partido Socialista apresentou para que 46 municípios fiquem isentos do pagamento de portagens, no âmbito nacional das SCUT. É intolerável que os munícipes e as empresas sedeadas no concelho do Entroncamento tenham de pagar portagem na A23 quando outros concelhos vizinhos ficam isentos de tal pagamento. Não é aceitável que um cidadão rico de um concelho vizinho/limítrofe do Entroncamento possa ficar isento de tal pagamento de portagens mas um cidadão com escassos rendimentos e residente no Entroncamento tenha de pagar esse custo. O Governo e o Ministro Jorge Lacão tratam com ligeireza os assuntos de Estado;

Manifestar a sua repulsa pela eventual introdução de portagens no troço da A23 que atravessa o conjunto de concelhos ao norte do distrito de Santarém; Esta via, no espaço entre a saída da A1 em Alcanena/Torres Novas e a proximidade de Abrantes/Mação, tem uma particularidade: ela, no território do distrito de Santarém, não tem associada uma concessão a um ente privado, não faz parte da concessão entregue à SCUTVIAS. A conservação e a manutenção desta via são feitas por intervenção directa da empresa Estradas de Portugal S.A..

De acordo com o Plano Rodoviário Nacional a “A23 – Auto Estrada da Beira Interior” atravessa os distritos de Guarda, Castelo Branco, Portalegre e Santarém, ligando a Guarda (nó da A25) a Torres Novas (nó da A1). Esta auto-estrada, com uma extensão de 217 km, é a 3ª maior auto-estrada do país e é considerada estruturante na rede rodoviária portuguesa. Porém, de acordo com o contrato de concessão promovido pelo Governo, a sua exploração em regime de SCUT (sem custos para o utilizador), a SCUTVIASA23 liga Abrantes à Guarda em 178 km de auto-estrada e através de uma rede viária de 28 nós, 8 galerias de túneis, 24 viadutos, 144 novas passagens e 5 Áreas de Serviço;

Neste sentido, não há qualquer justificação técnica ou política que possa promover a introdução de portagens neste troço da A23 (que corresponde ao antigo IP6) porque só a partir da localização de Abrantes/Mação se inicia a concessão à empresa SCUTVIAS. Tal significa que não há perda de receita para o Estado, não implica renegociação do contrato de concessão. Por isso, a eventual extensão da cobrança de portagens ao troço da A23 que está sob administração da empresa Estradas de Portugal S.A. (garante da sua conservação e manutenção) constituirá um exercício político inaceitável de introdução de portagens onde elas nunca estiveram previstas. Tratar-se-á de um encaixe financeiro inaceitável e desigual no contexto nacional à conta dos cidadãos e das empresas locais!

 

Consideramos fundamental o diálogo entre o Governo e o conjunto das autarquias e os representantes dos agentes económicos directamente envolvidos ao longo de toda a A23, até à Guarda. É crucial que sejam estabelecidos mecanismos de diferenciação pela positiva, permitindo – por exemplo - às populações e às empresas locais que não seja cobrada portagem, num raio de entre 30 a 50 quilómetros;

 

As empresas e os cidadãos estão confrontados com a ausência de alternativas. Neste caso é mesmo a não-existência de potencial de circulação entre os municípios abrangidos. Há troços de estradas nacionais, há partes de vias municipais, mas em nenhum dos casos há continuidade ou serviço que faça a ligação que hoje a A23 estabelece entre estes municípios.

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Quarta-feira, 07.07.10

EM DEFESA DA HONRA

Comunicado da Comissão Política do PSD de Abrantes

 

A Comissão Política concelhia do PSD de Abrantes vem manifestar, publicamente, a sua solidariedade aos seus vereadores e deputados municipais relativamente à sua tomada de posição de abandonar a Assembleia Municipal se, mais alguma vez, a senhora presidente da câmara ou o senhor presidente da Assembleia Municipal impedirem algum vereador de defender a sua honra, caso seja atacado ou questionado por algum deputado municipal ou elemento do público, como aconteceu na última Assembleia Municipal.

 

Com efeito, na última Assembleia Municipal, a deputada municipal  Fátima Chambel, acusou e questionou directamente os vereadores do PSD da seguinte forma: «Mas o que ninguém estaria à espera era a cruzada dos vereadores do PSD contra a colecção, uma verdadeira batalha peça autenticidade. (…) Gostaria de perguntar aos senhores vereadores quais os critérios de verificação científica de que dispõem para assim tão rapidamente fazerem essa limpeza.».

 

Em face desta intervenção, o vereador Santana Maia invocou, de imediato, o direito de defesa da honra ao senhor presidente da Assembleia Municipal para poder responder à senhora deputada, tendo-lhe este respondido que o pedido deveria ser feito à senhora presidente da câmara que era quem tinha competência para o efeito.

