Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

COLUNA VERTICAL


Quinta-feira, 11.11.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/11/10 (extracto VII)

PONTO Nº20 – CONSTRUÇÃO DO CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE

Declaração de voto (CONTRA) dos vereadores do PSD 

 

Os vereadores do PSD votam contra apenas porque consideram que o Centro Escolar de Alferrarede deve ser construído na freguesia de Alferrarede.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sexta-feira, 15.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/10/10 (acta fls.5 e 6)

ATENÇÃO: depois de ler este extracto da acta e a nossa intervenção (PEDIDO DE DESCULPAS E AGRADECIMENTO PÚBLICO), leia a edição de hoje do jornal NOVA ALIANÇA e constate com os seus próprios olhos a falta de verdade, de pudor e o cinismo de quem nos governa. E não se esqueça: um dia pode ser você a vítima de quem é capaz de faltar à verdade para fugir à suas responsablidades.  

 

Em seguida, o vereador Belém Coelho apresentou uma declaração subscrita pelos vereadores eleitos pelo PSD que, por ser extensa, se anexa à presente acta no sentido, mas do qual se de ser apresentado um pedido de desculpas a Dora Caldeira e um agradecimento público à mesma e à Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede. (...)

 

A vereadora Celeste Simão disse que sobre este processo, ou existem informações muito contraditórias, ou não se está a falar da mesma situação, ou então não se entende onde os vereadores querem chegar com este assunto.

 

Referiu que a informação prestada pela presidente da câmara municipal na Assembleia Municipal foi de todo correcta e que, posteriormente, foi feita já uma visita domiciliária para o confirmar. O munícipe em questão foi efectivamente sujeito a uma intervenção cirúrgica no dia 12 de Julho, já teve alta hospitalar e está a ser acompanhado pelos serviços de saúde, um dos parceiros da Rede Social, que também suportam as despesas com as viagens.

 

Concluiu reforçando que o munícipe está efectivamente a ser acompanhado, quer pelos serviços do Ministério da Saúde, com competências nesta matéria, quer pelo serviço de acção social da Câmara Municipal, e que isso deveria ser do conhecimento da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede. 

 

O vereador Belém Coelho disse que não é intenção destratar ninguém, apenas apresentar o caso. As informações não são efectivamente coerentes e carecem então de ser verificadas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 06.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/10/10 (extracto III)

PEDIDO DE DESCULPAS E AGRADECIMENTO PÚBLICO 

Declaração dos vereadores do PSD 

 

Como todos sabemos, ainda não se encontra resolvida a situação aqui denunciada pelos vereadores do PSD, designadamente na reunião de câmara de 24 de Maio, referente à retirada de apoio pelo Banco Social a um doente de Alferrarede a quem foi diagnosticado a doença de Guausher e um aneurisma cerebral que o impossibilitam de trabalhar e que necessita de se deslocar, em média, seis vezes por mês a Lisboa para tratamentos de quimioterapia e terapias enzimáticas, sendo o único rendimento do seu agregado familiar a pequena pensão de sobrevivência de sua mãe.

 

E quando, na última Assembleia Municipal, a senhora presidente da câmara foi confrontada pela senhora deputada municipal Manuela Ruivo sobre este assunto, todos nós compreendemos que se tivesse remetido ao silêncio, em sinal de vergonha por constatar que a Rede Social, afinal, não foi capaz de resolver em tempo útil um caso tão grave e tão urgente.

 

Aliás, esta incapacidade demonstrada pela Rede Social para resolver um caso tão grave e tão urgente só vem demonstrar que a Rede Social é mais eficaz a consumir os parcos recursos dos abrantinos do que a resolver os problemas graves e urgentes dos mais necessitados. 

 

Por outro lado, também compreendemos que Dora Caldeira, uma das pessoas liderantes do Grupo Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede que presta ao referido cidadão o apoio que legitimamente lhe devia ser prestado pelo município, através de um qualquer dos seus programas emblemáticos na área da acção social, quisesse pressionar a senhora presidente da câmara a reconhecer a falta de apoio ao referido cidadão.

 

Agora o que ninguém esperava era que a senhora presidente, em vez de ter um gesto de agradecimento público a Dora Caldeira e ao Grupo de Juventude Mariana Vicentina pelo apoio que prestam ao referido cidadão, optasse por a humilhar publicamente pelo facto desta ter mencionado o nome do doente, chegando ao ponto de faltar à verdade, ao dar a entender que a ajuda da Rede Social só não era prestada porque o senhor estaria internado em Lisboa desde Junho.

 

Ora, não só não é verdade que o doente esteja internado em Lisboa (está em sua casa em Alferrarede) como também não é verdade que alguma vez estivesse estado internado entre Junho e a presente data.

