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COLUNA VERTICAL


Quarta-feira, 17.11.10

ACABAM AS SUSPEITAS FICAM AS DÚVIDAS (III)

Artur Lalanda

 

Já vieram a público comentários, francamente negativos, relativamente à percentagem de população do concelho servida com rede de drenagem e tratamento de águas residuais.

 

Creio que os SMA, a quem está atribuída a responsabilidade pela fiscalização do contrato de concessão, ainda não admitiram o previsto engenheiro que terá essas funções. Sendo assim, cada Presidente da respectiva Junta de Freguesia (ou qualquer munícipe apartidário) poderá avaliar, na sua zona, o grau de cumprimento do contrato e a percentagem de população efectivamente servida, atendendo aos elementos que a seguir são transcritos.

 

O objectivo do contrato aponta para 92,20%, em 31 de Dezembro de 2009, que, sabemos, não foi atingido nessa data.

 

                                       População estimada    Percentagem a     Nº. de ramais

                                             para 2010                    servir

 

Alvega                                      316                      98% (310)                  103

 

Mouriscas (Casal da Igreja,

Camarrão e Engarnais)               1648                        98% (1615)              538

 

Aldeia do Mato                            62                        98% (61)                    20

 

São Facundo                              479                     96% (460)                   153

 

Fontes                                       226                     96% (217)                     72

 

Vale das Mós                              659                      98% (645)                   215

 

Pessegueiro                                  61                     96% (58)                       19

 

Areias                                         257                     90% (231)                     77

 

Monte Galego                               245                     98% (240)                     80

 

Ventoso                                         76                     96% (73)                      24

 

Ribeira do Fernando                        147                     95% (140)                     47

 

Carreira do Mato                            164                     96% (157)                     52

 

Portelas                                         74                      97% (72)                       24

 

Carril                                           110                      96% (105)                     35

 

Barrada                                        294                      96% (282)                     94

  

Não conheço a percentagem da população servida no resto do concelho, mas a avaliar pelos valores admitidos para as redes aqui referidas, Abrantes ocupa lugar cimeiro no panorama ambiental europeu. Espero bem que seja verdade.

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Quinta-feira, 11.11.10

ACABAM AS SUSPEITAS FICAM AS DÚVIDAS (I)

Artur Lalanda

 

A proposta aprovada (à pressa) na reunião da Câmara, de 6 do corrente, para arranque dos projectos de Drenagem das Águas Residuais Domésticas de Areias, Ventoso, Monte Galego, Portelas e Ribeira do Fernando que, no dizer do vereador do PSD, levou os Serviços Municipalizados a afirmarem que «nenhum dos cinco projectos cumpre com a taxa de cobertura do contrato»,  leva-nos a concluir que tanto a Câmara como os SMA têm consciência de que o contrato de concessão não estará a ser cumprido.

 

Por mim, ao contrário do que cheguei a pensar, a concessionária nada tem a ver com a limpeza e conservação das sarjetas. Águas residuais urbanas são esgotos e águas pluviais, mas a verdade é que nas “definições” do contrato, ficou estabelecido que águas residuais urbanas eram águas domésticas e águas industriais. Só não se compreende porque deixou a Câmara de executar a tarefa de limpeza e desinfecção das sarjetas, que promovia com regularidade, a partir da entrada em vigor do contrato de concessão.

 

São muitas as cláusulas do contrato cujo cumprimento só a Câmara ou os Serviços Municipalizados podem controlar, porém, não será impossível a um leigo apontar alguns deslizes.

 

O contrato foi assinado em 1 de Agosto de 2007 e entrou em vigor em Janeiro de 2008.

 

Os objectivos gerais referiam “execução de infra-estruturas, incluindo Etar,s de modo a alcançar 90% da população servida com rede de saneamento, até 1 de Janeiro de 2010.”

 

“Todas as obras de construção, ampliação, beneficiação, conservação e manutenção previstas no Plano de Investimentos, serão concluídas até 31 de Dezembro de 2009”.