 

Tendo, por sua vez, o vereador Santana Maia solicitado por duas vezes à senhora presidente da câmara o direito de responder à senhora deputada municipal, foi o mesmo impedido por esta de o fazer.

 

Ora, nos termos do ponto 3 do artigo 16º do Regimento da Assembleia Municipal de Abrantes – mandato 2009/2013 -, «os vereadores podem ainda intervir para o exercício do direito de defesa da honra».

 

Face à violação do mais elementar direito defesa, consagrado na Constituição da República e previsto no Regimento, os vereadores e os deputados municipais do PSD só não abandonaram a sala de imediato, em sinal de protesto, porque acreditaram que as outras bancadas, inclusive a do Partido Socialista, não podiam deixar de se insurgir contra esta atitude absolutamente ilegal, prepotente e anti-democrática por parte da presidente da câmara e do presidente da Assembleia Municipal.

 

Infelizmente, não foi isso que aconteceu.

 

No entanto, ficou bem claro para todos o espírito de intolerância e de falta de respeito democrático por parte da senhora presidente da câmara e do senhor presidente da Assembleia Municipal.

 

Finalmente, queríamos esclarecer, mais uma vez, a senhora deputada municipal Fátima Chambel de que não foram os vereadores do PSD que puseram em causa o valor da colecção (que, aliás, desconhecem), mas o dr. Alves Jana ao afirmar publicamente que grande parte das peças que constituem a colecção foram adquiridas a pessoas que se apropriaram das mesmas ilicitamente.

 

Por isso, se a dr.ª Fátima Chambel quiser mesmo ser esclarecida, já sabe a quem deverá pedir os esclarecimentos.

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Terça-feira, 15.06.10

COMUNICADO À IMPRENSA - 11/06/2010

O AGENDAMENTO DAS PROPOSTAS DO PSD

Comunicado à imprensa dos vereadores do PSD

 

No dia 2 de Dezembro de 2009, ou seja, cinco dias antes da reunião, tal como dispõe o artigo 87º, nº2, da lei das autarquias, os vereadores do PSD entregaram na Câmara Municipal uma proposta de deliberação sobre a revitalização do Centro Histórico para que pudesse ser agendada para a reunião da Câmara de 7 de Dezembro.

 

Acontece que, ao contrário do que esperávamos, esta proposta não foi incluída nem na ordem de trabalhos da reunião do dia 7 de Dezembro, nem na do dia 14 de Dezembro.

 

Tendo o vereador Belém Coelho perguntado à senhora presidente, na reunião de 14 de Dezembro, por que razão a nossa proposta não tinha sido ainda agendada, foi-lhe respondido que a ordem do dia era da competência da presidente.

 

Na altura, aceitámos esta resposta, porque nos convencemos de que, tal como sucede com a convocatória das assembleias extraordinárias em que se exige a subscrição por 1/3 dos seus membros, também, neste caso, o agendamento das propostas estaria dependente de ser requerido por 1/3 dos vereadores.

 

A partir daqui, decidimos começar a apresentar as propostas no período antes da ordem do dia, para que, pelo menos, toda a gente tomasse conhecimento da entrada das nossas propostas e de que as mesmas não eram agendadas.

 

Voltámos a apresentar propostas nas reuniões dos dias 12 de Abril, 19 de Abril e 26 de Abril, não tendo qualquer delas sido incluída na ordem de trabalhos das reuniões seguintes.

 

Na reunião do dia 3 de Maio, voltámos a requerer o agendamento de todos as nossas propostas apresentadas até então (seis). Apesar disso, nenhuma delas foi agendada.

 

Voltámos a apresentar propostas para agendamento nas reuniões dos dias 10, 24 e 31 de Maio, sem que qualquer delas tivesse sido incluída na ordem de trabalhos das reuniões seguintes.

 

Na reunião do dia 7 de Junho, voltámos a requerer o agendamento de todas as nossas nove propostas apresentadas até então.

 

Porque estávamos convencidos de que a senhora presidente, para não agendar as nossas propostas, se estava a escudar no facto de as mesmas apenas serem subscritas por dois vereadores, o vereador Santana Maia disse à Rádio Tágide que o vereador do ICA poderia permitir o agendamento se subscrevesse o requerimento mesmo que não concordasse com o teor da proposta.

 

Surpreendentemente, na reunião da Câmara de 7 de Junho, quer o vereador do ICA, quer a presidente, lavraram em acta declarações extremamente agressivas contra os vereadores do PSD... E por que razão? Porque, ao contrário do que o vereador Santana Maia disse à Rádio Tágide, para as propostas serem obrigatoriamente agendadas basta apenas serem apresentadas por um único vereador e até cinco dias antes da reunião.