 

Que a senhora presidente prefira não falar no nome do doente, só lhe fica bem, mais que não seja por pudor e por vergonha. 

 

Mas Dora Caldeira tem toda a legitimidade para falar no seu nome, não só porque é ela e o Grupo de Jovens que lhe prestam o serviço que o município lhe retirou e lhe continua a negar como também porque tem autorização expressa do doente para usar e falar no seu nome.

 

Aliás, a situação é tão escandalosa e já se arrasta há tanto tempo que é impossível alguém neste concelho já não saber de quem se está a falar.

 

Além disso, não fosse o Grupo de Jovens e, provavelmente, o doente já não tinha nome sequer para ser falado.

 

Esperamos, no entanto, que ninguém tenha o descaramento de vir lavar as mãos como Pilatos alegando que não foi o município que retirou o apoio quando todos sabemos que é o município que disponibiliza os dinheiros públicos para o programa em causa.

 

Face ao exposto, os vereadores do PSD querem deixar expresso em acta, convidando, desde já, os restantes vereadores a acompanhá-los:

 

            -           um pedido de desculpas público a Dora Caldeira pela forma deselegante como foi tratada pela senhora presidente da câmara na última Assembleia Municipal;

 

            -           e o agradecimento e reconhecimento público a Dora Caldeira e ao Grupo  da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede pela forma como têm auxiliado o referido doente, substituindo-se ao Banco Social, à Rede Social e ao município que eram as entidades a quem cabia em primeira linha esse apoio.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo, 03.10.10

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE

Intervenção de Dora Caldeira na Assembleia Municipal de 27/9/10 

 

Serve esta minha intervenção para demonstrar publicamente o meu desagrado e desacordo, face à decisão da Autarquia de construir o Centro Escolar de Alferrarede fora dos limites da freguesia de Alferrarede, no que estou certa sou acompanhada pela esmagadora maioria dos residentes e naturais desta freguesia.

  

Se, inicialmente, me congratulei com o facto de a Junta de Freguesia de Alferrarede ter redigido uma moção de repúdio face a esta proposta, moção essa aprovada por unanimidade pela Assembleia de Freguesia,  também rapidamente me apercebi que este processo estava mais do que decidido.

 

Com efeito, tornou-se por demais evidente que a Autarquia, ao pedir que a Junta lhe apresentasse outras sugestões de terrenos viáveis, não pretendia, na verdade, ponderar outras soluções mas apenas fingir que o fazia, quando a decisão já estava mais do que tomada.

 

Tanto assim que, tendo-nos sido dito pelo presidente da Junta de Alferrarede que foram apresentadas outras hipóteses de terrenos e que estava à espera de uma resposta, a resposta que chegou foi a que já se sabia: o Centro Escolar de Alferrarede ia ser construído fora da freguesia e no mesmíssimo local que a freguesia questionou.

 

Até à data da última Assembleia de Freguesia do dia 16 deste mês, estive coesa com todos os membros da mesma, ciente de que o que estava em jogo era mais do que um mero jogo político-partidário: era o interesse, o prestígio e a dignidade de uma das maiores e mais antigas freguesias do concelho.

 

Infelizmente, o actual executivo da Junta de Freguesia, em vez de continuar a defender e a bater-se pelos legítimos interesses da freguesia que os elegeu, preferiu vergar-se e conformar-se com uma solução que ofende a dignidade da sua freguesia.

 

 E já que a Junta de Alferrarede não é capaz de representar e de se bater pelos legítimos interesses da freguesia que os elegeu, quero deixar aqui expresso, em meu nome pessoal e da maioria dos alferraneses, a minha indignação, por mais uma vez, assistirmos a que seja construído fora das fronteiras da freguesia aquilo que à freguesia pertence.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 29.09.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 27/9/10 (extracto III)

A COMISSÃO SOCIAL DE FREGUESIA DE ALFERRAREDE E O BANCO SOCIAL

Intervenção da deputada municipal do PSD Manuela Ruivo

 

Na última Assembleia Municipal, o senhor presidente da Junta de Alferrarede e a senhora presidente da câmara insurgiram-se com alguma agressividade contra o deputado do PSD Gonçalo Oliveira pela sua intervenção sobre a ilegalidade e inutilidade do Banco Social, invocando o excelente trabalho realizado pela Comissão Social de Freguesia de Alferrarede, em articulação com o Banco Social, trabalho esse que poderia ser facilmente comprovado.

 

No seguimento desta intervenção e com vista a aferir-se da veracidade do alegado pelo senhor presidente da Junta e pela senhora presidente da câmara, os vereadores do PSD solicitaram cópia dos documentos, exposição e/ou relatórios sobre a intervenção da referida comissão no encaminhamento das situações não resolvidas para outra entidade, designadamente, o Banco Social.