 

Do contrato, constam:

 

Conjunto de infra-estruturas a realizar:

 

Carácter obrigatório (por ordem de                                   Ano de execução dos trabalhos

prioridades de execução)                                                                                                                                                       

                                                                                                  

Implementação do tratamento

terciário nas Etar de Abrantes,

Pego e Margem Sul                                                                          2006

Remodelação da EE da Margem Sul                                                     2006

Remodelação da EE de Tramagal 1                                                      2006

Saneamento em Alvega                                                                    2007

Saneamento em Mouriscas (Casal da

Igreja, Camarrão e Engarnais)                                                            2007

Saneamento em Aldeia do Mato                                                         2008

Saneamento em S.Facundo                                                               2008

Saneamento em Fontes                                                                    2008

Saneamento em Vale das Mós e Pessegueiro                                        2008

Remodelação da Etar dos Carochos                                                    2008 

Remodelação da Etar do Souto                                                          2008

 

Outros sistemas a executar até perfazer, no mínimo, 92,20% da população do concelho

 

Saneamento em Areias                                                                     2009

Saneamento em Monte Galego                                                           2009

Saneamento em Ventoso                                                                  2009

Saneamento em Ribeira Fernando                                                       2009

Saneamento em Carreira do Mato                                                       2008

Saneamento em Portelas                                                                  2009

Saneamento em Carril e Sobral Basto                                                  2009

Saneamento em Barrada                                                                   2009

 

Desconhecemos a existência de eventuais aditamentos ao contrato, mas não encontramos explicação para as infra-estruturas de carácter obrigatório na Fonte Quente, Pego, Margem Sul, Tramagal e Mouriscas constarem dum contrato assinado em Agosto de 2007 e terem sido executadas em 2006 e 2007, antes da assinatura desse mesmo contrato.

 

Estamos em Setembro de 2010 e que se saiba,  os Carochos mantêm a situação inicial e o saneamento nas Portelas, Monte Galego, Ventoso, Areias e Ribeira do Fernando só agora vão arrancar.

 

Ninguém melhor que as populações poderá avaliar o grau de cumprimento do contrato, nos lugares onde habitam. Veremos se alguém se queixa.

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Segunda-feira, 25.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 25/10/10 (extracto I)

ENCERRAMENTO DAS FARMÁCIAS NAS FREGUESIAS  

Declaração dos vereadores do PSD 

Ao abrigo da portaria socialista n.º 1430/2007, de 2 de Novembro, as farmácias sitas nas freguesias rurais estão a transferir-se para a cidade, como é o caso das farmácias Ondalux de Alvega e Sousa Trincão de S. Miguel de Rio Torto, deixando as freguesias rurais cada vez mais votadas ao abandono.

Enfim, retiram-lhes as escolas, os médicos e, como se isso já não fosse bastante, retiram-lhes também as farmácias, perante a passividade e o silêncio cúmplice da Câmara Municipal e das respectivas juntas de freguesia.

E se, relativamente às escolas, ainda se pode argumentar com a falta de crianças, não é certamente por falta de doentes e idosos, que é o que não falta nestas freguesias, que lhes retiram as farmácias.

À primeira vista, parece que esta portaria veio beneficiar os farmacêuticos das freguesias rurais, ao libertá-los da morte lenta a que os socialistas condenaram inevitavelmente estas freguesias.

Acontece que a lei não foi alterada a pensar nos pequenos farmacêuticos das freguesias rurais, mas nos grandes impérios farmacêuticos, permitindo-lhes, desta forma, com a concentração das farmácias nas sedes de concelho, a conquista de todo o mercado farmacêutico dos concelhos com a compra de apenas uma das farmácias.

Por este motivo, os vereadores do PSD querem deixar aqui expresso em acta a sua revolta e indignação por mais esta machadada socialista no futuro das freguesias rurais, tornando-as absolutamente inviáveis, não tendo o governo socialista pejo sequer em sacrificá-las no altar dos interesses dos grandes grupos económicos.

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Sábado, 23.10.10

ALVEGA E S.MIGUEL SEM FARMÁCIA

INFORMAÇÃO DO INFARMED DE 19/10/2010

Transferências ao abrigo da Portaria (SOCIALISTA) n.º 1430/2007, de 2 de Novembro

 

FARMÁCIA ONDALUX (ALVEGA)

 

Dando cumprimento ao n.º 2 do Artigo 24.º da Portaria n.º 1430/2007, de 2 de Novembro de 2007, faz-se público que por despacho de 12 de Janeiro de 2010, do Conselho Directivo do INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P foi considerado apto, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 1 do Artigo 24.º da Portaria n.º 1430/2007, de 2 de Novembro de 2007, no que se refere ao local, ao espaço e ao quadro farmacêutico, o pedido de transferência da Farmácia Ondalux, sita na Praça da República n.º 17, freguesia de Alvega, concelho de Abrantes, distrito de Santarém, para a Avenida da Europa, Lote 37, r/c – B, Loja 2, freguesia de São Vicente, concelho de Abrantes, distrito de Santarém.

