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COLUNA VERTICAL


Sábado, 18.06.11

BALANÇO DE 18 MESES DE MANDATO (III)

Intervenção de Elsa Cardoso

Dossiê VII - Saúde 

 

I

PROGRAMA ELEITORAL

 

Vou começar por recordar o que constava do nosso programa eleitoral para a Saúde, que tinha por grande objectivo resolver a situação da falta de médicos, nomeadamente nos centros de saúde e nas extensões:

 

     - Garantir a manutenção de todas as extensões de saúde do concelho;

 

     - Criar um conjunto de incentivos para que médicos (nacionais e/ou estrangeiros) e enfermeiros se fixem no concelho, de imediato: incentivos de ordem financeira, habitacional e de apoio à educação dos descendentes;

 

     - Incentivar os médicos à criação de Unidades de Saúde Familiar no Rossio, Pego, Tramagal e Chainça;

 

     - Colmatar a situação actual, que só se prevê resolvida daqui a 10 anos, protocolando  com a tutela, a contratação de uma empresa especializada no fornecimento de cuidados de saúde, através de médicos contratados;

 

     - Propor a reorganização dos serviços, de forma a que, por um lado, todas as extensões de saúde tenham enfermeiros para dar o primeiro apoio às populações que servem e, por outro, sejam criados “centros de saúde integrados” com médicos durante todo o dia para dar apoio a uma área territorial abrangendo várias extensões de saúde, devendo, no entanto, continuar a ser garantido por médico o apoio domiciliário aos acamados;

 

     - Propor ao Governo, o aumento do número de enfermeiros e das suas competências, em número suficiente para garantir, em todas a extensões de saúde existentes nas freguesias, profissionais capazes de atender e assistir as pessoas, muito em especial, as mais idosas, e que permita um alargamento dos horários de atendimento;

 

     - Instalar o Centro de Saúde de Abrantes no Centro Histórico da cidade, em edifício a adaptar;

 

     - Apoiar a construção de um novo Centro de Saúde em Rossio ao Sul do Tejo;

 

     - Criar uma rede transportes entre as extensões de saúde que não têm médicos de família e os “centros de saúde” para onde são reencaminhados os doentes, assim como assegurar transporte dos doentes idosos e mais carenciados ao Centro de Saúde mais próximo onde haja médico;

 

     - Pugnar para que Hospital de Abrantes cumpra a sua função prestadora de cuidados diferenciados de saúde com eficiência e eficácia, com reforço das valências e ampla oferta de serviços de qualidade à população do concelho.

 

Todas estas medidas já tinham sido por nós defendidas em comunicado à imprensa, após reunião no dia 20 de Maio de 2009, com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Zêzere, que integra o Centro de Saúde de Abrantes.

 

II

CENTRO DE SAÚDE DE ABRANTES NO CENTRO HISTÓRICO

 

A instalação do Centro de Saúde de Abrantes no Centro Histórico da cidade, em edifício a adaptar, foi, desde o início, um dos nossos grandes objectivos, tendo sido incluído por nós nos nossos compromissos de HONRA que passo a transcrever (podem consultar no nosso blog em «PALAVRA DE HONRA»):

 

«Comprometemo-nos, com todos os cidadãos do concelho de Abrantes, caso mereçamos a vossa confiança para dirigir os destinos da autarquia no próximo mandato a: 

 

     1) apoiar e colaborar com as instituições de solidariedade social do concelho, por forma a tornar mais feliz a vida dos idosos, das crianças e dos mais necessitados;

 

     2) atenuar as assimetrias entre ricos e pobres: pessoas, empresas e freguesias (que foram agravadas, nos últimos dezasseis anos, de uma forma absolutamente ilegítima, pela governação autocrática socialista);

 

     3) tornar o concelho de Abrantes um concelho verdadeiramente livre e democrático onde todos os munícipes possam expressar e professar livremente as suas ideias e opiniões sem qualquer receio de virem a ser prejudicados por isso;

 

     4) empenharmo-nos, pessoalmente, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação (existem, pelo menos, três que reúnem essas condições);

 

     5) garantir a independência e a credibilidade do cargo de Provedor Municipal do Cidadão da seguinte forma:

 

         I.   o nome será escolhido pela Assembleia Municipal de entre os nomes propostos pelos partidos da oposição;

 

        II.  o exercício de qualquer cargo político ou de relações profissionais com o município será considerado condição de não elegibilidade.»

 

Por respeito a este compromisso, para além de termos defendido a instalação do Centro de Saúde no Centro Histórico, em dois comunicados (Maio e Junho de 2009) e em conferência de imprensa no centro histórico (Junho de 2009), foi esta a primeira proposta que apresentámos na reunião da câmara em 2 de Dezembro de 2009 e que foi rejeitada pela maioria socialista em 28/6/2010 e novamente apresentada e rejeitada em 6/12/10.