 

A resposta dada pelo Núcleo Executivo da Rede Social não podia ter sido mais elucidativa da falta de fundamento das declarações aqui prestadas.

 

Não existe nada, rigorosamente nada.

 

Mas também não nos espanta porque todos sabemos que os socialistas avaliam sempre as comissões pelo número de reuniões que fazem e nunca pelo número de casos que resolvem.

 

Aliás, isto que aqui estou a dizer comprova-se facilmente.

 

Os vereadores do PSD, na reunião de câmara de 24 de Maio, denunciaram o facto de o Banco Social ter retirado o apoio a um doente de Alferrarede a quem foi diagnosticado a doença de Guausher e um aneurisma cerebral que o impossibilitam de trabalhar e que necessita de se deslocar, em média, seis vezes por mês a Lisboa para tratamentos de quimioterapia e terapias enzimáticas, sendo o único rendimento do seu agregado familiar a pensão de sobrevivência da sua mãe, com quem vive, no montante de 178 euros.

 

Isto foi denunciado, pela primeira vez, pelos vereadores do PSD na reunião da Câmara de 24 de Maio, pela segunda vez, pelos vereadores do PSD na reunião da Câmara de 7 de Junho e, pela terceira vez, pelo deputado Gonçalo Oliveira, aqui mesmo nesta sala, na última Assembleia Municipal.

 

Tratando-se de uma situação tão escandalosamente grave e urgente e com uma Comissão Social de Freguesia e um Banco Social a funcionarem tão bem, nas palavras do senhor presidente da junta e da senhora presidente da câmara, perguntamos: esta situação já está resolvida?

 

Por aqui se vê a eficiência e a eficácia do excelente e relevante trabalho desenvolvido pela Comissão Social de Freguesia de Alferrarede, em articulação com o Banco Social.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quarta-feira, 14.07.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 12/7/10 (extracto II)

COMISSÃO SOCIAL DE FREGUESIA DE ALFERRAREDE

Requerimento dos vereadores do PSD

 

Na última reunião de Assembleia Municipal, o presidente da Junta de Alferrarede afirmou que o Banco Social tem dado muito apoio à freguesia de Alferrarede.

 

Ora, sem querer pôr em causa a sensibilidade do deputado municipal Pedro Moreira relativamente às questões sociais e a sua inteligência, a verdade é que aquela afirmação é absolutamente contraditória com os elogios por si tecidos acerca do funcionamento da Comissão Social de Freguesia de Alferrarede (CSF).

 

 Com efeito, se o Banco Social  dá muito apoio, como ele referiu, à população carenciada de Alferrarede, tal significa necessariamente que a Comissão Social de Freguesia está a funcionar mal.

 

Como todos sabemos, a função e meta das Comissões Sociais de Freguesia é a de resolverem os problemas da comunidade local através dos seus próprios meios e recursos, devendo cada membro empenhar-se ao máximo na optimização dos recursos da freguesia a fim de resolver o problema das famílias que foram identificadas.

 

Apenas e só quando se esgotaram todas as alternativas é que se encaminha a situação para outra entidade.

 

Ou seja, sempre que  uma Comissão Social de Freguesia sinaliza  situações, seja para o Banco Social, seja  para  qualquer outra entidade ou  projecto, tal significa que falhou na sua intervenção porque não conseguiu rentabilizar os recursos que, na sua localidade, tem à disposição.

 

Sendo certo que, quando a Comissão Social de Freguesia sinaliza/encaminha uma situação de pobreza e/ou de exclusão social, envia à entidade destinatária um relatório onde constam todas as diligências efectuadas no sentido de resolver a situação, nomeadamente: quais  as instituições que contactou / número de contactos efectuados / números de respostas positivas/negativas; número de visitas domiciliárias efectuadas; número de atendimentos realizados à família; número de membros da CSF envolvidos em cada situação; despesa efectuadas: com telefone; combustível; etc. etc.

 

Na verdade, se não enviar um relatório desta natureza e apenas identifica o nome da família, forçoso será concluir que a Comissão Social de Freguesia realizou um mau trabalho.

 

Por outro lado, como também todos sabemos, as Comissões Sociais de Freguesia são um órgão da Rede Social, sendo esta, apenas, um fórum de articulação de esforços e não uma entidade juridicamente constituída e com contabilidade organizada.

 

Foi, por isso, com surpresa que ouvimos, na última Assembleia, o presidente da Junta de Alferrarede destacar o papel da quermesse como uma das grandes actividades desenvolvidas pela Comissão Social de Freguesia de Alferrarede nas Festas da Cidade.