 

FARMÁCIA SOUSA TRINCÃO (S.MIGUEL DE RIO TORTO)

 

Dando cumprimento ao n.º 2 do Artigo 24.º da Portaria n.º1430/2007, de 2 de Novembro de 2007, faz-se público que por despacho de 28 de Setembro de 2010, do Conselho Directivo do INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P foi considerado apto, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 1 do Artigo 24.º da Portaria n.º 1430/2007, de 2 de Novembro de 2007, no que se refere ao local, ao espaço e ao quadro farmacêutico, o pedido de transferência da Farmácia Sousa Trincão, sita na Rua General Avelar Machado n.º 30, freguesia de São Miguel do Rio Torto, concelho de Abrantes, distrito de Santarém, para a Rua Amélia Rey Colaço, Lote 8, r/c Dto. e Esq., Urbanização do Bairro Vermelho, freguesia de São Vicente, concelho de Abrantes, distrito de Santarém.

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Sexta-feira, 01.10.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 27/9/10 (extracto VII)

PONTO Nº4 - PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE A CÂMARA E A JUNTA DE ALVEGA

Declaração de voto (CONTRA) dos deputados municipais do PSD

 

Existe quem queira ver esta questão apenas pelo prisma da humildade ou da subserviência que todos os presidentes de junta devem nutrir por sua excelência o todo-poderoso presidente da câmara.

 

Em primeiro lugar, para o PSD, presidentes de junta e da câmara têm a mesma dignidade e legitimidade, não existindo, entre eles, qualquer relação hierárquica de poder.

 

Em segundo lugar, para o PSD, a decisão deve ter sempre por base razões objectivos e nunca subjectivas.

 

Ou seja, a questão pessoal e partidária não só não deve interferir na tomada de decisão, como não deve servir de critério para avaliar se a Câmara deve ou não assumir esta dívida.

 

A decisão de pagar ou não pagar a dívida apenas deve depender da resposta a uma única questão: a Câmara Municipal de Abrantes reconhece ou não a necessidade de todos os trabalhos a mais levados a cabo?

 

Ora, a resposta a esta pergunta é dada pela própria proposta de deliberação da senhora presidente da câmara. Ou seja, o reconhecimento público da necessidade dos trabalhos a mais e a respectiva assumpção e oficialização em alteração ao protocolo existente ou através de novo protocolo.

 

Consequentemente, se a Câmara, mesmo com três anos de atraso, reconhece o óbvio (a necessidade dos trabalhos a mais), então deve pagá-los integralmente, incluindo o já adiantado pela Junta de Freguesia durante o ano de 2009.

 

E, em boa verdade, até devia fazê-lo, acompanhando-o com um pedido de desculpas pelo atraso no pagamento.

 

Pelas razões expostas e pelo carácter redutor da deliberação em causa, os deputados municipais do PSD votam contra a mesma.

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Segunda-feira, 20.09.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 6/9/10 (acta fls.13 e 14)

PONTO Nº14 - REDES DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS

Deliberação do executivo camarário

 

Proposta de Deliberação do vereador e vice-presidente da Câmara Rui Serrano, na sequência do ofício Nº 1365 de AMBIENTABRANTES – Serviços Municipalizados, datado de 20 de Agosto de 2010, remetendo, proposta de aprovação dos projectos das Redes de Drenagem de Águas Residuais Domésticas nos lugares de Areias, Ventoso, Monte Galego, Portelas e Ribeira do Fernando.

 

Deliberação: Por unanimidade, aprovar os projectos das Redes de Drenagem de Águas Residuais Domésticas nos lugares de Areias, Ventoso, Monte Galego, Portelas e Ribeira do Fernando.

 

A presidente da câmara deu conta que é intenção da Câmara Municipal e dos Serviços Municipalizados iniciar este processo de imediato, ainda que existam alguns pormenores que carecem ser acertados com a empresa concessionária, designadamente a percentagem da cobertura do saneamento e da forma de cálculo da respectiva fórmula. Mais referiu que já foi solicitado parecer sobre esta matéria à ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, que se aguarda.

 

O vereador Belém Coelho disse que, segundo informação dos próprios Serviços Municipalizados, nenhum dos cinco projectos cumpre com a taxa de cobertura do contrato. No entanto, por a população merecer respeito, os vereadores eleitos pelo PSD não pretendem inviabilizar a execução destes projectos. Disse ainda que não compreende como não está definida concretamente no contrato inicial a fórmula de cálculo, sendo que uma fórmula é sempre uma fórmula.

