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COLUNA VERTICAL


Segunda-feira, 29.06.09

TAGUS OU CÂMARA MUNICIPAL?

por Gonçalo Oliveira

 

«Conferir um contributo para a fixação da população e para a preservação da identidade do território, desenvolvendo de modo integrador as relações entre economia, património e qualidade de vida as populações.» (inO Mirante”)
 
No que diz respeito a fixar a população, é hoje unânime que este é o maior problema que aflige o concelho, no que diz respeito ao seu futuro, e ao papel que desempenhará no contexto regional (concelho de periferia/dormitório ou, ao invés, centralidade regional/pólo aglutinador).
 
Há anos que o PSD defende várias medidas que concretizam este objectivo, que passam pela criação de clusters regionais, com especial incidência na nossa história, assente na grande vantagem de ter uma localização privilegiada. Abrantes é considerado um concelho “porta de entrada” no que diz respeito aos fluxos comerciais e turísticos vindos de Espanha, via A23, e do Sul, via Alentejo, conforme o expresso no PROT-OVT (Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo).
 
Partindo deste ponto, arrancamos para todo um conjunto de incitativas que visam dar a conhecer a marca “Abrantes”, um pouco por todo o país, e chagaremos a uma situação com várias vertentes, todas elas a culminar na fixação de jovens, com qualificações de todos os níveis, e na atracção de pessoas vindas de outros concelhos.
 
A frase acima transcrita não é nem o prefácio do Programa de candidatura do PSD, em 2001, 2005 ou 2009, nem um excerto do discurso do candidato à Câmara Municipal do PSD. Pelo contrário, tudo isto foi assumido pelo coordenador da Tagus, Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior.
 
Este foi um dos grandes falhanços dos últimos executivos do Partido Socialista e, ao proferir tal frase, o coordenador desta associação, demarcou-se dos últimos anos de governação em Abrantes e, de forma peremptória, passou um atestado de incompetência aos membros do actual executivo.
 
Estas declarações também serviram para me dissipar uma dúvida, isto é, o coordenador da Tagus pretende levar a cabo estes tão nobres objectivos, essenciais ao desenvolvimento de Abrantes, na Tagus, e não na Câmara Municipal.
 
P.S. (1): Um município operante e competente não precisa de associações para desenvolver a sua missão. Precisa, sim, de ouvir as pessoas e, de vez em quando, descer à realidade.
 
P.S. (2): Lembro-me de ouvir que o “Ofélia” seria um projecto que empregaria dezenas de pessoas, mas não me lembro de ouvir algum vereador a fazer um ponto de situação sobre o atraso deste projecto. Onde é que eu já vi isto: anunciar antes de terem a certeza sobre a viabilidade do projecto?… Deve ser coincidência.

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Quarta-feira, 01.04.09

A VERDADE DA AGENDA 21 LOCAL

por Gonçalo Oliveira

 
Recentemente a Câmara Municipal realizou o 2º Fórum da Agenda 21 Local de Abrantes, sob o temática da “Educação, Formação e Qualificação das pessoas para a sociedade do conhecimentos e vida activa”. Segundo a Câmara Municipal, estas iniciativas servem para, com a participação dos cidadãos, se identificar os problemas do concelho, e qual a melhor forma de os combater.
 
Na minha modesta opinião, estas incitativas servem apenas para escamotear a total incompetência de 16 anos de governação socialista no nosso concelho e o falhanço completo de todas as políticas de desenvolvimento levadas a cabo neste período. Este denominado “Fórum” chegou à seguinte conclusão: entre outros temas, um dos que mais penaliza o concelho diz respeito à inexistência de uma estratégia concertada para ajudar a fixar os jovens licenciados no concelho.
 
Leram bem? Trata-se de uma evidência que o PSD tem insistentemente relembrado e os nossos jovens sentido na pele. Finalmente, as pessoas começam a retirar a cabeça da areia. Esta é, na verdade, um dos maiores problemas estruturais que impede o desenvolvimento do concelho nos moldes idealizados pelos últimos executivos.
 
Defendemos, por exemplo, diversas vezes, a criação de clusters que aproveitassem a história e a envolvência natural de Abrantes e que serviriam tanto para projectar o nome de Abrantes para lá dos limites do concelho e do distrito como para fortalecer o tecido empresarial do concelho, sem o qual o emprego qualificado é uma miragem. Tudo é, no entanto, possível, desde que quem nos governa tenha visão e espírito de missão. Duas qualidades que, felizmente, o Dr. Santana Maia tem.

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