 

Não tirando as boas intenções da quermesse, bem como da justa aplicação do dinheiro que daí se apurou, o facto é que esta acção nos parece manifestamente ilegal  porque a Comissão Social de Freguesia não tem contabilidade própria e organizada.

 

Não queremos alimentar polémicas, mas queremos, obviamente, saber onde termina a verdade e onde começa a propaganda naquilo que publicamente se alega na Assembleia Municipal.

 

A Câmara Municipal e a Comissão Social de Freguesia de Alferrarede terão certamente relatórios comprovativos da veracidade do alegado pelo deputado municipal Pedro Moreira.

 

Pelo exposto, vimos requerer que seja solicitado à Comissão Social de Freguesia de Alferrarede, para conhecimento da Câmara Municipal:

 

      I) os relatórios enviados ao Banco Social a sinalizar casos de pobreza e exclusão social, para se poder avaliar do bom trabalho desenvolvido e da veracidade das afirmações proferidas na Assembleia Municipal pelo presidente da Junta de Alferrarede;

 

      II) a informação de como foi possível ter uma quermesse nas Festas da Cidade e em que conta foi depositado o dinheiro que aí se apurou.

 

Requeremos ainda que nos seja entregue, no prazo de dez dias, o relatório anual do trabalho desenvolvido pela Rede Social e, em particular, pelas Comissões Sociais de Freguesia, referente ao ano de 2009, elaborado pela Divisão de Educação e Acção Social, de onde conste, designadamente, (I) número e periodicidade de reuniões realizadas ao longo do ano, (II) número total de membros da Comissão Social de Freguesia de Alferrarede, assim como número de presenças por reunião, (III) número de situações analisadas por tipologia (alcoolismo; carência económica; maus tratos; etc.), (IV) número de situações resolvidas pela própria Comissão Social de Freguesia sem recurso a encaminhamentos/sinalizações por tipologia de problema.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo, 04.07.10

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE

Dora Caldeira, deputada do PSD da Assembleia de Freguesia de Alferrarede 

 

Questionei numa outra Assembleia de Freguesia o presidente da Junta, após a entrega da moção que foi escrita pelo executivo da Junta, assinada e aprovada também pelos membros da Assembleia de Freguesia, acerca  da resposta que se obteve por parte da presidente da câmara. Este respondeu que a presidente da câmara se tinha mostrado receptiva e que tinha solicitado a recolha de sugestões para a escolha de outro terreno dentro dos limites da freguesia. Estas propostas foram entregues (e algumas bem viáveis), obedecendo a todos os critérios para a construção de um equipamento com estas características. 

 

Por isso, causou-me alguma estupefacção quando, na Assembleia Municipal do dia 25 de Junho, foi apresentada a planta do Centro Escolar de Alferrarede e o presidente da Junta de Alferrarede não se mostrou surpreendido, o que denotou que já teria informações sobre o mesmo.

 

Ora, pelo pouco que sei de construção civil, não me parece fazer sentido ter-se concebido uma planta para implantar num terreno qualquer, pelo que entendi que  a escolha do terreno já estava mesmo formalizada e que seria o terreno que todos contestámos não só por não fazer parte da freguesia de Alferrarede, mas sobretudo por ainda levantar dúvidas quanto às razões da sua aquisição, desconhecendo-se se foram efectuados estudos e se contempla todos os critérios necessários à construção de um edifício escolar.

 

Mais uma vez, e após esta apresentação, questionei na última Assembleia de Freguesia, acerca dos resultados e respostas da nossa moção, ao que me foi respondido que ainda se está a ponderar a aquisição de outro terreno.

 

Como a felicidade é coisa de pouca dura, esta durou mesmo pouco, pois logo de seguida foi dito que até final deste mês tudo estaria entregue para efeitos concursais. Parece-me muito pouco tempo para tantas aquisições e alterações, já que a aquisição de um novo terreno teria de influir na planta.

 

Já agora, e acerca da planta, também deixava aqui o seguinte apontamento: não me parece que esta corresponda às necessidades da população da freguesia de Alferrarede, pois ao ter apenas 8 salas de 1º ciclo tal significa que não se vai resolver o problema que se tem vindo a ter com os horários duplos (escola só de manhã ou só de tarde).

 

Com efeito, o Centro Escolar de Alferrarede precisa de mais salas para assegurar que se consiga ter as turmas todas a funcionar de manhã e de tarde (que é o que se estabeleceu como horário normal pelo Ministério da Educação ) e não apenas num período do dia.

 

Com tantos problemas ainda na mão, parece-me impulsivo e precoce entregar tudo no final deste mês …. Ou não irá ninguém de férias ?????