 

A presidente da câmara esclareceu que a divergência está relacionada com a aplicação da própria fórmula e com a diferença entre a população residente estimada e a efectiva. A principal preocupação, quer da Câmara Municipal, quer dos Serviços Municipalizados é que o contrato cumpra os resultados previstos pela autarquia e esperados pela própria população. Espera-se que, servindo o maior número de habitações se ofereçam as melhores condições às populações respectivas.

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Quarta-feira, 01.09.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 30/8/10 (extracto IV)

PONTO Nº8 – APROVAÇÃO DE MINUTA DE PROTOCOLO PARA REGULARIZAÇÃO

DE DÍVIDA DA JUNTA DE FREGUESIA DE ALVEGA RELATIVA A ARRUAMENTOS

E MANUTENÇÃO DA REDE VIÁRIA EM 2006

Declaração de voto (CONTRA) dos vereadores do PSD  

 

Os vereadores do PSD não podem deixar de constatar e lamentar que tivesse sido necessária a mudança do Executivo da Junta de Alvega (de laranja para rosa) para que a Câmara Municipal de Abrantes viesse a reconhecer publicamente o óbvio: a necessidade dos trabalhos a mais e a respectiva assumpção e oficialização em alteração ao protocolo existente ou através de novo protocolo.

 

Efectivamente, isto só acontece 3 (três) anos após alerta da Junta de Freguesia.

 

Mas mais vale tarde do que nunca!

 

No entanto, se a Câmara Municipal de Abrantes reconhece a necessidade de todos os trabalhos a mais, deverá pagá-los integralmente, incluindo o já adiantado pela Junta de Freguesia durante o ano de 2009.

 

Pelas razões expostas e pelo carácter redutor da deliberação em causa, os vereadores do PSD votam contra a mesma.

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Segunda-feira, 16.08.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 28/6/10 (acta fls.16 e 18)

ENCERRAMENTO DA ESCOLA EB 2,3 DE ALVEGA

Proposta de deliberação dos vereadores do PSD

 

N° 21 - Proposta de Deliberação dos vereadores eleitos pelo PSD, referente ao encerramento da Escola EB 2,3 de Alvega, apresentada em 26 de Abril de 2010, que abaixo se transcreve:

 

"Os vereadores do PSD e a população da freguesia de Alvega foram apanhados completamente de surpresa com o anúncio do encerramento da Escola EB 2,3 Fernando Loureiro de Alvega.

 

Com efeito, tendo a Câmara, no último ano, anunciado com pompa e circunstância, quer a nível regional, quer a nível nacional, a instalação da capital da energia na margem Sul do Tejo, de que o novo empreendimento de painéis solares, só por si, garantia mais de 1800 empregos, o encerramento da referida escola aparece como um sinal absolutamente contraditório com esta promessa de crescimento imediato.

 

Na verdade, com a criação de 1800 novos empregos directos e a curto prazo, a escola de Alvega vai tornar-se, em breve, pequena para receber tantos alunos.

 

Por isso, das duas uma: ou a câmara não acredita na anunciada capital da energia e na viabilidade do projecto dos painéis solares, designadamente na criação dos referidos 1800 novos empregos (o que não nos passa sequer pela cabeça) ou terá de se opor de forma determinada ao encerramento de uma escola que irá ser imprescindível não só para absorver o fluxo de alunos que advirá necessariamente da implantação do referido empreendimento como também para permitir que a freguesia de Alvega possa oferecer as condições mínimas para a fixação dos trabalhadores e suas famílias.

 

Pelo exposto, vimos apresentar a seguinte proposta de deliberação: a Câmara deverá opor-se, de uma forma determinada, ao encerramento da Escola EB 2,3 de Alvega, uma vez que se prevê, para breve, um acréscimo muito significativo de população escolar na outra margem do Tejo, proveniente da criação dos 1800 empregos do novo empreendimento de painéis solares aí instalado".

 

A presidente da câmara disse que a decisão do ministério de Educação nesta matéria é já irreversível. A situação actual resulta de uma decisão de há já dois anos, suspensa neste período, e a Câmara Municipal tudo fez para acautelar e garantir que não haveria solução alternativa, como, aliás, já anteriormente teve oportunidade de informar.

 

Agora importa, como tem vindo a ser feito, negociar para que sejam criadas condições para o acolhimento de crianças, para a construção de um novo centro escolar e para a reabilitação do edifício em lar de idosos, por ser uma necessidade sentida na população e que viabilizará a criação de postos de trabalhos para que a economia local não se ressinta.

 

O vereador Carlos Ares disse que, tendo em conta as acessibilidades e a ligação das freguesias de Alvega e de Mouriscas, anteriormente já tinha expressado a ideia de manter o ensino profissional e especializado em Mouriscas e de transferir os alunos desta freguesia para a de Alvega, aumentando assim o número de alunos na escola que agora encerra.