 

Em face destas declarações surpreendentes, uma vez que até à data nenhuma das nossas propostas foi agendada, apesar de terem sido sempre apresentadas por dois vereadores (à excepção de uma), consultámos a lei das autarquias e constatámos que efectivamente assim era.

 

Com efeito, nos termos do nº1 do artigo 87º, «a ordem do dia deve incluir os assuntos que para esse fim forem indicados por qualquer membro do órgão, desde que sejam da competência do órgão e o pedido seja apresentado por escrito com uma antecedência mínima de cinco dias úteis sobre a data da reunião, no caso das reuniões ordinárias».

 

Ou seja, apesar dos nossos insistentes requerimentos para que fossem agendadas as nossas propostas (dez), a senhora presidente, tendo absoluta consciência de que os assuntos teriam de ser obrigatoriamente incluídos na ordem do dia da reunião seguinte, nunca o fez.

 

Mas, infelizmente, a violação reiterada da lei não fica por aqui.

 

Com efeito, nos termos do artigo 68º, nº1 - alínea s), «compete ao presidente da câmara responder no prazo de 10 dias, as pedidos de informação apresentados pelos vereadores».

 

Ora, não só, por mais de uma vez, a senhora presidente afirmou, nas reuniões da câmara, que se recusava a prestar as informações solicitadas pelos vereadores do PSD como continuamos a aguardar informações pedidas, algumas, há mais de quatro meses.

 

Sendo certo que, até à data, nenhum vereador se manifestou contra esta manifesta prepotência da senhora presidente que não só não responde aos nossos pedidos de informação como ainda nos critica e ofende pelo facto de os fazermos. 

 

Face ao exposto e perante a recusa reiterada, deliberada e consciente da senhora presidente da câmara em cumprir a lei, não resta outra alternativa aos vereadores do PSD que não seja a de participar a situação ao Ministério Público com vista a garantir que a lei se cumpra e sejam respeitados os mais elementares direitos da oposição nas reuniões da Câmara Municipal de Abrantes.

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Quinta-feira, 13.08.09

MUDANÇA SEGURA EM S. MIGUEL DE RIO TORTO

 

Meus queridos amigos

 
Preocupa-me muito o futuro da nossa terra, pelo que decidi candidatar-me pelo PSD à presidência da nossa Junta de Freguesia, nas próximas eleições autárquicas de 11 de Outubro.
Faço-o porque gosto da minha terra. Foi aqui que nasci, cresci, estudei; foi aqui que escolhi criar a minha família e desenvolver a minha actividade profissional.
Faço-o, acima de tudo, pelo respeito e carinho que sinto pelas pessoas da minha terra. São elas que me motivam para lutar por um futuro melhor para a nossa Freguesia.
Apresento uma equipa constituída por pessoas de inegáveis capacidades, cuja integridade, honestidade e amor à nossa Freguesia são valores reconhecidos por todos.
Candidato-me porque a nossa Freguesia tem que mudar, evoluir e enfrentar o futuro.
Queremos fazer de S. Miguel do Rio Torto uma Freguesia atractiva para viver!
Contamos contigo!
Raquel Alves

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Sexta-feira, 17.07.09

ENCERRAMENTO DO HOSPITAL DE DIA

 

A candidatura do PSD à Câmara Municipal de Abrantes vê com grande preocupação a situação actualmente vivida no Hospital de Dia da Unidade de Abrantes, integrada no Centro Hospitalar do Médio Tejo.
 
Actualmente, na área de oncologia, responsável pela maior fatia de trabalho nesta vertente hospitalar, apenas se faz o acompanhamento dos doentes que já a frequentavam anteriormente. E mesmo essa situação está em risco de continuar a partir de Agosto.
 
Desde há um ano para cá que o Hospital de Dia da nossa Unidade tem vindo paulatinamente a esvaziar-se, com perda de serviços desviados para as outras Unidades do Centro Hospitalar, correndo-se agora um risco real de encerramento dos poucos serviços que restam por falta de decisão clara e atempada do respectivo Conselho de Administração.
 
Com esta situação e com os seus possíveis nefastos desenvolvimentos, sofrem, em primeiro lugar, as nossas populações e famílias respectivas, e, em segundo lugar, os profissionais que nele prestam os seus serviços, na medida em que vêem a sua situação indefinida, com o consequente desgaste que em nada os beneficia, nem à Instituição.
 
Esta situação, observada na área da Saúde, tal como acontece em diversas outras áreas, é a demonstração da diminuição da importância de Abrantes a nível regional, o que vem acontecendo nos últimos quinze anos por força da inacção dos sucessivos executivos socialistas e que se tem traduzido por uma contínua perda de competências e serviços a favor de outros concelhos.
 