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sábado, 03.07.10

AS COMISSÕES DE FREGUESIA

Dora Caldeira, deputada do PSD na Assembleia de Freguesia de Alferrarede

 

Como resultado da minha presença na Assembleia Municipal do dia 25 de Junho e, após ouvir a intervenção do Presidente da Junta de Alferrarede que, de uma maneira exacerbada, respondeu à intervenção do deputado do PSD Gonçalo Oliveira acerca  do mau funcionamento das Comissões de Freguesia e do Banco Social, questionei o Presidente da Junta acerca deste assunto.

 

Contextualizando o que se passou, o presidente da Junta de Alferrarede, Pedro Moreira, defendeu, na Assembleia Municipal, que as Comissões de Freguesia efectivamente funcionavam e bem porque, nas festas da cidade, foi feita uma quermesse para angariação de fundos (foi este o único exemplo referiu).

 

Na verdade, a recolha de fundos só é importante se estes, depois, forem utilizadas para ajudar alguém ou construir algo . Ou será, tal como diz  orgulhosamente a presidente da Câmara, que  o que interessa é ter muito dinheiro em caixa?

 

Penso que, no entanto, o que as pessoas querem, efectivamente, é ver os seus problemas resolvidos e sentirem que estão as ser apoiadas.

 

Eu entendo que estas Comissões, tal como o Banco Social, do qual já muito tenho escrito e criticado, só têm sentido se derem resposta às necessidades das pessoas, designadamente as que estão a viver com mais dificuldades na nossa freguesia.

 

Ao contrário do que disse Pedro Moreira, eu não concordo que estas associações funcionem bem, pois até pelas reuniões das Comissões de Freguesia em que participei verifiquei que os casos são sempre os mesmos e sem evolução para melhor, sendo a culpa sempre atirada para cima de alguém, nomeadamente à Câmara Municipal, pelo facto de nada se conseguir fazer para solucionar as situações que são assinaladas .

 

Na última Assembleia de Freguesia, o presidente da Junta, apesar de não concordar comigo, já não defendeu tão convictamente as Comissões de Freguesia e sua eficácia, mas referiu-se ao Banco Social e ao que este tem apoiado na freguesia de Alferrarede.

 

Ora, talvez seja eu a distraída e não o deputado Gonçalo Oliveira, que foi tratado como distraído, pois eu nas visitas que faço mensalmente  aos domicílios de cerca de 43 famílias carenciadas, ainda não ouvi nenhuma dizer que era apoiada pelo Banco Social. Apenas tenho conhecimento de uma pessoa doente e com graves dificuldades financeiras que foi apoiada temporariamente pelo Banco Social e a quem foi retirado esse apoio, pois não estava contemplado pelos estatutos do mesmo.

 

Afinal, as angariações de fundos estão a servir a quem na minha freguesia? Como dizem as crianças, a quem for que se acuse!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo, 02.05.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 30/3/10 (extracto II)

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE, AGRUPAMENTO ESCOLAR

DAS FREGUESIAS DE ALVEGA E CONCAVADA E MERCADO MUNICIPAL

Intervenção da deputada do PSD Manuela Ruivo  

 

Nesta Assembleia, tivemos recentemente o privilégio de privar com um grande constitucionalista, o Ex.mo Senhor Prof. Dr. Jorge Miranda, aquando das comemorações do 25 de Abril. Para quem o ouviu com atenção recorda-se certamente de ter salientado a coesão territorial como um dos pilares basilares da Constituição da República Portuguesa.

 

Ora, é precisamente este pilar da nossa Constituição que o executivo socialista tem vindo paulatinamente a destruir e pôr em causa. Vejamos alguns exemplos:

  

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE

  

Como é possível o executivo camarário ter avançado para a compra de um terreno em S. Vicente para a construção do Centro Escolar de Alferrarede, sem antes se ter dignado, pelo menos, ouvir a opinião da Junta de Freguesia de Alferrarede?

 

Aliás, não só não ouviu a opinião da Junta sobre esta matéria como, inclusive, enganou quer a junta de freguesia, quer a população de Alferrarede, anunciando publicamente  a sua intenção de construir o Centro no espaço do Tecnopolo, o que seria, como todos nós reconhecemos, o local ideal e natural para a sua construção, quer quanto aos acessos, quer quanto aos custos (muitíssimo reduzidos), tanto mais que se encontra em local destacado pelo PUA para a construção de equipamentos.

 

Queremos melhor exemplo de centralismo ou macrocefalia?

 

AGRUPAMENTO ESCOLAR DAS FREGUESIAS DE ALVEGA E CONCAVADA

 

Como é possível a passividade do executivo camarário em relação ao eventual encerramento desta escola?

 

Que a carta educativa contemplava o encerramento para o próximo ano lectivo de 2010/2011 da Escola Básica Dr. Fernando Loureiro, situada na Freguesia de Alvega, já todos sabíamos.

