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COLUNA VERTICAL


Sábado, 02.04.11

DORA MARIA APRESENTA CD NO SARDOAL

A fadista abrantina Dora Maria irá lançar o seu primeiro trabalho discográfico  intitulado "Mar de Tanto Amar". 


A apresentação do CD está marcada para o próximo dia 29 de Abril, pelas 21H, no Centro Cultural Gil Vicente no Sardoal, já que encontrou por parte de Câmara de Sardoal o apoio e a recepção que lamentavelmente não encontrou por parte da Câmara de Abrantes.


O fado "Asas", aqui gravado num vídeo amador, é um dos fados que íntegra o novo CD.  

 

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Quarta-feira, 06.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/10/10 (extracto III)

PEDIDO DE DESCULPAS E AGRADECIMENTO PÚBLICO 

Declaração dos vereadores do PSD 

 

Como todos sabemos, ainda não se encontra resolvida a situação aqui denunciada pelos vereadores do PSD, designadamente na reunião de câmara de 24 de Maio, referente à retirada de apoio pelo Banco Social a um doente de Alferrarede a quem foi diagnosticado a doença de Guausher e um aneurisma cerebral que o impossibilitam de trabalhar e que necessita de se deslocar, em média, seis vezes por mês a Lisboa para tratamentos de quimioterapia e terapias enzimáticas, sendo o único rendimento do seu agregado familiar a pequena pensão de sobrevivência de sua mãe.

 

E quando, na última Assembleia Municipal, a senhora presidente da câmara foi confrontada pela senhora deputada municipal Manuela Ruivo sobre este assunto, todos nós compreendemos que se tivesse remetido ao silêncio, em sinal de vergonha por constatar que a Rede Social, afinal, não foi capaz de resolver em tempo útil um caso tão grave e tão urgente.

 

Aliás, esta incapacidade demonstrada pela Rede Social para resolver um caso tão grave e tão urgente só vem demonstrar que a Rede Social é mais eficaz a consumir os parcos recursos dos abrantinos do que a resolver os problemas graves e urgentes dos mais necessitados. 

 

Por outro lado, também compreendemos que Dora Caldeira, uma das pessoas liderantes do Grupo Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede que presta ao referido cidadão o apoio que legitimamente lhe devia ser prestado pelo município, através de um qualquer dos seus programas emblemáticos na área da acção social, quisesse pressionar a senhora presidente da câmara a reconhecer a falta de apoio ao referido cidadão.

 

Agora o que ninguém esperava era que a senhora presidente, em vez de ter um gesto de agradecimento público a Dora Caldeira e ao Grupo de Juventude Mariana Vicentina pelo apoio que prestam ao referido cidadão, optasse por a humilhar publicamente pelo facto desta ter mencionado o nome do doente, chegando ao ponto de faltar à verdade, ao dar a entender que a ajuda da Rede Social só não era prestada porque o senhor estaria internado em Lisboa desde Junho.

 

Ora, não só não é verdade que o doente esteja internado em Lisboa (está em sua casa em Alferrarede) como também não é verdade que alguma vez estivesse estado internado entre Junho e a presente data.

 

Que a senhora presidente prefira não falar no nome do doente, só lhe fica bem, mais que não seja por pudor e por vergonha. 

 

Mas Dora Caldeira tem toda a legitimidade para falar no seu nome, não só porque é ela e o Grupo de Jovens que lhe prestam o serviço que o município lhe retirou e lhe continua a negar como também porque tem autorização expressa do doente para usar e falar no seu nome.

 

Aliás, a situação é tão escandalosa e já se arrasta há tanto tempo que é impossível alguém neste concelho já não saber de quem se está a falar.

 

Além disso, não fosse o Grupo de Jovens e, provavelmente, o doente já não tinha nome sequer para ser falado.

 

Esperamos, no entanto, que ninguém tenha o descaramento de vir lavar as mãos como Pilatos alegando que não foi o município que retirou o apoio quando todos sabemos que é o município que disponibiliza os dinheiros públicos para o programa em causa.