O Partido Social Democrata de Abrantes, para quem as pessoas são o princípio e o fim de toda a acção política, vem solidarizar-se com todos os doentes que frequentam o Hospital de Dia e suas famílias, assim como com os respectivos profissionais e reiterar com veemência a necessidade de este serviço ser plenamente reactivado e estar ao serviço das populações.
 
O Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo deve decidir e assumir claramente o que pretende para esta área e essa decisão não poderá ser outra senão a de dotar o serviço com profissionais que o possam assegurar em termos de médio/longo prazo.
 
É o que o Concelho de Abrantes exige, merece e espera.

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Sábado, 04.07.09

APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS A MOURISCAS

  

No passado dia 20 de Junho, teve lugar o jantar de apresentação da lista concorrente à Junta de Freguesia de Mouriscas, no Restaurante “O Castiço”, em Mouriscas.
 
Com a presença de mais de 100 militantes e simpatizantes que encheram por completo a sala em clima de confraternização e grande animação, decorreu a apresentação dos elementos da lista concorrente à Junta de Freguesia de Mouriscas, pela candidatura AmarAbrantes.
 
De salientar as intervenções da mandatária da Juventude para a Freguesia de Mouriscas, Sofia Pita, do cabeça de lista Manuel Catarino, do Dr. Santana Maia, onde para além das linhas de força das respectivas candidaturas, foi efectuado um diagnóstico e apontadas linhas de actuação relativos aos problemas existentes na Freguesia, e de uma mensagem de apoio a esta candidatura do Dr. Carlos Alberto Santana Maia, que por motivos de saúde não pôde estar presente e do candidato à Câmara Municipal de Abrantes,
 
A mandatária da Juventude, Sofia Pita, na sua intervenção, apelou a uma maior participação dos jovens na definição, implementação e concretização de projectos na Freguesia, lamentando a falta de condições verificada até agora nos mais diversos domínios que levam a juventude de Mouriscas a procurar outras paragens e salientando que a candidatura AmarAbrantes, protagonizada localmente por Manuel Catarino, tem a virtude de chamar os jovens à participação, construindo assim o futuro.
 
O cabeça de lista Manuel Catarino a partir do seu diagnóstico sobre a situação da Freguesia, lamentando o abandono a que Mouriscas tem sido votada pela governação local socialista, apresentou uma série de propostas que se propõe implementar e que não poderão certamente deixar indiferentes todos os Mourisquenses que ama a sua terra.
 
Salientamos entre outras:
-   a criação de um pólo de turismo, Ambiental e Rural;
- a protecção e recuperação de indústrias tradicionais e artesanais da Freguesia;
- a criação de condições a nível local para o investimento no sector agrícola que tantas e tão profundas raízes tem em Mouriscas;
- a implementação de um saneamento abrangente para Mouriscas;
- a construção de um espaço coberto para actividades desportivas;
 
Da leitura da mensagem do Dr. Carlos Alberto Santana Maia, ex-bastonário da Ordem dos Médicos, ex-Governador Civil de Coimbra e ex-deputado do Partido Socialista, destacamos, pela importância que reveste, o seguinte excerto:
 
«Como militante do Partido Socialista, tenho pena de não poder contar com o António no meu partido, mas aceito perfeitamente a sua opção, aliás igual à de meu Pai, que tem a sua fotografia na Sede do PSD, em Abrantes, descerrada em cerimónia pública, à qual assisti (…).
Seria, certamente, uma grande alegria para o meu Pai participar nesse jantar. Estou certo que o António saberá tudo fazer para o desenvolvimento do Concelho de Abrantes, que tem enormes potencialidades e que nunca esquecerá Mouriscas, onde tem raízes familiares de que se orgulha. (…)
Por isso, não posso ficar indiferente à sua candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Abrantes, não tendo qualquer dúvida em nele votar, se estivesse recenseado em Mouriscas, onde nasci, pois, para além dos Partidos, estão as Pessoas e, ainda mais, quando nos são queridas.»
 
Por fim, o candidato à Presidência da Câmara de Abrantes, na sua intervenção, para além do recordar e reafirmar as raízes profundas que o ligam à Freguesia, em particular e ao Concelho em geral, traçou as linhas de força da sua candidatura, que assentam fundamentalmente num espírito de serviço e de missão relativamente a todos os Munícipes do Concelho.
 
