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COLUNA VERTICAL


Sexta-feira, 05.11.10

FARMÁCIAS: DEBANDADA E MORTE

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança  

 

As farmácias preparam-se para abandonar as freguesias e fixar-se definitivamente na cidade, seguindo o movimento das pessoas e aproveitando a alteração socialista da lei.

 

À primeira vista, parece que esta lei veio beneficiar os farmacêuticos das freguesias rurais, ao libertá-los da morte lenta a que os socialistas condenaram inevitavelmente estas freguesias.

 

Acontece que a lei não foi alterada a pensar nos pequenos farmacêuticos das freguesias rurais, mas nos grandes impérios farmacêuticos, permitindo-lhes, desta forma, com a concentração das farmácias na cidade, a conquista de todo o mercado farmacêutico do concelho com a compra de apenas uma das farmácias.

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Terça-feira, 28.09.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 27/9/10 (extracto II)

O ENCERRAMENTO DA ESCOLA DE ALVEGA

Intervenção da deputada municipal do PSD Manuela Ruivo

 

Os deputados do PSD também não podem deixar de manifestar aqui o seu descontentamento e revolta pela forma como o presidente da Junta de Alvega aceitou trocar a escola por um lar.

 

Na verdade, uma junta de freguesia que aceita trocar uma escola por um lar está a implicitamente a passar um atestado de óbito à sua freguesia.

 

Quem troca uma escola por um lar vai acabar inevitavelmente por trocar o lar pelo cemitério.

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Quarta-feira, 22.09.10

O ENCERRAMENTO DAS ESCOLAS

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança

 

Hoje «o superior interesse das crianças» é o chavão com que os mais cínicos enchem a boca para justificar aquilo que não é nem do interesse das crianças, nem dos pais, nem do país.

 

É óbvio que, do ponto de vista individual, a cidade e, em última instância, a capital oferecem ao cidadão melhores condições e mais oportunidades a todos os níveis (educação, profissão, lazer, etc). No entanto, do ponto de vista colectivo, é absolutamente essencial o (re)povoamento do território e o combate à desertificação do interior. Ou seja, para que a qualidade de vida das pessoas que vivem na cidade e na capital seja sustentável a médio prazo, é necessário que as aldeias e freguesias do interior se mantenham povoadas.

 

Ora, se a vida na cidade e na capital oferece melhores condições e mais oportunidades ao cidadão, tal significa que quem vive na cidade e na capital tem de aceitar pagar o preço para que a fixação de pessoas no interior seja atractiva e estas se sintam compensadas desse seu sacrifício pelo bem de todos.

 

Isto não significa, obviamente, que a escola só por si garanta a fixação das pessoas nas freguesias rurais. Mas a escola é o mínimo que se pode oferecer a quem aí aceitar viver. Sendo certo que as contrapartidas a pagar às populações que aceitem viver nas freguesias rurais não se pode resumir à escola. Tem de se lhes conceder vantagens na compra de habitação, no acesso à saúde e à educação, nos transportes, oferecer-lhes equipamentos de lazer e de ocupação de tempos livres, conceder-lhes benefícios e isenções fiscais, etc.

 

E só desta forma, criando condições à fixação das populações nas freguesias rurais do interior do país, se pode, em boa verdade, falar do superior interesse das crianças: crescer num país com futuro.

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