 

Face ao exposto, os vereadores do PSD querem deixar expresso em acta, convidando, desde já, os restantes vereadores a acompanhá-los:

 

            -           um pedido de desculpas público a Dora Caldeira pela forma deselegante como foi tratada pela senhora presidente da câmara na última Assembleia Municipal;

 

            -           e o agradecimento e reconhecimento público a Dora Caldeira e ao Grupo  da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede pela forma como têm auxiliado o referido doente, substituindo-se ao Banco Social, à Rede Social e ao município que eram as entidades a quem cabia em primeira linha esse apoio.

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Domingo, 03.10.10

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE

Intervenção de Dora Caldeira na Assembleia Municipal de 27/9/10 

 

Serve esta minha intervenção para demonstrar publicamente o meu desagrado e desacordo, face à decisão da Autarquia de construir o Centro Escolar de Alferrarede fora dos limites da freguesia de Alferrarede, no que estou certa sou acompanhada pela esmagadora maioria dos residentes e naturais desta freguesia.

  

Se, inicialmente, me congratulei com o facto de a Junta de Freguesia de Alferrarede ter redigido uma moção de repúdio face a esta proposta, moção essa aprovada por unanimidade pela Assembleia de Freguesia,  também rapidamente me apercebi que este processo estava mais do que decidido.

 

Com efeito, tornou-se por demais evidente que a Autarquia, ao pedir que a Junta lhe apresentasse outras sugestões de terrenos viáveis, não pretendia, na verdade, ponderar outras soluções mas apenas fingir que o fazia, quando a decisão já estava mais do que tomada.

 

Tanto assim que, tendo-nos sido dito pelo presidente da Junta de Alferrarede que foram apresentadas outras hipóteses de terrenos e que estava à espera de uma resposta, a resposta que chegou foi a que já se sabia: o Centro Escolar de Alferrarede ia ser construído fora da freguesia e no mesmíssimo local que a freguesia questionou.

 

Até à data da última Assembleia de Freguesia do dia 16 deste mês, estive coesa com todos os membros da mesma, ciente de que o que estava em jogo era mais do que um mero jogo político-partidário: era o interesse, o prestígio e a dignidade de uma das maiores e mais antigas freguesias do concelho.

 

Infelizmente, o actual executivo da Junta de Freguesia, em vez de continuar a defender e a bater-se pelos legítimos interesses da freguesia que os elegeu, preferiu vergar-se e conformar-se com uma solução que ofende a dignidade da sua freguesia.

 

 E já que a Junta de Alferrarede não é capaz de representar e de se bater pelos legítimos interesses da freguesia que os elegeu, quero deixar aqui expresso, em meu nome pessoal e da maioria dos alferraneses, a minha indignação, por mais uma vez, assistirmos a que seja construído fora das fronteiras da freguesia aquilo que à freguesia pertence.

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Domingo, 04.07.10

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE

Dora Caldeira, deputada do PSD da Assembleia de Freguesia de Alferrarede 

 

Questionei numa outra Assembleia de Freguesia o presidente da Junta, após a entrega da moção que foi escrita pelo executivo da Junta, assinada e aprovada também pelos membros da Assembleia de Freguesia, acerca  da resposta que se obteve por parte da presidente da câmara. Este respondeu que a presidente da câmara se tinha mostrado receptiva e que tinha solicitado a recolha de sugestões para a escolha de outro terreno dentro dos limites da freguesia. Estas propostas foram entregues (e algumas bem viáveis), obedecendo a todos os critérios para a construção de um equipamento com estas características. 

 

Por isso, causou-me alguma estupefacção quando, na Assembleia Municipal do dia 25 de Junho, foi apresentada a planta do Centro Escolar de Alferrarede e o presidente da Junta de Alferrarede não se mostrou surpreendido, o que denotou que já teria informações sobre o mesmo.

 

Ora, pelo pouco que sei de construção civil, não me parece fazer sentido ter-se concebido uma planta para implantar num terreno qualquer, pelo que entendi que  a escolha do terreno já estava mesmo formalizada e que seria o terreno que todos contestámos não só por não fazer parte da freguesia de Alferrarede, mas sobretudo por ainda levantar dúvidas quanto às razões da sua aquisição, desconhecendo-se se foram efectuados estudos e se contempla todos os critérios necessários à construção de um edifício escolar.

 

Mais uma vez, e após esta apresentação, questionei na última Assembleia de Freguesia, acerca dos resultados e respostas da nossa moção, ao que me foi respondido que ainda se está a ponderar a aquisição de outro terreno.