 

Só que a conjuntura hoje é totalmente diferente.

 

Ou será que a senhora presidente já não acredita nos 1800 postos de trabalho que irão, em breve, ser criados na margem Sul do Tejo, na tão propalada capital da energia?

 

Ou será que a capital da energia vai ser tão avançada que os filhos dos trabalhadores já não vão precisar de escolas?

 

Para não falar do impacto no tecido social e económico desta freguesia rural, tendo em conta o numero significativo de alunos que frequentam a escola, e na perda efectiva de alunos para o Concelho do Gavião, não beneficiando em nada o Agrupamento da EB D. Miguel de Almeida – que será apenas contemplado com professores e funcionários.

 

Este encerramento da escola aparece como um sinal absolutamente contraditório com esta promessa de crescimento imediato.

 

Onde está, pois, a defesa da coesão territorial e do direito à educação, preconizada na constituição?

 

MERCADO MUNICIPAL

 

Com base em informação fidedigna, o executivo tinha informação do efectivo estado de degradação do Mercado Municipal.

 

Por esse motivo, invocamos intencionalidade de extinção do espaço centenário do mercado.

 

Sendo certo que, em Abrantes, o mercado era, até hoje um dos poucos pólos de interesse com potencialidade, por um lado, para atrair gente ao centro histórico e, por outro, ajudar a impedir a desertificação das freguesias com características mais rurais, ao fornecer um local de comercialização dos seus produtos, a recuperação e revitalização do mercado municipal eram essenciais e urgentes.

 

Não podemos ainda deixar de continuar a manifestar que a solução encontrada, é dispendiosa, nomeadamente a aquisição dos imóveis, para uma utilização temporal tão pequena, assim como a sua localização e as condicionantes que têm, estacionamento, cargas e descargas e falta de visibilidade.

 

Queremos acreditar que esta decisão, embora desastrosa e lesiva dos interesses da população e dos dinheiros dos seus impostos, foi tomada de boa fé, e não no interesse de um qualquer ou recorrente “interessado”, que só estará disponível para o projecto sem o ónus do mercado diário no edifício. O futuro o dirá.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo, 14.03.10

A ALFERRAREDE O QUE É DE ALFERRAREDE...

Dora Caldeira - in Primeira Linha

 

Como membro da Assembleia de Freguesia de Alferrarede venho dar os parabéns aos deputados da Assembleia de Freguesia de Alferrarede por, no passado dia 2 de Março, terem, por unanimidade, aprovado uma Moção contra a Câmara de Municipal de Abrantes face à aquisição de um terreno sito na freguesia de S. Vicente para a construção do tão falado e esperado Centro Escolar de ALFERRAREDE (note-se as maiúsculas que fiz questão de utilizar).
Foi dignificante, para mim, pertencer a esta Assembleia em que se derrubaram barreiras partidárias e nos centrámos no que é realmente importante para o crescimento e benefício  da nossa freguesia .
Na verdade, que haverá de tão secreto e imperioso nesta compra que justifique que, andando-se em conversações desde Junho de 2009, o presidente de Junta de Alferrarede só tivesse sido informado em cima da Assembleia Municipal do passado dia 26 de Fevereiro e perante o facto consumado, o que o obrigou, num assombro de dignidade, a recusar-se a comparecer na referida Assembleia, demonstrando assim o seu repúdio por tal tomada de posição?
Nem mesmo o facto de serem do mesmo partido impediu a senhora presidente de lhe espetar uma autêntica facada nas costas. É caso para dizer: se trata assim os dos seu partido, imagine-se o que fará aos outros... Com amigos destes!... 
Não podia, no entanto, terminar este meu comentário, sem demonstrar a minha estupefacção pela leviandade da solução sugerida para a senhora presidente da câmara na sua entrevista à RAL: mudar os limites da freguesia de Alferrarede para que o novo Centro Escolar ficasse dentro da Freguesia (???!!!...).
Que pena a senhora presidente não ter comprado um terreno em Lisboa para fazer o novo Centro Escolar de Alferrarede. Depois era só estender os limites da freguesia até à capital... Quem pode, pode!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Terça-feira, 09.03.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/3/10 (II)

