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COLUNA VERTICAL


Terça-feira, 03.05.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 2/5/11 (IV)

PONTO Nº6 - REPARAÇÃO DOS SEMÁFOROS DO PARQUE DO CONVENTO

Proposta dos vereadores do PSD 

 

Proposta de Deliberação dos Vereadores do PSD, António Belém Coelho e Elsa Cardoso, do seguinte teor:

 

“Vários munícipes que utilizam o estacionamento anexo à ESTA e ao Convento de S. Domingos, em Abrantes, chamaram-nos à atenção para o facto de os semáforos que controlam as subidas e descidas deste túnel não estarem operacionais.

 

A situação é grave, uma vez que o túnel tem apenas uma via, que é regulada precisamente pelos semáforos, o que significa que o seu não funcionamento põe em risco a segurança dos utentes.

 

Face ao exposto, os vereadores eleitos pelo PSD vêm apresentar a seguinte proposta, requerendo, desde já, o seu agendamento:

 

Que os semáforos que regulam o túnel existente no parque de estacionamento do Convento de S. Domingos sejam reparados, com a maior celeridade, para segurança dos utentes.”.

 

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Deliberação: Aprovada, por unanimidade, como recomendação a remeter aos serviços. 

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Domingo, 23.01.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 3/1/11 (acta fls.3)

INVESTIMENTO DAS NOVAS INSTALAÇÕES DA ESTA

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD

 

O vereador Belém Coelho começou por se congratular com a iniciativa de desmaterialização dos processos e fez votos de que isso não venha a significar, na prática, o dobro dos gastos, como se vê noutras instituições.

 

Depois, disse que consta já na comunicação social uma mensagem de fusão entre o Instituto Politécnico de Tomar e a Escola Superior de Gestão de Santarém, pelo que questionou a presidente da câmara sobre se o facto iria alterar o investimento nas novas instalações da ESTA.

 

A presidente da câmara disse que, independentemente dessa intenção de vir ou não a concretizar, a ESTA irá continuar a existir, pelo que não há razões para alterar os projectos previstos.

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Sexta-feira, 19.06.09

QUANTO À CIDADE E AO CENTRO HISTÓRICO

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 6ª parte) 

 
A requalificação do centro histórico, levada a cabo pelo executivo socialista nos últimos dezasseis anos, teve este efeito perverso e contraditório: tornou o espaço mais bonito e aprazível, sem qualquer sombra de dúvida, mas afugentou as pessoas, condenando a prazo a viabilidade económica do comércio tradicional.
 
E não é preciso ser muito inteligente para perceber a razão da desertificação do centro histórico. Com efeito, ao retirarem-se praticamente todos os serviços, que obrigavam as pessoas a deslocar-se ali, e ao dificultar-se ainda mais o já difícil acesso e o estacionamento, este resultado era inevitável.
 
Acresce que a saída da ESTA ainda vai agravar mais a situação. E se a Câmara, então, sair dali, como é vontade expressa dos socialistas, o centro histórico passará a ser um centro fantasma.
 
A construção de um grande parque de estacionamento de apoio ao centro histórico é uma prioridade, mas não é suficiente. Porque, se não houver uma razão que obrigue um grande fluxo de pessoas a deslocarem-se ali, diariamente, o parque de estacionamento apenas servirá de poiso aos indigentes e marginais.
 
No passado dia 20 de Maio, tive uma reunião com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para me inteirar da situação que se vive nalgumas extensões de saúde de Abrantes. Dessa reunião resultou claro que é urgente encontrar novas instalações para o centro de saúde de Abrantes que funciona, a título provisório, no Hospital. Fui também informado que a tutela é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
 
Face a esta informação, quero, desde já, dar a minha palavra aos comerciantes do centro histórico que me irei empenhar, pessoalmente, assim como toda a minha equipa, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação (existem, pelo menos, três que reúnem essas condições). (cont.)