A lista concorrente à Junta é composta pelos seguintes elementos:
 
Lista Junta de Freguesia de Mouriscas- 2009
Manuel Catarino
Inspector P.J. aposentado
Manuela Alves
Engenheira
Amadeu Lopes
Engenheiro
Anabela Crispim
Professora
Isidro Pires
Empresário
Maria Helena Pita
Animadora Socio Cultural
Abel Correia
Reformado
Susana Filipe
Socióloga
Manuel Duarte
Motorista
Preciosa Branco
Doméstica
José Chambel
Funcionário Público
Patrícia Grilo
Professora
Luís Reis
Professor
Sofia Pita
Finalista de Direito
Carlos Grilo
Técnico cortador de carnes
Augusta Agudo
Empresária
Salustiniano Sério
Reformado
Elisa Matos
Auxiliar de Acção Educativa
Francisco Filipe
Electricista rebobinador
Joaquim Pita
Agricultor
Paulo Leitão
Electricista
Orlando Alpalhão
Empresário
Sofia Serrano
Arqueóloga

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Terça-feira, 30.06.09

A CÂMARA E AS ACTIVIDADES EXTRACURRICULARES

 

A candidatura do PSD à Câmara Municipal de Abrantes não pode deixar de mostrar a sua indignação pela passividade e conformismo com que a Câmara Municipal tem assistido, desde o início do ano lectivo, à incapacidade da empresa «Ludico Ideias» para assegurar o preenchimento de horários das Actividades Extra Curriculares no 1º ciclo.
 
Com efeito, desde Janeiro que os professores da mesma se queixam da falta de pagamentos, tendo-se já manifestado através de greves e outras formas de expressão.
 
Acontece que Câmara Municipal de Abrantes, apesar de ter confirmado a veracidade das falhas apontadas, continuou a efectuar os pagamentos a esta empresa, como se o contrato estivesse a ser religiosamente cumprido, ou seja, apesar de saber que a mesma não efectuava os pagamentos aos seus funcionários há vários meses. 
 
Esta situação absolutamente escandalosa é bem reveladora do grau de insensibilidade e de autismo a que o executivo socialista chegou. É, pois, altura de as pessoas de Abrantes, nas próximas autárquicas, os fazerem descer à terra. Vai-lhes fazer muito bem!  
 
Por outro lado, a candidatura do PSD à Câmara Municipal de Abrantes é absolutamente contra a solução defendida pelo executivo socialista de intercalar as actividades extracurriculares no horário das aulas do ensino regular.
 
Com efeito, não sendo as actividades extracurriculares de cariz obrigatório devem as mesmas continuar a funcionar após as aulas do ensino regular, como até aqui, ou seja, das 15H30 às 17H30, por forma a evitar que as crianças tenham furos no meio do horário ou que sejam obrigadas a frequentá-las, prolongando indevidamente o seu horário, contra a vontade de alguns encarregados de educação.
 
Só a manutenção do horário das actividades extracurriculares após o final das aulas do ensino regular permite que aquelas actividades mantenham o seu carácter facultativo e que os encarregados de educação mantenham a sua liberdade de nelas inscreverem ou não os seus filhos.
 
Acresce que a interrupção das aulas regulares para actividades extracurriculares viria a ser mais um elemento de desconcentração dos alunos do 1º ciclo que, tendo em conta a sua pouca idade, necessitam de mais tempo para se concentrarem para a realização de qualquer tarefa, razão por que o 1º ciclo funciona em regime de monodocência e em 5 horas de aulas.
 
Nesta faixa etária, intercalar aulas de Actividade Física com aulas de Matemática, por exemplo, seria introduzir um factor de desconcentração dos alunos absolutamente idiota, porque evitável e desnecessário.
 
Para a candidatura do PSD à Câmara Municipal de Abrantes, as aulas extracurriculares deverão ser geridas pelos Agrupamentos e Associações de Pais que assim o desejem (sabemos de antemão que há vontades manifestadas nesse sentido) e, sempre que tal não seja possível, deverão ser estabelecidos contratos com empresas ou parceiros que garantam um ensino de qualidade.

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Segunda-feira, 08.06.09

APRESENTAÇÃO DA LISTA DA CÂMARA E JUNTAS

 

Foi em pleno ambiente de festa que o PSD de Abrantes organizou um jantar no Restaurante “Vera Cruz”, em Arrifana, que contou com a presença de cerca de 300 pessoas, oriundas de todo o concelho, para apresentação do mandatário das candidaturas autárquicas, mandatária da juventude, composição da lista da Câmara Municipal e cabeças de lista às juntas de freguesia.
Mandatário das candidaturas autárquicas: Rui Pereira Coelho (Médico)
Mandatária da Juventude: Raquel Marques (Estudante)
Lista concorrente à Câmara Municipal:

Lista CM 2009
Santana Maia
S. João
Advogado
A. Belém Coelho
S. Vicente
Professor
Elsa Cardoso
S. Vicente
Professora
Manuel Oliveira
S. Miguel
Economista
Rui André
Rio de Moinhos
Professor
Susana Amaro
Alferrarede
Professora
Paulo Godinho
Pego
Advogado
Sónia Frade Carvalhal Advogada
Fátima Ferreira
Tramagal
Formadora
Pedro Boto
Rossio
Empresário