 

Mas a nossa proposta de instalação do Centro de Saúde de Abrantes no Centro Histórico não só foi rejeitada como foi ridicularizada pela senhora presidente.

 

Qual não foi o nosso espanto quando constatámos agora que uma das bandeiras da senhora presidente da câmara para a Regeneração do Centro Histórico é precisamente a instalação do Centro de Saúde no Centro Histórico e, precisamente, num dos edifícios que nós indicámos: a antiga estação da rodoviária nacional.

 

III

LOCALIDADES SEM MÉDICO

 

No dia 19/4/2010, apresentámos também uma proposta na câmara municipal com vista a dar resposta aos munícipes que vivem em localidades sem médico, no seguimento de uma visita à localidade de Bicas, onde fomos confrontados com a situação de os moradores das localidades sem médico não só serem obrigados a deslocar-se pelos seus próprios meios ao centro de saúde de Abrantes ou a outra extensão de saúde, a maioria das vezes apenas para passagem de novas receitas médicas, como não terem sequer garantido o atendimento. 

 

Ora, isto parece-nos de todo intolerável e por duas razões: por um lado, por se tratarem de pessoas idosas, doentes e, em regra, pouco abonadas e residentes nas localidades mais carenciadas e esquecidas do concelho; por outro lado, por se tratar de uma violação grosseira do princípio constitucional da igualdade e da protecção à saúde. 

 

Basta dizer que uma pessoa da mesma condição social que viva na cidade tem médico todos os dias, enquanto uma pessoa que viva numa localidade sem médico não tem garantido o atendimento sequer no dia em que conseguir transporte para vir ao centro ou à extensão de saúde.

 

Nesse sentido, defendemos que a Câmara deveria: (1)   garantir o atendimento e assegurar o transporte dos doentes das localidades sem médico, em especial dos idosos e mais carenciados, ao centro ou extensão de saúde mais próximos; (2) providenciar, junto dos centros de saúde e das entidades competentes, para que seja garantido por médico o apoio domiciliário a todos os doentes carenciados que se encontrem acamados.

 

Esta nossa proposta foi também rejeitada mas temos esperança que, à semelhança do Centro de Saúde de Abrantes, em breve a senhora presidente venha a defender esta proposta como se fosse sua.

 

Ressalva-se, no entanto, uma das poucas propostas apresentadas pelos vereadores eleitos pelo PSD e que acolheu a aprovação do executivo, tendo melhorado o estacionamento de apoio ao Hospital de Abrantes.

 

Refiro-me ao arranjo do terreno situado à esquerda do portão da entrada do Hospital de Abrantes com vista a funcionar como parque de estacionamento (proposta apresentada e aprovada na reunião de 4/4/2011).  

Ver DOSSIÊ VII: Saúde

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Domingo, 20.03.11

UM PAÍS DE TIRANETES

Elsa Cardoso 

 

Vasco Pulido Valente escreveu um artigo no Público de 18/3/11 sobre José Sócrates mas que, em boa verdade e infelizmente, se aplica à esmagadora maioria dos dirigentes partidários que proliferam por esse país fora e que também se julgam donos das concelhias, transformando-as numa terra de ninguém, onde apenas cabem e têm direitos aqueles que lhes prestam vassalagem ou se submetem aos seus inconfessáveis desígnios: 

 

«Quando umas tantas pessoa protestaram, o eng. Sócrates respondeu, indignadamente, que o que lhe importava não era a "forma", era o "conteúdo" do que fizera. Só em Portugal esta explicação poderia ter passado sem um escândalo maior ou mesmo sem a demissão do primeiro-ministro. Convém explicar porquê à ignorância indígena. (...) A democracia, em que teoricamente vivemos, exige que se respeite a "forma", que em última análise legitima qualquer decisão política.

 

Não custa compreender essa diferença. A democracia assenta na "forma". O próprio princípio representativo não é mais do que uma "forma". (...) E se, por acaso, se puser em dúvida a "forma" do regime, não há maneira de fundar o menor acto do Governo, excepto no "conteúdo" que um ditador, inevitavelmente sustentado pela força, à altura lhe resolver dar. (...)

 

Sócrates não percebe isto porque não é nem nunca foi um democrata. Resta saber se uma democracia aguenta indefinidamente e de boa saúde a autoridade de um tiranete da Beira.»

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Sábado, 08.01.11

O CARGO E A PESSOA

Elsa Cardoso  

 

Na Câmara de Abrantes, uma coisa que salta à vista desarmada é a confusão que existe entre as pessoas e os cargos, como se o cargo não fosse independente da pessoa que em cada momento o desempenha.

