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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

Elsa Cardoso    Vasco Pulido Valente escreveu um artigo no Público de 18/3/11 sobre José Sócrates mas que, em boa verdade e infelizmente, se aplica à esmagadora maioria dos dirigentes partidários que proliferam por esse país fora e que também se julgam donos das concelhias, transformando-as numa terra de ninguém, onde apenas cabem e têm direitos aqueles que (...)
Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança   As democracias ocidentais são muito rápidas a condenar e a julgar os crimes que os  ditadores cometeram, após estes abandonarem o poder, mas muito coniventes com os ditadores quando eles os estão a cometer.   E é precisamente por esta razão que são cada vez menos os ditadores que aceitam sair do poder pelo seu pé. Só a (...)
Como tem acontecido com vários governos suportados por maiorias parlamentares, que, na fase final dos mandatos, tomam decisões polémicas e que podem comprometer executivos resultantes de novos actos eleitorais, também Mouriscas viveu uma noite que a história desta terra vai recordar com tristeza. Normalmente é a esquerda que tem condenado este tipo de atitudes mas, nesta freguesia em que a CDU é (...)
12 Fev, 2009

O ovo da serpente

Com a queda do muro de Berlim, o mundo ocidental respirou fundo e adormeceu tranquilo, convencido da impossibilidade de alguém poder pôr em causa, no século mais próximo, a sua segurança e o seu bem-estar físico e psicológico. Sendo certo que o muro de Berlim ruiu sem que a Europa ocidental tivesse contribuído, por aí além, para esse evento. Com efeito, o muro desmoronou-se quando Ronald Reagan, contra todas as vozes apocalípticas que se ergueram e manifestaram na Europa, (...)
por Santana Maia   Quando daqui a muitos anos se fizer a retrospectiva do final do século XX e do início deste século, chegar-se-á muito provavelmente à conclusão de que terminámos o milénio e iniciámos este sob o jugo da mais cínica ditadura de que há memória: a ditadura do mercado, a que nós eufemisticamente chamamos democracia populista.   O dinheiro (quase) tudo compra e tudo corrompe. E para se destruir um homem, manipulá-lo ou condicionar-lhe a vontade, já não há (...)