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Segunda-feira, 15.06.09

QUANTO AOS JOVENS

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 2ª parte)

  
Os elevados índices de desemprego no concelho preocupam-nos muito. Esta situação só vem comprovar a falência de toda uma política de investimentos sem retorno e sem uma linha de rumo coerente e inteligente.
 
Não aceito que os nossos jovens sejam obrigados a comprar casa no Entroncamento e em Torres Novas, só porque, injustificadamente, a Câmara Municipal, há quase dez anos, que anda a brincar à alteração do PDM, permitindo que aquele que deveria ser um instrumento de coesão e dinâmica territorial, seja, antes, uma factor de exclusão primário, criando nas pessoas, que são impedidas de construir no terreno herdado pelos seus pais a casa que sempre sonharam, um sentimento legítimo de revolta. É urgente promover a alteração deste PDM do século passado que ainda vigora e “empurra” literalmente os nossos jovens para fora da sua terra e do nosso concelho.
 
Assumimos também a responsabilidade de dotar as freguesias de equipamentos ludico-culturais, que permitam criar centralidades e qualidade vida a quem ali vive. Este é, aliás, um objectivo estratégico de todo o concelho.
 
Vamos aprofundar cada vez mais a parceria existente com a ESTA, permitindo que novos cursos aqui se instalem, aumentando a oferta do nosso ensino superior.
 
Na mesma linha, também iremos estabelecer parcerias com a Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes, sita em Mouriscas, e as Escolas Secundárias do concelho para fomentar a criação de cursos profissionais com saída de mercado adaptada às necessidades do nosso concelho. (cont.)

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Domingo, 10.05.09

DESEMPREGO

por António Belém Coelho

 
O desemprego constitui hoje o rosto mais visível e terrível da(s) crise(s) que atravessamos. E o nosso Concelho, infelizmente, não é excepção. Os últimos dados divulgados pelo IEFP dão-nos conta de que, entre Dezembro de 2007 e Dezembro de 2008, se verificou um aumento de 22% nos inscritos do Centro de Emprego de Abrantes.
 
Este Centro abrange os concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal, sendo o concelho de Abrantes, de longe, o que mais peso tem em termos de população: cerca de 84%; pelo que é certamente também destes três, o mais atingido pela subida do número de desempregados. Trata-se de um aumento de 427 desempregados, que se constitui como o maior aumento de todo o Distrito. E aqui ainda devemos referir o seguinte:
         -        de Dezembro de 2008 até ao presente, pelos dados disponíveis, mas ainda não publicados, e pela experiência diária, certamente que os números se agravaram ainda mais;
         -        os números do desemprego real são sempre superiores aos números oficiais devido à metodologia usada (que considera como não desempregados os trabalhadores que frequentam cursos do IEFP e outras entidades, que trabalham um mínimo de x horas por semana, etc).
 
 Esta situação, para além de reflectir os efeitos globais da crise, reflecte também a precária situação de muitas micro e pequenas empresas do nosso Concelho, bem como muitos trabalhadores independentes que têm sido asfixiados por um conjunto de obrigações fiscais (exigidas a nível central) e de pagamento de taxas e tarifas diversas, estas a nível local, cujo peso para os munícipes se deve a uma política autárquica seguida pelo actual Executivo, privilegiando investimentos que, podendo “encher o olho” numa primeira abordagem, se revelam desde logo falhos de retorno financeiro e, pior, sorvedouros de encargos de funcionamento e manutenção cada vez maiores.
 
Abrantes tem de apostar no que de bom tem (situação geográfica, acessos, monumentalidade, gastronomia, etc) e noutras pequenas vantagens que pode criar (diminuição da derrama, IRS e IMI mais atractivos, por exemplo), pois uma relativa diminuição de receita agora certamente terá retornos significativos mais tarde, por via da atracção e fixação de jovens, e dentro destes, de quadros qualificados, de empresas geradoras de riqueza.
 