  

Só assim se explica que, sempre que algum vereador questione sobre o mapa de pessoal, o conteúdo funcional, as competências ou as habilitações exigidas para desempenhar um determinado cargo, a senhora presidente e o funcionário que desempenha esse cargo considerem que se está a pôr em causa as competências específicas do funcionário para o exercício desse cargo.

  

Ora, uma coisa são as competências e habilitações de um funcionário que exerce determinado cargo, em virtude de serem essas as competências e habilitações regulamentarmente exigidas para aquele cargo; outra coisa completamente diferente é o juízo de valor sobre as habilitações e/ou competências exigidas para se desempenhar aquele cargo e sobre a necessidade da existência ou da reformulação das competências ou do conteúdo funcional do mesmo.

 

No primeiro caso, estamos no âmbito da verificação da execução do regulamento; no segundo caso, estamos no âmbito da discussão do próprio regulamento.

 

Por outro lado, quando os vereadores do PSD consideram inaceitável que um presidente da câmara ou governante, seja do PS, PSD, CDS ou CDU, nomeie para um cargo público um familiar ou amigo, tal também não significa que considerem o familiar ou amigo incompetente ou desqualificado para o cargo.

 

O que está aqui apenas em causa é o processo da nomeação não é a qualificação ou a competência do nomeado que até pode ser a pessoa mais qualificada para o efeito.

 

Este é, aliás, um princípio elementar de transparência que distingue as democracias liberais da Europa e América do Norte das democracias africanas ou sul-americanas.

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Quarta-feira, 05.08.09

A MUDANÇA SEGURA (outdoor 2)

 

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Segunda-feira, 03.08.09

ELSA CARDOSO - CURRICULUM VITAE

 

DADOS BIOGRÁFICOS
 
Elsa Maria da Costa Cardoso nasceu a 20 de Julho de 1967, na freguesia de S. João Baptista, em Abrantes, cidade onde reside.
  
HABILITAÇÕES ACADÉMICAS
 
É licenciada em Biologia Ramo de Formação Educacional, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.  
Enquanto aluna do 4º Ano do Curso de Biologia, trabalhou como tarefeira no Laboratório de Nematologia, supervisionado pela Professora Doutora Susana Newton, em Projectos do referido laboratório.
Fez a Pós-Graduação em Ciências de Educação Especialidade-Educação e Desenvolvimento, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
Encontra-se actualmente a frequentar o Doutoramento em Educação, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias em Lisboa, preparando a tese “Políticas Educativas – O Papel do Poder Local”.
 
PERCURSO PROFISSIONAL 
 
É Professora de Biologia (grupo 520) do Quadro de Agrupamento(QA)/ Quadro de Escola (QE) da Escola Secundária de Ponte de Sor.
Exerceu funções de docência nas seguintes escolas: E. B. 2, 3 de Marinhais(2006/09), E. B. 2, 3 de Cristóvão Falcão (2005/06) em Portalegre, E. B. 2, 3 de João Pedro de Andrade (2004/05) em Ponte de Sor, Secundária de Campo Maior (2002/04), Secundária do Lumiar (2001/02) em Lisboa, Secundária Ferreira Borges, Externato Séneca e E. B. 2,3 de S. João da Talha (2000/01) em Lisboa, Secundária de Sebastião da Gama (1999/00) em Setúbal e Secundária de Porto de Mós (1998/99).
No âmbito da função docente desempenhou os seguintes cargos: coordenadora do grupo de Ciências Naturais, coordenadora e dinamizadora do clube de Ciências Naturais (Estação Ciência) dirigido aos 2º e 3º ciclos e directora de instalações dos 2º e 3º Ciclos. 
Ao nível das diferentes funções atribuídas aos docentes, entre outras, organizou e dinamizou: a Feira dos Minerais, visitas de estudo, o jornal de parede das Ciências, o Dia da Astronomia, o Peddy-Papper das Ciências, o Dia das Ciências e o ABC das Ciências, com laboratórios abertos, tendo como público-alvo o 1º Ciclo e Ensino Pré-Escolar.
Colaborou com os Centros de Saúde da região onde leccionou, uma vez que era uma escola integrada na RNEPS (Rede Nacional de Escolas Promotoras de Saúde) e, no último ano, através do Projecto PASE na Educação para a Saúde, numa atitude preventiva do uso de substâncias psicotrópicas.  
Foi co-responsável pelo Projecto do Núcleo Ambiental do Agrupamento da E.B. 2,3 de Cristóvão Falcão em Portalegre. De entre as iniciativas, salientam-se: colaboração na elaboração do Projecto Comenius; trabalhos sobre o tema Biodiversidade em articulação com a disciplina de Área de Projecto; inscrição do agrupamento no Projecto “O Ambiente é de Todos”; lançamento do concurso da Valnor Recolha de Óleos Alimentares Usados e promoção da construção da mascote alusiva ao tema em articulação com a disciplina de Área de Projecto; participação na Expo-Escolas e no Projecto Escola na Natureza em S. Salvador da Aramenha na Quinta dos Olhos d’ Água promovido pelo ICN (Instituto de Conservação da Natureza)/Parque Natural da Serra de S. Mamede; pequena intervenção nos espaços verdes da escola, com apoio directo de técnicos da Câmara Municipal de Portalegre, promoção da Educação Ambiental ao nível do 3º Ciclo.
Foi professora relatora do debate de lançamento da área temática “Qualidade e Equidade na Educação” e participou nas Olimpíadas do Ambiente.
Foi também professora tutora e professora de PCA (Percurso Curricular Alternativo), vulgo turmas deCurrículos Alternativos, turma que esteve sempre em estreita colaboração com a CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco).
 