 
         Cabeças de lista às Juntas de Freguesias:
 
 

Freguesia
Candidato
Profissão
A. Mato
José Moreno
Gerente Bancário
Alferrarede
Dora Caldeira
Professora
Alvega
António Moutinho
Encarregado de Segurança
Bemposta
José Lourenço
Empresário
Carvalhal
Rafael Chambel
Tipógrafo
Concavada Paula Macide Funcionária pública
Fontes
Tânia Alves
Téc. Superior de Turismo
Martinchel Joaquim Ferreira Repositor de vendas
Mouriscas
Manuel Catarino
Inspector – Aposentado
Pego João Seixas Aposentado
Rio de Moinhos
João Paulo Rosado
Téc. Superior de Contabilidade
Rossio
Faustino Boto
Empresário
S. Facundo
Arménio Bispo
Empresário
S. João
Manuel Nogueira
Aposentado
S. Miguel
Raquel Alves
Técnica de Design Gráfico
S. Vicente
Luís Ablú
Engenheiro Electrotécnico
Souto
Diogo Valentim
Técnico Superior de Gestão
Tramagal
Joaquim Simplício
Solicitador
Vale das Mós Joaquim Bairrão Agricultor

 
Notas:
 
A lista da Assembleia Municipal será alvo de uma apresentação específica para o efeito, a decorrer no próximo mês de Setembro.

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Quarta-feira, 03.06.09

PELA SUA SAÚDE E DO CENTRO HISTÓRICO

 

A requalificação do centro histórico, levada a cabo pelo executivo socialista nos últimos dezasseis anos, teve este efeito perverso e contraditório: tornou o espaço mais bonito e aprazível, sem qualquer sombra de dúvida, mas afugentou as pessoas, condenando a prazo a viabilidade económica do comércio tradicional.
E não é preciso ser muito inteligente para perceber a razão da desertificação do centro histórico. Com efeito, ao retirarem-se praticamente todos os serviços, que obrigavam as pessoas a deslocar-se aqui, e ao dificultar-se ainda mais o já difícil acesso e o estacionamento, este resultado era inevitável.
Acresce que a saída da ESTA ainda vai agravar mais a situação. E se a Câmara, então, sair daqui, como é vontade expressa dos socialistas, o centro histórico passará a ser um centro fantasma.
A construção de um grande parque de estacionamento de apoio ao centro histórico é uma prioridade, mas não é suficiente. Porque, se não houver uma razão que obrigue uma grande fluxo de pessoas a deslocarem-se aqui, diariamente, o parque de estacionamento apenas servirá de poiso aos indigentes e marginais.
No passado dia 20, tive uma reunião com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para me inteirar da situação que se vive nalgumas extensões de saúde de Abrantes.
Dessa reunião resultou claro que é urgente encontrar novas instalações para o centro de saúde de Abrantes que funciona, a título provisório, no Hospital. Fui também informado que a tutela é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
Face a esta informação, quero, desde já, dar a minha palavra aos comerciantes do centro histórico que me irei empenhar, pessoalmente, assim como toda a minha equipa, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação (existem, pelo menos, três que reúnem essas condições).
Um abraço deste vosso sincero e leal amigo

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Terça-feira, 02.06.09

Reunião e propostas para a saúde

No passado dia 20, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara Municipal de Abrantes, foi recebido pelo Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Zêzere, que integra o Centro de Saúde Abrantes, em resposta à solicitação da candidatura, com o objectivo de obter esclarecimentos sobre a situação que se vive em algumas extensões de saúde do concelho de Abrantes.

Esta reunião, que correu num clima bastante cordial, deixou Santana Maia bastante preocupado com o futuro dos cuidados de saúde nas freguesias do concelho, uma vez que, como já era do conhecimento geral, a falta de médicos é um problema que vai agravar-se, uma vez que não existe no mercado médicos para substituir os que vão passar à reforma.

Sem esquecer, a escandalosa, degradante e preocupante falta de condições em que funcionam os Centros de Saúde do Rossio e de Abrantes.