 

Mas, agora trata-se de uma barreira intransponível, na medida em que o número de alunos é muito reduzido. Assim, tendo em conta a posição do ministério da Educação e considerando que a adaptação do edifício não seria muito dispendiosa, considera que a alternativa poderá, eventualmente, passar pela instalação do lar de idosos como referido.

 

Acrescentou, com uma sensação de tristeza, mas que a informação disponível impõe que não se acalentem ilusões, uma vez que o ministério da Educação está irredutível.

 

O vereador Belém Coelho referiu que, efectivamente, o facto de não haver crianças é a morte de qualquer terra. Esta escola anima também a economia local, que não poderá esperar por este processo. A reabilitação do espaço em lar de idosos é difícil dada a exigência da Segurança Social nestas matérias. O ministério da Educação mostrou-se irredutível, mas também tem vindo a "passar a bola" para as autarquias, referindo-se sempre ao consentimento destas.

 

A presidente da câmara esclareceu que isso poderá estar a acontecer mas apenas relativamente as escolas do 1° ciclo, uma vez que para as escolas do 2° e 3° ciclos algumas autarquias, como é o caso de Abrantes, ainda não têm essa competência.

 

O vereador Santana Maia defende a proposta apresentada pelos vereadores do PSD, por uma questão de princípio e por serem contra os mega agrupamentos escolares. Referiu que o que a senhora presidente disse, invocando o supremo interesse das crianças, é falso, porque o seu interesse seria a proximidade da família. Acrescentou que o ministério da Educação só pensa na questão economicista e em poupar recursos. O país e os municípios irão pagar um preço muito alto por estas medidas, quando, mais tarde, necessitarem de repovoar o território. Estas escolas deveriam ser mantidas a funcionar com os seus alunos e as vagas deveriam ser preenchidas por pessoas de fora da freguesia. Se os alunos de Alvega podem ir para Abrantes, os alunos de Abrantes também podem ir para Alvega.

 

A vereadora Celeste Simão disse que a Resolução de Conselho de Ministros n.° 44/2010, de 14 de Junho, prevê, entre outras medidas, a criação e consolidação de unidades de gestão, adequando os projectos educativos a uma escolaridade de 12 anos para todos.

 

Interpretando a lei, esta medida, pode-nos levar a uma reorganização do nosso território educativo, onde será de todo o interesse a participação, articulação e envolvimento de todos os parceiros educativos, nomeadamente o Conselho Municipal de Educação.

 

Deliberação: Por maioria, com os votos contra dos Vereadores eleitos pelo PSD e com a abstenção do Vereador eleito pelo Movimento de Cidadãos "Independentes pelo Concelho de Abrantes", rejeitada a proposta apresentada.

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Domingo, 02.05.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 30/3/10 (extracto II)

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE, AGRUPAMENTO ESCOLAR

DAS FREGUESIAS DE ALVEGA E CONCAVADA E MERCADO MUNICIPAL

Intervenção da deputada do PSD Manuela Ruivo  

 

Nesta Assembleia, tivemos recentemente o privilégio de privar com um grande constitucionalista, o Ex.mo Senhor Prof. Dr. Jorge Miranda, aquando das comemorações do 25 de Abril. Para quem o ouviu com atenção recorda-se certamente de ter salientado a coesão territorial como um dos pilares basilares da Constituição da República Portuguesa.

 

Ora, é precisamente este pilar da nossa Constituição que o executivo socialista tem vindo paulatinamente a destruir e pôr em causa. Vejamos alguns exemplos:

  

CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE

  

Como é possível o executivo camarário ter avançado para a compra de um terreno em S. Vicente para a construção do Centro Escolar de Alferrarede, sem antes se ter dignado, pelo menos, ouvir a opinião da Junta de Freguesia de Alferrarede?

 

Aliás, não só não ouviu a opinião da Junta sobre esta matéria como, inclusive, enganou quer a junta de freguesia, quer a população de Alferrarede, anunciando publicamente  a sua intenção de construir o Centro no espaço do Tecnopolo, o que seria, como todos nós reconhecemos, o local ideal e natural para a sua construção, quer quanto aos acessos, quer quanto aos custos (muitíssimo reduzidos), tanto mais que se encontra em local destacado pelo PUA para a construção de equipamentos.

 

Queremos melhor exemplo de centralismo ou macrocefalia?

 

AGRUPAMENTO ESCOLAR DAS FREGUESIAS DE ALVEGA E CONCAVADA

 

Como é possível a passividade do executivo camarário em relação ao eventual encerramento desta escola?