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD
        
Face à moção da Assembleia de Freguesia de Alferrarede sobre a localização do seu Centro Escolar, os vereadores eleitos do PSD não podem deixar de se sentir usados e enganados pela senhora presidente da câmara que, trazendo em mão, na reunião de 8 de Fevereiro, sob o signo da urgência, a aquisição da parcela de terreno com 28.637 m2, sita em Chainça, entre a Rua da Sociedade e a Urbanização dos Telheiros à Sociedade Mendes & Gonçalves, S.A., pelo montante de 618.559,20 €, lhes fez crer não só que a Junta de Freguesia de Alferrarede tinha sido ouvida como também que não existia outra solução para a construção deste equipamento dentro da freguesia de Alferrarede.
Ora, é agora manifesto não só que a Junta de Freguesia não foi ouvida como também que existem vários terrenos, na freguesia de Alferrarede, aprovados pelo PUA – Plano de Urbanização de Abrantes de 2009, para a construção de equipamentos colectivos.
Tal facto só nos pode levar a concluir que a senhora presidente não incluiu na ordem de trabalhos a aquisição da referida parcela para que os vereadores da oposição não tivessem a possibilidade de se informar antecipadamente, designadamente, junto da Junta de Freguesia de Alferrarede das diligências levadas a cabo pela senhora presidente, e fossem levados a confiar nas informações prestadas por esta sobre a falta de alternativas para a construção do referido Centro Escolar.
Sendo certo que o terreno que a câmara se propõe agora adquirir não está sequer destinado à construção deste tipo de equipamentos. 
Aliás, a reacção totalmente despropositada e incompreensível da senhora presidente da câmara na Assembleia Municipal, face à abstenção da bancada do PSD relativamente a esta matéria, só reforçou a nossa suspeita.
Sendo certo que, a ser verdade que a senhora presidente agiu com esse intuito, pôs em causa a relação de confiança e lealdade que devia presidir nas relações entre todos os vereadores, independentemente da força política que os elegeu.
Os vereadores do PSD pretendem, assim, para poderem acreditar na boa fé e na lealdade da senhora presidente, ser esclarecidos do seguinte:
1.            Quais os terrenos na freguesia de Alferrarede que foram tidos em conta para construção do referido Centro Escolar?
2.            Quais os relatórios técnicos que justificaram que esses terrenos não fossem considerados?
3.            Quando se iniciaram os contactos com a firma Mendes & Gonçalves, S.A., para a aquisição da referida parcela?
4.            Em que data a senhora presidente deu conhecimento ao presidente da Junta de Freguesia de Alferrarede dessa intenção?
5.            Onde estão os relatórios técnicos que justificam a aquisição da referida parcela, designadamente por reunir as condições ideais para a sua construção, quando é certo que se trata de uma zona de leito de ribeira (logo muito húmida) e de depósito de entulhos?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Segunda-feira, 08.03.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/3/10 (I)

LIMITES DAS FREGUESIAS DE ALFERRAREDE E S. VICENTE

Declaração dos vereadores do PSD
        
Os vereadores do PSD consideram de uma grande leviandade e de uma extrema gravidade as declarações da senhora presidente da câmara à Rádio Antena Livre de que estava disposta a alterar os limites das freguesias de Alferrarede e S. Vicente para que a parcela de terreno adquirida à Sociedade Mendes & Gonçalves, S.A., ficasse na freguesia de Alferrarede.
Os limites consolidados das freguesias são um assunto demasiado sério para que possa ser tratado com a ligeireza que a senhora presidente o tratou, dando a sensação de que o território das freguesias poderia ser alterado, segundo o seu livre arbítrio e para satisfazer os seus caprichos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sexta-feira, 05.03.10

ALFERRAREDE - ASSEMBLEIA DE 2/3/10

AQUISIÇÃO DE PARCELA DE TERRENO A MENDES & GONÇALVES, S.A. – TELHEIROS

Moção da Junta e da Assembleia de Freguesia de Alferrarede

Aprovada por unanimidade (PS, PSD, CDS e ICA)

 

A Junta de Freguesia e a Assembleia de Freguesia de Alferrarede, tendo tido conhecimento a posteriori da decisão tomada pela Câmara Municipal de Abrantes na sua reunião do passado dia 15 de Fevereiro no sentido de adquirir um terreno situado entre a Rua da Sociedade e a Urbanização dos Telheiros, no lugar de Chainça, Freguesia de São Vicente, para aí construir o novo Centro Escolar de Alferrarede, deliberam aprovar a seguinte moção:

1.          Lamentamos profundamente e repudiamos a decisão tomada pela Câmara Municipal de Abrantes de adquirir um terreno situado na Freguesia de São Vicente para aí construir o novo Centro Escolar de Alferrarede;

2.          Lamentamos profundamente e repudiamos a falta de democraticidade deste processo, já que nem a Junta de Freguesia, nem a Assembleia de Freguesia de Alferrarede – órgãos autárquicos representativos dos interesses e aspirações dos cidadãos desta freguesia e tão legitimamente eleitos como os membros do executivo da Câmara Municipal ou os deputados municipais – foram formalmente consultados ou informados;