Como resposta à situação actual e com vista a evitar o agravamento da situação, que se traduz num grave atentado à qualidade de vida das populações mais afastadas dos grandes centros urbanos (em regra, populações mais idosas, com menos escolaridade, menos mobilidade e mais pobres), a candidatura encabeçada por Santana Maia propõe as seguintes medidas, a adoptar pelo município e pela tutela, em duas vertentes:

 
Medidas para os profissionais de saúde
 
·        Criar um conjunto de incentivos para que médicos (nacionais ou estrangeiros) e enfermeiros se fixem no concelho, de imediato: incentivos de ordem financeira, habitacional e de apoio à educação dos descendentes.
·        Propor aos órgãos da tutela, através dos deputados do distrito, o aumento do número de enfermeiros e das suas competências, em número suficiente para garantir, em todas a extensões de saúde existentes nas freguesias, profissionais capazes de atender e assistir as pessoas, muito em especial, as mais idosas, e que permita um alargamento dos horários de atendimento.
·        Propor a reorganização dos serviços, de forma a que, por um lado, todas as extensões de saúde tenham enfermeiros para dar o primeiro apoio às populações que servem e, por outro, sejam criados “centros de saúde integrados” com médicos todo o dia para dar apoio a uma área territorial abrangendo várias extensões de saúde, devendo, no entanto, continuar a ser garantido por médico o apoio domiciliário aos acamados.
·        Para colmatar a situação actual, que só se prevê resolvida daqui a 10 anos, protocolar com a tutela, a contratação de uma empresa especializada no fornecimento de cuidados de saúde, através de médicos contratados.
 
Medidas ao nível das infraestruturas de saúde
 
·        Garantir a manutenção de todas as extensões de saúde do concelho.
·        Construir um novo Centro de Saúde em Rossio ao Sul do Tejo.
·        Garantir a construção no centro histórico (com vista, também, a revitalizá-lo, compensando, assim, a perda da ESTA) de um novo Centro de Saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício, com boa acessibilidade, para a sua instalação, sendo certo que o Director do Centro de Saúde garantiu que o ministério é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
·        Criar uma rede transportes entre as extensões de saúde que não tem médicos de família e os “centros de saúde” para onde são reencaminhados os doentes.
 
Com estas medidas pretende-se garantir um serviço de saúde de qualidade a todos munícipes, independentemente do local em que vivem, garantindo, desta forma, o princípio constitucional de que todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e o direito à protecção da saúde. 
Esta candidatura não compreende a indiferença com que o actual executivo tem lidado com esta matéria, o que, aliás, foi reconhecido expressamente pelo Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Zêzere.
De facto, não se compreende como pode o executivo socialista manter-se absolutamente indiferente ao sofrimento das pessoas que têm necessidade de ser assistidas no centro de saúde do Rossio, que funciona numas instalações sem as mínimas condições (num 1º andar, sem acesso a deficientes???!!!...), quando, na outra margem do Tejo, se entretem a gastar o dinheiro dos contribuintes (mais de 400 mil euros) numa escultura absolutamente desnecessária.
Sem desmerecer a escultura, a verdade é que se trata de uma questão de prioridades e de sentido de dever público. Para a candidatura de Santana Maia, a construção do Centro de Saúde do Rossio e de Abrantes são prioritárias.

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Domingo, 31.05.09

A MUDANÇA SEGURA

 

Meus amigos
 
Abrantes reúne três qualidades que fazem inveja a qualquer concelho: o castelo, o rio e a localização. Nos últimos dezasseis anos, fruto dos milhões e milhões de euros de fundos comunitários, a câmara de Abrantes, à semelhança do que aconteceu por todo o país, levou a cabo um grande número de obras de vulto, sobretudo na cidade. O dinheiro está gasto e a obra está aí à vista de todos.
 
Analisemos agora o retorno para o concelho e para a cidade dos milhões de euros despendidos, grande parte dos quais irá continuar a ser pago pelos nossos filhos e netos.
 
Quantos jovens licenciados aqui conseguiram encontrar trabalho? Quantas pessoas vêm a Abrantes atraídas pelo seu castelo, pelos seus monumentos e pela sua gastronomia? Sentiu-se no pequeno comércio um aumento substancial de clientes? Quantos jovens têm a oportunidade de treinar diariamente num campo relvado? O concelho de Abrantes ganhou ou perdeu importância relativa, em relação a Tomar, Torres Novas e Entroncamento? E o Hospital ganhou ou perdeu valências? E o Tribunal vai continuar a ser ou deixar de ser sede de circunscrição?
 
Pois é, fazer obras qualquer um faz. Basta ter dinheiro, que é o que não tem faltado. Mas, quando Deus criou o mundo, o difícil não foi fazer o homem de barro, mas dar-lhe o sopro da vida.
 
O que é difícil não é construir os equipamentos, mas dar-lhes vida, para que sejam uma mais-valia para o concelho e para todos os que nele vivem.
 
Outro dos grandes erros cometidos foi apostar no crescimento da cidade, à custa, exclusivamente, do esvaziamento das freguesias. Ora, sem um crescimento harmonioso de todas as partes do corpo, a própria cabeça fica em risco de vida, que é, aliás, o que está a suceder com Abrantes, onde a concentração de investimento na cidade apenas tem conseguido provocar o definhamento do corpo, sem conseguir inverter a perda de importância regional, quer da cidade, quer do concelho.
 