 

Como a felicidade é coisa de pouca dura, esta durou mesmo pouco, pois logo de seguida foi dito que até final deste mês tudo estaria entregue para efeitos concursais. Parece-me muito pouco tempo para tantas aquisições e alterações, já que a aquisição de um novo terreno teria de influir na planta.

 

Já agora, e acerca da planta, também deixava aqui o seguinte apontamento: não me parece que esta corresponda às necessidades da população da freguesia de Alferrarede, pois ao ter apenas 8 salas de 1º ciclo tal significa que não se vai resolver o problema que se tem vindo a ter com os horários duplos (escola só de manhã ou só de tarde).

 

Com efeito, o Centro Escolar de Alferrarede precisa de mais salas para assegurar que se consiga ter as turmas todas a funcionar de manhã e de tarde (que é o que se estabeleceu como horário normal pelo Ministério da Educação ) e não apenas num período do dia.

 

Com tantos problemas ainda na mão, parece-me impulsivo e precoce entregar tudo no final deste mês …. Ou não irá ninguém de férias ?????

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Sábado, 03.07.10

AS COMISSÕES DE FREGUESIA

Dora Caldeira, deputada do PSD na Assembleia de Freguesia de Alferrarede

 

Como resultado da minha presença na Assembleia Municipal do dia 25 de Junho e, após ouvir a intervenção do Presidente da Junta de Alferrarede que, de uma maneira exacerbada, respondeu à intervenção do deputado do PSD Gonçalo Oliveira acerca  do mau funcionamento das Comissões de Freguesia e do Banco Social, questionei o Presidente da Junta acerca deste assunto.

 

Contextualizando o que se passou, o presidente da Junta de Alferrarede, Pedro Moreira, defendeu, na Assembleia Municipal, que as Comissões de Freguesia efectivamente funcionavam e bem porque, nas festas da cidade, foi feita uma quermesse para angariação de fundos (foi este o único exemplo referiu).

 

Na verdade, a recolha de fundos só é importante se estes, depois, forem utilizadas para ajudar alguém ou construir algo . Ou será, tal como diz  orgulhosamente a presidente da Câmara, que  o que interessa é ter muito dinheiro em caixa?

 

Penso que, no entanto, o que as pessoas querem, efectivamente, é ver os seus problemas resolvidos e sentirem que estão as ser apoiadas.

 

Eu entendo que estas Comissões, tal como o Banco Social, do qual já muito tenho escrito e criticado, só têm sentido se derem resposta às necessidades das pessoas, designadamente as que estão a viver com mais dificuldades na nossa freguesia.

 

Ao contrário do que disse Pedro Moreira, eu não concordo que estas associações funcionem bem, pois até pelas reuniões das Comissões de Freguesia em que participei verifiquei que os casos são sempre os mesmos e sem evolução para melhor, sendo a culpa sempre atirada para cima de alguém, nomeadamente à Câmara Municipal, pelo facto de nada se conseguir fazer para solucionar as situações que são assinaladas .

 

Na última Assembleia de Freguesia, o presidente da Junta, apesar de não concordar comigo, já não defendeu tão convictamente as Comissões de Freguesia e sua eficácia, mas referiu-se ao Banco Social e ao que este tem apoiado na freguesia de Alferrarede.

 

Ora, talvez seja eu a distraída e não o deputado Gonçalo Oliveira, que foi tratado como distraído, pois eu nas visitas que faço mensalmente  aos domicílios de cerca de 43 famílias carenciadas, ainda não ouvi nenhuma dizer que era apoiada pelo Banco Social. Apenas tenho conhecimento de uma pessoa doente e com graves dificuldades financeiras que foi apoiada temporariamente pelo Banco Social e a quem foi retirado esse apoio, pois não estava contemplado pelos estatutos do mesmo.

 

Afinal, as angariações de fundos estão a servir a quem na minha freguesia? Como dizem as crianças, a quem for que se acuse!

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Sexta-feira, 11.06.10

EM CONSTANCIA, BIBLIOTECA: ESPAÇO DE CULTURA!

 

 

Provando que verdadeiramente a Biblioteca é um espaço de cultura abrangente, Anabela Diogo, directora da Biblioteca Escolar de Constância, organizou como forma de comemorar o 3º aniversário da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Constância, uma noite da fados e de poesia ribatejana.