 

Que a carta educativa contemplava o encerramento para o próximo ano lectivo de 2010/2011 da Escola Básica Dr. Fernando Loureiro, situada na Freguesia de Alvega, já todos sabíamos.

 

Só que a conjuntura hoje é totalmente diferente.

 

Ou será que a senhora presidente já não acredita nos 1800 postos de trabalho que irão, em breve, ser criados na margem Sul do Tejo, na tão propalada capital da energia?

 

Ou será que a capital da energia vai ser tão avançada que os filhos dos trabalhadores já não vão precisar de escolas?

 

Para não falar do impacto no tecido social e económico desta freguesia rural, tendo em conta o numero significativo de alunos que frequentam a escola, e na perda efectiva de alunos para o Concelho do Gavião, não beneficiando em nada o Agrupamento da EB D. Miguel de Almeida – que será apenas contemplado com professores e funcionários.

 

Este encerramento da escola aparece como um sinal absolutamente contraditório com esta promessa de crescimento imediato.

 

Onde está, pois, a defesa da coesão territorial e do direito à educação, preconizada na constituição?

 

MERCADO MUNICIPAL

 

Com base em informação fidedigna, o executivo tinha informação do efectivo estado de degradação do Mercado Municipal.

 

Por esse motivo, invocamos intencionalidade de extinção do espaço centenário do mercado.

 

Sendo certo que, em Abrantes, o mercado era, até hoje um dos poucos pólos de interesse com potencialidade, por um lado, para atrair gente ao centro histórico e, por outro, ajudar a impedir a desertificação das freguesias com características mais rurais, ao fornecer um local de comercialização dos seus produtos, a recuperação e revitalização do mercado municipal eram essenciais e urgentes.

 

Não podemos ainda deixar de continuar a manifestar que a solução encontrada, é dispendiosa, nomeadamente a aquisição dos imóveis, para uma utilização temporal tão pequena, assim como a sua localização e as condicionantes que têm, estacionamento, cargas e descargas e falta de visibilidade.

 

Queremos acreditar que esta decisão, embora desastrosa e lesiva dos interesses da população e dos dinheiros dos seus impostos, foi tomada de boa fé, e não no interesse de um qualquer ou recorrente “interessado”, que só estará disponível para o projecto sem o ónus do mercado diário no edifício. O futuro o dirá.

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Sexta-feira, 11.09.09

Visita a Alvega, Casa Branca e Monte Galego

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Sexta-feira, 11.09.09

BANDA FILARMÓNICA ALVEGUENSE

 

 

No passado dia 5 de Setembro, Santana Maia, António Belém Coelho, Elsa Cardoso, Manuela Ruivo, Ana Rico, Rui Santos, Susana Martins, acompanhados por vários elementos da JSD e da lista candidata à Junta de Freguesia de Alvega, visitaram, mais uma vez, a Banda Filarmónica Alveguense.
 
A visita foi conduzida por António Moutinho, tendo Santana Maia e a equipa que o acompanhou assistido, de manhã, a uma audição de novos talentos para a Banda e, à tarde, ao XV Festival de Bandas Filarmónicas de Alvega.
 
A Banda Filarmónica Alveguense foi fundada em 1 de Janeiro de 1938 com a designação de “Banda da União Desportiva e Recreativa da Casa do Povo de Alvega”.
 
A 20 de Junho de 1994 nasce a associação sem fins lucrativos denominada “Banda Filarmónica Alveguense”, a qual tem como principal missão a ocupação de tempos livres, o ensino e a divulgação da arte musical, entre outros.
 
A Banda conta hoje com um espólio considerável, fruto da actividade desenvolvida ao longo de quase sete décadas de existência. Mantém igualmente em funcionamento uma Escola de Música, estrutura vocacionada essencialmente para a formação de novos membros.
 
De 1994 ao final de 2001 teve como Maestro e responsável pedagógico pela Escola de Música o Prof. Paulo pires. De 2001 até à presente data tem como Maestro e Professor Francisco Lamarosa.

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Terça-feira, 01.09.09

FESTAS DE ALVEGA

 

  

No passado dia 30 de Agosto, Santana Maia, acompanhado por Belém Coelho e Elsa Cardoso (candidatos do PSD à Câmara Municipal), Manuela Ruivo (candidata a Presidente da Assembleia Municipal), deslocaram-se à Freguesia de Alvega onde, em companhia de António Moutinho, candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Alvega, e ainda muitos elementos da sua lista, tiveram oportunidade de assistir à Festa de Nossa Senhora dos Remédios, de tão grandes tradições naquela localidade.
 