A eleição do presidente da Câmara, pelo impacto positivo ou negativo que tem, inevitavelmente, na vida do concelho e de cada um de nós, devia merecer de cada eleitor uma preocupação especial, privilegiando a competência e a seriedade.
 
É o vosso presente e o futuro dos vossos filhos que está em causa.
 
Cinquenta anos, as licenciaturas em Direito e em Línguas e Literaturas Modernas, o exercício da advocacia e do ensino, para além de outros tantos cargos de intervenção cívica e política, são o testemunho de que posso merecer a vossa confiança. Além disso, nada me inibirá de agir, sempre e em qualquer circunstância, com justiça, isenção e imparcialidade.
 
Fechou-se um ciclo. Mas mais do que um novo ciclo, Abrantes precisa mesmo é de um novo rumo. É certo que somos um povo de navegadores, mas o nosso destino não é ir para o fundo com o barco. Pelo contrário, o nosso destino é lançar as mãos ao leme e dar um novo rumo à nossa autarquia.
 
Se queres um BOM CONCELHO, junta-te a nós e … MÃOS AO LEME, enquanto é tempo!
                                                                                                         

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Quinta-feira, 21.05.09

3º ENCONTRO DE AUTARCAS

 

No passado dia 16 de Maio a Comissão Politica do PSD de Abrantes realizou o 3º Encontro de Autarcas com a presença do candidato do PSD às próximas eleições autárquicas, Santana Maia. 
 
Dando início à ordem de intervenções, coube ao presidente da Junta de Freguesia de Alvega, António Moutinho, após uma pequena nota de boas vindas, fazer o balanço do actual mandato, sublinhando-se a luta permanente pelos interesses de Alvega.
 
Seguiu-se o Presidente da Comissão Politica Concelhia, Gonçalo Oliveira, que, aproveitando o tema da interligação entre os diferentes órgãos autárquicos, referiu ser insustentável e indefensável a situação actual em que os órgãos executivos decidem sem ter em conta o interesse das pessoas e das populações e sem as consultar. Considerou, por isso, que a credibilização da classe política passa necessariamente por uma maior proximidade com o cidadão e as populações que servem, devendo-lhes dar voz e ouvi-las, para melhor decidir.
 
Armando Fernandes, coordenador na Assembleia Municipal, falou sobre o papel fiscalizador da Assembleia Municipal, onde exemplificou de maneira clara e sintética as qualidades que o deputado municipal deve ter – competência, capacidade de reacção, conhecimento profundo dos dossiers – e os cuidados na preparação das suas intervenções.
 
Rui André, presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, abordou a temática social das Juntas de Freguesia. Sublinhou que estas devem fomentar, no seu dia-a-dia, uma parceria de ajuda entre todas as entidades sociais da freguesia com o fim de aumentar e, sobretudo, melhorar a ajuda social às pessoas mais carenciadas independentemente da sua classe social. O papel dos presidentes de junta é fundamental na actual conjuntura de crise, deve ser uma pessoa proactiva e procurar todos os meios para ajudar os mais carenciados, que continuam aumentar, para evitar os casos de exclusão social que já se vive na maioria das freguesias do concelho.
 
José Moreno, vereador na Câmara Municipal de Abrantes, salientou o papel passivo dos cidadãos em relação às decisões dos órgãos autárquicos e sublinhou a falência total dos actual modo organizativo da autarquias, sugerindo a sua alteração tão rápida quanto possível, através da revisão urgente de Lei das Autarquias.
 
No período de debate, moderado por Belém Coelho, deputado municipal, assistiu-se a um debate participativo, que veio demonstrar que esta iniciativa teve e tem interesse para as pessoas e que se deverá repetir nos próximos meses.
 
Para culminar este encontro, Santana Maia realçou algumas das características que um Presidente da Câmara Municipal deve reunir, realçando a capacidade para escutar as necessidades das populações, lembrando aos presentes que os autarcas, todos eles, devem ter consciência que os cargos são efémeros e que devem ser usados escrupulosamente na defesa dos interesse das pessoas e não da sua pessoa, dos seus amigos ou de um grupo de interesses. A honestidade política é essencial, para que as pessoas se identifiquem com quem os governa. Os governantes, numa fase inicial, devem procurar ouvir as pessoas e inclui-las no processo de decisão. A gestão da coisa pública só tem significado se assim for. Os governantes devem dar o exemplo, sempre e em todas a circunstâncias, e, nessa linha, referiu a vergonha que configura para todos o nova lei do financiamento dos partidos, esperando, por isso, que o Presidente da República não a aprove, para transmitir à população um sinal de que também os políticos devem ser solidários com o tempo de crise que se vive.

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