 

Graciosamente, contou-se com a presença de um dos melhores músicos da guitarra portuguesa, Custódio Castelo, que brindou com a sua arte  cerca de uma centena de convidados que se fizeram presentes. Também esteve presente, João Chora, conhecido músico e fadista ribatejano e Dora  Maria, fadista abrantina que juntamente com Custódio Castelo ofereceram um verdadeiro momento de fado e de cultura portuguesa!

 

E como a Biblioteca vive dos livros e respira poesia, ainda aconteceu Poesia, brilhantemente declamada por Raul Caldeira e Ana Maria Dias (presidente da Casa Memória Camões). Foi uma noite inesquecível e uma prenda digna para uma Biblioteca!

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Sexta-feira, 28.05.10

TERCEROS VIAJES CON LETRA Y MUSICA

Angel Garcia Prieto e Miguel Angel Fernandez são autores deste livro que é uma sequência de outros dois livros que abordam um mundo de viagens e vivências reais dos próprios, sempre num contexto cultural e  musical dos lugares e países que visitaram. Foi com enorme satisfação e orgulho para a cidade de Abrantes que, num ambiente intimista no bar Alcaida, recebemos dois autores do livre TERCEROS VIAJES CON LETRA Y MUSICA.  

 

Desta feita, neste terceiro volume, dedicaram dois capítulos ao nosso país «Diez rincones portugueses e El Ribatejo, cinturón escarlatay fogoso en el talle de Portugal», que fala nomeadamente da cultura musical do nosso país, focalizando-se mais no nosso Ribatejo e no Fado. Feita a apresentação do livro pelos próprios autores, tivemos ainda uma apresentação de Daniel Gouveia (editor da DG Edições e conceituado escritor, poeta e fadista). Terminou-se este evento cultural com uma sessão de fados com o conhecido fadista e músico ribatejano, João Chora e a fadista abrantina, Dora Maria, acompanhados à guitarra portuguesa por José  Manuel Bacalhau. 

 

Com tão bons livros e música e com um fundo de paisagem divina que os varandins do Alcaide proporcionam sobre a cidade, mais parecia um quadro de Malhoa!

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Sábado, 03.04.10

APOLO A ESTREAR NUM TEATRO BEM PERTO DE SI

Dora Caldeira 

Foi na cidade de Abrantes, no Cineteatro de Abrantes, que, no passado dia 19 de Março, a banda os ”Apolo” deram o seu primeiro concerto ao vivo. Os “Apolo” é um projecto musical de extrema qualidade, como pude constatar, que incute a grandes temas de música nacional uma vertente mais clássica e de canto lírico. 

Grupo constituído por Luís Pereira, Joao Terleira, Francisco Anjos e João Andrade, quatro jovens donos de grandes vozes e capacidades de interpretação, proporcionaram um espectáculo de grande qualidade aos poucos espectadores que estavam presentes no Cineteatro.  

De lamentar que estivessem muitos mais lugares vazios do que preenchidos….  

Continuo a pensar que o nosso concelho precisa de “rotina” de cultura, espaços e eventos culturais com uma frequência semanal (dia da semana e hora), à semelhança de outros concelhos que brindam, uma vez por semana, os seus munícipes com eventos culturais semanalmente.  

A representação cultural não deve ser só de vez em quando e não deve ser só para alguns. Por isso, proponho que o façam uma vez por semana, abrangendo várias vertentes, gostos e até carteiras (nem todos poderão dar 10 euros por um bilhete para um espectáculo)! 

Termino este meu comentário com um desejo expresso de muito sucesso aos “Apolo” que se estrearam, com muito orgulho, na minha cidade!

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Domingo, 14.03.10

A ALFERRAREDE O QUE É DE ALFERRAREDE...