Para isso, é também essencial potenciar e desenvolver o sistema de ensino, com destaque para a ESTA e para a EPDRA e para a sua articulação com o tecido empresarial, mercado privilegiado dos seus futuros profissionais. Queremos uma mudança segura que permita às próximas gerações terem esperança no futuro do nosso concelho.

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Domingo, 15.02.09

DESEMPREGO

  por Gonçalo Oliveira

 
Os dados mais recentes, divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, no que diz respeito ao concelho de Abrantes, são deveras preocupantes. O Centro de Emprego de Abrantes, que engloba os concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal, correspondendo estes três concelhos, a uma população residente de 50.154 indivíduos, 84,2% dos quais habitam no concelho de Abrantes.
 
Entre Dezembro de 2007 e Dezembro de 2008, verificou-se um aumento de 22% de inscritos neste centro, o que equivale a 427 novos desempregados, em 2008, na região de Abrantes, passando de um total de 1943 em 2007, para 2370 em 2008. É o maior aumento de todo o Distrito. São números que nos devem deixar bastante preocupados e alerta. Assumindo que estes novos 427 desempregados não sejam todos de Abrantes, serão pelo menos 85% destes, isto é, 363.
 
Isto é também o resultado de uma má política de investimentos levada a cabo pela Câmara Municipal, muitos deles sem nenhum tipo de retorno financeiro e com grande sobrecarga de despesa e de encargos para os contribuintes, contribuindo, dessa forma e decisivamente, para agravamento das condições de vida dos munícipes, dos pequenos comerciantes e das pequenas e médias empresas.
 
Abrantes tem de apostar na valorização dos jovens, criando mecanismos de fixação de quadros qualificados que, verdadeiramente, lhes permitam estudar, trabalhar e constituir família no nosso concelho.  Aqui, volto a frisar, a ESTA e a EPDRA são incontornáveis nesta estratégia de fixação.

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Segunda-feira, 29.12.08

QUE FUTURO?

por Gonçalo Oliveira

 

Mais um ano que está a chegar ao fim, e nós por cá… Estaremos melhor ou pior que há um ano atrás?
 
Dou uma volta pela periferia da cidade e paro num café, encosto-me ao balcão, como faço habitualmente, e cumprimento uns conhecidos: «Então, tudo bem?». As respostas vêm com um sentimento de frustração: «Cada vez pior.», «Oh pá, isto não interessa ninguém».
 
Rapidamente vem-me à memória que ambas as frases me são familiares. São as mais proclamadas pelos abrantinos, especialmente, pelos jovens que não encontram nenhuma perspectiva de desenvolvimento real no seu concelho que lhes permita sonhar em ficar a trabalhar e constituir família na nossa terra e, por isso, são literalmente empurrados para fora.
 
O local mais frequentado de uma cidade, que se quer desenvolvida, não pode ser a estação dos caminhos-de-ferro, quando se enche de pessoas ao domingo à tarde.
 
A não ser que queiram ganhar o salário mínimo, e mesmo esses que a isso são obrigados, fazem-no com a resignação de quem, para ver o seu rendimento crescer no fim no mês, são levados a fazer horas extraordinárias todos os dias da semana – numa fábrica –. Ora, ao fim do mês, é algo que cansa.
 
Olho para o rosto dos meus amigos, na casa dos trinta, e vejo nos seus rostos cansaço, resignação, e falta de vontade em lutar por um futuro melhor…fico triste, por eles, por mim, por todos…mas acredito que é possível melhorar.
 
A aposta na formação é fundamental. Alegra-me o facto da ESTA, todos os anos, melhorar a sua oferta. Mas será que não seria possível protocolar com esta instituição a criação de mais cursos, com perspectivas reais de emprego, devidamente adequados às necessidades regionais? Claro que sim.
 
Esqueçam as borboletas e lembrem-se das pessoas. Uma das características dos políticos é a visão. Eu acredito que Abrantes pode melhorar. E muito. Não desistam. E Bom Ano.

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