O candidato e os seus acompanhantes, após a vertente religiosa das Festas, aproveitaram para contactar a muita população que ali se encontrava, ouvindo sobretudo as suas queixas relativamente ao esquecimento a que tem sido votada pela Câmara Municipal e aproveitando para informar que a postura da sua candidatura, a esse nível é totalmente diferente, pretendendo dar força às Freguesias para que se fortaleçam e se desenvolvam, tornando Abrantes e o seu concelho mais fortes e competitivos.

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Terça-feira, 25.08.09

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE ALVEGA

 

António Moutinho é o actual presidente da Junta de Freguesia de Alvega. Natural de Alvega, desempenha, actualmente, as funções de assistente operacional no Hospital Dr Manuel Constâncio, tendo sido Coordenador do Sector de Apoio e vigilância de Abril de 1999 a Janeiro de 2005.
 
Para além de presidente da Junta de Freguesia de Alvega, exerce actualmente os cargos de Presidente da Comissão Social da Freguesia de Alvega, da Banda Filarmónica Alveguense, da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Dr. Solano de Abreu – Abrantes.
 
Possui, nomeadamente, os seguintes cursos: curso de formação de comunicação interna; curso de formação de melhoria continua; curso de higiene e segurança no trabalho; curso de primeiros socorros (T.A.T.) – C.V.P. /I.N.E.M.; curso de formação de Kits de 1ª Intervenção de combate a incêndios; curso de formação profissional do pocal simplificado para Juntas de Freguesia; curso de Formação para motoristas de transporte colectivo de crianças; etc.
 
Entre os diversos cargos que já exerceu, destacam-se o de Presidente da Assembleia da B.F.A., tesoureiro e vogal da Direcção do Núcleo de Abrantes da Cruz Vermelha Portuguesa, comandante da Unidade de socorro da C.V.P. de Abrantes.
 
EFECTIVOS:
António Carlos Pereira Moutinho, Assistente Operacional, 48 anos
Cristina Maria Heitor Madrinha, Professora, 28 anos
Arsénio Castanho Lopes Nunes, Enfermeiro Aposentado
Ana Cristina Pereira Fernandes Quitério, Aux. Acção Educativa, 48 anos
Cláudio Tomé Carrilho Dias, Programador de Informática, 28 anos
Ana Margarida Loureiro Mourato, Assistente Administração Escolar, 32 anos
Mário José Catarrinho de Matos, Chefe de armazém , 51 anos
Pedro David Pereira Fernandes Quitério, Estudante, 20 anos
Sandra Isabel Rosa Mascate Valente, Talhante, 31 anos
 
SUPLENTES:
Fernanda Maria Farra Felício, Assistente Administrativa, 39 anos
Arlindo Areias de Matos França, Aposentado, 75 anos
Manuel António de Matos Cunca, 72 anos
Patrícia Catarina Paulo Correia Valente, Administrativa, 28 anos
Helena Isabel Neves Espadinha Lopes, Professora, 35 anos
Atilio Lúcio de Matos, Pedreiro, 66 anos
Arlindo Martins Marques Bolas, 49 anos
Sandra Paula de Matos Bexiga
Cátia Sofia Coelho Mourato, Recepcionista, 23 anos
Henrique Castanho Lopes Nunes, 58 anos
Carlos Manuel Vicente
Maria Cristina Lopes Alexandre, 40 anos
Clotilde de Matos Coelho Gonçalves, Assistente Operacional, 45 anos
Manuel Bernardo Alexandre, Motorista da Carris, 48 anos
Sílvio Dias Duarte, Aposentado, 73 anos
Ramiro Rodrigues Farrolas, Aposentado, 83 anos
João de Matos França, 78 anos
Jorge Manuel Nunes Marques, Condutor Manobrador, 26 anos
João Martins, Taxista, 60 anos

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Quinta-feira, 21.05.09

3º ENCONTRO DE AUTARCAS

 

No passado dia 16 de Maio a Comissão Politica do PSD de Abrantes realizou o 3º Encontro de Autarcas com a presença do candidato do PSD às próximas eleições autárquicas, Santana Maia. 
 
Dando início à ordem de intervenções, coube ao presidente da Junta de Freguesia de Alvega, António Moutinho, após uma pequena nota de boas vindas, fazer o balanço do actual mandato, sublinhando-se a luta permanente pelos interesses de Alvega.
 