Dora Caldeira - in Primeira Linha

 

Como membro da Assembleia de Freguesia de Alferrarede venho dar os parabéns aos deputados da Assembleia de Freguesia de Alferrarede por, no passado dia 2 de Março, terem, por unanimidade, aprovado uma Moção contra a Câmara de Municipal de Abrantes face à aquisição de um terreno sito na freguesia de S. Vicente para a construção do tão falado e esperado Centro Escolar de ALFERRAREDE (note-se as maiúsculas que fiz questão de utilizar).
Foi dignificante, para mim, pertencer a esta Assembleia em que se derrubaram barreiras partidárias e nos centrámos no que é realmente importante para o crescimento e benefício  da nossa freguesia .
Na verdade, que haverá de tão secreto e imperioso nesta compra que justifique que, andando-se em conversações desde Junho de 2009, o presidente de Junta de Alferrarede só tivesse sido informado em cima da Assembleia Municipal do passado dia 26 de Fevereiro e perante o facto consumado, o que o obrigou, num assombro de dignidade, a recusar-se a comparecer na referida Assembleia, demonstrando assim o seu repúdio por tal tomada de posição?
Nem mesmo o facto de serem do mesmo partido impediu a senhora presidente de lhe espetar uma autêntica facada nas costas. É caso para dizer: se trata assim os dos seu partido, imagine-se o que fará aos outros... Com amigos destes!... 
Não podia, no entanto, terminar este meu comentário, sem demonstrar a minha estupefacção pela leviandade da solução sugerida para a senhora presidente da câmara na sua entrevista à RAL: mudar os limites da freguesia de Alferrarede para que o novo Centro Escolar ficasse dentro da Freguesia (???!!!...).
Que pena a senhora presidente não ter comprado um terreno em Lisboa para fazer o novo Centro Escolar de Alferrarede. Depois era só estender os limites da freguesia até à capital... Quem pode, pode!

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Sexta-feira, 25.09.09

FESTIVAL DE FOLCLORE EM ALFERRAREDE VELHA

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Quarta-feira, 23.09.09

ALFERRAREDE - VENDA DE FOGAÇAS

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Quinta-feira, 03.09.09

VISITA A ALFERRAREDE VELHA

  

 
No passado dia 15 de Agosto, Santana Maia, acompanhado por Belém Coelho, Susana Amaro, Rui André e Pedro Boto (candidatos do PSD à Câmara Municipal), Manuela Ruivo (candidata do PSD à Assembleia Municipal), Dora Caldeira, candidata a Presidente da Junta de Freguesia de Alferrarede, e ainda vários elementos da sua lista, visitaram Alferrarede Velha, onde tiveram oportunidade de contactar com as populações, ouvir as suas queixas, aquilatando assim das suas necessidades e dos seus anseios.

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Terça-feira, 25.08.09

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE ALFERRAREDE

 

Dora Caldeira é professora do 1º e 2º ciclo, desde 1998, ano em que concluiu o curso de Professores do Ensino Básico com variante de Português/Francês na Escola Superior de Educação de Beja, onde foi presidente da Associação de Estudantes e Magister Tunae da Tuna Académica.
  
Em Alferrarede, é voluntária do Banco Alimentar (distribuição mensal e domiciliária de alimentos) e é responsável, desde 1993, do movimento católico juvenil (Juventude Mariana Vicentina), grupo com cerca de trinta jovens que auxilia pessoas carenciadas e idosos com o empréstimo de camas articuladas, cadeiras de rodas, andarilhos, carrinhos de bebés e donativos de fraldas (para idosos e bebés). Desde 2002, é também fadista no grupo de Fados Abrantino.
 
EFECTIVOS:
Dora Maria Valente Caldeira Lopes, Professora, 34 anos
João Luís Dias, Reformado, 66 anos
José Seixas Carlos, Inspector Bancário, 57 anos
Maria da Conceição Pires Amaro Rosa, Comerciante, 38 anos
João Luís Marçal da Conceição, Técnico de Construção Civil, 28 anos
Hélder António Aparício Marques, Inspector da DGV, 48 anos
Maria Aurora de Matos Batista Roldão, Auxiliar de Acção Médica, 63 anos
António José Nunes Clemente, Jurista, 23 anos
Maria Fernanda Pires Aparício, Universitária, 49 anos
 