3.          Lamentamos profundamente e repudiamos a falta de transparência deste processo, porquanto ainda em Dezembro nos foi informalmente dito que a Câmara Municipal estaria a analisar dois possíveis terrenos para a construção do novo Centro Escolar de Alferrarede e agora constatamos que, por solicitação da Câmara Municipal, se procedeu à avaliação do referido terreno em Junho com vista à construção de uma escola, tendo a mesma Câmara Municipal enviado em 16 de Setembro de 2009 uma proposta de aquisição à empresa proprietária, que foi por esta aceite e cuja declaração de aceitação foi comunicada em ofício datado de 21 de Setembro do mesmo ano;

4.          Lamentamos profundamente e repudiamos que a Câmara Municipal de Abrantes tenha decidido ignorar uma promessa pública e reiterada, assumida pelo Dr. Nelson de Carvalho, anterior Presidente da Câmara, de construir o novo Centro Escolar de Alferrarede em Alferrarede;

5.          Lamentamos profundamente e repudiamos que o comportamento da Câmara Municipal de Abrantes nesta matéria venha seguramente a defraudar as legítimas expectativas dos cidadãos de Alferrarede, em nada contribuindo para a urgente e tão reclamada credibilização dos agentes políticos;

6.          Lamentamos profundamente e repudiamos a decisão de deslocalizar mais um equipamento para fora da Freguesia de Alferrarede, desta vez tristemente protagonizada pela Câmara Municipal de Abrantes;

7.          Vivemos inegavelmente tempos de marcada globalização e integração que conduzem ao esbatimento das fronteiras, mas lamentamos profundamente que esse processo se consolide sempre com o sacrifício dos mesmos;

8.          Não está, obviamente, para nós em causa que a proprietária da referida parcela de terreno seja a Sociedade Mendes & Gonçalves, S.A., empresa do Grupo Mendes, uma referência no panorama empresarial e económico e de importância estratégica no sistema operativo do concelho e da região e cujo principal responsável, Amândio Mendes da Silva, foi recentemente agraciado pela Junta de Freguesia de Alferrarede com a Medalha de Mérito da Freguesia.  

A Freguesia de Alferrarede comemorou, no passado dia 25 de Fevereiro, o seu 51º Aniversário. Por respeito ao passado que orgulhosamente actualizamos e para sermos dignos do futuro que já se antevê, não deixaremos de lutar com todos os meios legítimos à nossa disposição para que esta nefasta, infeliz e incompreensível decisão seja revogada e o novo Centro Escolar de Alferrarede seja construído dentro dos limites da Freguesia de Alferrarede.

 

Alferrarede, 2 de Março de 2010

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo, 17.01.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/1/10 (acta fls.6 e 7)

RESPOSTA DA PRESIDENTE DA CÂMARA

AO PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS DOS VEREADORES DO PSD

 

Saneamento na Barca do Pego (vide http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/123209.html)
 
Os SMA têm a intenção de executar rede de drenagem na Barca do Pego e reencaminhar efluente, através de EE, para ETAR da Fonte Quente. Foi já colocado colector e logo que o projecto de execução para a EN nº 3 e EE esteja pronto será concluída a obra. Relativamente à Rua da Barca, o colector que foi colocado abrange todas as habitações existentes até à linha férrea.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quinta-feira, 17.12.09

REUNIÃO DA CÂMARA DE 14/12/09 (extracto III)

(III)     SANEAMENTO BARCA DO PEGO

           
           Relativamente ao saneamento básico na Barca do Pego, verificámos que, cerca de duas semanas antes das eleições, foram colocadas, na Rua da Barca, Rua Humberto Delgado e Rua da Empresa, umas caixas de visita com tubos colectores de esgoto, mas sem terem para onde escoar.
           Sendo certo que àquilo que foi feito muito dificilmente se pode chamar uma primeira fase de saneamento, tendo em conta que, por exemplo, na Rua da Barca apenas foram colocados cerca de 20 metros.
           Ora, tendo em conta a altura em que esta obra teve início e a forma abrupta como a mesma foi interrompida, logo após as eleições, levou a que os moradores começassem a dizer que o arranque da obra teve apenas fins eleitorais, com que se pretendeu iludir as pessoas.
                 Consequentemente, pretendíamos saber qual a programação dos trabalhos para completar esta obra, se é que efectivamente existe.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Perfil

SML 1b.jpg



Visitantes


Pesquisar

Pesquisar no Blog  

Quimeras


Alma, Eléctrico!


Livros

Capa - 3ª Edição.jpg

Capa - Frente.jpg

Capa Bocage.jpg 

Capa.jpg 

Eléctrico - Um Clube com Alma.jpg

Mistério Sant Quat (I).jpg


Livros-vídeo


eBooks




calendário

Maio 2019

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D