Seguiu-se o Presidente da Comissão Politica Concelhia, Gonçalo Oliveira, que, aproveitando o tema da interligação entre os diferentes órgãos autárquicos, referiu ser insustentável e indefensável a situação actual em que os órgãos executivos decidem sem ter em conta o interesse das pessoas e das populações e sem as consultar. Considerou, por isso, que a credibilização da classe política passa necessariamente por uma maior proximidade com o cidadão e as populações que servem, devendo-lhes dar voz e ouvi-las, para melhor decidir.
 
Armando Fernandes, coordenador na Assembleia Municipal, falou sobre o papel fiscalizador da Assembleia Municipal, onde exemplificou de maneira clara e sintética as qualidades que o deputado municipal deve ter – competência, capacidade de reacção, conhecimento profundo dos dossiers – e os cuidados na preparação das suas intervenções.
 
Rui André, presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, abordou a temática social das Juntas de Freguesia. Sublinhou que estas devem fomentar, no seu dia-a-dia, uma parceria de ajuda entre todas as entidades sociais da freguesia com o fim de aumentar e, sobretudo, melhorar a ajuda social às pessoas mais carenciadas independentemente da sua classe social. O papel dos presidentes de junta é fundamental na actual conjuntura de crise, deve ser uma pessoa proactiva e procurar todos os meios para ajudar os mais carenciados, que continuam aumentar, para evitar os casos de exclusão social que já se vive na maioria das freguesias do concelho.
 
José Moreno, vereador na Câmara Municipal de Abrantes, salientou o papel passivo dos cidadãos em relação às decisões dos órgãos autárquicos e sublinhou a falência total dos actual modo organizativo da autarquias, sugerindo a sua alteração tão rápida quanto possível, através da revisão urgente de Lei das Autarquias.
 
No período de debate, moderado por Belém Coelho, deputado municipal, assistiu-se a um debate participativo, que veio demonstrar que esta iniciativa teve e tem interesse para as pessoas e que se deverá repetir nos próximos meses.
 
Para culminar este encontro, Santana Maia realçou algumas das características que um Presidente da Câmara Municipal deve reunir, realçando a capacidade para escutar as necessidades das populações, lembrando aos presentes que os autarcas, todos eles, devem ter consciência que os cargos são efémeros e que devem ser usados escrupulosamente na defesa dos interesse das pessoas e não da sua pessoa, dos seus amigos ou de um grupo de interesses. A honestidade política é essencial, para que as pessoas se identifiquem com quem os governa. Os governantes, numa fase inicial, devem procurar ouvir as pessoas e inclui-las no processo de decisão. A gestão da coisa pública só tem significado se assim for. Os governantes devem dar o exemplo, sempre e em todas a circunstâncias, e, nessa linha, referiu a vergonha que configura para todos o nova lei do financiamento dos partidos, esperando, por isso, que o Presidente da República não a aprove, para transmitir à população um sinal de que também os políticos devem ser solidários com o tempo de crise que se vive.

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Quarta-feira, 04.02.09

ANTÓNIO MOUTINHO É O CANDIDATO EM ALVEGA

 

António Carlos Pereira Moutinho é o actual presidente da Junta de Freguesia de Alvega e foi escolhido, por unanimidade, como candidato social-democrata à Junta de Freguesia de Alvega, em resultado do bom trabalho desenvolvido ao longo deste mandato.
 
António Moutinho é natural desta freguesia e desempenha, actualmente, as funções de assistente operacional no Hospital Dr Manuel Constâncio, tendo sido Coordenador do Sector de Apoio e vigilância de Abril de 1999 a Janeiro de 2005.
 
Para além de presidente da Junta de Freguesia de Alvega, exerce actualmente os cargos de Presidente da Comissão Social da Freguesia de Alvega, da Banda Filarmónica Alveguense, da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Dr. Solano de Abreu – Abrantes.
 
É pessoa idónea, de bom trato e educado, com grande capacidade de organização de eventos e da realização de projectos, e com formação adquirida ao longo da vida, nomeadamente: curso de formação de comunicação interna; curso de formação de melhoria continua; curso de higiene e segurança no trabalho; curso de primeiros socorros (T.A.T.) – C.V.P. /I.N.E.M.; curso de formação de Kits de 1ª Intervenção de combate a incêndios; curso de formação profissional do pocal simplificado para Juntas de Freguesia; curso de Formação para motoristas de transporte colectivo de crianças; etc.
 
Entre os diversos cargos que já exerceu, destacam-se o de Presidente da Assembleia da B.F.A., tesoureiro e vogal da Direcção do Núcleo de Abrantes da Cruz Vermelha Portuguesa, comandante da Unidade de socorro da C.V.P. de Abrantes.

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