SIPLENTES:
Marta Sofia da Silva Dias, Assistente de Consultório, 21 anos
José Ângelo Ventura Chambel Costa, Vendedor, 30 anos
David Martins Pombo, Comerciante, 61 anos
Lídia de Jesus Lopes Dias, Domesticam, 37 anos
João Miguel da Conceição Salvador, Professor, 48 anos
Susana Margarida Ruivo Amaro, Professora, 36 anos
Marta Helena Serrano dos Santos Silva, Estudante, 34 anos
Jorge Francisco Esteves Jacinto, Auxiliar de Armazém, 29 anos
Cremildo Marques Alexandre, Empresário, 58 anos
Maria João Catroga Isidro Ramos, Ajudante de Ocupação, 36 anos
Carlos Manuel Marçal do Nascimento, Montador de peças de origem mecânica, 50 anos

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Domingo, 16.08.09

FESTAS EM ALFERRAREDE VELHA

 

Os Festejos Tradicionais de Alferrarede Velha ocorrem nos dias 7, 8, 9, 14, 15 e 16 de Agosto, com a organização do Centro Cívico de Alferrarede Velha. De há alguns anos para cá, estas festas ganharam maior projecção, graças ao dinamismo do actual presidente da direcção, João Luís Marca.
 
Com efeito, João Luís Marçal, que, saliente-se, também integra a lista do PSD candidata à Junta de Freguesia de Alferrarede, é uma pessoa de enorme dinamismo e que tem dado um contributo enorme, quer no que diz respeito a estas festas anuais, quer também em eventos de outra natureza, assim como na própria reabilitação do espaço que é ocupado pelo referido Centro Cívico.
 
Estas festas contam com os populares bailes abrilhantados por conjuntos musicais, com restaurante e com o leilão de «fogaças», sendo compostas por donativos das pessoas residentes em Alferrarede Velha, o que significa que envolvem toda esta comunidade para uma causa em comum, ou seja, fazer do Centro Cívico um espaço de lazer, de cultura e convívio com boas condições.
 
Santana Maia, Manuela Ruivo e Dora Caldeira, candidato a presidentes da Câmara, Assembleia Municipal e Junta de Freguesia de Alferrarede pelo PSD, acompanhados dos candidatos à Câmara Municipal António Belém Coelho, Susana Amaro e Pedro Botto, estiveram presentes nas festas nos dias 8 e 15 de Agosto onde puderam sentir a alegria dos participantes e o esforço e o empenho dos organizadores (sem quaisquer ajudas), essenciais para manter este espírito associativo com a qualidade que todos desejam.

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Terça-feira, 14.07.09

POLÍTICOS POPULARES E POPULARUCHOS?

por Dora Caldeira

 
Ser candidato a político  na nossa terra e para a nossa terra implica que, realmente, se seja o mais verdadeiro possível porque as pessoas conhecem-lhes os hábitos, os costumes, ou seja, conhecem-nos de «ginjeira». Por isso, não aceitam que, de um momento para o outro e em altura de campanha, se adoptem posturas que nunca foram habituais àquela pessoa. Dançar para quem nunca dançou, cantar para quem nunca cantou e fazer o pino sem ter qualquer flexibilidade corporal é a demonstração da falta de autenticidade do candidato. O eleitor convive bem com o candidato/político brincalhão, alegre, recatado, sisudo, mal-humorado e, até mesmo, o esquisito, desde que seja VERDADEIRO.
 
Há duas causas principais para um candidato cair no ridículo numa campanha eleitoral: por obra dele mesmo ou por obra dos seus adversários. As duas são igualmente graves. A segunda faz parte do jogo e deve-se sempre estar preparado para ela, mas a primeira - cair por obra própria - é fatal. O candidato que, por sua própria acção, expõe-se ao ridículo, seja por comportamentos, declarações ou publicidade, oferece aos adversários e eleitores uma demonstração definitiva da sua desqualificação. Ele é logo percebido como pouco AUTÊNTICO.
 
Há candidatos que conduzem a sua campanha entre a esquisitice, o espalhafato e o ridículo. Existem razões para o candidato situar-se nesta posição perigosa. Antes de tudo, um candidato procura chamar atenção sobre si e nada melhor para destacar-se do que a adopção de um comportamento que não lhe é habitual. Sem dúvida, ele vai conseguir atrair a atenção, mas sempre no limite de tornar-se ridículo ou pouco sério.
 
Daí a diferença de ser-se popular e de ser-se popularucho! Qualquer um dos dois até pode ser aceite, mas há uma coisa que não se tolera é que, antes da campanha, nunca o tenham sido, ou seja, que não sejam VERDADEIROS!

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