FORMAÇÃO COMPLEMENTAR
 
Acções de Formação: “Violência em Meio Escolar”, “Metodologia de Trabalho de Projecto”, “O Frágil Equilíbrio do Planeta Azul: uma introdução aos ciclos Biogeoquímicos”, “A Biblioteca Escolar, Leitura e Literacia nos 2º,3º, CEB e Secundário”; “A Utilização das TIC no Processo de Ensino/Aprendizagem”; “As TIC em Contexto Inter e Transdisciplinares; “As Emoções e Sentimentos na Aprendizagem”; “Sala de Estudo” e “Director de Turma”.
Acções de Sensibilização: “Drogas e Bullying” e “Problemática do Autismo”.
Seminários: ”Concursos – Novo Regime Jurídico”; “Selecção, Recrutamento e Mobilidade dos Docentes”; “Escola: Uma Organização que Aprende?”; “Diversidade, Equidade e Inclusão; “Do Bullying ao Mobbing: Comportamentos Agressivos em Contexto Escolar”; “Ciência, Epistemologia e Pesquisa Académica”; “A Construção de um Programa de Investigação: Projecto, Etapas e Planeamento”; “Análise Estatística e Utilização do SPSS”; “Epistemologia e Metodologia Qualitativa. A Construção de uma Tese de Doutoramento”.
Formação em Módulo de Word 2003, da Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação.
Workshop: Moodle e Quadros Interactivos.
Três conferências do Ciclo de Colóquios “Despertar para a Ciência”, na Fundação Calouste Gulbenkian: “Batatas e Maçãs: Despertar para a Ciência no Jardim de Infância e Escola Primária”, “Sistemas Dinâmicos, Equidistribuição e combate à Fraude Fiscal” e “Manipulação Genética: Medos e Esperanças”.
Colóquios: “Que Futuro (s) Alternativo (s) para a Educação em Portugal?” e “Encontros Ciência e Sociedade”.
6º Fórum Ciência Viva, promovido pela Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.
 
OUTRAS INTERVENÇÕES
 
Nos anos de 2001 a 2006, foi Dirigente Sindical da ASPL (Associação Sindical de Professores Licenciados).
Foi Coordenadora do Executivo de Leiria Sul (Caldas da Rainha) no ano lectivo 2002/03 e Coordenadora do Executivo da Delegação de Santarém Norte (Abrantes) de 2003 a 2006, realizando todas as actividades inerentes à actividade sindical: apoio aos docentes nos concursos e em variadas situações quotidianas da profissão; emissão de pareceres; participação em reuniões da direcção; luta pela dignificação da carreira docente; organização de Workshops, seminários, sessões de esclarecimento; visitas às escolas adstritas à delegação; abaixo-assinados; realização de protocolos comerciais, etc. 
Foi delegada sindical da ASPL (Associação Sindical de Professores Licenciados) do Executivo de Leiria Sul (Caldas da Rainha), nos anos 1999 a 2001.
 
OUTRAS APTIDÕES E COMPETÊNCIAS
 
Domínio, a nível da oralidade e da escrita, das línguas estrangeiras Inglês, Francês e Espanhol.
Frequentou, durante sete anos, aulas de piano no Colégio da Nossa Senhora de Fátima em Abrantes.
Pertenceu ao Grupo Coral da Igreja de S. João Baptista (1978-86), tendo participado, designadamente, na Festa do Idoso, no Teatro de S. Pedro, com recreação de momentos musicais, na inauguração do Jardim de Infância das Barreiras do Tejo (uma iniciativa da Santa Casa da Misericórdia), nas festas de Natal do lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia, em Abrantes, em parcerias com o Orfeão de Abrantes em festas de cariz similar, etc..

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